{"id":415509,"date":"2026-06-12T19:45:59","date_gmt":"2026-06-12T19:45:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/415509\/"},"modified":"2026-06-12T19:45:59","modified_gmt":"2026-06-12T19:45:59","slug":"inovador-passeio-de-abertura-levou-motociclistas-do-les-a-les-a-ilha-da-culatra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/415509\/","title":{"rendered":"Inovador Passeio de Abertura levou motociclistas do &#8220;L\u00e9s-a-L\u00e9s&#8221; \u00e0 ilha da Culatra"},"content":{"rendered":"<p>Centenas trocaram as motos pelo barco\u00a0<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <strong>Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s<\/strong> \u00e9 um evento din\u00e2mico em que, apesar da manter fidelidade \u00e0 ideia original atravessando o Pa\u00eds de uma ponta \u00e0 outra desde 1999, vai sempre evoluindo e reinventando-se, apresentando inova\u00e7\u00f5es quando parece imposs\u00edvel descobrir mais novidades neste pequeno\u00a0jardim \u00e0 beira-mar plantado. Na 28.\u00aa edi\u00e7\u00e3o do evento organizado pela<strong> Federa\u00e7\u00e3o de Motociclismo de Portugal<\/strong>, a grande surpresa foi o <strong><a href=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/tag\/passeio-de-abertura\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Passeio de Abertura<\/a><\/strong> que levou centenas de motociclistas \u00e0 ilha da Culatra, descobrindo o verdadeiro pulm\u00e3o marinho do Sotavento algarvio.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ideia parecia demasiado ousada, a ro\u00e7ar a loucura. Afinal tratava-se de levar todos os participantes no L\u00e9s-a-L\u00e9s \u00e0 descoberta de uma das ilhas barreira que delimitam a Ria Formosa a sul protegendo a enorme riqueza de biodiversidade marinha, triplicando por um dia a popula\u00e7\u00e3o local que, no \u00faltimo recenseamento contava cerca de 800 almas. E assim, atrav\u00e9s de uma complexa log\u00edstica de viagens de e para Faro, apoiado pela Antero Motorcycles, o barco Mira Sado trabalhou mais do que nos melhores dias de ver\u00e3o. \u201cCom uma enchente que s\u00f3 se v\u00ea por alturas das Festas de Nossa Senhora dos Navegantes, no primeiro fim de semana de agosto\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"852\" viewbox=\"0 0 800 852\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/28LaL_D0-8582.jpg\" alt=\"\" class=\"lazyload wp-image-769308\"  data-\/><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A confirma\u00e7\u00e3o foi dada por Geraldo Carmo, o presidente da din\u00e2mica <strong>Associa\u00e7\u00e3o de Moradores da Ilha da Culatra <\/strong>(AMIC) que enalteceu \u201ca vitaliza\u00e7\u00e3o da economia local, nomeadamente da restaura\u00e7\u00e3o, ao receber um grupo t\u00e3o grande de pessoas que chegam com um esp\u00edrito diferente, para divertir-se num animado conv\u00edvio e numa agrad\u00e1vel intera\u00e7\u00e3o com a popula\u00e7\u00e3o local\u201d.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma festa que come\u00e7ava logo \u00e0 sa\u00edda do barco, no porto da <strong><a href=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/tag\/culatra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Culatra<\/a><\/strong>, onde os \u2018marinheiros\u2019 de ocasi\u00e3o foram recebidos, de forma surpreendente e divertida, pelos pescadores e ostreiros dos Conquistadores de Guimar\u00e3es. S\u00f3cios do divertidos moto clube que, a brincar davam conta da seriedade das atividades mais relevantes no contexto da economia local e que t\u00eam a particularidade de \u201cconseguir fixar cada vez mais jovens, mantendo ativas as 60 ou 70 embarca\u00e7\u00f5es de pesca existentes na ilha\u201d, como sublinhou Geraldo Carmo. Que explicou ainda que o crescimento do neg\u00f3cio das ostras, \u201csobretudo para Fran\u00e7a, para onde \u00e9 exportada 99% da produ\u00e7\u00e3o local, garante a viabilidade do neg\u00f3cio\u201d.<\/p>\n<p><strong>L\u00e9s-a-L\u00e9s estreia-se no mar<\/strong><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ilha de gente dedicada ao mar que preserva ainda as suas ra\u00edzes de antigo povoado de pescadores, oferecendo morada a um Algarve aut\u00eantico, com uma popula\u00e7\u00e3o composta maioritariamente por pescadores e pelas suas fam\u00edlias. A aus\u00eancia de carros na ilha, transporta-nos para uma realidade diferente, permitindo mais facilmente imaginar hist\u00f3rias de antanho daquele n\u00facleo piscat\u00f3rio que remonta a finais do s\u00e9c. XIX e servia de apoio \u00e0s campanhas sazonais das arma\u00e7\u00f5es de atum. Atualmente, destacam-se as embarca\u00e7\u00f5es e artes do porto de pesca a nascente do cais de embarque, e os viveiros onde se cultiva ameijoa e ostra, a poente do cais<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" viewbox=\"0 0 1024 576\" src=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/28LaL_D0-8726-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"lazyload wp-image-769314\"  data-\/><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma visita que foi o ponto alto deste primeiro dia do <strong>28.