{"id":495469,"date":"2026-08-21T17:01:17","date_gmt":"2026-08-21T17:01:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/495469\/"},"modified":"2026-08-21T17:01:17","modified_gmt":"2026-08-21T17:01:17","slug":"sarampo-veja-as-cidades-com-as-piores-coberturas-vacinais-do-brasil-algumas-com-menos-de-10","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/495469\/","title":{"rendered":"Sarampo: veja as cidades com as piores coberturas vacinais do Brasil, algumas com menos de 10%"},"content":{"rendered":"<p>\n                Ler Resumo<\/p>\n<ul class=\"resume-list\" id=\"resume-list\" aria-hidden=\"true\">\n<li class=\"section-item section-intro\">\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Um levantamento da plataforma ImpulsoGov, obtido com exclusividade, identificou os 20 munic\u00edpios brasileiros com as menores coberturas vacinais contra o sarampo no primeiro semestre de 2026. Em algumas cidades, menos de 10% das crian\u00e7as receberam a primeira dose da tr\u00edplice viral, percentual muito abaixo da meta de 95% do PNI.<\/p>\n<\/li>\n<li class=\"section-item section-topicos\">\n<ul>\n<li>Vinte munic\u00edpios brasileiros apresentaram as menores coberturas vacinais contra o sarampo em 2026.<\/li>\n<li>Cidades registram menos de 10% de cobertura na primeira dose da vacina tr\u00edplice viral.<\/li>\n<li>Serra Azul (SP) teve a menor cobertura nacional, com 7% na primeira dose.<\/li>\n<li>Ribeir\u00e3o Preto (SP) apresentou 37% de cobertura entre munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes.<\/li>\n<li>A cobertura da segunda dose da vacina tr\u00edplice viral demonstra percentuais ainda menores.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li class=\"section-item section-info\">\n<p style=\"margin: 0;\">Este resumo foi \u00fatil?<\/p>\n<p>\n                            \ud83d\udc4d<br \/>\ud83d\udc4e\n                        <\/p>\n<p>                    Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela reda\u00e7\u00e3o da Editora Abril.\n                <\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>Um levantamento elaborado pela plataforma <b>ImpulsoGov<\/b>, obtido com exclusividade por <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>VEJA SA\u00daDE<\/b><\/a>, identificou os<b> 20 munic\u00edpios brasileiros<\/b> com as menores coberturas vacinais contra o <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/sarampo\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>sarampo<\/strong> <\/a>em 2026.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o referentes ao per\u00edodo de <b>janeiro a junho <\/b>e\u00a0mostram cidades em que <b>menos de 10%<\/b> das crian\u00e7as foram imunizadas com a primeira ou segunda dose da<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/sarampo-volta-a-sao-paulo-regiao-metropolitana-soma-cinco-casos-em-duas-semanas\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b> tr\u00edplice viral<\/b><\/a>. O imunizante protege contra <b>sarampo, <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/o-que-e-a-tal-da-caxumba\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">caxumba<\/a> e rub\u00e9ola<\/b>.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, os estados com mais munic\u00edpios no \u201ctop 20\u201d de menores coberturas s\u00e3o <strong>Rio Grande do Sul (6)<\/strong>, <strong>Minas Gerais (4)<\/strong>, <strong>S\u00e3o Paulo (3)<\/strong> e <strong>Goi\u00e1s (4)<\/strong>.<\/p>\n<p>Para a primeira dose, o menor \u00edndice brasileiro foi registrado em <b>Serra Azul,<\/b> munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo com <b>13.108 <\/b>habitantes. Na regi\u00e3o, a vacina foi aplicada em <strong>somente<\/strong> <strong>7%<\/strong> da popula\u00e7\u00e3o-alvo (crian\u00e7as de 12 meses). <\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>Isso significa que s\u00f3 foram registradas as aplica\u00e7\u00f5es de <strong>tr\u00eas doses, <\/strong>enquanto\u00a0a meta seria vacinar, ao menos, <strong>45 crian\u00e7as<\/strong>, segundo a ImpulsoGov.<\/p>\n<p>J\u00e1 em um recorte envolvendo apenas cidades com <b>mais de 100 mil habitantes<\/b>, o t\u00edtulo de local com menor cobertura recai sobre <b>Ribeir\u00e3o Preto<\/b>, tamb\u00e9m em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Na cidade, o percentual de vacinas aplicadas n\u00e3o passou dos <strong>37%<\/strong>: foram <b>1.377<\/b> doses, enquanto a meta seriam<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p><b> 3.711<\/b>.<\/p>\n<p>Em seguida aparecem <b>Sert\u00e3ozinho (SP)<\/b>, com 46%, e <b>Sim\u00f5es Filho (BA)<\/b>, com 53%.