{"id":45586,"date":"2025-08-26T10:09:11","date_gmt":"2025-08-26T10:09:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/45586\/"},"modified":"2025-08-26T10:09:11","modified_gmt":"2025-08-26T10:09:11","slug":"doutora-natureza-ajuda-no-tratamento-de-quem-sofre-de-dores-cronicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/45586\/","title":{"rendered":"&#8216;Doutora&#8217; natureza ajuda no tratamento de quem sofre de dores cr\u00f4nicas"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Pessoas que sofrem com dores cr\u00f4nicas e j\u00e1 se submeteram a diversos tratamentos descobriram que, quando expostas a determinados ambientes da natureza, sentiam al\u00edvio quase que imediato. A descoberta foi feita por cientistas da Universidade de Exeter, no Reino Unido, que publicaram um artigo no peri\u00f3dico cient\u00edfico Pain sobre essa revela\u00e7\u00e3o. Houve efeitos positivos, inclusive, quando ocorria a imers\u00e3o em cenas de realidade virtual (RV). A experi\u00eancia foi feita com pacientes que assistiram a filmes imersivos de 360 graus.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Leia mais:<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\"><strong><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/08\/7232010-lombalgia-qualidade-muscular-reduz-o-desconforto.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Lombalgia: qualidade muscular reduz o desconforto<\/a><\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\"><strong><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/08\/7232735-vasos-sanitarios-de-avioes-sao-verdadeiros-criadouros-de-superbacterias.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Vasos sanit\u00e1rios de avi\u00f5es s\u00e3o verdadeiros criadouros de superbact\u00e9rias<\/a><\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Temos observado um crescente conjunto de evid\u00eancias mostrando que a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s imagens da natureza pode ajudar a reduzir a dor de curto prazo e do dia a dia&#8221;, afirmou. &#8220;Mas nem todos conseguem sair para caminhadas na natureza, especialmente aqueles que vivem com problemas de sa\u00fade de longo prazo, como dor cr\u00f4nica&#8221;, afirmou Sam Hughes, professor senior de neurologia da dor na Universidade de Exeter, que liderou o estudo.<\/p>\n<p class=\"texto\">Pela primeira vez, uma equipe de pesquisadores observa pacientes com queixas de dores cr\u00f4nicas em exposi\u00e7\u00e3o prolongada, segundo Hughes. De acordo com o especialista, os resultados sugerem que experi\u00eancias imersivas na natureza podem reduzir o desenvolvimento da sensibilidade \u00e0 dor por meio por uma sensa\u00e7\u00e3o aprimorada de presen\u00e7a e do aproveitamento dos sistemas de supress\u00e3o da dor intr\u00ednsecos ao c\u00e9rebro.&#8217;<\/p>\n<p>Experi\u00eancia<\/p>\n<p class=\"texto\">A dor cr\u00f4nica (de longa dura\u00e7\u00e3o) geralmente dura mais de tr\u00eas meses e \u00e9 particularmente dif\u00edcil de tratar. Os pesquisadores simularam esse tipo de dor em participantes saud\u00e1veis, descobrindo que as imagens observadas via realidade virtual tiveram efeitos semelhantes aos de analg\u00e9sicos, inclusive, resistindo cinco minutos ap\u00f3s a experi\u00eancia. O estudo envolveu 29 participantes saud\u00e1veis que assistiram a dois tipos de cenas, depois receberem choques el\u00e9tricos estimulando dor no antebra\u00e7o.<\/p>\n<p class=\"texto\">Foram realizadas tr\u00eas etapas de experi\u00eancia. Numa, os pacientes tiveram a dor verificada por 50 minutos ap\u00f3s os choques el\u00e9tricos e mostraram como os participantes saud\u00e1veis desenvolveram sensibilidade a est\u00edmulos agudos na aus\u00eancia de cenas da natureza. Os resultados mostraram que os participantes desenvolveram um tipo de sensibilidade muito semelhante \u00e0 observada em pessoas que convivem com dor nevr\u00e1lgica \u2014 quando ocorrem altera\u00e7\u00f5es na forma como os sinais de dor s\u00e3o processados no c\u00e9rebro e na medula espinhal.<\/p>\n<p class=\"texto\">Em outra fase da pesquisa, os pacientes ficaram por 45 minutos submetidos \u00e0s imagens das cachoeiras do Oregon em cenas de realidade virtual a 360 graus. O cen\u00e1rio foi especialmente escolhido para maximizar os efeitos terap\u00eauticos. Havia uma tela 2D. Na terceira etapa, os participantes foram submetidos a exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral no Centro de Neuroimagem Mireille Gillings da Universidade de Exeter, quando receberam um gel frio para para terem a sensa\u00e7\u00e3o de um tipo de dor cont\u00ednua.