\u00ba Portugal de L\u00e9s a L\u00e9s<\/strong> sendo a primeira vez na hist\u00f3ria do evento que os participantes deixaram terra firme e trocaram as motos pela viagem no barco atrav\u00e9s dos canais da <strong><a href=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/tag\/ria-formosa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Ria Formosa<\/a><\/strong>. Depois foi tempo de curtas caminhadas at\u00e9 aos restaurantes mais pr\u00f3ximos, ou de outras mais longas, para chegar ao extenso areal atrav\u00e9s do caminho pedonal que atravessa toda a aldeia da Culatra at\u00e9 ao mar. Tempo para apreciar a rica flora dos campos dunares e numerosas esp\u00e9cies de aves que convivem nestas paragens calmas, onde as \u00e1guas s\u00e3o c\u00e1lidas e tranquilas. Houve mesmo quem arriscasse a uma boa meia d\u00fazia de quil\u00f3metros para visitar os 3 n\u00facleos populacionais, saindo da Culatra at\u00e9 Farol, no extremo poente da Ilha, passando por Hangares.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Curioso foi o facto de muitos adeptos dos far\u00f3is portugueses nunca terem estado no <strong>farol do Cabo de Santa Maria<\/strong>, o mais a sul de Portugal Continental, e que deu o nome \u00e0 aldeia conhecia como <strong><a href=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/tag\/ilha-do-farol\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Ilha do Farol<\/a><\/strong>. Ou seja, n\u00e3o faltaram aos participantes muitos motivos de interesse para al\u00e9m dos extensos areais onde n\u00e3o havia espa\u00e7o\u2026 para guerras de guarda-s\u00f3is.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"577\" viewbox=\"0 0 1024 577\" src=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/28LaL_D0-8634-1024x577.jpg\" alt=\"\" class=\"lazyload wp-image-769309\"  data-\/><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, havia que recuperar de um dia que come\u00e7ou cedo para as primeiras equipas, com <strong>Verifica\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas e Documentais<\/strong> desde as 8.30 h. no <strong>Largo de S\u00e3o Francisco<\/strong>, mesmo junto \u00e0s muralhas que defendiam Vila-Adentro. Depois de confirmados os documentos e o bom estado de luzes, piscas e pneus, havia que passar no palanque de partida, montado no <strong>Jardim Manuel B\u00edvar<\/strong>, antes de uma pequena desloca\u00e7\u00e3o, de pouco mais de dois quil\u00f3metros at\u00e9 ao <strong>Cais Comercial<\/strong>. Onde, quais pescadores embarcadoiros, subiam a bordo do barco capitaneado pelo Mestre Jos\u00e9 Cu\u00ed\u00e7a para uma viagem de 45 minutos. Bem menos que os 45 anos que leva de nem sempre f\u00e1cil liga\u00e7\u00e3o ao mar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"577\" data-id=\"769311\" viewbox=\"0 0 1024 577\" src=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/28LaL_D0-8471-1024x577.jpg\" alt=\"\" class=\"lazyload wp-image-769311\"  data-\/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"577\" data-id=\"769312\" viewbox=\"0 0 1024 577\" src=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/28LaL_D0-8658-1024x577.jpg\" alt=\"\" class=\"lazyload wp-image-769312\"  data-\/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"577\" data-id=\"769313\" viewbox=\"0 0 1024 577\" src=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/28LaL_D0-8843-1024x577.jpg\" alt=\"\" class=\"lazyload wp-image-769313\"  data-\/><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cNa pesca havia sempre hora de sair para o mar, atr\u00e1s do carapau, linguado, choco ou pata-roxa, mas nunca se sabia a hora de chegada. Por isso, estes \u00faltimos sete anos a fazer carreiras entre Olh\u00e3o e a ilha de Armona e o Farol, ou de Faro para a aldeia da Culatra s\u00e3o bem mais calmos\u201d. E juntamente com mais tr\u00eas tripulantes levou de forma segura e tranquila, 325 passageiros de cada vez, numa viagem onde n\u00e3o faltaram as cantilenas e ditados populares entre os pescadores. Como o que diz:<br \/>\u201c<strong>Cabo da Roca, Senhora da Guia <br \/>Quem vai para o mar em terra se avia<\/strong>\u201d<\/p>\n<p><strong>Faro \u2018oferece\u2018 museus aos motociclistas<\/strong><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E se muitos, quase todos optaram pela descoberta da ilha da Culatra, das suas gentes e gastronomia, outros houve que dispensaram a viagem. N\u00e3o por acharem desinteressante, mas pelo simples facto de a terem feito vezes sem conta. Como <strong>Miguel Farrajota<\/strong> que optou colocar a conversa em dia com os muitos motociclistas que foi conhecendo ao longo de mais de uma d\u00e9cada de presen\u00e7a ass\u00eddua no <strong>Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s<\/strong>. \u201c\u00c9 uma maravilha da natureza que vale a pena conhecer\u201d, n\u00e3o se cansava de publicitar aos que estavam prestes a embarcar e aos que foram mais tarde. Depois de visitar o Museu Mar\u00edtimo \u201cAlmirante Ramalho Ortig\u00e3o\u201d, sedeado na\u00a0<strong>Capitania do Porto de Faro<\/strong> desde 1962, organizado a partir do acervo do suprimido Museu Industrial Mar\u00edtimo, ligado \u00e0 extinta Escola Industrial Pedro Nunes.