{"id":471142,"date":"2026-08-02T08:49:53","date_gmt":"2026-08-02T08:49:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/471142\/"},"modified":"2026-08-02T08:49:53","modified_gmt":"2026-08-02T08:49:53","slug":"pausas-breves-no-sedentarismo-salvam-vidas-mostra-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/471142\/","title":{"rendered":"Pausas breves no sedentarismo salvam vidas, mostra estudo"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">Movimentar-se, ainda que de forma leve, a cada 60 minutos, pode reduzir em quase 20% o risco de c\u00e2ncer, segundo um estudo com 91 mil pessoas. Embora a rela\u00e7\u00e3o entre tumores oncol\u00f3gicos e inatividade f\u00edsica j\u00e1 tenha sido explorada anteriormente, a pesquisa atual, liderada pela Universidade de Glasgow, na Esc\u00f3cia, inova ao demonstrar que pequenas brechas entre longos per\u00edodos de sedentarismo reverte essa tend\u00eancia.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Estudos anteriores apontaram que passar muitas horas sentado est\u00e1 associado a diversas doen\u00e7as cr\u00f4nicas. O atual, baseado em dados de brit\u00e2nicos acompanhados por 12 anos, mostra que o problema n\u00e3o \u00e9 apenas o n\u00famero de horas de sedentarismo, mas, principalmente, permanecer longos per\u00edodos ininterruptos sem se levantar.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">O sedentarismo prolongado \u2014 mais de uma hora sentado \u2014 tem rela\u00e7\u00e3o estat\u00edstica com maior incid\u00eancia de c\u00e2ncer, al\u00e9m de mortalidade aumentada pela doen\u00e7a, diz o artigo. Por isso, fazer pausas com pequenas movimenta\u00e7\u00f5es ou com alguma atividade f\u00edsica, ainda que leve, pode reduzir o risco.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Nossos resultados sugerem que os efeitos do comportamento sedent\u00e1rio na sa\u00fade podem depender n\u00e3o apenas do tempo total sedent\u00e1rio, mas tamb\u00e9m se esse tempo \u00e9 acumulado em per\u00edodos prolongados ou interrompido por atividades&#8221;, afirmam os autores em artigo publicado na revista Plos. &#8220;Esse padr\u00e3o \u00e9 biologicamente plaus\u00edvel: estudos experimentais mostraram que interromper per\u00edodos prolongados sentado com breves per\u00edodos de atividade pode melhorar as respostas metab\u00f3licas em compara\u00e7\u00e3o com o sedentarismo ininterrupto.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Aceler\u00f4metro\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">O trabalho \u00e9 considerado um dos mais robustos sobre o tema, porque n\u00e3o dependeu de question\u00e1rios. Os participantes utilizaram aceler\u00f4metros no pulso durante sete dias, permitindo aos pesquisadores medir, objetivamente, o tempo em que permaneciam sedent\u00e1rios, quanto desse per\u00edodo ocorria em longos blocos cont\u00ednuos e quanto era interrompido por movimentos. Depois, essas informa\u00e7\u00f5es foram cruzadas com registros de incid\u00eancia e mortalidade por c\u00e2ncer ao longo de um acompanhamento mediano de 12,38 anos.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo os autores, cada hora adicional de sedentarismo prolongado esteve associada a um aumento de aproximadamente 9% no risco de morte por c\u00e2ncer, mesmo ap\u00f3s ajustes para fatores como idade, tabagismo, alimenta\u00e7\u00e3o, consumo de \u00e1lcool e n\u00edvel socioecon\u00f4mico. J\u00e1 a interrup\u00e7\u00e3o desse comportamento apresentou associa\u00e7\u00e3o oposta: quanto mais pausas a cada 60 minutos, menos \u00f3bitos pela doen\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Esse artigo \u00e9 interessante porque ele n\u00e3o fala s\u00f3 da atividade f\u00edsica, mas tamb\u00e9m do per\u00edodo de sedentarismo&#8221;, destaca a oncologista Maria Ignez Braghiroli, da Oncologia D&#8217; Or. &#8220;Al\u00e9m disso, o estudo segue prospectivamente um n\u00famero muito grande de pessoas e baseia-se no aceler\u00f4metro, um aparelho de punho que olha a atividade e o tempo sedent\u00e1rio&#8221;, descreve.