{"id":464499,"date":"2026-07-27T20:22:18","date_gmt":"2026-07-27T20:22:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/464499\/"},"modified":"2026-07-27T20:22:18","modified_gmt":"2026-07-27T20:22:18","slug":"airbus-e-boeing-esfregam-as-maos-mundo-vai-precisar-de-40-mil-novos-avioes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/464499\/","title":{"rendered":"Airbus e Boeing esfregam as m\u00e3os: mundo vai precisar de 40 mil novos avi\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>        Surgimento de classes m\u00e9dias nos pa\u00edses emergentes vai alimentar a procura mundial por aeronaves, com destaque para a \u00c1sia.    <\/p>\n<p>O mercado da avia\u00e7\u00e3o comercial vai continuar a crescer sem parar ao longo das pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, com 40 mil novos avi\u00f5es necess\u00e1rios ao longo dos pr\u00f3ximos 20 anos.<\/p>\n<p>A contribuir para este aumento de procura por novas aeronaves, est\u00e1 o surgimento de novas classes m\u00e9dias nos pa\u00edses emergentes, e tamb\u00e9m a substitui\u00e7\u00e3o de avi\u00f5es antigos por novos.<\/p>\n<p>A europeia Airbus prev\u00ea que a procura seja de mais de 42 mil avi\u00f5es, com 22,2 mil a corresponder ao crescimento do mercado e quase 20 mil a substitu\u00edrem avi\u00f5es antigos, prevendo que 80% sejam de corredor \u00fanico, segundo o \u201cEl Economista\u201d.<\/p>\n<p>Por sua vez, a norte-americana Boeing estima que v\u00e3o ser necess\u00e1rias mais de 43,6 mil avi\u00f5es at\u00e9 2045, com a frota comercial mundial a passar dos 28 mil avi\u00f5es atuais para mais de 50 mil unidades, uma subida de 80%. Este total, mais de 33,5 mil avi\u00f5es ser\u00e3o de corredor \u00fanico, continuando a ser o segmento dominante no mercado.<\/p>\n<p>J\u00e1 a europeia Airbus prev\u00ea que a procura seja de mais de 42 mil avi\u00f5es, com 22,2 mil a corresponder ao crescimento do mercado e quase 20 mil a substitu\u00edrem avi\u00f5es antigos, prevendo que 80% sejam de corredor \u00fanico.<\/p>\n<p>No caso da brasileira Embraer, a sua an\u00e1lise \u00e9 restringida ao mercado de avi\u00f5es com at\u00e9 150 lugares. Este segumento dever\u00e1 absorber 8,5 mil avi\u00f5es at\u00e9 2045, a valerem 650 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>A \u00c1sia vai ser o principal motor do crescimento mundial da avia\u00e7\u00e3o, com a China a crescer ao ritmo de 5% ao ano, em termos de n\u00famero de passageiros. Segue-se o M\u00e9dio Oriente (tamb\u00e9m 5%), \u00c1frica e Am\u00e9rica Latina (ambas com 4% cada).<\/p>\n<p>A Airbus destaca o crescimento econ\u00f3mico e demogr\u00e1fico de pa\u00edses como a \u00cdndia, Vietname, Indon\u00e9sia ou Mal\u00e1sia, a par da expans\u00e3o das suas classes m\u00e9dia e do aumento das viagens de lazer.<\/p>\n<p>Para a Boeing, 55% das novas entregas ser\u00e3o em economias em desenvolvimento, com 45% a corresponder \u00e0 Am\u00e9rica do Norte e Europa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Surgimento de classes m\u00e9dias nos pa\u00edses emergentes vai alimentar a procura mundial por aeronaves, com destaque para a&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":464500,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[83],"tags":[1309,8722,5329,88,89,2891,90,74687,32,33],"class_list":["post-464499","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-empresas","tag-airbus","tag-avioes","tag-boeing","tag-business","tag-economy","tag-embraer","tag-empresas","tag-mercado-mundial","tag-portugal","tag-pt"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/116993808518855846","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/464499","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=464499"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/464499\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/464500"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=464499"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=464499"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=464499"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}