{"id":40395,"date":"2025-08-22T15:32:08","date_gmt":"2025-08-22T15:32:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/40395\/"},"modified":"2025-08-22T15:32:08","modified_gmt":"2025-08-22T15:32:08","slug":"o-alimento-que-reduz-em-20-o-risco-de-cancer-de-intestino-segundo-novo-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/40395\/","title":{"rendered":"O alimento que reduz em 20% o risco de c\u00e2ncer de intestino, segundo novo estudo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Um novo estudo conduzido por pesquisadores chineses e publicado na revista cient\u00edfica BMC Gastroenterology identificou um alimento ligado a um risco 20% menor de desenvolver c\u00e2ncer de intestino: os vegetais cruc\u00edferos, como br\u00f3colis, couve-flor, couve e repolho. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u00c0 exce\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de pele n\u00e3o melanoma, o c\u00e2ncer de intestino, tamb\u00e9m conhecido como c\u00e2ncer colorretal, \u00e9 o terceiro tipo mais comum globalmente, segundo dados da Ag\u00eancia Internacional para Pesquisa sobre C\u00e2ncer (Iarc), da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). Al\u00e9m disso, \u00e9 o segundo que mais mata. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Especialmente no contexto de crescimento dos casos entre indiv\u00edduos cada vez mais jovens, cientistas t\u00eam buscado tanto os fatores de risco para o desenvolvimento da doen\u00e7a, como consumo de ultraprocessados, bebidas alco\u00f3licas e sedentarismo, como de prote\u00e7\u00e3o, caso da pr\u00e1tica de atividades f\u00edsicas e de uma alimenta\u00e7\u00e3o balanceada. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Em rela\u00e7\u00e3o ao efeito protetor daquilo que se coloca no prato, pesquisadores da Inner Mongolia University for the Nationalities, em Yakeshi, na China, decidiram analisar o que h\u00e1 de evid\u00eancias cient\u00edficas sobre os benef\u00edcios de consumir um item espec\u00edfico, os vegetais cruc\u00edferos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Isso porque eles s\u00e3o ricos em fitoqu\u00edmicos como flavonoides, fibras, vitamina C e carotenoides, que s\u00e3o subst\u00e2ncias conhecidas como capazes de contribuir para a preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer. Al\u00e9m disso, segundo escrevem os autores no estudo, esses vegetais produzem glucosinolatos, que geram compostos capazes de induzir apoptose (morte celular) de c\u00e9lulas cancer\u00edgenas e inibir enzimas ativadoras de carcin\u00f3genos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Para isso, os pesquisadores analisaram 17 estudos publicados sobre o tema em diferentes pa\u00edses que englobaram um total de 639.539 participantes e 97.595 casos de c\u00e2ncer de intestino. Como principal resultado, eles conclu\u00edram que o maior consumo de vegetais cruc\u00edferos foi associado a uma chance 20% menor de desenvolver a doen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0queles que tinham uma menor ingest\u00e3o dos alimentos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Ao avaliar a dose, eles observaram que o risco come\u00e7ava a cair significativamente a partir de um consumo de pelo menos 20g por dia dos vegetais. A maior redu\u00e7\u00e3o foi alcan\u00e7ada ao consumir de 40g a 60g dos alimentos. Depois disso, n\u00e3o houve benef\u00edcio adicional. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cO c\u00e2ncer de intestino imp\u00f5e uma carga global substancial, com aproximadamente 903.859 mortes anuais e 1,9 milh\u00e3o de novos casos diagnosticados em todo o mundo. (&#8230;) Os achados t\u00eam o objetivo de fornecer sugest\u00f5es baseadas em evid\u00eancias para aprimorar estrat\u00e9gias cl\u00ednicas de preven\u00e7\u00e3o e tratamento da doen\u00e7a\u201d, concluem os autores no trabalho. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O potencial dos vegetais cruc\u00edferos na preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer n\u00e3o \u00e9 algo novo. Vijaya Surampudi, professora de medicina na Divis\u00e3o de Nutri\u00e7\u00e3o Humana da Universidade da Calif\u00f3rnia em Los Angeles, nos Estados Unidos, explica que h\u00e1 estudos sobre o tema desde 1997 e que o potencial vai al\u00e9m do tumor no intestino. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cCom o br\u00f3colis, especificamente, h\u00e1 uma grande quantidade de um fitoqu\u00edmico chamado sulforafano, que \u00e9 um composto vegetal antic\u00e2ncer relacionado \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, mama, c\u00f3lon e oral\u201d, diz em comunicado da universidade. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um novo estudo conduzido por pesquisadores chineses e publicado na revista cient\u00edfica BMC Gastroenterology identificou um alimento ligado&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2219,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[1776,319,116,32,33,117],"class_list":{"0":"post-40395","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-cancer","9":"tag-hard-news","10":"tag-health","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40395","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40395"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40395\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2219"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40395"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40395"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40395"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}