{"id":447914,"date":"2026-07-12T19:14:26","date_gmt":"2026-07-12T19:14:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/447914\/"},"modified":"2026-07-12T19:14:26","modified_gmt":"2026-07-12T19:14:26","slug":"medicas-explicam-quais-os-exames-de-cada-fase-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/447914\/","title":{"rendered":"M\u00e9dicas explicam quais os exames de cada fase da vida"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">Os exames ginecol\u00f3gicos desempenham um papel fundamental na preven\u00e7\u00e3o, no diagn\u00f3stico precoce e no acompanhamento da sa\u00fade da mulher em todas as fases da vida. Mais do que identificar doen\u00e7as, eles permitem detectar altera\u00e7\u00f5es antes mesmo do surgimento de sintomas, aumentando as chances de tratamento e contribuindo para uma melhor qualidade de vida.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com a m\u00e9dica ginecologista Rita de C\u00e1ssia de Almeida, os exames ginecol\u00f3gicos variam conforme a fase da vida da mulher, seu hist\u00f3rico de sa\u00fade e a presen\u00e7a de sintomas. \u201cQuanto mais velhos estivermos, maiores s\u00e3o as chances de termos doen\u00e7as ou complica\u00e7\u00f5es decorrentes delas. Al\u00e9m disso, a nossa gen\u00e9tica pode ser favor\u00e1vel ou desfavor\u00e1vel. Ent\u00e3o, se tivermos recorr\u00eancia de alguma doen\u00e7a na fam\u00edlia, temos que prestar aten\u00e7\u00e3o nisso e contar para o nosso m\u00e9dico. Nossos h\u00e1bitos alimentares, nossos v\u00edcios e o fato de fazermos atividade f\u00edsica ou n\u00e3o tamb\u00e9m influenciam na nossa sa\u00fade. Tudo conta\u201d, afirma.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\"  src=\"https:\/\/jornalsemanario.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-22.07.41-1024x682.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-203198\" style=\"width:402px;height:auto\" \/>Rita de C\u00e1ssia de Almeida, ginecologista<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ela, na adolesc\u00eancia e no in\u00edcio da vida adulta, antes dos 25 anos, a avalia\u00e7\u00e3o costuma incluir exames de sangue para verificar n\u00edveis de vitaminas, sais minerais, glicemia, colesterol, triglicer\u00eddeos e ferro, al\u00e9m da confirma\u00e7\u00e3o da imuniza\u00e7\u00e3o contra doen\u00e7as como hepatites e rub\u00e9ola. \u201cSe houver indica\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m ser\u00e1 realizado o exame citopatol\u00f3gico ou o teste de DNA para Papilomav\u00edrus Humano (HPV)\u201d, explica.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A especialista ressalta que, ap\u00f3s o in\u00edcio da vida sexual, tamb\u00e9m passam a fazer parte da rotina exames para infec\u00e7\u00f5es sexualmente transmiss\u00edveis, como s\u00edfilis e HIV. A partir dos 25 anos, al\u00e9m desses exames, a mulher deve realizar o exame citopatol\u00f3gico do colo do \u00fatero, conhecido como preventivo, ou o teste de DNA para HPV, conforme a indica\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para as mulheres que planejam engravidar, a investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 ampliada. \u201cAl\u00e9m dos exames de rotina, acrescentamos testes para citomegalovirose, toxoplasmose, avalia\u00e7\u00e3o da tireoide, tipagem sangu\u00ednea e fator Rh. Tamb\u00e9m solicitamos uma ecografia transvaginal para verificar se o \u00fatero est\u00e1 anatomicamente adequado para uma gesta\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Rita.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o avan\u00e7o da idade, novos exames passam a integrar o acompanhamento. A partir dos 40 anos, por exemplo, s\u00e3o indicadas a mamografia e a ecografia mam\u00e1ria, al\u00e9m de avalia\u00e7\u00f5es hormonais durante a perimenopausa e a menopausa. \u201cEntre os 45 e 50 anos, sugerimos que a paciente procure um coloproctologista para realizar a primeira colonoscopia. J\u00e1 por volta dos 65 anos, ou antes, quando houver indica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, solicitamos a densitometria \u00f3ssea\u201d, afirma.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ginecologista explica que o acompanhamento feminino \u00e9 cont\u00ednuo e vai sendo adaptado conforme as necessidades de cada paciente. \u201cExiste um roteiro de exames, mas ele pode ser modificado de acordo com a realidade cl\u00ednica de cada mulher\u201d, observa.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela tamb\u00e9m refor\u00e7a que os cuidados ginecol\u00f3gicos devem ser mantidos na terceira idade, independentemente da vida sexual. \u201cMuitas pacientes perguntam se ainda precisam consultar o ginecologista porque j\u00e1 est\u00e3o idosas ou n\u00e3o t\u00eam mais rela\u00e7\u00f5es sexuais. Minha resposta \u00e9 sempre a mesma: voc\u00eas devem continuar indo ao m\u00e9dico, independentemente da idade ou de terem ou n\u00e3o atividade sexual\u201d, menciona.