{"id":42595,"date":"2025-08-24T08:29:14","date_gmt":"2025-08-24T08:29:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/42595\/"},"modified":"2025-08-24T08:29:14","modified_gmt":"2025-08-24T08:29:14","slug":"qualidade-muscular-reduz-o-desconforto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/42595\/","title":{"rendered":"qualidade muscular reduz o desconforto"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Com mais de 619 milh\u00f5es de casos no mundo, a dor lombar cr\u00f4nica \u00e9, hoje, a principal causa de incapacidade, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). O n\u00famero de afetados vai aumentar, chegando a 843 milh\u00f5es nos pr\u00f3ximos 25 anos. Em busca de estrat\u00e9gias preventivas e de tratamento, pesquisadores investigam novos alvos de interven\u00e7\u00e3o. Um deles pode ser a gordura intramuscular, segundo um estudo com 27 mil pessoas, publicado na revista The Lancet Regional Health &#8211; Europe.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Na pesquisa, os autores analisaram exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de 30.868 participantes da Coorte Nacional Alem\u00e3 (NAKO), conduzida entre 2014 e 2019. Do total, 27.518 pessoas preencheram os crit\u00e9rios para a avalia\u00e7\u00e3o. Aproximadamente 22% relataram dor lombar persistente por mais de tr\u00eas meses, condi\u00e7\u00e3o classificada como cr\u00f4nica. Al\u00e9m do banco de dados, os cientistas empregaram intelig\u00eancia artificial para medir tanto a massa magra quanto a gordura intermuscular (InterMat) \u2014 tecido adiposo que se infiltra entre os m\u00fasculos esquel\u00e9ticos. A metodologia permitiu identificar, em grande escala, padr\u00f5es de composi\u00e7\u00e3o muscular associados ao sintoma.<\/p>\n<p class=\"texto\">A an\u00e1lise mostrou que pessoas com maior propor\u00e7\u00e3o de gordura intermuscular t\u00eam risco significativamente mais alto de sofrer dor lombar cr\u00f4nica. Cada aumento de duas unidades no escore da InterMAT elevava em 22% a sensa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">Por outro lado, maior quantidade de massa muscular magra esteve associada a um efeito protetor: para cada aumento equivalente, a chance de dor diminu\u00eda em 13%. &#8220;Os resultados sugerem que n\u00e3o basta olhar apenas para o volume muscular, mas tamb\u00e9m para sua qualidade. O ac\u00famulo de gordura entre as fibras parece estar diretamente ligado ao sofrimento cr\u00f4nico&#8221;, explicaram os autores, liderados pela Universidade T\u00e9cnica de Berlim, na Alemanha.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Modera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Outra descoberta considerada relevante pelos pesquisadores foi a rela\u00e7\u00e3o em &#8220;U&#8221; com a atividade f\u00edsica. Pessoas que relataram n\u00edveis moderados de exerc\u00edcio tiveram menor preval\u00eancia de dor (19,4%), enquanto sedent\u00e1rios e aqueles com atividade intensa demonstraram percentuais maiores, de 24,6% e 22%, respectivamente. Isso sugere que tanto a falta quanto o excesso de esfor\u00e7o podem ser fatores de risco.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;O estudo mostra que ganhar massa muscular magra \u00e9 importante, mas n\u00e3o compensa totalmente o excesso de gordura intramuscular&#8221;, destaca Rodrigo Vetorazzi, coordenador da ortopedia do Hospital Albert Sabin (HAS-SP). &#8220;Ou seja, n\u00e3o basta apenas fortalecer a musculatura; \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m adotar medidas que reduzam a infiltra\u00e7\u00e3o gordurosa muscular, como atividade f\u00edsica regular (resistida e aer\u00f3bica), alimenta\u00e7\u00e3o adequada e controle metab\u00f3lico. O objetivo deve ser m\u00fasculo mais forte e de melhor qualidade, e n\u00e3o apenas de maior volume&#8221;, ensina o m\u00e9dico.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Os pesquisadores ressaltam que, por ser um estudo observacional, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar que a gordura intermuscular cause dor lombar \u2014 apenas que existe forte associa\u00e7\u00e3o. Ainda assim, especialistas avaliam que a descoberta abre caminho para estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o e tratamento mais individualizados. &#8220;Apenas quantificar peso corporal ou massa muscular \u2014 o que mais fazemos hoje em dia \u2014, talvez n\u00e3o seja suficiente, e teremos que identificar a qualidade muscular. Na pr\u00e1tica cl\u00ednica, podemos usar essa informa\u00e7\u00e3o como um marcador para dor&#8221;, acredita Vetorazzi.