{"id":491958,"date":"2026-08-19T00:10:23","date_gmt":"2026-08-19T00:10:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/491958\/"},"modified":"2026-08-19T00:10:23","modified_gmt":"2026-08-19T00:10:23","slug":"dor-cronica-afeta-cerca-de-30-da-populacao-e-exige-tratamento-medico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/491958\/","title":{"rendered":"Dor cr\u00f4nica afeta cerca de 30% da popula\u00e7\u00e3o e exige tratamento m\u00e9dico"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Dr.GuillermoRamirez.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-647997 size-full\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Dr.GuillermoRamirez.jpeg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"703\"  \/><\/a>Dr. Guillermo Ramirez \u00e9 m\u00e9dico especialista em Medicina Intervencionista da Dor (Foto: divulga\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p>Dor que persiste por mais de tr\u00eas meses n\u00e3o deve ser encarada como algo normal ou simplesmente suportada pelo paciente. Quando se torna persistente, ela deixa de ser apenas um sintoma e pode interferir diretamente na capacidade funcional, no sono, na sa\u00fade mental e na realiza\u00e7\u00e3o de atividades cotidianas. Estimativas da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) apontam que cerca de 30% da popula\u00e7\u00e3o mundial convive com dor cr\u00f4nica, condi\u00e7\u00e3o que representa um importante problema de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Com mais de 20 anos de experi\u00eancia no tratamento da dor cr\u00f4nica, o Dr. Guillermo Ramirez atua em Aracaju como m\u00e9dico especialista em Medicina Intervencionista da Dor. Segundo ele, a condi\u00e7\u00e3o pode estar relacionada a diferentes doen\u00e7as e situa\u00e7\u00f5es, como lombalgia, fibromialgia, enxaqueca, dores neurop\u00e1ticas e dores persistentes ap\u00f3s les\u00f5es ou cirurgias. Para o especialista, compreender o mecanismo da dor \u00e9 fundamental para definir o tratamento adequado para cada paciente.<\/p>\n<p>\u201cA dor aguda protege. Ela funciona como um sinal de alerta de que existe algo acontecendo no organismo. J\u00e1 a dor cr\u00f4nica adoece, porque deixa de cumprir essa fun\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o e passa a provocar altera\u00e7\u00f5es no sistema nervoso, afetando o sono, os movimentos, o humor e at\u00e9 a capacidade de o paciente realizar atividades que antes faziam parte da sua rotina\u201d, explica.<\/p>\n<p>Enquanto a dor aguda funciona como um mecanismo de defesa, sinalizando que existe uma les\u00e3o ou altera\u00e7\u00e3o no organismo, a dor cr\u00f4nica pode perder essa fun\u00e7\u00e3o de alerta. Com o passar do tempo, o sistema nervoso pode se tornar mais sens\u00edvel aos est\u00edmulos, fazendo com que a pr\u00f3pria dor passe a exigir tratamento espec\u00edfico.<\/p>\n<p>Segundo Dr. Guillermo, esse processo ajuda a explicar por que alguns pacientes continuam sentindo dor mesmo ap\u00f3s o tratamento da doen\u00e7a ou les\u00e3o que inicialmente provocou o quadro. \u201cQuando a dor permanece por muito tempo, o sistema nervoso pode ficar sensibilizado e continuar interpretando determinados est\u00edmulos como dolorosos, mesmo depois que a causa inicial foi controlada. Por isso, em muitos casos, n\u00e3o basta tratar apenas a doen\u00e7a que deu origem \u00e0 dor. \u00c9 preciso tratar a pr\u00f3pria dor e os impactos que ela passou a provocar no organismo\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>Dor tamb\u00e9m afeta sono e sa\u00fade mental<\/strong><\/p>\n<p>A dor persistente n\u00e3o se restringe ao desconforto f\u00edsico. Ela pode comprometer o sono, reduzir a disposi\u00e7\u00e3o, limitar atividades e afetar o estado emocional do paciente. Como os mecanismos cerebrais envolvidos na percep\u00e7\u00e3o da dor tamb\u00e9m se relacionam ao humor, \u00e0s emo\u00e7\u00f5es e ao sono, a condi\u00e7\u00e3o pode estar associada a ansiedade, irritabilidade e sintomas depressivos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 comum que o paciente entre em um ciclo em que uma coisa alimenta a outra: a dor dificulta o sono, a falta de sono aumenta a fadiga e reduz a capacidade de lidar com o desconforto, enquanto as limita\u00e7\u00f5es impostas pela pr\u00f3pria dor podem gerar ansiedade, irritabilidade e frustra\u00e7\u00e3o. Com isso, o sofrimento emocional tamb\u00e9m pode aumentar a percep\u00e7\u00e3o da dor, tornando o quadro ainda mais dif\u00edcil de controlar\u201d, explica Dr. Guillermo.