{"id":463961,"date":"2026-07-27T12:16:18","date_gmt":"2026-07-27T12:16:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/463961\/"},"modified":"2026-07-27T12:16:18","modified_gmt":"2026-07-27T12:16:18","slug":"o-sucesso-de-um-phev-resulta-da-combinacao-entre-tecnologia-e-utilizacao-entrevista-a-marilia-machado-dos-santos-diretora-geral-da-audi-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/463961\/","title":{"rendered":"&#8220;O sucesso de um PHEV resulta da combina\u00e7\u00e3o entre tecnologia e utiliza\u00e7\u00e3o&#8221;. Entrevista a Mar\u00edlia Machado dos Santos, diretora-geral da Audi Portugal"},"content":{"rendered":"<p>A eletrifica\u00e7\u00e3o das frotas acelera a bom ritmo, mas nem todas as empresas se regem pela mesma batuta, uma vez que nem todas partilham das mesmas necessidades. Neste contexto, os h\u00edbridos plug-in (PHEV) continuam a desempenhar um papel fundamental no canal B2B, sobretudo em organiza\u00e7\u00f5es que procuram simultaneamente equilibrar benef\u00edcios fiscais, flexibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o e custos mais reduzidos.<\/p>\n<p>Para a Audi, os PHEV s\u00e3o uma solu\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica dentro da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, especialmente num per\u00edodo em que a tecnologia evolui a um ritmo acelerado e as autonomias el\u00e9tricas destes modelos j\u00e1 permitem uma utiliza\u00e7\u00e3o di\u00e1ria mais pr\u00f3xima daquela proporcionada por um 100% el\u00e9trico.<\/p>\n<p>Qual o papel dos PHEV nas empresas? Qual a import\u00e2ncia do TCO real nas decis\u00f5es de frota e de que forma os desafios da mudan\u00e7a de h\u00e1bitos e o impacto da digitaliza\u00e7\u00e3o podem ter na gest\u00e3o de carros de empresa num futuro pr\u00f3ximo? Para <a href=\"https:\/\/fleetmagazine.pt\/siva-novos-diretores\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">a nova diretora-geral da Audi no nosso pa\u00eds<\/a>, a eletrifica\u00e7\u00e3o das empresas exige uma abordagem estrat\u00e9gica e menos centrada na mera substitui\u00e7\u00e3o de viaturas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-79081\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Marilia-Machado-dos-Santos_AUDI_MN_IMG_7328-copy.jpg\" alt=\"\" width=\"870\" height=\"683\"  \/><\/p>\n<p><strong>Durante algum tempo, podia pensar-se que os PHEV eram apenas uma tecnologia de transi\u00e7\u00e3o. Atualmente, ganham cada vez mais peso nas empresas, dado os seus benef\u00edcios fiscais e mais autonomia. Qual \u00e9, afinal, o papel dos PHEV na estrat\u00e9gia de eletrifica\u00e7\u00e3o da Audi, mais concretamente em Portugal?<\/strong><\/p>\n<p>Os h\u00edbrido plug-in t\u00eam hoje um papel muito relevante na estrat\u00e9gia de eletrifica\u00e7\u00e3o da Audi. Mais do que uma tecnologia de transi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o uma solu\u00e7\u00e3o muito equilibrada para clientes que procuram combinar condu\u00e7\u00e3o el\u00e9trica no dia-a-dia com flexibilidade para viagens mais longas. Em Portugal, temos assistido a um interesse crescente por parte das empresas, impulsionado n\u00e3o s\u00f3 pelos benef\u00edcios fiscais, mas tamb\u00e9m pela evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica destes modelos, que oferecem autonomias el\u00e9tricas cada vez mais relevantes. Para a Audi, os PHEV s\u00e3o uma forma de nos adaptarmos ao mercado atual, tornando a transi\u00e7\u00e3o para a mobilidade el\u00e9trica mais acess\u00edvel e ajustada \u00e0s diferentes necessidades dos clientes.<\/p>\n<p><strong>As empresas est\u00e3o mais dispon\u00edveis para adotar um PHEV numa frota do que um 100% el\u00e9trico (BEV)? O que \u00e9 que ainda trava esta passagem direta para BEV?