{"id":439577,"date":"2026-07-04T09:26:11","date_gmt":"2026-07-04T09:26:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/439577\/"},"modified":"2026-07-04T09:26:11","modified_gmt":"2026-07-04T09:26:11","slug":"conheca-finalistas-do-17o-premio-octavio-frias-de-oliveira-04-07-2026-equilibrio-e-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/439577\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a finalistas do 17\u00ba pr\u00eamio Octavio Frias de Oliveira &#8211; 04\/07\/2026 &#8211; Equil\u00edbrio e Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>O Icesp (Instituto do <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/cancer\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">C\u00e2ncer<\/a> do Estado de S\u00e3o Paulo) anunciou nesta sexta-feira (3) os finalistas da 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/premio-octavio-frias-de-oliveira\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Pr\u00eamio Octavio Frias de Oliveira<\/a>, voltado a <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2026\/06\/premio-icesp-ajuda-a-fortalecer-pesquisas-brasileiras-em-oncologia-diz-paulo-hoff.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">pesquisas e inova\u00e7\u00f5es em oncologia no pa\u00eds<\/a>. Em parceria com a <strong>Folha<\/strong>, a premia\u00e7\u00e3o re\u00fane trabalhos que trazem avan\u00e7os no enfrentamento do c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>O pr\u00eamio existe desde 2010 e homenageia Octavio Frias de Oliveira, publisher da <strong>Folha <\/strong>de 1962 a 2007, ano de sua morte. A proposta \u00e9 incentivar a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento sobre preven\u00e7\u00e3o e tratamento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>As inscri\u00e7\u00f5es foram encerradas em maio, e a cerim\u00f4nia de premia\u00e7\u00e3o est\u00e1 marcada para 12 de agosto. Cada categoria vai premiar o vencedor com R$ 20 mil e um certificado. Na data, ser\u00e1 anunciado o vencedor da categoria personalidade de destaque em oncologia.<\/p>\n<p>Finalistas da categoria pesquisa em oncologia<\/p>\n<p>Marcador pode orientar tratamento da leucemia mieloide aguda<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>Autores: Diego A. Pereira-Martins, Isabel Weinh\u00e4user, Emmanuel Griessinger, Juan L. Coelho-Silva, Douglas R. Silveira, Dominique Sternadt, Ay\u015feg\u00fcl Erdem, Bruno Kosa L. Duarte, Prodromos Chatzikyriakou, Lynn Quek, Antonio Bruno Alves-Silva, Fabiola Traina, Sara T. Olalla Saad, Jacobien R. Hilberink, Amanda Moreira-Aguiar, Maria L. Salustiano-Bandeira, Marinus M. Lima, Pedro L. Franca-Neto, Marcos A. Bezerra, Nisha K. van der Meer, Emanuele Ammatuna, Eduardo M. Rego, Gerwin Huls, Jan Jacob Schuringa e Antonio R. Lucena-Araujo<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Institui\u00e7\u00e3o: <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/usp\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">USP<\/a> (<a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/universidade\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Universidade de S\u00e3o Paulo<\/a>)<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>T\u00edtulo: Alto conte\u00fado de DNA mitocondrial identifica leucemias mieloides agudas dependentes de fosforila\u00e7\u00e3o oxidativa e representa uma vulnerabilidade terap\u00eautica<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Artigo: <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41392-025-02303-x\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41392-025-02303-x<\/a><\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>O principal achado do estudo \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o de um marcador, o conte\u00fado de DNA mitocondrial, em pacientes com leucemia mieloide aguda. Ele pode ser detectado por um <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2021\/09\/hapvida-orienta-medicos-a-nao-pedir-teste-pcr-para-paciente-com-suspeita-de-covid.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">exame de PCR<\/a> \u2014tecnologia usada em testes como os de Covid\u2014 j\u00e1 no diagn\u00f3stico, ajudando a prever quem tem maior risco de reca\u00edda.<\/p>\n<p>Esse marcador indica o quanto as c\u00e9lulas do c\u00e2ncer dependem da mitoc\u00f4ndria, sua principal fonte de energia. Quando esse n\u00edvel \u00e9 alto, o tumor tende a ser mais resistente ao tratamento e com maior chance de voltar ap\u00f3s a quimioterapia.