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os pesquisadores descobriram que, quanto mais presente a pessoa se sentia durante a experi\u00eancia de realidade virtual, mais intenso era o efeito analg\u00e9sico. As imagens cerebrais de fMRI tamb\u00e9m revelaram que pessoas com maior conectividade em regi\u00f5es cerebrais envolvidas na modula\u00e7\u00e3o das respostas \u00e0 dor sentiam menos dor. Os resultados sugerem que cenas da natureza podem ajudar a mudar a forma como os sinais de dor s\u00e3o transmitidos no c\u00e9rebro e na medula espinhal durante condi\u00e7\u00f5es de dor prolongada.<\/p>\n<p class=\"texto\">Sonia Medina, da Faculdade de Medicina da Universidade de Exeter e uma das autoras do estudo, est\u00e1 confiante nos avan\u00e7os nos tratamentos a partir das revela\u00e7\u00f5es dessa pesquisa que fez parte. &#8220;Esperamos que nosso estudo leve a mais pesquisas para investigar mais a fundo como a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 natureza afeta nossas respostas \u00e0 dor, para que um dia possamos ver cenas da natureza incorporadas a maneiras de reduzir a dor de pessoas em ambientes como casas de repouso ou hospitais.&#8221;<\/p>\n<p>Com a palavra, o especialista<\/p>\n<p class=\"texto\">O ambiente pode ajudar no relaxamento do paciente trazendo uma sensa\u00e7\u00e3o prazerosa por promover uma sensa\u00e7\u00e3o agrad\u00e1vel no c\u00e9rebro que funciona modulando e diminuindo a percep\u00e7\u00e3o da dor, no chamado efeito &#8220;placebo&#8221;. Por outro lado, ambientes com aspecto assustador ou com gritos ou verbaliza\u00e7\u00f5es de dor, como alguns ambientes hospitalares (recep\u00e7\u00e3o de consult\u00f3rios, UTI, maternidades, entre outros) pode exercer o efeito &#8220;nocebo&#8221;. O tratamento depende da causa da dor e do tipo da dor, se for uma dor neurop\u00e1tica, nociceptiva ou nocipl\u00e1stica e tamb\u00e9m das comorbidades envolvidas, como depress\u00e3o, ansiedade, depress\u00e3o, etc. H\u00e1, ainda, casos que demandam procedimentos invasivos como bloqueios e at\u00e9 cirurgia, como tamb\u00e9m complementos de procedimentos n\u00e3o invasivos como fisioterapia, acupuntura, exerc\u00edcios f\u00edsicos al\u00e9m dos tradicionais tratamentos farmacol\u00f3gicos com antinflamat\u00f3rios, coadjuvantes e opi\u00f3ides, entre outros.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Fabio Leite, coordenador da psiquiatria do Hospital Anchieta e especialista em dor, sono e psiquiatria geri\u00e1trica<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0Perguntas para\u00a0<strong>Bernardo Cunha, m\u00e9dico reumatologista, doutor em ci\u00eancias m\u00e9dicas e professor de medicina do Unieuro<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Quais s\u00e3o os tratamentos prescritos hoje para quem sofre de dores cr\u00f4nicas?<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">O principal tratamento para dor cr\u00f4nica musculoesquel\u00e9tica \u00e9 o exerc\u00edcio f\u00edsico. Estudos mostram consistentemente os efeitos redutores de dor, em pacientes que praticam regularmente exerc\u00edcios, principalmente aer\u00f3bicos, mas tamb\u00e9m de for\u00e7a e flexibilidade. Al\u00e9m disso, terapias corpo-mente, como a terapia cognitivo-comportamental, tai chi ou ioga t\u00eam evid\u00eancias de benef\u00edcios na redu\u00e7\u00e3o da dor destes pacientes. Os medicamentos devem ser usados somente em alguns contextos, devido \u00e0 sua efic\u00e1cia limitada e potenciais efeitos adversos. Terapias experimentais como o canabidiol deveriam ser prescritas somente em contexto de estudos cl\u00ednicos ou de tratamento compassivo. O foco principal do tratamento da dor cr\u00f4nica deve ser restaurar a funcionalidade, uma vez que n\u00e3o se consegue curar a dor na maioria dos casos de dor cr\u00f4nica n\u00e3o cancer\u00edgena.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Pela sua pr\u00e1tica, esse tipo de experi\u00eancia, narrada no\u00a0estudo, \u00e9 vi\u00e1vel?