<\/p>\n<p><strong>Dor \u00e9 uma especialidade m\u00e9dica<\/strong><\/p>\n<p>Embora milh\u00f5es de pessoas convivam com dor cr\u00f4nica, ainda \u00e9 pouco conhecida a exist\u00eancia da Medicina da Dor como \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o especializada. O m\u00e9dico da dor realiza uma avalia\u00e7\u00e3o global do paciente para compreender os diferentes fatores envolvidos no quadro e definir uma estrat\u00e9gia terap\u00eautica individualizada.<\/p>\n<p>A abordagem pode ocorrer de forma integrada com outras especialidades e profissionais, como ortopedistas, neurologistas, fisioterapeutas e psic\u00f3logos. O objetivo \u00e9 avaliar n\u00e3o apenas a intensidade da dor, mas tamb\u00e9m seus impactos sobre a mobilidade, o sono, o trabalho, a rotina e a qualidade de vida.<\/p>\n<p>\u201cQuanto mais tempo a dor permanece sem tratamento, maiores s\u00e3o as altera\u00e7\u00f5es provocadas no organismo e mais complexo tende a ser o controle do quadro. Por isso, uma avalia\u00e7\u00e3o especializada pode ajudar a interromper esse ciclo antes que a dor passe a comprometer de forma mais profunda a vida do paciente\u201d, afirma o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>O tratamento pode envolver medicamentos, procedimentos intervencionistas, fisioterapia, atividade f\u00edsica e mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de vida. A escolha depende das caracter\u00edsticas de cada paciente e do tipo de dor apresentada. Mais do que simplesmente reduzir a intensidade da dor, a proposta \u00e9 recuperar a funcionalidade e a autonomia.<\/p>\n<p>\u201cNem sempre conseguimos eliminar a causa que originou a dor, mas conseguimos fazer com que a pessoa volte a ter qualidade de vida e independ\u00eancia. O objetivo do tratamento n\u00e3o \u00e9 apenas fazer a dor diminuir, mas permitir que o paciente volte a trabalhar, viajar, praticar exerc\u00edcios e viver a pr\u00f3pria rotina com liberdade. Tratar a dor \u00e9 devolver autonomia\u201d, destaca Dr.\u00a0 Guillermo.<\/p>\n<p><strong>Sobre o Dr. Guillermo Ramirez<\/strong><\/p>\n<p>Dr. Guillermo Ramirez \u00e9 m\u00e9dico especialista em dor e anestesiologista, com mais de 20 anos de atua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea. Formado em Medicina pela Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas de Minas Gerais, em 2003, realizou resid\u00eancia m\u00e9dica em Anestesiologia pela UNIFENAS e em Medicina Intensiva pela Santa Casa de Miseric\u00f3rdia de Belo Horizonte. Tamb\u00e9m possui especializa\u00e7\u00e3o em Dor pelo Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas.<\/p>\n<p>Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) e do World Institute of Pain (Instituto Mundial da Dor), Dr. Guillermo \u00e9 criador do Protocolo Vida em Movimento (VEM), metodologia pr\u00f3pria voltada ao manejo da dor cr\u00f4nica. S\u00f3cio-gestor da Cl\u00ednica Paias, atua no tratamento da dor cr\u00f4nica atrav\u00e9s de procedimentos minimamente invasivos para o manejo da dor.<\/p>\n<p>Nas redes sociais, por meio do perfil @drguillermoramirez, Dr. Guillermo Ramirez compartilha conte\u00fados educativos e esclarece d\u00favidas sobre dor cr\u00f4nica, tratamentos e qualidade de vida. Os atendimentos acontecem na Cl\u00ednica Paias (@clinicapaias), localizada na Av. H\u00e9lio de Souza Le\u00e3o, 383 \u2013 Sl 1010 \u2013 Jardins, Aracaju. Outras informa\u00e7\u00f5es podem ser obtidas por meio do telefone (79) 99926 6162.<\/p>\n<p>Fonte: Assessoria de Imprensa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Dr. Guillermo Ramirez \u00e9 m\u00e9dico especialista em Medicina Intervencionista da Dor (Foto: divulga\u00e7\u00e3o) Dor que persiste por mais&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":491959,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[9968,78621,116,78622,32,33,117,7694],"class_list":["post-491958","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-dor-cronica","tag-dr-guillermo-ramirez","tag-health","tag-medicina-intervencionista-da-dor","tag-portugal","tag-pt","tag-saude","tag-subdestaque"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/117119276475532682","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/491958","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=491958"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/491958\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/491959"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=491958"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=491958"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=491958"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}