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo a m\u00e9dica, \u00e9 bem conhecida a rela\u00e7\u00e3o da obesidade e o risco de incid\u00eancia e recorr\u00eancia de c\u00e2ncer. &#8220;Mas o estudo mostra que, mesmo sem a obesidade, um per\u00edodo longo de sedentarismo se associou a um pior desfecho oncol\u00f3gico&#8221;, diz Braghiroli. A oncologista lembra que maior massa muscular e menos gordura visceral s\u00e3o alguns dos fatores potencialmente protetores.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Insulina<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Ficar muitas horas sentado, especialmente sem interrup\u00e7\u00f5es, pode piorar mecanismos metab\u00f3licos ligados ao c\u00e2ncer: resist\u00eancia \u00e0 insulina, aumento de glicose e insulina circulantes, inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de baixo grau, ganho de gordura corporal e altera\u00e7\u00f5es em horm\u00f4nios como IGF-1 e estrog\u00eanio&#8221;, complementa o oncologista M\u00e1rcio Almeida, membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Cl\u00ednica (Sboc). &#8220;Esses fatores criam um ambiente biol\u00f3gico mais favor\u00e1vel \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o celular e menos eficiente no controle de danos ao DNA&#8221;, diz. Para o m\u00e9dico, o ponto mais interessante do estudo \u00e9 que o risco parece estar mais relacionado ao sedentarismo prolongado e ininterrupto do que ao simples tempo total sentado.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">Os especialistas destacam que as descobertas descritas no artigo est\u00e3o alinhadas com recomenda\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) e acreditam na necessidade de se investir em pol\u00edticas p\u00fablicas n\u00e3o apenas focadas na pr\u00e1tica de exerc\u00edcios, mas na necessidade de pausas nos momentos de inatividade. &#8220;Claro que, quanto maior a intensidade, maior o benef\u00edcio. Mas o principal, aqui, \u00e9 que longos tempos de sedentarismo foram prejudiciais e mesmo atividades que n\u00e3o sejam t\u00e3o vigorosas foram capazes de reduzir o risco de c\u00e2ncer&#8221;, diz a oncologista Maria Ignez Braghiroli.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">O estudo tamb\u00e9m identificou benef\u00edcios importantes quando parte do tempo em que se fica sentado foi substitu\u00edda por atividade f\u00edsica. A troca de uma hora di\u00e1ria de sedentarismo prolongado por exerc\u00edcio leve esteve associada a uma redu\u00e7\u00e3o de 12% no risco de morte por c\u00e2ncer.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Moderada e vigorosa<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Substituir 30 minutos por atividade moderada tamb\u00e9m diminuiu o risco, enquanto apenas cinco minutos di\u00e1rios de atividade vigorosa apresentaram benef\u00edcios ainda maiores para diversos tipos de c\u00e2ncer.\u00a0 M\u00e1rcio Almeida, da Sboc, afirma que, hoje, h\u00e1 evid\u00eancia suficiente para considerar a atividade f\u00edsica, mesmo leve, como estrat\u00e9gia real de preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer, &#8220;assim como n\u00e3o fumar, controlar o peso, reduzir \u00e1lcool, vacinar contra HPV e hepatite B e manter alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Em pol\u00edticas p\u00fablicas, isso significa criar cidades e ambientes que facilitem o movimento: cal\u00e7adas seguras, ciclovias, parques, campanhas em escolas e locais de trabalho, pausas ativas durante expediente e orienta\u00e7\u00e3o formal nas unidades de sa\u00fade&#8221;, recomenda Almeida. &#8220;A mensagem deve ser simples: n\u00e3o \u00e9 preciso virar atleta; levantar-se com frequ\u00eancia, caminhar mais e quebrar longos per\u00edodos sentado j\u00e1 pode ser um passo importante para reduzir risco.