<\/p>\n<p>Embora os \u00edndices registrados nas cidades maiores sejam superiores aos observados em munic\u00edpios pequenos, eles ainda est\u00e3o<strong> muito abaixo da meta<\/strong> estabelecida pelo Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es (PNI) \u2014 <strong>95%<\/strong> da <strong>popula\u00e7\u00e3o-alvo<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>+Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/e-se-as-vacinas-desaparecessem-veja-simulacao-que-projeta-futuro-sem-imunizantes\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">E se as vacinas desaparecessem? Veja simula\u00e7\u00e3o que projeta futuro sem imunizantes<\/a><\/strong><\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>Veja os munic\u00edpios com as menores coberturas<\/p>\n<p>De maneira geral, os \u00edndices entre as cidades com piores coberturas do Brasil variaram de <strong>7% a 29%<\/strong> na primeira dose. J\u00e1 na <strong>segunda<\/strong>, o cen\u00e1rio \u00e9 ainda mais preocupante: as taxas ficam entre <strong>1% e 18%<\/strong>.<\/p>\n<p>O levantamento tem como base o painel de coberturas do <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/ministerio-da-saude\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/strong><\/a> e considera o <strong>munic\u00edpio de resid\u00eancia<\/strong> da crian\u00e7a, independentemente de onde a vacina foi aplicada.<\/p>\n<p>Considerando <strong>todas as cidades do Brasil<\/strong>, o ranking de <strong>menores coberturas vacinais<\/strong> para a<strong> primeira dose<\/strong> fica entre:<\/p>\n<ol>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Serra Azul (SP) \u2014 7%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Capela de Santana (RS) \u2014 10%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Port\u00e3o (RS) \u2014 10%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Artur Nogueira (SP) \u2014 12%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Balne\u00e1rio Barra do Sul (SC) \u2014 14%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Central do Maranh\u00e3o (MA) \u2014 17%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Amparo do Serra (MG) \u2014 18%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Campestre da Serra (RS) \u2014 20%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Santa Tereza de Goi\u00e1s (GO) \u2014 22%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Andr\u00e9 da Rocha (RS) \u2014 22%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Portel\u00e2ndia (GO) \u2014 24%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Prat\u00e1polis (MG) \u2014 24%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Rio Doce (MG) \u2014 25%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Toropi (RS) \u2014 25%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Cerro Grande (RS) \u2014 27%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Miguel Le\u00e3o (PI) \u2014 27%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Auril\u00e2ndia (GO) \u2014 27%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Biquinhas (MG) \u2014 29%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Palm\u00f3polis (MG) \u2014 29%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Alto Alegre (SP) \u2014 29%<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>J\u00e1 considerando <strong>somente as cidades<\/strong> com mais de<strong> 100 mil habitantes<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li aria-level=\"1\"><b>Ribeir\u00e3o Preto (SP)<\/b> \u2014 37%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Sert\u00e3ozinho (SP)<\/b> \u2014 46%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Sim\u00f5es Filho (BA)<\/b> \u2014 53%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Santo Andr\u00e9 (SP)<\/b> \u2014 54%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Belford Roxo (RJ)<\/b> \u2014 58%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Trindade (GO)<\/b> \u2014 62%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Breves (PA)<\/b> \u2014 63%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Santar\u00e9m (PA)<\/b> \u2014 67%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar (MA)<\/b> \u2014 68%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Itaituba (PA)<\/b> \u2014 69%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Paulista (PE)<\/b> \u2014 69%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Novo Gama (GO)<\/b> \u2014 69%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Olinda (PE)<\/b> \u2014 70%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Franca (SP)<\/b> \u2014 70%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Feira de Santana (BA)<\/b> \u2014 70%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Timon (MA)<\/b> \u2014 70%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Santa Rita (PB)<\/b> \u2014 70%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Sapucaia do Sul (RS)<\/b> \u2014 70%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Caxias (MA)<\/b> \u2014 71%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><b>Lauro de Freitas (BA)<\/b> \u2014 72%<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>+Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/campanha-de-multivacinacao-quais-doses-estao-disponiveis-e-quem-pode-se-vacinar\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Campanha de multivacina\u00e7\u00e3o: quais doses est\u00e3o dispon\u00edveis e quem pode se vacinar<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Segunda dose: cobertura chega a apenas 1%<\/p>\n<p>A <b>primeira dose da vacina tr\u00edplice viral<\/b> \u00e9 recomendada aos 12 meses de idade. J\u00e1 a segunda deve ser aplicada aos<strong> 15 meses<\/strong> e pode ser feita com a <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/eua-vacina-tetraviral\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>vacina tetraviral<\/strong><\/a>, que acrescenta a prote\u00e7\u00e3o contra <strong>varicela<\/strong>.