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Potencializadores<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">L\u00facio Gusm\u00e3o, ortopedista especialista em dor cr\u00f4nica e aguda da Rede Cade, lembra que a gordura localizada \u00e9 um dos potencializadores mais fortes da doen\u00e7a, mas que existem outras causas que precisam ser levadas em considera\u00e7\u00e3o. &#8220;Permanecer muito tempo em p\u00e9 ou sentado e at\u00e9 mesmo cadeiras e colch\u00f5es inadequados podem contribuir para o quadro. Estresse, ansiedade e depress\u00e3o tamb\u00e9m s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es que se destacam como fatores de risco&#8221;, lembra.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Especialista em medicina do esporte, o ortopedista Pedro Ribeiro, de Bras\u00edlia, diz que, hoje, uma das principais estrat\u00e9gias preventivas para a dor lombar \u00e9 o fortalecimento do core, composto por m\u00fasculos na regi\u00e3o do abd\u00f4men, das costas, da pelve e dos quadris. &#8220;Esse fortalecimento do core abdominal pode ajudar muito a estabiliza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o lombar e a redu\u00e7\u00e3o nas les\u00f5es&#8221;, diz.\u00a0 &#8220;Obviamente, esses exerc\u00edcios devem ser individualizados&#8221;, observa.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Piscina como aliada<\/p>\n<p class=\"texto\">Fazer exerc\u00edcios dentro d&#8217;\u00e1gua \u00e9 uma boa alternativa para pessoas que sofrem de lombalgia cr\u00f4nica, segundo um estudo da Universidade de Concordia, no Canad\u00e1, que comparou os efeitos de um programa de fisioterapia aqu\u00e1tica, o SwinEx, com tratamento convencional ao longo de 10 semanas. Os 34 participantes foram divididos aleatoriamente em dois grupos: piscina e solo.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Todos os volunt\u00e1rios passaram por resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas antes e depois do programa, para medir altera\u00e7\u00f5es no volume e na composi\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos paravertebrais \u2014 fundamentais para a estabilidade da coluna. Tamb\u00e9m foram avaliados for\u00e7a muscular, dor, qualidade de vida e fatores psicol\u00f3gicos, como ansiedade e depress\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Os dois grupos apresentaram melhora na for\u00e7a dos m\u00fasculos extensores da lombar. No entanto, apenas os pacientes que praticaram exerc\u00edcios na \u00e1gua tiveram aumento significativo no volume de determinados m\u00fasculos paravertebrais, especialmente o mult\u00edfido e o eretor da espinha, em n\u00edveis superiores da coluna. Houve, ainda, correla\u00e7\u00e3o entre esse resultado e a melhora na qualidade de vida f\u00edsica e na redu\u00e7\u00e3o de sintomas de ansiedade, depress\u00e3o e dist\u00farbios do sono.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo os pesquisadores, os resultados refor\u00e7am a ideia de que a terapia aqu\u00e1tica pode ser uma alternativa eficaz para pacientes que sentem dor ou medo de realizar exerc\u00edcios em solo. A flutua\u00e7\u00e3o reduz a sobrecarga na coluna e permite movimentos mais seguros, al\u00e9m de proporcionar confian\u00e7a a pessoas que evitam atividades f\u00edsicas por receio de piorar os sintomas. &#8220;A \u00e1gua cria um ambiente em que muitos conseguem se mover com menos dor e, consequentemente, manter a regularidade do tratamento&#8221;, destacam, no artigo.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Estabiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Os exerc\u00edcios aqu\u00e1ticos promovem fortalecimento da musculatura estabilizadora da coluna, melhora do controle motor e da postura, al\u00e9m de reduzir fatores de risco associados, como sedentarismo, sobrecarga mec\u00e2nica e medo de movimento&#8221;, ensina Hugo de Luca Corr\u00eaa, doutor em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e professor da Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia (UCB). &#8220;Esses mecanismos podem atuar tanto na recupera\u00e7\u00e3o, quanto na preven\u00e7\u00e3o da progress\u00e3o ou surgimento de novos epis\u00f3dios de dor lombar&#8221;, afirma.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo Corr\u00eaa, o exerc\u00edcio na \u00e1gua \u00e9 indicado, especialmente, para pessoas com dor lombar cr\u00f4nica com limita\u00e7\u00f5es funcionais, medo de se movimentar ou dificuldade de suportar carga na coluna. &#8220;A imers\u00e3o reduz a carga axial sobre a coluna por efeito da flutua\u00e7\u00e3o e facilita a execu\u00e7\u00e3o de movimentos que seriam dolorosos ou invi\u00e1veis em solo. Dessa forma, o ambiente aqu\u00e1tico permite iniciar a reabilita\u00e7\u00e3o de forma mais confort\u00e1vel e segura, promovendo ades\u00e3o e menor risco de agravamento dos sintomas&#8221;, diz.\u00a0(<strong>PO<\/strong>)<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Tr\u00eas perguntas para Laudelino Risso, fisioterapeuta respons\u00e1vel pela rede de cl\u00ednicas Doutor H\u00e9rnia<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Que tipo de programa de exerc\u00edcios \u00e9 mais indicado para melhorar a qualidade muscular e reduzir o risco de dor lombar cr\u00f4nica?