{"id":439768,"date":"2026-07-04T13:45:23","date_gmt":"2026-07-04T13:45:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/439768\/"},"modified":"2026-07-04T13:45:23","modified_gmt":"2026-07-04T13:45:23","slug":"gol-do-brasil-contra-o-alzheimer-novo-farmaco-e-atestado-para-deteccao-da-demencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/439768\/","title":{"rendered":"Gol do Brasil contra o Alzheimer: novo f\u00e1rmaco \u00e9 atestado para detec\u00e7\u00e3o da dem\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>\n                Ler Resumo<\/p>\n<ul class=\"resume-list\" id=\"resume-list\" aria-hidden=\"true\">\n<li class=\"section-item section-intro\">\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Um novo f\u00e1rmaco, o MK6240, mostrou-se mais eficaz que o padr\u00e3o atual para detectar precocemente a prote\u00edna tau, um biomarcador crucial da doen\u00e7a de Alzheimer, em exames de imagem. Pesquisa coordenada por brasileiros revela que o composto pode identificar o ac\u00famulo da prote\u00edna antes do surgimento dos sintomas.<\/p>\n<\/li>\n<li class=\"section-item section-topicos\">\n<ul>\n<li>MK6240: Novo radiof\u00e1rmaco para detec\u00e7\u00e3o precoce da prote\u00edna tau em exames PET.<\/li>\n<li>A prote\u00edna tau est\u00e1 ligada \u00e0 les\u00e3o neuronal e progress\u00e3o do Alzheimer.<\/li>\n<li>O MK6240 identificou mais que o dobro de casos positivos de tau comparado ao flortaucipir.<\/li>\n<li>Pesquisadores brasileiros coordenaram o estudo internacional publicado na The Lancet.<\/li>\n<li>A detec\u00e7\u00e3o da tau \u00e9 crucial para entender o risco e a progress\u00e3o da doen\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li class=\"section-item section-info\">\n<p style=\"margin: 0;\">Este resumo foi \u00fatil?<\/p>\n<p>\n                            \ud83d\udc4d<br \/>\ud83d\udc4e\n                        <\/p>\n<p>                    Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela reda\u00e7\u00e3o da Editora Abril.\n                <\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Um novo f\u00e1rmaco em desenvolvimento se mostrou eficaz para ajudar a<strong> detectar precocemente biomarcadores da doen\u00e7a de <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/alzheimer-novidades-da-ciencia-para-salvar-as-engrenagens-do-cerebro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Alzheimer<\/a><\/strong> em exames de imagem \u2014 superando, inclusive, o medicamento padr\u00e3o-ouro dispon\u00edvel hoje. Eis o achado de uma pesquisa coordenada por brasileiros.<\/p>\n<p>O <strong>MK6240<\/strong> \u00e9 um <strong>radiof\u00e1rmaco<\/strong> utilizado para tornar mais evidentes certos tra\u00e7os do organismo em exames de tomografia por emiss\u00e3o de p\u00f3sitrons (PET). Neste caso, ele \u00e9 ideal para revelar emaranhados da <strong>prote\u00edna tau<\/strong> no c\u00e9rebro, uma mol\u00e9cula<strong> fortemente associada<\/strong> ao desenvolvimento do Alzheimer.<\/p>\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o de ac\u00famulo da tau no sistema nervoso central n\u00e3o resulta necessariamente no diagn\u00f3stico da doen\u00e7a \u2014 que leva em considera\u00e7\u00e3o os sinais cl\u00ednicos, como o <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/coluna\/futuro-do-diabete\/sua-memoria-esta-ruim-novo-manual-ajuda-a-detectar-demencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">decl\u00ednio da mem\u00f3ria<\/a> e de outras habilidades. No entanto, pode ser uma forma de reconhecer quem tem maior risco de apresentar <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/10-fatores-que-pesam-na-prevencao-da-demencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">comprometimento cognitivo<\/a>.