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com uma cole\u00e7\u00e3o formada a partir de objetos e modelos mandados construir a t\u00edtulo particular pelo oficial da Armada, Ant\u00f3nio Artur Baldaque da Silva, foi posteriormente e por proposta do Inspetor Fonseca Benevides, adquirida pelo Governo, tendo a mesma aumentado gradualmente nos anos seguintes.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" viewbox=\"0 0 1024 576\" src=\"https:\/\/regiao-sul.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/28LaL_D0-8566-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"lazyload wp-image-769310\"  data-\/><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Espa\u00e7o museol\u00f3gico sob responsabilidade da autarquia farense, tal como o <strong>Museu Municipal<\/strong>, bem no interior do antigo bairro fortificado, num espa\u00e7o que resultou da adapta\u00e7\u00e3o do antigo Convento de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o, um edif\u00edcio do s\u00e9culo XVI, com um fabuloso claustro renascentista que fez as del\u00edcias de muitos. Incluindo daqueles que n\u00e3o sabiam que o projeto foi galardoado como Melhor Museu Portugu\u00eas, em 2005, mas aprenderam que as origens do museu remontam ao final do s\u00e9culo XIX, quando foi criada uma cole\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica e lapid\u00e1ria com o nome do Infante D. Henrique. Com o tempo, evoluiu para um museu municipal moderno, preservando atualmente um acerco com mais de 12 000 objetos catalogados ligados \u00e0 hist\u00f3ria de Faro e \u00e0 regi\u00e3o do Algarve em geral.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma experi\u00eancia \u00edmpar atrav\u00e9s do tranquilo claustro, com as suas arcadas de pedra, pequeno jardim e detalhes esculpidos, proporcionada pela <strong><a href=\"https:\/\/cm-faro.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">C\u00e2mara Municipal de Faro<\/a><\/strong>, franqueando as portas destes espa\u00e7os aos motociclistas portugueses, espanh\u00f3is, franceses, su\u00ed\u00e7o e luxemburgueses entre outros. Esses mesmo que, na quinta-feira arrancar\u00e3o a partir das 6 horas para os 425 quil\u00f3metros da primeira etapa ligando Faro a Alcochete. Cerca de 10 horas e meia de condu\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da serra algarvia, com passagem pelo <strong>Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina<\/strong> at\u00e9 \u00e0s\u00a0portas ribatejanas\u00a0de Alcochete onde os primeiros motociclistas s\u00e3o esperados a partir das 16.30 h. Seguramente cansados, mas fascinados com tanta beleza e divers\u00e3o que ter\u00e3o dificuldades em escolher, no palanque de chegada, o momento mais marcante do dia.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\">(Colabora\u00e7\u00e3o do Gabinete de Imprensa do Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Centenas trocaram as motos pelo barco\u00a0 O Portugal de L\u00e9s-a-L\u00e9s \u00e9 um evento din\u00e2mico em que, apesar da&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":415510,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[10],"tags":[2569,27,28,67958,9475,51246,15,16,14,25,26,67959,21,22,67960,12,13,19,20,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":["post-415509","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-portugal","tag-algarve","tag-breaking-news","tag-breakingnews","tag-culatra","tag-faro","tag-farol","tag-featured-news","tag-featurednews","tag-headlines","tag-latest-news","tag-latestnews","tag-les-a-les","tag-main-news","tag-mainnews","tag-motociclistas","tag-news","tag-noticias","tag-noticias-principais","tag-noticiasprincipais","tag-portugal","tag-principais-noticias","tag-principaisnoticias","tag-pt","tag-top-stories","tag-topstories","tag-ultimas","tag-ultimas-noticias","tag-ultimasnoticias"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116738863939880252","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/415509","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=415509"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/415509\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/415510"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=415509"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=415509"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=415509"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}