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exames<\/strong><br \/>Segundo Rita, o exame Papanicolau ainda \u00e9 o mais utilizado para detectar c\u00e2ncer de colo uterino. \u201cPrecisamos dizer que existe o DNA para HPV que pode ser feito. Al\u00e9m disso, n\u00e3o devemos nos prender somente a uma regra padr\u00e3o. Temos que lembrar que a cl\u00ednica \u00e9 soberana, que cada paciente tem a sua hist\u00f3ria e que deve discutir isso com o seu m\u00e9dico\u201d, orienta.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Caroline Peixoto Bandeira, ginecologista e obstetra do Hospital Tacchini, um resultado alterado no exame preventivo n\u00e3o significa, necessariamente, que a paciente tenha c\u00e2ncer. Segundo ela, a altera\u00e7\u00e3o indica a necessidade de uma investiga\u00e7\u00e3o mais detalhada para identificar a causa e definir o acompanhamento adequado. \u201cComo tivemos recentemente uma grande altera\u00e7\u00e3o na forma de rastreamento, \u00e9 dif\u00edcil falar de condutas baseando-se somente no exame citopatol\u00f3gico. O primeiro passo \u00e9 consultar o ginecologista. Dependendo dos resultados, complementamos a investiga\u00e7\u00e3o com a colposcopia\u201d, explica.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"682\" height=\"1024\"  src=\"https:\/\/jornalsemanario.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/WhatsApp-Image-2026-07-03-at-11.40.30-682x1024.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-203200\" style=\"aspect-ratio:0.6660199312108651;width:232px;height:auto\" \/>Caroline Peixoto Bandeira, ginecologista e obstetra<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A m\u00e9dica esclarece que a colposcopia \u00e9 um exame que permite avaliar detalhadamente o colo do \u00fatero por meio de um equipamento chamado colposc\u00f3pio. Durante o procedimento, s\u00e3o aplicadas solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas que provocam altera\u00e7\u00f5es na colora\u00e7\u00e3o do tecido, facilitando a identifica\u00e7\u00e3o de les\u00f5es e a defini\u00e7\u00e3o dos locais mais adequados para a realiza\u00e7\u00e3o de bi\u00f3psias. \u201cEla \u00e9 indicada, obrigatoriamente, nos casos de exames citopatol\u00f3gicos com suspeita de les\u00e3o de alto grau, altera\u00e7\u00f5es nas c\u00e9lulas do colo do \u00fatero e tamb\u00e9m quando o teste molecular para HPV identificar os subtipos 16 e 18, que apresentam maior risco de evolu\u00e7\u00e3o para o c\u00e2ncer do colo do \u00fatero\u201d, ressalta.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Rita ressalta que a menopausa e o per\u00edodo p\u00f3s-menopausa exigem aten\u00e7\u00e3o especial, pois representam uma fase marcada por diversas mudan\u00e7as no organismo feminino, que podem afetar a qualidade de vida. Entre os sintomas mais comuns est\u00e3o ondas de calor, altera\u00e7\u00f5es no sono, irritabilidade, dores articulares, secura vaginal, infec\u00e7\u00f5es urin\u00e1rias, perda de urina e mudan\u00e7as corporais. \u201cEnt\u00e3o, a mulher deve estar com sua consulta ginecol\u00f3gica e exames em dia, para poder tratar e ter uma vida melhor, com menos aspectos desagrad\u00e1veis. Al\u00e9m disso, as mulheres precisam dar-se o direito de se tratarem, de procurarem o melhor para si e n\u00f3s, na ginecologia, conseguimos dar qualidade de vida para estas mulheres, atrav\u00e9s da hormonioterapia, das tecnologias como laser, ultrassom microfocado, eletropora\u00e7\u00e3o, bioestimuladores, preenchedores e outros\u201d, afirma.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\">HPV, vacina\u00e7\u00e3o e acompanhamento podem ajudar a reduzir os riscos de doen\u00e7as<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caroline Peixoto Bandeira, ginecologista e obstetra do Hospital Tacchini, explica que o HPV \u00e9 um v\u00edrus extremamente prevalente na popula\u00e7\u00e3o. Estima-se que cerca de 80% das pessoas ter\u00e3o contato com o v\u00edrus em algum momento da vida. Embora, na maioria dos casos, a infec\u00e7\u00e3o seja eliminada naturalmente pelo organismo, alguns subtipos apresentam maior potencial de causar les\u00f5es que podem evoluir para o c\u00e2ncer do colo do \u00fatero. \u201cInfelizmente, o HPV est\u00e1 associado a mais de 90% dos casos de c\u00e2ncer do colo do \u00fatero como agente causador. \u00c9 importante entender que, apesar de ser um v\u00edrus sexualmente transmiss\u00edvel, a presen\u00e7a do HPV n\u00e3o significa promiscuidade, infidelidade ou falta de higiene. O v\u00edrus pode permanecer incubado por anos, o que impede identificar quando ocorreu a transmiss\u00e3o ou por quem ela aconteceu\u201d, explica a ginecologista.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Les\u00f5es<\/strong><br \/>Ela explica que as altera\u00e7\u00f5es no colo do \u00fatero s\u00e3o classificadas em dois segmentos, como: baixo grau e alto grau. \u201cAs les\u00f5es de Baixo Grau s\u00e3o com baixa probabilidade de evolu\u00e7\u00e3o para algo mais grave, como c\u00e2ncer de colo. S\u00e3o les\u00f5es que resolvem espontaneamente em at\u00e9 dois anos na maioria das pacientes, e devido a isso, o tratamento conservador \u00e9 preferencial. J\u00e1 as de Alto Grau apresentam uma probabilidade maior de evolu\u00e7\u00e3o para c\u00e2ncer de colo do \u00fatero, devendo ser tratadas cirurgicamente para a sua resolu\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Caroline.