<\/p>\n<p>\u201cA doen\u00e7a de Alzheimer <strong>come\u00e7a silenciosamente<\/strong> no c\u00e9rebro muitos anos antes dos primeiros esquecimentos\u201d, escreveram os autores \u00e0 VEJA SA\u00daDE. \u201cHoje sabemos que duas prote\u00ednas anormais se acumulam ao longo desse processo: primeiro a <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/exame-pet-cerebral-alzheimer-diagnostico-precoce\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">beta-amiloide<\/a>, que forma placas entre os neur\u00f4nios, e depois a prote\u00edna tau, que forma emaranhados dentro das c\u00e9lulas cerebrais.\u201d<\/p>\n<p>Da\u00ed o interesse de cientistas de desenvolver drogas que facilitem essa detec\u00e7\u00e3o. Atualmente, o medicamento utilizado para fazer os exames de tomografias nesses casos \u00e9 o <strong>f<\/strong><strong>lortaucipir<\/strong>.<\/p>\n<p>O ensaio cl\u00ednico<\/p>\n<p>Em estudo com 682 indiv\u00edduos dos Estados Unidos e do Canad\u00e1, <strong>o MK6240 identificou mais do que o dobro de casos positivos para a prote\u00edna tau<\/strong> entre pessoas saud\u00e1veis, de 50 a 89 anos e positivas para o ac\u00famulo da prote\u00edna beta-amiloide \u2014 tamb\u00e9m associada a <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/mente-saudavel\/ansiedade-estresse-e-cansaco-aumentam-o-risco-de-alzheimer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">maior risco de Alzheimer<\/a>. <\/p>\n<p>O MK6240 ajudou a identificar emaranhados de tau em 15% das pessoas escaneadas, enquanto o flortaucipir encontrou em apenas 6%.<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>Entre indiv\u00edduos com a cogni\u00e7\u00e3o j\u00e1 comprometida, o MK6240 permitiu observar o ac\u00famulo em 28% dos casos, j\u00e1 o flortaucipir facilitou a identifica\u00e7\u00e3o em 16% dos participantes.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o \u00e9 de um estudo conduzido pelo cons\u00f3rcio internacional HEAD Study,<strong> idealizado e coordenado por pesquisadores brasileiros<\/strong> que est\u00e3o trabalhando na Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados em maio no <a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/lancet\/article\/PIIS0140-6736(26)00417-4\/fulltext?utm_campaign=tlpr&amp;utm_medium=email&amp;_hsenc=p2ANqtz--rq5AM6_mTGAD4Ds7oUCmT-1AtVZvVFm_tTGGjNip04iJo4oYYTYzUvlc_gZL92P8LQeQKLaY1ZAyxF-zvZqNrsp7biqZ2lrhwcgM3EJuYLSRkPVY&amp;_hsmi=420128155&amp;utm_content=420128155&amp;utm_source=hs_email\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">peri\u00f3dico The Lancet<\/a>.<\/p>\n<p>Palavra de Especialista<\/p>\n<p>A seguir, leia a entrevista com o neurologista Tharick Pascoal, l\u00edder do estudo, e os coautores Bruna Bellaver, farmac\u00eautica, e Guilherme Povala, cientista da computa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>VEJA SA\u00daDE: O que os emaranhados de prote\u00edna tau no c\u00e9rebro dizem sobre o risco de Alzheimer? A pessoa ir\u00e1, necessariamente, ter dem\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/saude\/alzheimer-pode-comecar-silenciosamente-antes-dos-50-anos-aponta-estudo-veja-os-sinais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">doen\u00e7a de Alzheimer come\u00e7a silenciosamente<\/a> no c\u00e9rebro muitos anos antes dos primeiros esquecimentos.<\/p>\n<p>Hoje sabemos que duas prote\u00ednas anormais se acumulam ao longo desse processo: primeiro a beta-amiloide, que forma placas entre os neur\u00f4nios, e depois a prote\u00edna tau, que forma emaranhados dentro das c\u00e9lulas cerebrais.<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>A grande diferen\u00e7a entre essas duas prote\u00ednas est\u00e1 no impacto cl\u00ednico que elas causam. A beta-amiloide, que hoje tamb\u00e9m pode ser detectada por <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/em-estudo-exame-de-sangue-revela-sinais-de-alzheimer-decadas-antes-dos-sintomas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">exames de sangue<\/a>, pode permanecer acumulada no c\u00e9rebro por d\u00e9cadas sem provocar sintomas.