<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Existem v\u00e1rias modalidades de exerc\u00edcios que podem contribuir para manter e sustentar a musculatura respons\u00e1vel pela estabilidade da coluna vertebral. Com isso, \u00e9 fundamental respeitar a individualidade de cada caso. Pacientes com altera\u00e7\u00f5es nas curvaturas da coluna ou sinais de instabilidade precisam de programas espec\u00edficos, para\u00a0compensar a fragilidade ligamentar e melhorar a tonicidade muscular. O fortalecimento dos m\u00fasculos profundos tem papel central, pois ajuda a sustentar as fibras respons\u00e1veis pela resist\u00eancia articular e garante estabilidade para o movimento. Assim, o primeiro passo deve ser a promo\u00e7\u00e3o da estabilidade. Somente depois disso, atividades como corrida, bicicleta ou esportes coletivos, como o futebol, podem ser praticados de forma segura e ben\u00e9fica, sem sobrecarregar o sistema musculoesquel\u00e9tico.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>H\u00e1 diferen\u00e7a de impacto entre treinos de for\u00e7a, aer\u00f3bicos e atividades de flexibilidade na preven\u00e7\u00e3o da dor lombar?<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Sim. Cada tipo de treino atua de forma distinta e com objetivos espec\u00edficos. Os exerc\u00edcios aer\u00f3bicos, por exemplo, t\u00eam efeito direto sobre o sistema cardiovascular e cardiorrespirat\u00f3rio, enquanto os treinos de for\u00e7a s\u00e3o voltados, principalmente, para a sustenta\u00e7\u00e3o e o fortalecimento do sistema musculoesquel\u00e9tico.\u00a0Isso significa que cada modalidade pode trazer benef\u00edcios diferentes e complementares. Ao direcionar o programa de exerc\u00edcios\u00a0segundo o objetivo do paciente, \u00e9 poss\u00edvel garantir n\u00e3o apenas condicionamento f\u00edsico, mas tamb\u00e9m maior estabilidade e prote\u00e7\u00e3o da coluna contra dores e sobrecargas.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Em\u00a0pacientes que j\u00e1 apresentam dor lombar cr\u00f4nica, como a fisioterapia pode\u00a0ajudar a reduzir a gordura intramuscular e aumentar a massa\u00a0muscular magra?<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Na regi\u00e3o lombar, m\u00fasculos como os espinhais, mult\u00edfidos e eretores da coluna est\u00e3o sujeitos ao ac\u00famulo de tecido adiposo, especialmente em pessoas que passam longos per\u00edodos em p\u00e9 ou sentadas. Essa infiltra\u00e7\u00e3o gordurosa compromete a fun\u00e7\u00e3o muscular: o m\u00fasculo perde parte da sua capacidade de sustenta\u00e7\u00e3o, deixando a v\u00e9rtebra mais inst\u00e1vel e vulner\u00e1vel a movimentos do tronco.\u00a0Para reverter esse quadro, \u00e9 essencial investir em exerc\u00edcios de core, extens\u00f5es de tronco e pr\u00e1ticas voltadas ao fortalecimento dos m\u00fasculos estabilizadores. N\u00e3o se trata apenas de trabalhar a regi\u00e3o abdominal, mas de integrar m\u00fasculos do assoalho p\u00e9lvico, que contribuem para a sustenta\u00e7\u00e3o do centro de gravidade. (<strong>Paloma Oliveto<\/strong>)<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>                            <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/paloma-oliveto\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/paloma-29858324.png\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Paloma Oliveto  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Formada na Universidade de Bras\u00edlia, \u00e9 especializada na cobertura de ci\u00eancia e sa\u00fade h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Entre as premia\u00e7\u00f5es recebidas, est\u00e3o primeiro lugar no Grande Pr\u00eamio Ayrton Senna e men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Esso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Com mais de 619 milh\u00f5es de casos no mundo, a dor lombar cr\u00f4nica \u00e9, hoje, a principal causa&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":42596,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[5474,116,4884,13036,4969,11528,11529,32,33,117],"class_list":{"0":"post-42595","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-dor","9":"tag-health","10":"tag-lombalgia","11":"tag-lombar","12":"tag-musculo","13":"tag-noticias-do-dia","14":"tag-noticias-perto-de-mim","15":"tag-portugal","16":"tag-pt","17":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42595","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42595"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42595\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42596"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42595"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42595"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42595"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}