{"id":430522,"date":"2026-06-25T19:32:37","date_gmt":"2026-06-25T19:32:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/430522\/"},"modified":"2026-06-25T19:32:37","modified_gmt":"2026-06-25T19:32:37","slug":"investidor-que-lucrou-900-na-crise-de-2008-faz-nova-aposta-de-grande-porte-contra-o-mercado-financas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/430522\/","title":{"rendered":"Investidor que lucrou 900% na crise de 2008 faz nova aposta de grande porte contra o mercado | Finan\u00e7as"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O gestor de fundos de hedge Lee Robinson obteve um ganho de 900% durante a crise financeira global ao transformar uma posi\u00e7\u00e3o de US$ 20 milh\u00f5es em US$ 200 milh\u00f5es com apostas oportunas contra o setor de hipotecas &#8220;subprime&#8221; (de alto risco) dos EUA. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Hoje, ele enxerga uma nova oportunidade \u00e0 medida que surgem riscos em torno do cr\u00e9dito privado. Mas, em vez de apostar diretamente contra o setor, ele est\u00e1 focado em potenciais efeitos de segunda ordem (indiretos) e est\u00e1 operando vendido (&#8220;short&#8221;, apostando na queda) contra alguns dos maiores apoiadores deste mercado de US$ 1,8 trilh\u00e3o: as seguradoras. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>Leia tamb\u00e9m: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/valor.globo.com\/financas\/noticia\/2026\/06\/24\/novas-gestoras-usam-ia-para-desafiar-gigantes-do-setor-a-maquina-nunca-fica-doente-nunca-sai-de-ferias-esta-sempre-disponivel.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>Novas gestoras usam IA para desafiar gigantes do setor: &#8216;A m\u00e1quina nunca fica doente, nunca sai de f\u00e9rias, est\u00e1 sempre dispon\u00edvel&#8217;<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Robinson est\u00e1 intensificando apostas de baixa (&#8220;bearish&#8221;) em empresas que v\u00e3o desde a Lincoln National Corp. e a MetLife Inc. at\u00e9 a Berkshire Hathaway Inc., utilizando &#8220;credit default swaps&#8221; (CDS) \u2014 contratos de derivativos projetados para proteger investidores contra a inadimpl\u00eancia. Sua empresa, a Altana, est\u00e1 lan\u00e7ando um novo fundo \u2014 no qual tamb\u00e9m investe capital pr\u00f3prio \u2014 para se proteger contra o que ele considera uma desacelera\u00e7\u00e3o inevit\u00e1vel no cr\u00e9dito privado, um arrefecimento do entusiasmo excessivo (&#8220;hype&#8221;) em torno da intelig\u00eancia artificial (IA) \u200b\u200be o impacto da redu\u00e7\u00e3o da liquidez nas avalia\u00e7\u00f5es das empresas. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Ele afirma haver paralelos entre a calma geral que prevalecia no mercado de hipotecas &#8220;subprime&#8221; antes da quebra do banco de investimento Lehman Brothers e os mercados atuais, onde os pr\u00eamios de rendimento corporativo permanecem em n\u00edveis historicamente baixos. Essa confian\u00e7a dos investidores \u2014 ou excesso de confian\u00e7a, na vis\u00e3o de Robinson \u2014 persiste mesmo com o aumento das preocupa\u00e7\u00f5es sobre a exposi\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito privado a empresas de software tomadoras de empr\u00e9stimos que est\u00e3o sob amea\u00e7a da intelig\u00eancia artificial, e enquanto sinais de alerta surgem a partir de algumas quebras corporativas. <\/p>\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>&#8220;Em agosto de 2008, est\u00e1vamos arrancando os cabelos, perguntando-nos como, diabos, a volatilidade estava em um n\u00edvel t\u00e3o baixo&#8221;, disse Robinson, fundador e diretor de investimentos da Altana Wealth, sediada em Londres. &#8220;A sensa\u00e7\u00e3o agora \u00e9 um pouco parecida.