<\/p>\n<p>J\u00e1 a prote\u00edna tau est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 les\u00e3o e morte dos neur\u00f4nios, sendo o principal motor biol\u00f3gico do decl\u00ednio cognitivo na doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p>\n<p>Em outras palavras, \u00e9 o espalhamento da tau pelo c\u00e9rebro que marca a transi\u00e7\u00e3o entre uma altera\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica silenciosa e o surgimento dos sintomas cl\u00ednicos da doen\u00e7a. <\/p>\n<p>Quanto maior a quantidade de tau e quanto mais regi\u00f5es cerebrais forem afetadas, maior tende a ser a perda de mem\u00f3ria, a dificuldade de racioc\u00ednio e a perda progressiva da independ\u00eancia funcional.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de tau detectada por exames de PET n\u00e3o significa que a dem\u00eancia aparecer\u00e1 de forma imediata. Mas quando a tau j\u00e1 est\u00e1 presente em quantidade significativa ou disseminada por v\u00e1rias <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/olhar-matematico-para-blindar-o-cerebro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">regi\u00f5es do c\u00e9rebro<\/a>, a deteriora\u00e7\u00e3o cognitiva nos anos subsequentes \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de tempo. <\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>Por isso, esse exame, diferentemente dos exames anteriores de amiloide, funciona como um verdadeiro definidor de progress\u00e3o da doen\u00e7a. <\/p>\n<p>A velocidade dessa progress\u00e3o varia entre os indiv\u00edduos e \u00e9 influenciada por fatores como escolaridade, reserva cognitiva, h\u00e1bitos de vida e presen\u00e7a de outras doen\u00e7as cerebrais. <\/p>\n<p>Ainda assim, a tau \u00e9 hoje considerada o biomarcador que melhor reflete a gravidade, a progress\u00e3o e o impacto cl\u00ednico da doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p>\n<p><strong>Hoje existe alguma forma de combater esses emaranhados?<\/strong><\/p>\n<p>Atualmente, ainda n\u00e3o existem medicamentos aprovados para uso cl\u00ednico capazes de remover diretamente os emaranhados de tau do c\u00e9rebro. <\/p>\n<p>No entanto, diversos estudos cl\u00ednicos randomizados em fases avan\u00e7adas j\u00e1 est\u00e3o em andamento testando terapias direcionadas especificamente \u00e0 prote\u00edna tau, considerada hoje um dos principais motores biol\u00f3gicos da <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/um-dia-vamos-prevenir-a-cascata-de-eventos-que-leva-ao-alzheimer-diz-nobel-de-medicina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">neurodegenera\u00e7\u00e3o<\/a> e da progress\u00e3o cl\u00ednica da doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p><strong>Esses exames de tomografia para identificar emaranhados em pessoas com a cogni\u00e7\u00e3o intacta tem indica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica? Tem algum grupo que deveria fazer esse tipo de investiga\u00e7\u00e3o fora de estudos?<\/strong><\/p>\n<p>No momento, a recomenda\u00e7\u00e3o cl\u00ednica para o uso de PET com tra\u00e7adores para prote\u00edna tau (tau PET) \u00e9 em pessoas que j\u00e1 apresentam sintomas cognitivos. <\/p>\n<p>Nesses casos, o exame pode ajudar m\u00e9dicos e pacientes a entender melhor se os sintomas est\u00e3o relacionados \u00e0 d<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/coluna\/com-a-palavra\/dia-do-alzheimer-avancos-tratamento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">oen\u00e7a de Alzheimer<\/a> e em que est\u00e1gio biol\u00f3gico a doen\u00e7a se encontra. <\/p>\n<p>O