{"id":425340,"date":"2026-06-21T08:31:10","date_gmt":"2026-06-21T08:31:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/425340\/"},"modified":"2026-06-21T08:31:10","modified_gmt":"2026-06-21T08:31:10","slug":"portugal-no-top-3-no-indice-de-turismo-gastronomico-que-deixa-de-lado-quem-e-mais-famoso-turismo-lazer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/425340\/","title":{"rendered":"Portugal no top 3 no \u00edndice de turismo gastron\u00f3mico que &#8220;deixa de lado quem \u00e9 mais famoso&#8221; &#8211; Turismo &#038; Lazer"},"content":{"rendered":"<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Um estudo feito pelo Pacto Clim\u00e1tico Europeu, em abril de 2025, concluiu que o turismo em massa em Portugal est\u00e1 a amea\u00e7ar a identidade da gastronomia local. O nosso pa\u00eds \u00e9 cada vez mais um destino procurado por turistas, brilha entre as &#8220;hashtags&#8221; de melhores destinos nas redes sociais, mas <b>&#8220;a fama culin\u00e1ria internacional e a popularidade tur\u00edstica nem sempre correspondem \u00e0 maturidade do turismo gastron\u00f3mico a longo prazo&#8221; &#8211; e \u00e9 preciso distinguir os dois.<\/b>&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Tendo estas palavras como mote, a Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Viagens Gastron\u00f3micas (World Food Travel Association, na sigla inglesa), criou o \u00edndice de maturidade do turismo gastron\u00f3mico. Com seis indicadores de base &#8211; heran\u00e7a, terra, experi\u00eancia, lideran\u00e7a, gest\u00e3o respons\u00e1vel e acesso &#8211; a associa\u00e7\u00e3o avaliou n\u00e3o s\u00f3 a qualidade gastron\u00f3mica de 84 pa\u00edses, mas, acima de tudo a <b>capacidade de cada um deles de apoiar, desenvolver, sustentar e expandir o<\/b>\u00a0<b>turismo gastron\u00f3mico sustent\u00e1vel.\u00a0<\/b><b>E Portugal surge em terceiro lugar no ranking.\u00a0<\/b>&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Esta \u00e9 a primeira avalia\u00e7\u00e3o global que avalia a maturidade a longo prazo desta \u00e1rea. &#8220;V\u00e1rios pa\u00edses com menor proje\u00e7\u00e3o internacional superaram destinos gastron\u00f3micos mais reconhecidos quando avaliados em rela\u00e7\u00e3o aos fundamentos que sustentam o desenvolvimento do turismo sustent\u00e1vel&#8221;, explica a associa\u00e7\u00e3o, num comunicado divulgado no passado dia 17 de junho.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        <b>Sem olhar \u00e0s estrelas Michelin atribuidos, \u00e0 visibilidade e aten\u00e7\u00e3o nas redes sociais ou mesmo o n\u00famero de clientes, <\/b>o \u00edndice de 2026 &#8211; e o primeiro de sempre &#8211; <b>coloca It\u00e1lia em primeiro lugar, seguida de Fran\u00e7a.<\/b> Atr\u00e1s de Portugal est\u00e3o o Peru, Dinamarca, Alemanha, Jap\u00e3o, \u00c1ustria, Estados Unidos e Espanha.\u00a0&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        &#8220;Passamos quase tr\u00eas d\u00e9cadas a ver os destinos a procurarem visibilidade como indicador de sucesso.\u00a0<b>A popularidade pode atrair visitantes, mas a maturidade determina se um destino consegue manter a qualidade,<\/b> proteger a sua cultura gastron\u00f3mica e continuar competitivo ao longo do tempo&#8221;, afirmou Erik Wolf, fundador e diretor executivo da associa\u00e7\u00e3o, na nota.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        Ali\u00e1s, apesar de se seguir o lema &#8220;mais visitantes, mais benef\u00edcios econ\u00f3micos&#8221;, a associa\u00e7\u00e3o acredita que esta onda imensa de turistas pode criar um peso nas infraestruturas, na autenticidade e na experi\u00eancia do cliente se o crescimento n\u00e3o for bem gerido.\u00a0&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        &#8220;Afinal, todo o turista come e bebe. A quest\u00e3o \u00e9 se volta para casa com lembran\u00e7as de restaurantes gen\u00e9ricos de cadeias que podem ser encontradas em quase qualquer lugar do mundo, ou com experi\u00eancias memor\u00e1veis enraizadas na cultura gastron\u00f3mica local, em neg\u00f3cios independentes e em tradi\u00e7\u00f5es culin\u00e1rias singulares que s\u00f3 podem ser encontradas em um destino espec\u00edfico&#8221;, elenca\u00a0o comunicado.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        O \u00edndice serve tamb\u00e9m para frisar quais os pontos fortes e fracos, bem como oportunidades, de cada pa\u00eds e da sua gastronomia. A associa\u00e7\u00e3o quer que este indicador sirva para que os governos, organiza\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o de destinos, \u00f3rg\u00e3os de turismo, investidores e partes interessadas do setor tenham acesso a uma estrutura pr\u00e1tica para avaliar a prontid\u00e3o, identificar lacunas e priorizar investimentos futuros no setor.&#13;\n    <\/p>\n<p class=\"\">&#13;<br \/>\n        &#8220;O \u00cdndice de Maturidade do Turismo Gastron\u00f3mico muda o foco da conversa, <b>deixando de lado quem \u00e9 hoje mais famoso e passando a abordar quais os destinos que est\u00e3o a construir as bases mais s\u00f3lidas para o sucesso a longo prazo.&#8221;<\/b>&#13;\n    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; Um estudo feito pelo Pacto Clim\u00e1tico Europeu, em abril de 2025, concluiu que o turismo em massa&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":425341,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[83],"tags":[88,43677,89,90,40635,41177,3556,32,33,40634],"class_list":["post-425340","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-empresas","tag-business","tag-culinaria","tag-economy","tag-empresas","tag-industria-do-turismo-e-lazer","tag-interesse-gastronomico","tag-michelin","tag-portugal","tag-pt","tag-viagens-e-turismo"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116787169652849448","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/425340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=425340"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/425340\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/425341"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=425340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=425340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=425340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}