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, ela explica que, entre a infec\u00e7\u00e3o pelo HPV e o desenvolvimento de uma les\u00e3o que possa evoluir para o c\u00e2ncer do colo do \u00fatero, o tempo m\u00e9dio estimado \u00e9 de sete a dez anos. Segundo ela, esse intervalo refor\u00e7a a import\u00e2ncia da realiza\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica dos exames preventivos. \u201cO acompanhamento regular permite justamente a identifica\u00e7\u00e3o precoce dessas altera\u00e7\u00f5es e o tratamento adequado em tempo h\u00e1bil, aumentando as chances de resolu\u00e7\u00e3o e reduzindo os impactos na sa\u00fade reprodutiva e na qualidade de vida sexual da mulher\u201d, esclarece.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Consultas<\/strong><br \/>Rita de C\u00e1ssia de Almeida, m\u00e9dica ginecologista, ressalta que a consulta com o ginecologista n\u00e3o deve ocorrer apenas de forma preventiva, mas tamb\u00e9m sempre que a mulher apresentar sinais ou sintomas que possam indicar alguma altera\u00e7\u00e3o na sa\u00fade. Segundo a especialista, \u00e9 importante procurar atendimento antecipadamente em casos de dor p\u00e9lvica, sangramento fora do per\u00edodo menstrual, corrimento acompanhado de dor, odor ou coceira, sintomas de infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria, percep\u00e7\u00e3o de n\u00f3dulos nas mamas, sinais da menopausa, perda involunt\u00e1ria de urina, al\u00e9m de dor ou sangramento durante as rela\u00e7\u00f5es sexuais.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ginecologista refor\u00e7a que adiar as consultas de rotina pode comprometer o diagn\u00f3stico precoce de doen\u00e7as e dificultar o tratamento de problemas que, inicialmente, poderiam ser resolvidos de forma simples. \u201cToda vez que voc\u00ea deixa de fazer a sua consulta de rotina, corre o risco de n\u00e3o identificar ou tratar uma condi\u00e7\u00e3o que, com o passar do tempo, pode se tornar mais grave. A ci\u00eancia, a medicina e os estudos j\u00e1 estabeleceram qual deve ser a rotina de consultas e exames. Sempre que voc\u00ea adia esse acompanhamento, pode estar se expondo a riscos desnecess\u00e1rios\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vacina\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>Caroline refor\u00e7a a import\u00e2ncia da vacina\u00e7\u00e3o contra o HPV, dispon\u00edvel gratuitamente pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) desde 2014. \u201cEstudos populacionais mostram que a vacina\u00e7\u00e3o antes dos 17 anos est\u00e1 associada a uma redu\u00e7\u00e3o de 88% no risco de c\u00e2ncer cervical invasivo, em compara\u00e7\u00e3o com mulheres n\u00e3o vacinadas\u201d, afirma.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mensagem<\/strong><br \/>Ao final da entrevista, Rita refor\u00e7a a import\u00e2ncia de confiar na medicina preventiva e de manter o acompanhamento ginecol\u00f3gico ao longo da vida. \u201cAcredite na medicina. Muitas pessoas estudaram durante s\u00e9culos para chegarmos ao conhecimento que temos hoje. Os protocolos de exames existem e cada um deles tem um motivo para ser realizado daquela forma. Principalmente, escolha um m\u00e9dico em quem voc\u00ea confia para cuidar da sua sa\u00fade, pois ela \u00e9 o seu bem mais precioso. N\u00e3o adianta ter um carro bonito, uma casa maravilhosa, roupas da moda ou fazer viagens incr\u00edveis se voc\u00ea n\u00e3o tiver sa\u00fade. Pense nisso e tenha a certeza de que cuidar da sua sa\u00fade continua sendo o melhor investimento\u201d, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Os exames ginecol\u00f3gicos desempenham um papel fundamental na preven\u00e7\u00e3o, no diagn\u00f3stico precoce e no acompanhamento da sa\u00fade da&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":447915,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[20300,11078,116,32,33,117],"class_list":["post-447914","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-bento-goncalves","tag-ginecologista","tag-health","tag-portugal","tag-pt","tag-saude"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116908607002515131","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/447914","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=447914"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/447914\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/447915"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=447914"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=447914"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=447914"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}