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, esse perfil tamb\u00e9m aponta uma poss\u00edvel vulnerabilidade: essas c\u00e9lulas podem responder a rem\u00e9dios que atuam na produ\u00e7\u00e3o de energia, como a metformina, que pode potencializar o efeito de outros tratamentos. Segundo o pesquisador Juan Silva, o exame \u00e9 simples, barato e pode ser feito em laborat\u00f3rios cl\u00ednicos de biologia molecular.<\/p>\n<p>    Cuide-se<\/p>\n<p class=\"c-newsletter__subtitle\">Ci\u00eancia, h\u00e1bitos e preven\u00e7\u00e3o numa newsletter para a sua sa\u00fade e bem-estar<\/p>\n<p>Pesquisa explica como o <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/cancer-de-mama\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">c\u00e2ncer de mama<\/a> escapa de terapias contra o tumor<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>Autores: Gabriela D.A. Guardia, Carlos H. dos Anjos, Aline Rangel-Pozzo, Filipe F. dos Santos, Alexander Birbrair, Paula F. Asprino, Anamaria A. Camargo e Pedro A.F. Galante<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Institui\u00e7\u00e3o: Centro de Oncologia Molecular do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>T\u00edtulo: O splicing alternativo gera diversidade de isoformas do HER2, o que est\u00e1 por tr\u00e1s da resist\u00eancia \u00e0 conjugados anticorpo-droga no c\u00e2ncer de mama<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Artigo: <a href=\"https:\/\/genome.cshlp.org\/content\/35\/9\/1942\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">https:\/\/genome.cshlp.org\/content\/35\/9\/1942<\/a><\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>Pesquisadores ampliaram o entendimento sobre o gene HER2 \u2014associado a um subtipo agressivo de c\u00e2ncer de mama\u2014 ao identificar grande diversidade de variantes proteicas geradas por um mecanismo chamado splicing alternativo, processo em que um mesmo gene pode produzir diferentes vers\u00f5es de RNA e, consequentemente, diferentes prote\u00ednas.<\/p>\n<p>O estudo mostrou que o HER2 pode gerar pelo menos 90 formas diferentes de sua prote\u00edna, conhecidas como isoformas \u2014contra cerca de 13 descritas anteriormente.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador Pedro Galante, essa diversidade ajuda a explicar por que, na pr\u00e1tica, alguns tumores deixam de responder a terapias-alvo. Isso ocorre porque certas isoformas perdem justamente a regi\u00e3o onde o medicamento se liga, o que impede sua a\u00e7\u00e3o. O mesmo tumor pode &#8220;mudar a fechadura&#8221;, dificultando o encaixe da droga.<\/p>\n<p>Para Galante, mapear as varia\u00e7\u00f5es pode tornar o diagn\u00f3stico mais preciso e ajudar a definir quais pacientes devem receber terapias-alvo, al\u00e9m de orientar o desenvolvimento de novos medicamentos.<\/p>\n<p>Perfil gen\u00e9tico do c\u00e2ncer de pulm\u00e3o pode orientar terapias mais precisas<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>Autores: Rodrigo de Oliveira Cavagna, Fl\u00e1via Escremim de Paula, Gustavo Noriz Berardinelli, Murilo Bonatelli, Iara Santana, Monise Tadin Reis, Eduardo Caetano Albino da Silva, Beatriz Garbe Zaniolo, Josiane Mour\u00e3o Dias, Fl\u00e1vio Augusto Ferreira da Silva, Carlos Eduardo Baston Silva, Roberta Martins Queiroz Barbosa, Fl\u00e1vio Henrique de Queiroz, Ingrid Marriel Ramos Novais, Rodrigo Sampaio Chiarantano, Gabryella Severino Bueno, Jos\u00e9 Favoreto Neto, Lucas Ferreira, Lucas Veras, Alexandre Arthur Jacinto, Rachid Eduardo Noleto da N\u00f3brega Oliveira, Welinton Yoshio Hirai, Miguel A. Molina-Vila, Gustavo Teixeira, Let\u00edcia Ferro Leal, Rui Manuel Reis<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Institui\u00e7\u00e3o: Hospital de Amor de Barretos<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>T\u00edtulo: Caracteriza\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e molecular de uma grande coorte brasileira de c\u00e2ncer de pulm\u00e3o, um estudo observacional do mundo real<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Artigo: <a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/lanam\/article\/PIIS2667-193X(26)00059-1\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/lanam\/article\/PIIS2667-193X(26)00059-1\/fulltext<\/a><\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>A maioria dos pacientes brasileiros com c\u00e2ncer de pulm\u00e3o tem ao menos uma altera\u00e7\u00e3o oncog\u00eanica, e mais da metade tem alvos gen\u00f4micos para os quais j\u00e1 existem terapias direcionadas. A conclus\u00e3o \u00e9 de um estudo com 1.131 pacientes atendidos pelo SUS nas unidades do Hospital de Amor em Barretos (SP) e Porto Velho (RO).