<\/strong><\/p>\n<p>Muitas empresas continuam a ver os PHEV como uma solu\u00e7\u00e3o interm\u00e9dia bastante equilibrada, sobretudo pela flexibilidade que oferecem em diferentes tipos de utiliza\u00e7\u00e3o. Ainda assim, sentimos uma evolu\u00e7\u00e3o muito positiva na ado\u00e7\u00e3o dos BEV, impulsionada pela crescente maturidade da tecnologia, pelo aumento da autonomia e pela expans\u00e3o da infraestrutura de carregamento. Na realidade, n\u00e3o existe uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica para todos os clientes. Existem diferentes perfis de utiliza\u00e7\u00e3o, diferentes ritmos de transi\u00e7\u00e3o e necessidades distintas dentro das pr\u00f3prias frotas. O mais importante \u00e9 conseguir oferecer uma solu\u00e7\u00e3o adaptada a cada cliente, seja ela PHEV ou BEV, acompanhando esta transforma\u00e7\u00e3o de forma progressiva e sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 alguns segmentos ou perfis de utiliza\u00e7\u00e3o onde o PHEV continue a ser a solu\u00e7\u00e3o mais racional para uma frota?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, sobretudo em perfis de utiliza\u00e7\u00e3o mais vers\u00e1teis, onde existe uma combina\u00e7\u00e3o frequente entre percursos urbanos di\u00e1rios e viagens longas. Nestes casos, os PHEV podem representar uma solu\u00e7\u00e3o muito completa, permitindo uma utiliza\u00e7\u00e3o maioritariamente el\u00e9trica no dia a dia, sem comprometer a flexibilidade necess\u00e1ria para desloca\u00e7\u00f5es de maior dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>A fiscalidade, conforme atr\u00e1s referido, continua a ser o grande motor da ado\u00e7\u00e3o de PHEV nas empresas, ou o argumento j\u00e1 come\u00e7ou a deslocar-se para o TCO real?<\/strong><\/p>\n<p>A fiscalidade continua naturalmente a ter um peso importante em decis\u00f5es empresariais, sobretudo no contexto das frotas. No entanto, existe hoje uma preocupa\u00e7\u00e3o crescente com o TCO real da viatura, onde entram fatores como os consumos, custos de utiliza\u00e7\u00e3o, efici\u00eancia energ\u00e9tica e valor residual. Hoje, as empresas est\u00e3o mais informadas e procuram solu\u00e7\u00f5es que conciliem benef\u00edcio fiscal com efici\u00eancia operacional e adequa\u00e7\u00e3o ao perfil de utiliza\u00e7\u00e3o da frota.<\/p>\n<p><strong>O PHEV estar\u00e1 a ser olhado pelas empresas como uma solu\u00e7\u00e3o mais financeira e menos tecnol\u00f3gica. Isso preocupa a Audi?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o necessariamente. \u00c9 natural que as empresas analisem este tema tamb\u00e9m numa perspetiva financeira, sobretudo num contexto de gest\u00e3o eficiente de custos de frota. Mas sentimos que a decis\u00e3o est\u00e1 cada vez mais associada a uma vis\u00e3o global da mobilidade, que inclui efici\u00eancia, flexibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e experi\u00eancia de condu\u00e7\u00e3o. Os atuais PHEV oferecem j\u00e1 um n\u00edvel tecnol\u00f3gico muito evolu\u00eddo e permitem a muitos clientes dar um passo consistente na eletrifica\u00e7\u00e3o, de forma ajustada \u00e0s suas necessidades reais.<\/p>\n<p><strong>Um PHEV s\u00f3 faz sentido se for carregado regularmente. As empresas est\u00e3o realmente a utilizar este tipo de motoriza\u00e7\u00e3o da forma correta? T\u00eam exemplos de clientes vossos que possam partilhar?<\/strong><\/p>\n<p>Existe hoje uma maior consci\u00eancia por parte das empresas e dos utilizadores sobre a import\u00e2ncia de tirar o m\u00e1ximo partido da componente el\u00e9trica dos PHEV. Naturalmente, quanto mais regular for o carregamento, maior ser\u00e1 a efici\u00eancia e os benef\u00edcios da utiliza\u00e7\u00e3o deste tipo de motoriza\u00e7\u00e3o. Temos v\u00e1rios clientes empresariais que j\u00e1 integraram os PHEV de forma muito eficaz nas suas frotas, sobretudo em perfis de utiliza\u00e7\u00e3o urbana ou mista, onde conseguem realizar grande parte das desloca\u00e7\u00f5es di\u00e1rias em modo 100% el\u00e9trico. No entanto, mais do que casos espec\u00edficos, sentimos uma evolu\u00e7\u00e3o clara na forma como as empresas encaram e utilizam este tipo de tecnologia.<\/p>\n<p><strong>Existe o risco de algumas frotas estarem a usar os PHEV apenas como carros a combust\u00e3o com benef\u00edcio fiscal?