tau PET com tra\u00e7adores para prote\u00edna tau tamb\u00e9m pode ajudar a estimar o poss\u00edvel benef\u00edcio de <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/coluna\/futuro-do-diabete\/novo-remedio-contra-alzheimer-reforca-importancia-do-diagnostico-precoce\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">terapias antiamiloide<\/a> j\u00e1 dispon\u00edveis, uma vez que estudos cl\u00ednicos sugerem que pacientes em fases mais iniciais de deposi\u00e7\u00e3o de tau tendem a se beneficiar mais desses tratamentos do que aqueles em est\u00e1gios mais avan\u00e7ados.<\/p>\n<p>Para pessoas com cogni\u00e7\u00e3o normal, mesmo aquelas com maior risco gen\u00e9tico para Alzheimer, o uso de tau PET ainda n\u00e3o \u00e9 recomendado rotineiramente fora do contexto de pesquisa. Isso porque ainda n\u00e3o temos tratamentos aprovados especificamente para indiv\u00edduos assintom\u00e1ticos com risco aumentado. <\/p>\n<p>No futuro, se houver medicamentos aprovados para prevenir ou retardar a doen\u00e7a em pessoas cognitivamente intactas, mas com alto risco biol\u00f3gico, por exemplo, por predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica ou ac\u00famulo de beta-amiloide, o uso cl\u00ednico do tau PET poder\u00e1 se tornar mais amplo.<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p><strong>Como o MK6240 funciona? Por que ele revela mais emaranhados de tau do que o flortaucipir?<\/strong><\/p>\n<p>O MK6240 \u00e9 um marcador utilizado em exames de tomografia que se liga aos emaranhados de tau no c\u00e9rebro, permitindo que essas altera\u00e7\u00f5es sejam visualizadas por imagem.<\/p>\n<p>O alvo biol\u00f3gico do MK6240 \u00e9 semelhante ao de outros marcadores de tau PET, incluindo o flortaucipir. <\/p>\n<p>A principal diferen\u00e7a est\u00e1 na sua capacidade de se ligar com maior afinidade e sensibilidade \u00e0s <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/primeiro-exame-de-sangue-a-avaliar-risco-de-alzheimer-chega-ao-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">prote\u00ednas tau<\/a>, especialmente em fases muito iniciais do processo patol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Se imaginarmos a prote\u00edna tau como um metal e o radiotra\u00e7ador como um \u00edm\u00e3, podemos dizer que o MK6240 funciona como um \u00edm\u00e3 mais potente e mais preciso, capaz de detectar quantidades muito pequenas e ainda iniciais de tau no c\u00e9rebro.<\/p>\n<p> Isso permite visualizar altera\u00e7\u00f5es cerebrais em fases mais precoces da doen\u00e7a de Alzheimer, muitas vezes antes que exista comprometimento cognitivo significativo.<\/p>\n<p>Alzheimer: 14 fatores por tr\u00e1s da doen\u00e7a \u2014 e que podem ser evitados<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ler Resumo Introdu\u00e7\u00e3o Um novo f\u00e1rmaco, o MK6240, mostrou-se mais eficaz que o padr\u00e3o atual para detectar precocemente&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":439769,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[314,1128,6134,116,3083,32,33,117],"class_list":["post-439768","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-alzheimer","tag-diagnostico","tag-exames","tag-health","tag-medicamentos","tag-portugal","tag-pt","tag-saude"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116862014336250658","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/439768","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=439768"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/439768\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/439769"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=439768"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=439768"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=439768"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}