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> N\u00e3o se trata de as seguradoras enfrentarem uma amea\u00e7a existencial devido \u00e0 sua exposi\u00e7\u00e3o. O argumento de Robinson \u00e9 mais sutil: ele acredita que os mercados n\u00e3o est\u00e3o precificando adequadamente os riscos adicionais de baixas cont\u00e1beis (&#8220;writedowns&#8221;) provenientes de um segmento de d\u00edvida ainda n\u00e3o testado, que tem se mostrado propenso a problemas. As carteiras de cr\u00e9dito privado est\u00e3o aumentando no setor, particularmente entre as seguradoras de vida; embora essa d\u00edvida ainda represente uma parcela relativamente pequena dos investimentos de muitas empresas estabelecidas, ela apresenta riscos, disse ele. Outro atrativo dessa opera\u00e7\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil realizar vendas a descoberto (&#8220;short selling&#8221;) diretamente no cr\u00e9dito privado. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A Lincoln National n\u00e3o respondeu a um pedido de coment\u00e1rio, enquanto um porta-voz da Berkshire Hathaway recusou-se a comentar. Um porta-voz da MetLife destacou coment\u00e1rios recentes do diretor financeiro (CFO), John McCallion, informando que cerca de 95% de sua carteira de d\u00edvida privada possui grau de investimento, sendo &#8220;bem diversificada e estruturada para apresentar bom desempenho ao longo dos ciclos de mercado&#8221;. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A estrat\u00e9gia de Robinson est\u00e1 come\u00e7ando a se disseminar. Outros fundos de hedge est\u00e3o mirando nos CDS de seguradoras, e mesas de opera\u00e7\u00e3o de Wall Street \u2014 incluindo J.P. Morgan e Goldman Sachs \u2014 tamb\u00e9m est\u00e3o se envolvendo, atendendo a demandas de clientes com produtos que oferecem prote\u00e7\u00e3o contra riscos que rondam o setor, segundo pessoas familiarizadas com o assunto informaram \u00e0 Bloomberg. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Representantes do J.P. Morgan e do Goldman recusaram-se a comentar. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> As apostas l\u00edquidas nocionais (exposi\u00e7\u00e3o real) em CDS de seguradoras dos EUA subiram para US$ 5,5 bilh\u00f5es em 22 de maio, ante menos de US$ 4,9 bilh\u00f5es no final do ano passado, com base em dados da Depository Trust and Clearing Corp.. Os volumes de negocia\u00e7\u00e3o desses contratos tamb\u00e9m registraram aumento, e o pre\u00e7o para adquirir prote\u00e7\u00e3o contra inadimpl\u00eancia come\u00e7ou a subir \u2014 embora apenas marginalmente em compara\u00e7\u00e3o com os riscos potenciais envolvidos, deixando margem para ganhos adicionais caso ocorra uma crise severa. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A exposi\u00e7\u00e3o das seguradoras ao setor de cr\u00e9dito privado cresceu significativamente na \u00faltima d\u00e9cada, \u00e0 medida que gestoras de ativos buscavam retorno e diversifica\u00e7\u00e3o \u2014 especialmente durante a era de dinheiro barato, quando ativos tradicionais rendiam perto de zero. Uma an\u00e1lise da Moody\u2019s Ratings sobre seguradoras de vida dos EUA mostrou que um quinto dos US$ 4 trilh\u00f5es em ativos de renda fixa do setor estava alocado em ativos il\u00edquidos (principalmente cr\u00e9dito privado) no final de 2025, um aumento em rela\u00e7\u00e3o aos 18% registrados no ano anterior. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A migra\u00e7\u00e3o para o cr\u00e9dito privado tem sido particularmente acentuada entre as seguradoras de vida pertencentes a gigantes da gest\u00e3o de ativos com divis\u00f5es de private equity \u2014 como a KKR &amp; Co. e a Apollo Global Management Inc. \u2014, segundo pesquisadores do Federal Reserve de Chicago, embora n\u00e3o haja ind\u00edcios de que Robinson e outros tenham como alvo espec\u00edfico essas empresas. Essa mudan\u00e7a tem se concentrado principalmente em d\u00edvidas privadas com classifica\u00e7\u00e3o de grau de investimento (&#8220;investment grade&#8221;). <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> &#8220;As seguradoras tornaram-se interligadas ao ecossistema mais amplo de cr\u00e9dito privado&#8221;, escreveram os autores Ralf Meisenzahl, Jackson Overpeck e Andy Polacek em um estudo preliminar revisado pela \u00faltima vez no final de abril. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Representantes da Apollo e da KKR n\u00e3o quiseram comentar. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Algumas seguradoras t\u00eam falado abertamente sobre suas atividades. No ano passado, a Lincoln Financial lan\u00e7ou um fundo em parceria com a Bain Capital para &#8220;proporcionar aos investidores individuais acesso ao cr\u00e9dito privado&#8221;. A MetLife informou que detinha cerca de US$ 85 bilh\u00f5es em ativos de renda fixa privada considerados de &#8220;alta qualidade&#8221; em 31 de mar\u00e7o. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O custo de prote\u00e7\u00e3o contra calotes de gigantes do setor de seguros dos EUA, incluindo a American International Group Inc., j\u00e1 come\u00e7ou a subir, superando neste ano o custo associado a um \u00edndice abrangente de risco de cr\u00e9dito de alta qualidade (&#8220;high-grade&#8221;) na Am\u00e9rica do Norte, segundo dados compilados pela Bloomberg. Isso se reflete no alargamento dos spreads de CDS. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Um cen\u00e1rio semelhante ocorre com as gigantes europeias Allianz, Generali, Aviva e Axa quando comparadas ao \u00edndice de CDS de cr\u00e9dito de alta qualidade da pr\u00f3pria regi\u00e3o. A situa\u00e7\u00e3o chamou a aten\u00e7\u00e3o do Banco Central Europeu (BCE), que emitiu um alerta sobre poss\u00edveis perdas para as seguradoras. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Um porta-voz da Allianz citou uma apresenta\u00e7\u00e3o de resultados e uma teleconfer\u00eancia com analistas, nas quais executivos da empresa afirmaram estar confort\u00e1veis \u200b\u200bcom a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 d\u00edvida privada e possuir um &#8220;portf\u00f3lio diversificado e de alt\u00edssima qualidade&#8221;. A Aviva n\u00e3o quis comentar, enquanto a Axa e a Generali n\u00e3o responderam a pedidos de coment\u00e1rio. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Mesmo ap\u00f3s o recente alargamento, os spreads de CDS dessas empresas permanecem em n\u00edveis baixos, limitando o potencial de desvaloriza\u00e7\u00e3o para os investidores. A Lincoln National, por exemplo, foi cotada recentemente a 142 pontos-base. Embora reflita um certo alargamento recente, esse patamar est\u00e1 muito distante dos n\u00edveis de negocia\u00e7\u00e3o de uma empresa em dificuldades reais e equipara-se ao de muitas das maiores empresas do mundo. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> &#8220;Haver\u00e1 mais dificuldades para investidores privados e institucionais daqui para a frente, e as seguradoras provavelmente ter\u00e3o de reduzir parcialmente o valor cont\u00e1bil de seus investimentos&#8221;, disse Mark Lieb, CEO da Spectrum Asset Management, que atua no mercado de t\u00edtulos preferenciais desde a d\u00e9cada de 1970. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Sediada em Connecticut, a Spectrum \u00e9 especializada em t\u00edtulos subordinados (&#8220;junior securities&#8221;) que empresas \u2014 incluindo seguradoras \u2014 emitem para refor\u00e7ar sua sa\u00fade financeira, muitas vezes por exig\u00eancia de \u00f3rg\u00e3os reguladores. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> &#8220;Monitoramos de perto o segmento de seguros. Algumas seguradoras tornaram-se um pouco mais agressivas em suas coloca\u00e7\u00f5es privadas&#8221;, afirmou Lieb. \u201cFizemos algumas mudan\u00e7as internas em rela\u00e7\u00e3o ao que gostamos e ao que n\u00e3o gostamos em alguns dos ativos, ent\u00e3o \u00e9 preciso ficar um pouco mais atento a essa parte do portf\u00f3lio deles.\u201d <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Robinson, por sua vez, est\u00e1 diversificando as apostas em seu novo fundo, investindo em op\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00f5es individuais al\u00e9m de CDS de seguros. Robinson, que trabalhou anteriormente para o bilion\u00e1rio de fundos de hedge Paul Tudor Jones, possui um hist\u00f3rico de sucesso em apostas oportun\u00edsticas e em d\u00edvidas de empresas em dificuldades financeiras (&#8220;distressed debt&#8221;). <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Durante a crise financeira global, Robinson alocou uma pequena parte de seus fundos em uma aposta contra hipotecas &#8220;subprim&#8221;* e, com isso, gerou um lucro expressivo. Essa aposta bem-sucedida ajudou seus dois fundos Trafalgar a registrarem ganhos de 5% e 26%, respectivamente, em 2008, em compara\u00e7\u00e3o com uma queda m\u00e9dia de 18,3% na ind\u00fastria de fundos de hedge &#8211; ve\u00edculos de investimentos alternativos, restrito sa investidores qualificados, que utilizam estrat\u00e9gias arrojadas &#8211; como um todo. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Al\u00e9m disso, Robinson lan\u00e7ou um fundo de moeda digital em 2014 que apresentou ganhos significativos desde a sua cria\u00e7\u00e3o, e realizou apostas lucrativas na d\u00edvida soberana do L\u00edbano e em t\u00edtulos preferenciais subordinados da Fannie Mae. Seu fundo Credit Opportunities acumula alta de 47,5% no ano e de 416% desde o in\u00edcio, em 2020. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Enquanto isso, uma grande aposta feita por ele envolvendo o Credit Suisse permanece sem desfecho; seus fundos det\u00eam cr\u00e9ditos referentes a t\u00edtulos Additional Tier 1 (AT1) que foram zerados com o colapso do banco e sua aquisi\u00e7\u00e3o pelo concorrente su\u00ed\u00e7o UBS. Uma longa batalha judicial est\u00e1 em curso. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os reguladores abriram caminho para uma expans\u00e3o expressiva do cr\u00e9dito privado ap\u00f3s a crise financeira global, impondo exig\u00eancias onerosas aos credores tradicionais, o que levou os bancos a recuarem de alguns segmentos de neg\u00f3cios mais arriscados e que exigiam mais capital. Isso criou uma lacuna que foi rapidamente ocupada por empresas de cr\u00e9dito privado. Seguradoras que precisavam conciliar ativos e passivos mostraram-se compradoras interessadas desses ativos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Embora as raz\u00f5es para essa mudan\u00e7a sejam compreens\u00edveis, ela traz complexidade e riscos de concentra\u00e7\u00e3o, afirmaram analistas da Moody\u2019s Ratings liderados por Manoj Jethani em um relat\u00f3rio divulgado neste m\u00eas. \u201cEst\u00e3o surgindo riscos \u2014 particularmente em empr\u00e9stimos diretos para o segmento de m\u00e9dio porte (&#8220;middle-market&#8221;) \u2014 impulsionados pela deteriora\u00e7\u00e3o da qualidade de cr\u00e9dito e pelo aumento do estresse financeiro dos tomadores de empr\u00e9stimo\u201d, disseram eles. Agora, diz Robinson, bastaria uma seguradora sob press\u00e3o \u2014 &#8220;qualquer colapso isolado&#8221; \u2014 para provocar repercuss\u00f5es em todo o setor. <\/p>\n<p>      <img decoding=\"async\" class=\"content-media__image\"  src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/lr.webp\" alt=\"Lee Robinson, fundador e diretor de investimentos (CIO) da Altana Wealth \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Altana Wealth\" width=\"597\" height=\"778\" loading=\"lazy\"\/>  Lee Robinson, fundador e diretor de investimentos (CIO) da Altana Wealth \u2014 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Altana Wealth       <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O gestor de fundos de hedge Lee Robinson obteve um ganho de 900% durante a crise financeira global&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":30207,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[83],"tags":[40936,88,53203,51954,69756,69754,89,90,235,69757,53565,69755,69753,69758,69759,32,33],"class_list":["post-430522","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-empresas","tag-berkshire-hathaway","tag-business","tag-credito-privado","tag-crise-financeira","tag-default-moratoria","tag-derivativo","tag-economy","tag-empresas","tag-estados-unidos","tag-fundo-de-hedge","tag-hipoteca","tag-inadimplencia","tag-lee-robinson-investidor","tag-lincoln-national","tag-mongbwalu-congo","tag-portugal","tag-pt"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116812418477610175","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/430522","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=430522"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/430522\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30207"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=430522"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=430522"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=430522"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}