<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>O levantamento mostra que a<strong> segunda dose<\/strong> feita com <strong>tr\u00edplice viral<\/strong>\u00a0tem percentuais<strong> ainda menores <\/strong>que a primeira.\u00a0<\/p>\n<p>Para ter ideia, em <b>Capela de Santan<\/b><b>a (RS)<\/b>, a cobertura (j\u00e1 baixa) cai de <b>10% <\/b>para apenas <b>1%<\/b> na segunda aplica\u00e7\u00e3o. O munic\u00edpio registrou<strong> uma dose<\/strong>, enquanto deveria vacinar, pelo menos, <strong>72 crian\u00e7as <\/strong>residentes.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo Juliana Ramalho, gerente de Sa\u00fade P\u00fablica e Rela\u00e7\u00f5es Governamentais da ImpulsoGov, o<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/vacinas\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> esquema vacinal incompleto<\/a> das crian\u00e7as \u00e9 uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00fameros encontrados pelo levantamento.<\/p>\n<p data-pm-slice=\"1 1 []\">\u201cO primeiro ano de vida da crian\u00e7a \u00e9 <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/vacina-pneumo-20-chega-ao-sus-para-que-serve-e-quem-pode-tomar\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">intenso<\/a>, com muitas consultas e vacinas. Depois dos 12 meses, ela passa a frequentar menos os servi\u00e7os de sa\u00fade, e os pais podem acabar esquecendo ou adiando as doses\u201d, comenta.<\/p>\n<p data-pm-slice=\"1 1 []\">\u201cMas \u00e9 importante manter a<strong> mesma aten\u00e7\u00e3o<\/strong> at\u00e9 completar o esquema vacinal. Caso contr\u00e1rio, aumentamos o risco de a <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/sarampo-o-que-acontece-quando-uma-geracao-comeca-a-esquecer-o-valor-da-vacina\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">doen\u00e7a voltar a circular<\/a>\u201c, refor\u00e7a a especialista.<\/p>\n<p>Assim, aparecem no ranking:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Capela de Santana (RS): 1%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Coronel Jos\u00e9 Dias (PI): 4%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Santa Cruz do Arari (PA): 4%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Serra Azul (SP): 4%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Artur Nogueira (SP): 7%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Port\u00e3o (RS): 8%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Miguel Le\u00e3o (PI): 9%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Cerro Branco (RS): 9%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Turib\u00e1 (SP): 11%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Andr\u00e9 da Rocha (RS): 11%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Balne\u00e1rio Barra do Sul (SC): 13%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Central do Maranh\u00e3o (MA): 13%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Lourdes (SP): 14%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Alto Bela Vista (SC): 14%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Amparo do Serra (MG): 15%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Matop\u00f3lis (MG): 15%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Flora Rica (SP): 17%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Tufil\u00e2ndia (MA): 17%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Milton Brand\u00e3o (PI): 17%<\/strong><\/li>\n<li><strong>Sud Mennucci (SP): 18%<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>J\u00e1 entre os munic\u00edpios maiores, a lista de menores coberturas de tr\u00edplice viral na segunda dose \u00e9:<\/p>\n<ol>\n<li aria-level=\"1\"><b>Ribeir\u00e3o Preto (SP)<\/b>: 31%<\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Franca (SP): 38%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Breves (PA): 39%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Belford Roxo (RJ): 39%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Sert\u00e3ozinho (SP): 40%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Santar\u00e9m (PA): 42%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Timon (MA): 42%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Santo Andr\u00e9 (SP): 44%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar (MA): 44%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Sim\u00f5es Filho (BA): 45%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Paulista (PE): 45%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Olinda (PE): 46%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>S\u00e3o Leopoldo (RS): 47%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Itaituba (PA): 47%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti (RJ): 48%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Japeri (RJ): 48%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Planaltina (GO): 48%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Trindade (GO): 49%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Mag\u00e9 (RJ): 49%<\/strong><\/li>\n<li aria-level=\"1\"><strong>Santa Rita (PB): 49%<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>+Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/sarampo-americas-canada-brasil\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Am\u00e9ricas n\u00e3o s\u00e3o mais uma regi\u00e3o livre de sarampo. Qual a situa\u00e7\u00e3o no Brasil?