<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Felizmente existem ONGs como o Tempo de Plantar, que motivam a popula\u00e7\u00e3o a plantar mudas em suas localidades de moradia. Por outro lado, muitos pacientes oriundos de regi\u00f5es mais favorecidas n\u00e3o t\u00eam culturalmente o h\u00e1bito de frequentar parques naturais. Somado a isso, muitos t\u00eam cinesiofobia, ou seja, medo de se movimentar e causar dor. Nestes casos, um acompanhamento psicol\u00f3gico \u00e9 necess\u00e1rio para encorajar o paciente a se movimentar. Pacientes de muitas regi\u00f5es do DF n\u00e3o t\u00eam acesso a ambientes com natureza em suas regi\u00f5es administrativas ou t\u00eam dificuldade de acesso a elas.\u00a0<\/p>\n<p>Idosos que se desafiam vencem a solid\u00e3o<\/p>\n<p class=\"texto\">Em dois novos estudos, pesquisadores descobriram que adultos mais velhos que se desafiam a aprender coisas novas t\u00eam menos probabilidade de sentir solid\u00e3o ou depress\u00e3o, mesmo em per\u00edodos de grande turbul\u00eancia. A pesquisa da UC Riverside encontra uma conex\u00e3o entre o aprendizado cont\u00ednuo de habilidades e a melhora da sa\u00fade mental durante os primeiros anos da pandemia de covid-19. Publicadas na PLOS Mental Health, as revela\u00e7\u00f5es ressaltam o valor a longo prazo do engajamento cognitivo para idosos e a prepara\u00e7\u00e3o para mudan\u00e7as inesperadas.<\/p>\n<p class=\"texto\">Os resultados inclu\u00edram n\u00edveis de depress\u00e3o, solid\u00e3o e bem-estar geral. Os estudos tamb\u00e9m pediram aos participantes que avaliassem a pr\u00f3pria mem\u00f3ria, foco e capacidade de tomada de decis\u00f5es di\u00e1rias. Os pesquisadores descobriram que os benef\u00edcios do aprendizado n\u00e3o foram imediatos. Os participantes relataram maior resili\u00eancia a estressores externos do que seus pares que n\u00e3o haviam dedicado tempo a aprender coisas novas.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Aprender pode ser dif\u00edcil e desconfort\u00e1vel no curto prazo. Mas esse desconforto de curto prazo, na verdade, nos protege a longo prazo&#8221;, disse Rachel Wu, psic\u00f3loga da UCR e autora do estudo.<\/p>\n<p class=\"texto\">O trabalho, publicado em dois estudos, analisou como pessoas de diferentes idades se adaptaram \u00e0 pandemia. O primeiro estudo incluiu dois grupos: um com participantes com 19 anos ou mais e outro com adultos com 50 anos ou mais. Os idosos participaram de um programa de interven\u00e7\u00e3o de aprendizagem precoce, projetado para aumentar o desejo e a capacidade de aprender habilidades desconhecidas.<\/p>\n<p class=\"texto\">Em ambos os casos, os participantes relataram o quanto aprenderam durante a pandemia e como seu bem-estar mudou ao longo de um ano. Lilian Azer, autora principal do artigo, disse que os resultados mostram um padr\u00e3o consistente. &#8220;Pessoas que estavam aprendendo ativamente se sa\u00edram melhor em termos de resultados de sa\u00fade mental, especialmente adultos mais velhos que, de outra forma, poderiam ter sido mais vulner\u00e1veis ao isolamento e ao estresse&#8221;, disse.<\/p>\n<p class=\"texto\">De acordo com a teoria da seletividade socioemocional, as pessoas tendem a priorizar a satisfa\u00e7\u00e3o emocional \u00e0 medida que envelhecem, buscando alegria e evitando conflitos. Wu reconhece o valor dessa abordagem \u00e0 vida, mas acredita que ela tem um custo se priorizarmos apenas a felicidade de curto prazo.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Aprender novas habilidades \u00e9 frustrante no come\u00e7o, principalmente se voc\u00ea n\u00e3o faz isso h\u00e1 algum tempo&#8221;, disse a pesquisadora. &#8220;Mas se fizermos apenas o que nos faz sentir bem no momento, podemos estar abrindo m\u00e3o da capacidade de nos adaptar quando a vida nos reserva algo grandioso.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">A cientista disse que espera que as descobertas inspirem interven\u00e7\u00f5es mais direcionadas para idosos, especialmente aqueles com poucos recursos ou com dificuldades cognitivas. A pesquisa tamb\u00e9m tem implica\u00e7\u00f5es para a sa\u00fade p\u00fablica e as pol\u00edticas de envelhecimento. O aprendizado cont\u00ednuo, diz ela, pode ser t\u00e3o vital para a independ\u00eancia quanto a sa\u00fade f\u00edsica. &#8220;Voc\u00ea n\u00e3o quer esperar at\u00e9 ter que aprender algo em uma crise&#8221;, ressaltou Wu. &#8220;Busque desafios. Continue crescendo. \u00c9 assim que voc\u00ea se mant\u00e9m pronto.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Bernardo Cunha, m\u00e9dico reumatologista, doutor em ci\u00eancias m\u00e9dicas e professor de medicina do Unieuro&#13;<\/p>\n<p class=\"texto\">Quais s\u00e3o os tratamentos prescritos hoje para quem sofre de dores cr\u00f4nicas?