<\/strong><\/p>\n<p>Mais do que falar de risco, diria que o verdadeiro potencial dos PHEV \u00e9 maximizado quando existe uma utiliza\u00e7\u00e3o alinhada com as caracter\u00edsticas da tecnologia. Quando carregados regularmente, permitem ganhos muito relevantes em termos de efici\u00eancia, consumos e redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es. Atualmente, sentimos que as empresas est\u00e3o mais conscientes disso e mais preparadas para integrar estas motoriza\u00e7\u00f5es de forma eficiente nas suas pol\u00edticas de mobilidade, adequando-as aos perfis de utiliza\u00e7\u00e3o certos.<\/p>\n<p><strong>O sucesso de um PHEV depende mais da tecnologia do carro ou do comportamento do condutor?<\/strong><\/p>\n<p>O sucesso de um PHEV resulta, acima de tudo, da combina\u00e7\u00e3o entre tecnologia e utiliza\u00e7\u00e3o. A tecnologia tem evolu\u00eddo de forma muito significativa, com autonomias el\u00e9tricas mais elevadas e sistemas cada vez mais eficientes e intuitivos. Contudo, o comportamento do utilizador continua a ser determinante, sobretudo na regularidade do carregamento e na forma como aproveita a condu\u00e7\u00e3o el\u00e9trica no dia a dia. Quando existe esse alinhamento, os benef\u00edcios desta motoriza\u00e7\u00e3o s\u00e3o claramente potenciados.<\/p>\n<p><strong>As empresas que trabalham convosco j\u00e1 perceberam que eletrificar uma frota implica tamb\u00e9m mudar h\u00e1bitos e cultura interna, mais do que apenas \u201ctrocar carros\u201d?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, sentimos que existe uma consci\u00eancia cada vez maior de que a eletrifica\u00e7\u00e3o vai muito al\u00e9m da substitui\u00e7\u00e3o de viaturas. Uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica verdadeiramente eficaz implica adapta\u00e7\u00e3o de processos, cria\u00e7\u00e3o de novas rotinas e uma maior sensibiliza\u00e7\u00e3o dos utilizadores.<\/p>\n<p>O que distingue uma empresa que faz esta transi\u00e7\u00e3o de forma mais madura \u00e9 precisamente a capacidade de integrar a mobilidade el\u00e9trica na sua cultura e estrat\u00e9gia de mobilidade, olhando para temas como carregamento, utiliza\u00e7\u00e3o eficiente da viatura e sustentabilidade de uma forma mais global e estruturada.<\/p>\n<p><strong>De que forma a atual gama PHEV da Audi foi pensada para responder \u00e0s necessidades concretas das empresas e gestores de frota?<\/strong><\/p>\n<p>A atual gama PHEV da Audi foi desenvolvida para responder a diferentes perfis de utiliza\u00e7\u00e3o empresarial, conciliando efici\u00eancia, flexibilidade e conforto de utiliza\u00e7\u00e3o. Hoje, os gestores de frota procuram solu\u00e7\u00f5es que permitam reduzir consumos e emiss\u00f5es, sem comprometer autonomia, performance ou experi\u00eancia de condu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A evolu\u00e7\u00e3o das autonomias el\u00e9tricas nos PHEV altera completamente a l\u00f3gica de utiliza\u00e7\u00e3o destes autom\u00f3veis?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, altera de forma muito relevante. Com autonomias el\u00e9tricas mais elevadas, os PHEV passam a permitir uma utiliza\u00e7\u00e3o di\u00e1ria maioritariamente el\u00e9trica em muitos perfis de condu\u00e7\u00e3o. Isto torna a tecnologia ainda mais interessante para empresas, porque aproxima a experi\u00eancia de utiliza\u00e7\u00e3o de um BEV no dia a dia, mantendo a flexibilidade para desloca\u00e7\u00f5es mais longas.<\/p>\n<p><strong>A Audi fala cada vez mais de digitaliza\u00e7\u00e3o e Functions on Demand. Como \u00e9 que isso pode impactar a gest\u00e3o de frotas no futuro?<\/strong><\/p>\n<p>A digitaliza\u00e7\u00e3o ter\u00e1 um impacto cada vez maior na gest\u00e3o de frotas, permitindo solu\u00e7\u00f5es mais flex\u00edveis, eficientes e ajustadas \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o real de cada viatura. As Functions on Demand podem permitir ativar determinadas funcionalidades de acordo com as necessidades de cada cliente ou momento, contribuindo para uma gest\u00e3o mais personalizada e otimizada das frotas.