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Apesar da for\u00e7a dos resultados, os pr\u00f3prios autores destacam que se trata de um estudo observacional, o que significa que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar rela\u00e7\u00e3o direta de causa e efeito. Al\u00e9m disso, o comportamento f\u00edsico dos participantes foi medido apenas durante uma semana, assumindo que esse padr\u00e3o representasse o estilo de vida habitual dos volunt\u00e1rios ao longo dos anos. Por\u00e9m, refor\u00e7aram, no artigo, que a pesquisa &#8220;oferece uma evid\u00eancia consistente para orientar estrat\u00e9gias simples de preven\u00e7\u00e3o&#8221;. &#8220;Em vez de concentrar toda a aten\u00e7\u00e3o apenas em cumprir a meta semanal de exerc\u00edcios, pode ser igualmente importante evitar permanecer sentado durante horas seguidas&#8221;, escreveram.<\/p>\n<p>Tr\u00eas perguntas para<br \/>\n\t&#13;<br \/>\n  \t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/1_paloma-medico-67285567.jpg\" alt=\"Paulo Bergerot, oncologista da Oncocl\u00ednicas   \" title=\"Paulo Bergerot, oncologista da Oncocl\u00ednicas   \" class=\"lazy\" width=\"360\" height=\"240\"\/>&#13;<br \/>\n  \t &#13;<br \/>\n\t\tPaulo Bergerot, oncologista da Oncocl\u00ednicas   &#13;<br \/>\n\t\t(foto: Arquivo pessoal)&#13;<br \/>\n\t&#13;<br \/>\n\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Quais s\u00e3o os mecanismos que podem explicar a associa\u00e7\u00e3o entre sedentarismo e risco elevado de c\u00e2ncer?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Embora o estudo publicado na revista\u00a0Plos\u00a0n\u00e3o tenha investigado diretamente os mecanismos biol\u00f3gicos, existem algumas hip\u00f3teses bem estabelecidas. Permanecer longos per\u00edodos sentado pode favorecer inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de baixo grau, resist\u00eancia \u00e0 insulina, altera\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis de insulina e do (horm\u00f4nio) IGF-1, disfun\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica e ac\u00famulo de gordura ect\u00f3pica, fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de diversos tipos de c\u00e2ncer. Al\u00e9m disso, interromper per\u00edodos prolongados de sedentarismo parece melhorar o metabolismo da glicose e da insulina, o que pode representar um dos mecanismos protetores observados. Al\u00e9m das evid\u00eancias internacionais, os estudos que conduzimos no Brasil t\u00eam demonstrado que programas de exerc\u00edcio f\u00edsico s\u00e3o vi\u00e1veis e podem melhorar qualidade de vida, fadiga, ansiedade e outros desfechos cl\u00ednicos em pessoas com c\u00e2ncer. Esses resultados refor\u00e7am que promover o exerc\u00edcio deve fazer parte da assist\u00eancia oncol\u00f3gica e das estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o e controle do c\u00e2ncer.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Como os resultados do estudo se encaixam nas diretrizes que enfatizam maior \u00eanfase ao exerc\u00edcio vigoroso?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os resultados refor\u00e7am que o exerc\u00edcio vigoroso continua sendo a estrat\u00e9gia associada \u00e0 maior redu\u00e7\u00e3o do risco de c\u00e2ncer. No entanto, o estudo traz uma mensagem importante: mesmo atividades leves e interrup\u00e7\u00f5es frequentes do tempo sentado tamb\u00e9m estiveram associadas a menor risco de c\u00e2ncer quando substitu\u00edram per\u00edodos prolongados de sedentarismo. Isso amplia a perspectiva das diretrizes ao mostrar que, embora &#8220;se movimentar mais&#8221; continue sendo o objetivo ideal, &#8220;sentar menos&#8221; tamb\u00e9m pode trazer benef\u00edcios relevantes, especialmente para pessoas idosas, fr\u00e1geis ou com limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>J\u00e1 existem evid\u00eancias suficientes para incluir a atividade f\u00edsica como estrat\u00e9gia de preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer?<\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sim. Hoje h\u00e1 evid\u00eancias robustas de que o exerc\u00edcio reduz o risco de diversos tipos de c\u00e2ncer, motivo pelo qual ele j\u00e1 faz parte das recomenda\u00e7\u00f5es internacionais para preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer. Este estudo acrescenta uma informa\u00e7\u00e3o importante: al\u00e9m de incentivar a pr\u00e1tica regular de exerc\u00edcio, as pol\u00edticas p\u00fablicas tamb\u00e9m devem estimular a redu\u00e7\u00e3o do comportamento sedent\u00e1rio e a interrup\u00e7\u00e3o de longos per\u00edodos sentado. Isso pode ser incorporado por meio de campanhas educativas, ambientes de trabalho mais ativos, incentivo ao transporte ativo e adapta\u00e7\u00f5es em escolas e locais p\u00fablicos que favore\u00e7am o movimento ao longo do dia. Vale destacar que esse \u00e9 um estudo observacional; portanto, embora os resultados sejam consistentes e biologicamente plaus\u00edveis, eles n\u00e3o estabelecem causalidade por si s\u00f3. O conjunto das evid\u00eancias aponta para uma mudan\u00e7a de paradigma: n\u00e3o basta recomendar que as pessoas fa\u00e7am exerc\u00edcios algumas vezes por semana. Tamb\u00e9m \u00e9 importante reduzir o tempo sentado e criar oportunidades para se movimentar ao longo do dia. Essa combina\u00e7\u00e3o \u2014 menos sedentarismo e mais atividade f\u00edsica \u2014 tem potencial para gerar benef\u00edcios relevantes para a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e reduzir a carga do c\u00e2ncer. (<strong>Paloma Oliveto<\/strong>)<\/p>\n<p>Palavra de especialista\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">\t&#13;<br \/>\n  \t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/1_imagem-67278507.jpg\" alt=\" Alegando P\u00e9rez Fidalgo, pesquisador da Universidade de Val\u00eancia\" title=\" Alegando P\u00e9rez Fidalgo, pesquisador da Universidade de Val\u00eancia\" class=\"lazy\" width=\"360\" height=\"240\"\/>&#13;<br \/>\n  \t &#13;<br \/>\n\t\t Alegando P\u00e9rez Fidalgo, pesquisador da Universidade de Val\u00eancia&#13;<br \/>\n\t\t(foto: Incliva\/Divulga\u00e7\u00e3o )&#13;<br \/>\n\t&#13;\n<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;N\u00e3o \u00e9 preciso ser atleta.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Os resultados do estudo publicado na\u00a0Plos\u00a0s\u00e3o certamente muito interessantes. Foi demonstrado que o comportamento sedent\u00e1rio prolongado e ininterrupto aumenta o risco de c\u00e2ncer em at\u00e9 10% em compara\u00e7\u00e3o com pessoas mais fisicamente ativas. \u00c9 importante ressaltar que os participantes que interrompiam regularmente longos per\u00edodos sentados apresentaram um risco menor do que aqueles que permaneceram sentados ou deitados por longos per\u00edodos enquanto acordados. Esses resultados destacam, mais uma vez, a import\u00e2ncia da atividade f\u00edsica na preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer. Eles s\u00e3o consistentes com um conjunto substancial de pesquisas que sugerem que o exerc\u00edcio desencadeia uma s\u00e9rie de processos metab\u00f3licos que, potencialmente por meio da modula\u00e7\u00e3o epigen\u00e9tica do DNA, ajudam a proteger contra o c\u00e2ncer. A verdadeira novidade do estudo \u00e9 que ele sugere que voc\u00ea n\u00e3o precisa ser um atleta para reduzir o risco. Simplesmente diminuir os per\u00edodos prolongados sentado \u2014 ou interromp\u00ea-los com n\u00edveis moderados de atividade \u2014 parece ser o suficiente.