{"id":471082,"date":"2026-08-02T06:56:22","date_gmt":"2026-08-02T06:56:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/471082\/"},"modified":"2026-08-02T06:56:22","modified_gmt":"2026-08-02T06:56:22","slug":"destrocos-do-foguetao-da-spacex-vao-colidir-com-a-lua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/471082\/","title":{"rendered":"Destro\u00e7os do foguet\u00e3o da SpaceX v\u00e3o colidir com a Lua"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Restos de um foguet\u00e3o da SpaceX v\u00e3o embater acidentalmente na quarta-feira contra a Lua, causando uma cratera pequena demais para ser vista da Terra, mas uma nuvem de poeira e fragmentos de rocha observ\u00e1veis com telesc\u00f3pios terrestres.<\/strong><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O foguet\u00e3o, cujo segmento superior anda \u00e0 deriva no espa\u00e7o, transportou em 2025 dois m\u00f3dulos de alunagem, sendo que um deles foi o primeiro de uma empresa privada a pousar com sucesso na superf\u00edcie lunar.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que restos de um foguet\u00e3o colidem acidentalmente com a Lua.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2022, um segmento de um foguet\u00e3o chin\u00eas cravou duas crateras no lado mais distante da Lua.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo um especialista em astrodin\u00e2mica ouvido pela ag\u00eancia noticiosa norte-americana AP, Bill Gray, o impacto da queda do m\u00f3dulo do foguet\u00e3o da SpaceX ser\u00e1 de 8.700 quil\u00f3metros por hora, o equivalente a sete vezes a velocidade do som, e pr\u00f3ximo da cratera Einstein, no lado lunar ocidental iluminado pelo Sol.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O m\u00f3dulo abandonado no espa\u00e7o mede 12 metros e pesa cerca de 4,5 quilos.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao embater contra a superf\u00edcie lunar, vai criar uma nova cratera que o cientista planet\u00e1rio Benjamin Fernando estima que ir\u00e1 ter quase 27 metros de di\u00e2metro e cinco metros de profundidade \u2013 demasiado pequena para ser vista da Terra, mas vis\u00edvel para duas sondas espaciais na \u00f3rbita da Lua, a Danuri, da Coreia do Sul, e a LRO, dos Estados Unidos, que ir\u00e3o fotografar os momentos antes e depois do impacto da colis\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na Terra, os observadores apenas poder\u00e3o ver com o aux\u00edlio de telesc\u00f3pios o material ejetado para o espa\u00e7o por for\u00e7a do impacto, e nem todos os observadores, j\u00e1 que as melhores vistas ser\u00e3o obtidas a partir de parte dos Estados Unidos, Canad\u00e1 e Am\u00e9rica do Sul, segundo os especialistas.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEste impacto n\u00e3o ser\u00e1 um problema, mas no futuro, quando houver bases de longa dura\u00e7\u00e3o na Lua, impactos semelhantes ser\u00e3o um problema e n\u00e3o devemos deixar m\u00f3dulos de foguet\u00f5es em \u00f3rbitas ca\u00f3ticas como esta\u201d, avisou, citado pela AP, o astrof\u00edsico Jonathan McDowell.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com os peritos, a colis\u00e3o do que resta do foguet\u00e3o da SpaceX, empresa aeroespacial do magnata Elon Musk, poderia ser evitada se o m\u00f3dulo tivesse sido \u201cempurrado\u201d para a \u00f3rbita do Sol.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cientistas consideram que \u00e9 crucial melhorar a monitoriza\u00e7\u00e3o do lixo espacial antes da chegada de novos rob\u00f4s e astronautas \u00e0 Lua.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os Estados Unidos pretendem enviar novamente astronautas para a superf\u00edcie lunar em 2027. A \u00faltima vez que o fizeram foi em 1972.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A China, principal advers\u00e1rio dos Estados Unidos na conquista do espa\u00e7o, ambiciona ter o seu primeiro astronauta na Lua at\u00e9 2030.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Restos de um foguet\u00e3o da SpaceX v\u00e3o embater acidentalmente na quarta-feira contra a Lua, causando uma cratera pequena&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":471083,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[84],"tags":[109,107,108,21879,9349,2179,32,33,105,103,104,585,106,110],"class_list":["post-471082","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-ciencia-e-tecnologia","tag-ciencia","tag-ciencia-e-tecnologia","tag-cienciaetecnologia","tag-cratera","tag-foguetao","tag-lua","tag-portugal","tag-pt","tag-science","tag-science-and-technology","tag-scienceandtechnology","tag-spacex","tag-technology","tag-tecnologia"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/117024613085811336","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/471082","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=471082"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/471082\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/471083"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=471082"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=471082"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=471082"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}