<\/p>\n<p><strong>Acredita que o autom\u00f3vel empresarial vai deixar de ser um produto \u201cfixo\u201d para passar a ser um servi\u00e7o configur\u00e1vel conforme a utiliza\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Acredito que caminhamos cada vez mais nessa dire\u00e7\u00e3o. O autom\u00f3vel continuar\u00e1 a ter uma dimens\u00e3o f\u00edsica e emocional muito importante, sobretudo numa marca premium como a <a href=\"https:\/\/www.audi.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Audi<\/a>, mas a digitaliza\u00e7\u00e3o vai permitir uma experi\u00eancia mais flex\u00edvel e configur\u00e1vel. Para as empresas, isso poder\u00e1 traduzir-se numa maior capacidade de adaptar a viatura \u00e0s necessidades concretas de utiliza\u00e7\u00e3o ao longo do seu ciclo de vida.<\/p>\n<p><strong>Acha que, em cinco anos, o verdadeiro diferencial numa viatura premium para empresas ser\u00e1 o motor ou o software?<\/strong><\/p>\n<p>Diria que ser\u00e1 a combina\u00e7\u00e3o dos dois. A motoriza\u00e7\u00e3o continuar\u00e1 a ser relevante, sobretudo pela efici\u00eancia, autonomia e performance, mas o software ter\u00e1 um peso cada vez maior na diferencia\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia premium. Nas empresas, esse diferencial estar\u00e1 tamb\u00e9m na conectividade, na facilidade de gest\u00e3o, na seguran\u00e7a e na capacidade de adaptar funcionalidades \u00e0s necessidades de cada frota.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-79087\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/Marilia-Machado-dos-Santos_AUDI_MN_IMG_7282-copy.jpg\" alt=\"\" width=\"514\" height=\"768\"  \/><\/p>\n<p><strong>Numa nota mais pessoal, o que acha que ainda falta acontecer em Portugal para que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica das frotas avance ao ritmo que a ind\u00fastria prev\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>Portugal tem feito um caminho positivo, mas ainda h\u00e1 espa\u00e7o para acelerar a transi\u00e7\u00e3o. Na minha perspetiva, \u00e9 essencial continuar a refor\u00e7ar a infraestrutura de carregamento, simplificar a experi\u00eancia de utiliza\u00e7\u00e3o e garantir maior previsibilidade nos incentivos e enquadramento fiscal. Ao mesmo tempo, \u00e9 importante continuar a sensibilizar empresas e utilizadores, porque a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica n\u00e3o depende apenas da tecnologia, mas tamb\u00e9m da confian\u00e7a e da adapta\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos.<\/p>\n<p>&#13;<\/p>\n<p>\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"648\" height=\"308\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/banner-img-newsletter.jpg\" class=\"attachment-full size-full\" alt=\"\"  \/>\t\t\t<\/p>\n<p>Mantenha-se informado sobre as novidades do mercado<\/p>\n<p class=\"description\">Receba a nossa newsletter quinzenal e tenha acesso exclusivo a campanhas, artigos t\u00e9cnicos e lan\u00e7amentos de produtos.<\/p>\n<p>\t\t&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A eletrifica\u00e7\u00e3o das frotas acelera a bom ritmo, mas nem todas as empresas se regem pela mesma batuta,&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":463962,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[84],"tags":[74613,109,107,108,1319,74614,28723,74615,74616,32,33,105,103,104,106,110],"class_list":["post-463961","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-ciencia-e-tecnologia","tag-audi-portugal","tag-ciencia","tag-ciencia-e-tecnologia","tag-cienciaetecnologia","tag-frotas","tag-gestao-de-frota","tag-hibrido-plug-in","tag-marilia-machado-dos-santos","tag-phev","tag-portugal","tag-pt","tag-science","tag-science-and-technology","tag-scienceandtechnology","tag-technology","tag-tecnologia"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116991898616394425","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/463961","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=463961"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/463961\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/463962"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=463961"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=463961"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=463961"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}