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Alejandro P\u00e9rez Fidalgo, m\u00e9dico do\u00a0Departamento de Oncologia e Hematologia do Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o Cl\u00ednica em Sa\u00fade de Val\u00eancia, na Espanha\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<ul class=\"glide__slides\">\n<li class=\"glide__slide\" wp_automatic_readability=\"0\">\n                              <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Levantar-se a cada meia hora e se movimentar, mesmo que de leve, pode ajudar a reduzir o risco de c\u00e2ncer, mostrou o estudo com 91 mil pessoas\u00a0&#13;\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/1_mats-67150871.jpg\" width=\"685\" height=\"470\"\/><\/p>\n<p>\n                                  Levantar-se a cada meia hora e se movimentar, mesmo que de leve, pode ajudar a reduzir o risco de c\u00e2ncer, mostrou o estudo com 91 mil pessoas<br \/>\n                                  Foto: Mats4U\/Divulga\u00e7\u00e3o\n                                <\/p>\n<\/li>\n<li class=\"glide__slide\" wp_automatic_readability=\"-1.5\">\n                              <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Paulo Bergerot, oncologista da Oncocl\u00ednicas&#13;&#10;&#13;&#10;&#13;&#10;\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/1785660590_588_1_paloma-medico-67285567.jpg\" width=\"685\" height=\"470\"\/><\/p>\n<p>\n                                  Paulo Bergerot, oncologista da Oncocl\u00ednicas&#13;<br \/>\n&#13;<br \/>\n&#13;<\/p>\n<p>                                  Foto: Arquivo pessoal\n                                <\/p>\n<\/li>\n<li class=\"glide__slide\" wp_automatic_readability=\"-1.5\">\n                              <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\" Alegando P\u00e9rez Fidalgo, pesquisador da Universidade de Val\u00eancia\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/1785660591_793_1_imagem-67278507.jpg\" width=\"685\" height=\"470\"\/><\/p>\n<p>\n                                   Alegando P\u00e9rez Fidalgo, pesquisador da Universidade de Val\u00eancia<br \/>\n                                  Foto: Incliva\/Divulga\u00e7\u00e3o\n                                <\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Pausas+breves+no+sedentarismo+salvam+vidas%2C+mostra+estudo%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2026\/08\/7459001-pausas-breves-no-sedentarismo-salvam-vidas-mostra-estudo.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F08%2F7459001-pausas-breves-no-sedentarismo-salvam-vidas-mostra-estudo.html&amp;text=Pausas+breves+no+sedentarismo+salvam+vidas%2C+mostra+estudo\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2026%2F08%2F7459001-pausas-breves-no-sedentarismo-salvam-vidas-mostra-estudo.html&amp;text=Pausas+breves+no+sedentarismo+salvam+vidas%2C+mostra+estudo\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/1785660592_292_google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; 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height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Paloma Oliveto  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Formada na Universidade de Bras\u00edlia, \u00e9 especializada na cobertura de ci\u00eancia e sa\u00fade h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Entre as premia\u00e7\u00f5es recebidas, est\u00e3o primeiro lugar no Grande Pr\u00eamio Ayrton Senna e men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Esso.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Movimentar-se, ainda que de forma leve, a cada 60 minutos, pode reduzir em quase 20% o risco de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":471143,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[1776,13032,116,32,1461,33,117,5677],"class_list":["post-471142","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-cancer","tag-exercicios","tag-health","tag-portugal","tag-prevencao","tag-pt","tag-saude","tag-sedentarismo"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/117025062145924831","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/471142","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=471142"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/471142\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/471143"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=471142"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=471142"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=471142"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}