<\/p>\n<p class=\"texto\">O principal tratamento para dor cr\u00f4nica musculoesquel\u00e9tica \u00e9 o exerc\u00edcio f\u00edsico. Estudos mostram consistentemente os efeitos redutores de dor, em pacientes que praticam regularmente exerc\u00edcios, principalmente aer\u00f3bicos, mas tamb\u00e9m de for\u00e7a e flexibilidade. Al\u00e9m disso, terapias corpo-mente, como a terapia cognitivo-comportamental, tai chi ou ioga t\u00eam evid\u00eancias de benef\u00edcios na redu\u00e7\u00e3o da dor destes pacientes. Os medicamentos devem ser usados somente em alguns contextos, devido \u00e0 sua efic\u00e1cia limitada e potenciais efeitos adversos. Terapias experimentais como o canabidiol deveriam ser prescritas somente em contexto de estudos cl\u00ednicos ou de tratamento compassivo. O foco principal do tratamento da dor cr\u00f4nica deve ser restaurar a funcionalidade, uma vez que n\u00e3o se consegue curar a dor na maioria dos casos de dor cr\u00f4nica n\u00e3o cancer\u00edgena.<\/p>\n<p class=\"texto\">Pela sua pr\u00e1tica, esse tipo de experi\u00eancia, narrada no <br \/>estudo, \u00e9 vi\u00e1vel?<\/p>\n<p class=\"texto\">Felizmente existem ONGs como o Tempo de Plantar, que motivam a popula\u00e7\u00e3o a plantar mudas em suas localidades de moradia. Por outro lado, muitos pacientes oriundos de regi\u00f5es mais favorecidas n\u00e3o t\u00eam culturalmente o h\u00e1bito de frequentar parques naturais. Somado a isso, muitos t\u00eam cinesiofobia, ou seja, medo de se movimentar e causar dor. Nestes casos, um acompanhamento psicol\u00f3gico \u00e9 necess\u00e1rio para encorajar o paciente a se movimentar. Pacientes de muitas regi\u00f5es do DF n\u00e3o t\u00eam acesso a ambientes com natureza em suas regi\u00f5es administrativas ou t\u00eam dificuldade de acesso a elas. (RG)<\/p>\n<p>Cada caso,<br \/>\numa situa\u00e7\u00e3o&#13;<\/p>\n<p class=\"texto\">O ambiente pode ajudar no relaxamento do paciente trazendo uma sensa\u00e7\u00e3o prazerosa por promover uma sensa\u00e7\u00e3o agrad\u00e1vel no c\u00e9rebro que funciona modulando e diminuindo a percep\u00e7\u00e3o da dor, no chamado efeito &#8220;placebo&#8221;. Por outro lado, ambientes com aspecto assustador ou com gritos ou verbaliza\u00e7\u00f5es de dor, como alguns ambientes hospitalares (recep\u00e7\u00e3o de consult\u00f3rios, UTI, maternidades, entre outros) pode exercer o efeito &#8220;nocebo&#8221;. O tratamento depende da causa da dor e do tipo da dor, se for uma dor neurop\u00e1tica, nociceptiva ou nocipl\u00e1stica e tamb\u00e9m das comorbidades envolvidas, como depress\u00e3o, ansiedade, depress\u00e3o, etc. H\u00e1, ainda, casos que demandam procedimentos invasivos como bloqueios e at\u00e9 cirurgia, como tamb\u00e9m complementos de procedimentos n\u00e3o invasivos como fisioterapia, acupuntura, exerc\u00edcios f\u00edsicos al\u00e9m dos tradicionais tratamentos farmacol\u00f3gicos com antinflamat\u00f3rios, coadjuvantes e opi\u00f3ides, entre outros.<\/p>\n<p class=\"texto\">Fabio Leite, coordenador da psiquiatria do Hospital Anchieta e especialista em dor, sono e psiquiatria geri\u00e1trica<\/p>\n<p>                            <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/renata-giraldi\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1708978124656-35197155.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/renata-giraldi\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1708978124656-35197155.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Pessoas que sofrem com dores cr\u00f4nicas e j\u00e1 se submeteram a diversos tratamentos descobriram que, quando expostas a&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":45587,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[9968,116,1208,32,33,117],"class_list":{"0":"post-45586","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-dor-cronica","9":"tag-health","10":"tag-medicina","11":"tag-portugal","12":"tag-pt","13":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45586","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45586"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45586\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45587"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45586"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45586"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45586"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}