{"id":439671,"date":"2026-07-04T11:37:10","date_gmt":"2026-07-04T11:37:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/439671\/"},"modified":"2026-07-04T11:37:10","modified_gmt":"2026-07-04T11:37:10","slug":"nova-campanha-maliciosa-sequestra-contas-de-whatsapp-para-espalhar-malware","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/439671\/","title":{"rendered":"Nova campanha maliciosa sequestra contas de WhatsApp para espalhar malware"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Uma nova campanha de cibercrime est\u00e1 a usar contas de WhatsApp previamente comprometidas para distribuir malware atrav\u00e9s de mensagens diretas, alertou recentemente a Kaspersky. A amea\u00e7a, identificada pela equipa Global Research and Analysis Team (GReAT) em junho de 2026, afeta sobretudo os utilizadores das vers\u00f5es WhatsApp Desktop e WhatsApp Web, que se tornam os alvos principais desta rede de ataque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para garantir a efic\u00e1cia do esquema, os atacantes exploram a confian\u00e7a das v\u00edtimas enviando ficheiros maliciosos a partir das contas de contactos conhecidos. A componente de engenharia social recorre a nomes de ficheiros que imitam documentos empresariais de rotina, como faturas, extratos de conta e comprovativos de pagamento, camuflando a verdadeira natureza do conte\u00fado partilhado na plataforma de mensagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do ponto de vista t\u00e9cnico, a campanha distribui ficheiros VBScript maliciosos que, ao serem abertos, iniciam uma cadeia de infe\u00e7\u00e3o complexa no dispositivo afetado. O script cria inicialmente um diret\u00f3rio de trabalho e come\u00e7a a descarregar componentes maliciosos adicionais a partir de infraestruturas externas, executando-os de forma perfeitamente silenciosa e sem interven\u00e7\u00e3o ou conhecimento do utilizador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O objetivo final desta sequ\u00eancia de comandos silenciosa \u00e9 o descarregamento e a instala\u00e7\u00e3o de um pacote de software de monitoriza\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o remota. Uma vez instalado no computador da v\u00edtima, este malware permite aos cibercriminosos o acesso e controlo remoto do sistema, abusando de funcionalidades administrativas que foram originariamente concebidas para uso leg\u00edtimo em suporte e gest\u00e3o de redes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A investiga\u00e7\u00e3o da Kaspersky revela que esta amea\u00e7a possui um alcance geogr\u00e1fico bastante alargado, tendo j\u00e1 sido registadas v\u00edtimas em pa\u00edses como a Mal\u00e1sia, Brasil, Singapura, Taiwan e Vietname. A adapta\u00e7\u00e3o dos ficheiros maliciosos a diferentes idiomas, com particular destaque para o portugu\u00eas, ingl\u00eas, franc\u00eas e alem\u00e3o, indicia uma estrat\u00e9gia clara para expandir os ataques e atingir m\u00faltiplos mercados no continente europeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De forma a mitigar estes riscos, os especialistas recomendam uma prud\u00eancia redobrada perante anexos inesperados recebidos atrav\u00e9s do WhatsApp, mesmo que o remetente seja de confian\u00e7a. Adicionalmente, desaconselha-se a abertura direta de ficheiros de script ou execut\u00e1veis sem valida\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, sendo fundamental manter uma solu\u00e7\u00e3o de ciberseguran\u00e7a ativa e atualizada para bloquear poss\u00edveis infe\u00e7\u00f5es no equipamento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Uma nova campanha de cibercrime est\u00e1 a usar contas de WhatsApp previamente comprometidas para distribuir malware atrav\u00e9s de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":439672,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[84],"tags":[586,109,107,108,70791,66970,15435,8714,32,33,105,103,104,106,110,70790,894],"class_list":["post-439671","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-ciencia-e-tecnologia","tag-ciberseguranca","tag-ciencia","tag-ciencia-e-tecnologia","tag-cienciaetecnologia","tag-engenhariasocial","tag-kaspersky","tag-malware","tag-phishing","tag-portugal","tag-pt","tag-science","tag-science-and-technology","tag-scienceandtechnology","tag-technology","tag-tecnologia","tag-vbscript","tag-whatsapp"],"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/439671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=439671"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/439671\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/439672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=439671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=439671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=439671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}