<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador Rodrigo Cavagna, o objetivo foi mapear o perfil molecular dos tumores em uma popula\u00e7\u00e3o brasileira diversa. &#8220;Avaliamos 15 genes comumente mutados e vimos uma grande diversidade de altera\u00e7\u00f5es&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Entre os achados mais relevantes, est\u00e1 o papel do TP53 como poss\u00edvel marcador de resist\u00eancia terap\u00eautica. Em pacientes com muta\u00e7\u00e3o no EGFR tratados com terapias-alvo para esse gene, a presen\u00e7a conjunta do TP53 esteve associada \u00e0 pior sobrevida: 24 meses, contra 61 meses.<\/p>\n<p>&#8220;J\u00e1 se sabia que um subgrupo dos pacientes com EGFR n\u00e3o respondia t\u00e3o bem, mas n\u00e3o se sabia o motivo. O que o estudo sugere \u00e9 que essa resist\u00eancia pode estar ligada ao TP53&#8221;, afirma Cavagna.<\/p>\n<p>Os autores defendem que a expans\u00e3o do diagn\u00f3stico molecular reduzir desigualdades no tratamento do c\u00e2ncer de pulm\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<p>Finalistas da categoria inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica em oncologia<\/p>\n<p>Nanopart\u00edcula via nasal transporta quimioterapia ao c\u00e9rebro contra glioblastoma<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Autores: Nat\u00e1lia Noronha Ferreira, Celisnolia Morais Leite, Nat\u00e1lia Sanchez Moreno, Renata Rank Miranda, Paula Maria Pincela Lins, Camila Fernanda Rodero, Edilson de Oliveira Junior, Eliana Martins Lima, Rui M. Reis e Valtencir Zucolotto<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Institui\u00e7\u00e3o: USP<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>T\u00edtulo: Administra\u00e7\u00e3o nasal ao c\u00e9rebro de nanopart\u00edculas biomim\u00e9ticas para terapia-alvo do glioblastoma<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Artigo: <a href=\"https:\/\/pubs.acs.org\/doi\/10.1021\/acsami.4c16837\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">https:\/\/pubs.acs.org\/doi\/10.1021\/acsami.4c16837<\/a><\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>Pesquisadores desenvolveram a nanopart\u00edcula NP-MB para levar a temozolomida \u2014quimioter\u00e1pico usado contra o glioblastoma, tumor cerebral agressivo\u2014 de forma mais direta ao c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Ela combina um n\u00facleo biodegrad\u00e1vel com o medicamento e um revestimento de membranas de c\u00e9lulas de glioma. A ideia \u00e9 que a estrutura imite o tumor e seja mais facilmente absorvida pelas c\u00e9lulas cancerosas, mecanismo chamado reconhecimento homot\u00edpico. &#8220;\u00c9 como um cavalo de Troia&#8221;, afirma a autora Nat\u00e1lia Ferreira.<\/p>\n<p>A tecnologia tamb\u00e9m \u00e9 aplicada pela via nasal. Hoje, a temozolomida \u00e9 tomada por via oral e precisa atravessar a barreira hematoencef\u00e1lica, que protege o c\u00e9rebro, mas dificulta a chegada de medicamentos. Segundo Ferreira, isso exige doses altas e amplia a exposi\u00e7\u00e3o do organismo ao f\u00e1rmaco.<\/p>\n<p>A pesquisa n\u00e3o cria um novo quimioter\u00e1pico, mas uma forma de direcionar melhor a temozolomida. Como o glioblastoma \u00e9 dif\u00edcil de remover por completo, a estrat\u00e9gia busca tornar o tratamento mais eficiente no controle da doen\u00e7a.<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Autores: Mar\u00edlia Bertolazzi, Maria Luiza Genta, Andre Lopes, Rodrigo Fernandes, Gustavo Maciel, Rossana Lopez, Edmund Baracat e Jesus Carvalho<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Institui\u00e7\u00e3o: Icesp<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>T\u00edtulo: Ensaio cl\u00ednico randomizado de transplante aut\u00f3logo de tecido ovariano para preservar a fun\u00e7\u00e3o ovariana em mulheres jovens submetidas \u00e0 radioterapia p\u00e9lvica para c\u00e2ncer do colo do \u00fatero<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Artigo: <a href=\"https:\/\/www.ejso.com\/article\/S0748-7983(26)00115-0\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">https:\/\/www.ejso.com\/article\/S0748-7983(26)00115-0\/fulltext<\/a><\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>Pesquisadores testaram uma t\u00e9cnica para preservar a fun\u00e7\u00e3o dos ov\u00e1rios em mulheres jovens com c\u00e2ncer de colo do \u00fatero que precisam de radioterapia p\u00e9lvica, j\u00e1 que o tratamento tem como consequ\u00eancia a menopausa precoce.