{"id":41700,"date":"2025-08-23T15:03:44","date_gmt":"2025-08-23T15:03:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/41700\/"},"modified":"2025-08-23T15:03:44","modified_gmt":"2025-08-23T15:03:44","slug":"a-culpa-e-das-tarifas-china-muda-da-soja-americana-para-a-soja-brasileira-atualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/41700\/","title":{"rendered":"A culpa \u00e9 das tarifas. China muda da soja americana para a soja brasileira &#8211; Atualidade"},"content":{"rendered":"<p><strong>Acompanhe toda a atualidade informativa em\u00a0<a href=\"https:\/\/24noticias.sapo.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">24noticias.sapo.pt<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Desde 1999 que a China nunca comprado t\u00e3o pouca soja aos EUA. Este fen\u00f3meno deve-se a v\u00e1rios fatores, incluindo as elevadas tarifas, a incerteza regulat\u00f3ria e a disponibilidade de soja oriunda do Brasil, que oferece pre\u00e7os competitivos e maior estabilidade pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Apesar da correla\u00e7\u00e3o entre a for\u00e7a do real brasileiro e os pre\u00e7os da soja, os valores atuais permanecem baixos, o que refor\u00e7a a atratividade das exporta\u00e7\u00f5es sul-americanas. Desde a primeira guerra comercial do presidente Trump, a China tem privilegiado a soja brasileira, embora continue a ser um comprador relevante de soja americana,\u00a0 na qual representa cerca de 50% das exporta\u00e7\u00f5es dos EUA, mas apenas 20% das importa\u00e7\u00f5es chinesas totais.<\/p>\n<p>A sua newsletter de sempre, agora ainda mais \u00fatil<\/p>\n<p>Com o lan\u00e7amento da nova marca de informa\u00e7\u00e3o\u00a0<strong>24not\u00edcias<\/strong>, estamos\u00a0a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para refor\u00e7ar a informa\u00e7\u00e3o que os leitores mais valorizam:\u00a0<strong>a que lhes \u00e9 \u00fatil, ajuda a tomar decis\u00f5es e a entender o mundo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Assine a nova newsletter do 24not\u00edcias\u00a0<a href=\"https:\/\/sapo.us1.list-manage.com\/subscribe?u=8f49263740b14ab5854be8045&amp;id=57a39c5e8f\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">aqui<\/a>.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Do ponto de vista pol\u00edtico, a China possui cerca de 34% das reservas mundiais de soja e enfrenta atualmente excesso de stock, o que limita ainda mais a necessidade de compras adicionais aos EUA. As tarifas sobre a soja americana est\u00e3o fixadas em 10%, enquanto o pa\u00eds mant\u00e9m capacidade de ajustar as suas compras consoante futuras negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A proposta da administra\u00e7\u00e3o norte-americana para quadruplicar as compras chinesas \u00e9 praticamente invi\u00e1vel. Um aumento deste tipo exige que a China importasse 88,5 milh\u00f5es de toneladas de soja apenas dos EUA, quando a produ\u00e7\u00e3o total projetada para 2025\/26 \u00e9 de cerca de 118 milh\u00f5es de toneladas. Al\u00e9m disso, a Am\u00e9rica do Sul, que inclui Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, tem capacidade suficiente para suprir a procura chinesa, o que refor\u00e7a a posi\u00e7\u00e3o como principal fornecedora.<\/p>\n<p>O impacto nos pre\u00e7os da soja \u00e9 direto: ap\u00f3s coment\u00e1rios do presidente Trump, houve uma subida inicial, seguida de quedas. As decis\u00f5es de compra da China continuar\u00e3o a ser o fator-chave. Segundo o relat\u00f3rio WASDE, apesar de uma ligeira redu\u00e7\u00e3o nos stocks finais em rela\u00e7\u00e3o aos m\u00e1ximos hist\u00f3ricos, perspetiva-se que a oferta global continue elevada, podendo pressionar os pre\u00e7os para n\u00edveis de suporte entre 8,50 e 9,50 d\u00f3lares por bushel (unidade de medida de capacidade para mercadorias s\u00f3lidas e secas (especialmente gr\u00e3os e farinhas) ).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Acompanhe toda a atualidade informativa em\u00a024noticias.sapo.pt Desde 1999 que a China nunca comprado t\u00e3o pouca soja aos EUA.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":41701,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-41700","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-portugal","12":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41700","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41700"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41700\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41701"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41700"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41700"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41700"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}