<\/p>\n<p>Segundo a autora Mar\u00edlia Bertolazzi, um dos ov\u00e1rios \u00e9 retirado antes do tratamento e pequenos fragmentos de seu tecido s\u00e3o implantados sob a pele da face interna da coxa, fora do campo de radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No ensaio cl\u00ednico, 12 pacientes receberam o implante e dez ficaram no grupo controle. Aos seis meses, 6 das 7 participantes avaliadas no grupo que recebeu o enxerto mantinham n\u00edveis hormonais compat\u00edveis com fun\u00e7\u00e3o ovariana preservada; no grupo controle, todas desenvolveram insufici\u00eancia ovariana prematura.<\/p>\n<p>Ao manter a produ\u00e7\u00e3o de estrog\u00eanio, o procedimento tamb\u00e9m foi associado a menos sintomas ligados \u00e0 menopausa.<\/p>\n<p>Composto natural mostra potencial contra c\u00e2ncer de mama triplo-negativo<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Autores: Isabelle Diccini, Nat\u00e1lia Sudan Parducci, Bruna Oliveira de Almeida, Victor Farinella, Patrick Castilho dos Santos, L\u00edvia Bassani Lins de Miranda, Sabrina Mendes Botelho, Keli Lima, Jorge Antonio Elias Godoy Carlos, Anali Del Milagro Bernabe Garnique, Marcelo Jos\u00e9 Pena Ferreira, Leticia Veras Costa-Lotufo e Jo\u00e3o Agostinho Machado-Neto<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Institui\u00e7\u00e3o: USP<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>T\u00edtulo: Efeitos da cefalocromina em c\u00e9lulas de c\u00e2ncer de mama triplo-negativo, indu\u00e7\u00e3o de apoptose e modula\u00e7\u00e3o de vias de sobreviv\u00eancia<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>&#13;\n<p>Artigo: https:\/\/pubs.acs.org\/doi\/10.1021\/acs.jnatprod.5c01020<\/p>\n<p>&#13;\n\t<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>Pesquisadores investigaram o potencial antitumoral da cefalocromina \u2014composto natural derivado de fungos\u2014 no tratamento do c\u00e2ncer de mama, com destaque para o subtipo triplo-negativo, um dos mais agressivos e com poucas op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas.<\/p>\n<p>Em testes in vitro, a subst\u00e2ncia reduziu a viabilidade de c\u00e9lulas tumorais ao induzir a morte celular programada (apoptose) e provocar danos ao DNA das c\u00e9lulas do c\u00e2ncer. O trabalho tamb\u00e9m mostrou que a cefalocromina interfere na prote\u00edna survivina, associada \u00e0 sobreviv\u00eancia das c\u00e9lulas tumorais.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de fazer as c\u00e9lulas do c\u00e2ncer pararem de se multiplicar, a subst\u00e2ncia tamb\u00e9m aumentou o efeito de quimioter\u00e1picos j\u00e1 usados na pr\u00e1tica cl\u00ednica, como o paclitaxel e a doxorrubicina, quando os dois foram combinados nos testes.<\/p>\n<p>Os resultados sugerem que a cefalocromina pode funcionar como um tratamento complementar, ajudando a tornar a quimioterapia mais eficaz. &#8220;\u00c9 um composto encontrado na nossa biodiversidade brasileira. Isso mostra a import\u00e2ncia de estudar aquilo que j\u00e1 temos aqui&#8221;, diz a autora Isabelle Diccini.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Icesp (Instituto do C\u00e2ncer do Estado de S\u00e3o Paulo) anunciou nesta sexta-feira (3) os finalistas da 17\u00aa&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":439578,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[13818,1776,5960,2138,5475,2643,236,116,2196,1208,14189,32,54084,33,2197,2198,117,951,3062,3064],"class_list":["post-439577","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-barretos","tag-cancer","tag-cancer-de-mama","tag-cancer-de-pulmao","tag-editoria-equilibrioesaude","tag-estudos","tag-folha","tag-health","tag-leucemia","tag-medicina","tag-pesquisas","tag-portugal","tag-premio-octavio-frias-de-oliveira","tag-pt","tag-quimioterapia","tag-radioterapia","tag-saude","tag-testes","tag-universidade","tag-usp"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116860995928641736","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/439577","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=439577"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/439577\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/439578"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=439577"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=439577"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=439577"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}