<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Ressalvas e limita\u00e7\u00f5es do estudo<\/p>\n<p>Apesar dos n\u00fameros alarmantes, especialistas fazem a ressalva de que\u00a0dados administrativos de cobertura vacinal sofrem <strong>influ\u00eancia de diversos fatores<\/strong>, como a notifica\u00e7\u00e3o, o envio das informa\u00e7\u00f5es para o sistema nacional e a compatibilidade entre os diferentes sistemas de notifica\u00e7\u00e3o utilizados pelos munic\u00edpios e pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u201cPor isso, nem sempre \u00e9 poss\u00edvel estabelecer uma<strong> rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito<\/strong> a partir desses n\u00fameros. \u00c9 preciso ter <strong>muita cautela<\/strong> na an\u00e1lise, porque eles n\u00e3o necessariamente representam o que est\u00e1 acontecendo de fato\u201d, explica Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imuniza\u00e7\u00f5es (SBIm).<\/p>\n<p>\u00c9 importante destacar, tamb\u00e9m, que os n\u00fameros n\u00e3o representam a parcela da<strong> popula\u00e7\u00e3o total<\/strong> de cada cidade que est\u00e1 vacinada. A\u00a0cobertura vacinal \u00e9 calculada sobre a <strong>popula\u00e7\u00e3o-alvo<\/strong>, ou seja, o n\u00famero estimado de crian\u00e7as que deveriam receber a vacina.<\/p>\n<p>Neste caso, seriam beb\u00eas com<strong> 12 meses<\/strong> para a primeira dose e com <strong>15 meses<\/strong> para a segunda.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os dados s\u00e3o contabilizados de acordo com o<strong> munic\u00edpio de resid\u00eancia da crian\u00e7a<\/strong>, mesmo que ela tenha sido vacinada em <strong>outra cidade<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>+Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/vacina-contra-sarampo-populacao-de-6-meses-a-59-anos-deve-se-imunizar-na-grande-sao-paulo\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Vacina contra sarampo: popula\u00e7\u00e3o de 6 meses a 59 anos deve se imunizar na Grande S\u00e3o Paulo<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Por que a vacina\u00e7\u00e3o importa<\/p>\n<p data-pm-slice=\"1 1 []\">Segundo Kfouri, o desafio do Brasil agora \u00e9 <strong>elevar as coberturas vacinais<\/strong>, mas, ao mesmo tempo, garantir que elas sejam<strong>\u00a0homog\u00eaneas e oportunas<\/strong>. Isso significa assegurar o<strong> esquema completo<\/strong>, na <strong>idade<\/strong> recomendada e para o <strong>maior n\u00famero poss\u00edve<\/strong>l de crian\u00e7as.<\/p>\n<p data-pm-slice=\"1 1 []\">\u201cN\u00e3o adianta dar duas doses para as crian\u00e7as, em vez de aos 12 e 15 meses, dar aos 18 e 23 meses\u201d, afirma. Isso porque atrasar a imuniza\u00e7\u00e3o significa <strong>prolongar o per\u00edodo<\/strong> em que o nen\u00e9m fica <strong>suscet\u00edvel<\/strong> \u00e0 infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por isso, embora o Brasil ainda registre poucos casos da doen\u00e7a \u2014 \u00a0at\u00e9 a \u00faltima semana foram contabilizados <strong>24 caso<\/strong>s \u2014, os especialistas destacam que o cen\u00e1rio de queda merece aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO Brasil recebeu o certificado de <strong>pa\u00eds livre do sarampo<\/strong> em 2024. Ou seja, os casos eram quase <strong>nulos<\/strong>. Ent\u00e3o, quando olhamos para o contexto, esse aumento j\u00e1 gera um ponto de <strong>aten\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d, diz Ramalho.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 refor\u00e7ada pelo qu\u00e3o <strong>transmiss\u00edvel <\/strong>\u00e9 o sarampo, que j\u00e1 foi um das principais causas de morte infantil no mundo. Uma pessoa infectada pode transmitir o v\u00edrus para at\u00e9 <strong>90%<\/strong> das pessoas pr\u00f3ximas sem <strong>imunidade<\/strong>.<\/p>\n<p>Ramalho destaca, ainda, que a prote\u00e7\u00e3o n\u00e3o termina na <strong>fronteira<\/strong> de um munic\u00edpio, j\u00e1 que uma regi\u00e3o com baixa cobertura pode afetar as demais. \u201cE mesmo em<strong> cidades com poucas crian\u00e7as<\/strong>, se houver circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus e parte delas n\u00e3o estiver protegida, existe espa\u00e7o para que a doen\u00e7a volte\u201d, lembra.<\/p>\n<p>Por isso, no caso de doen\u00e7as altamente transmiss\u00edveis como o sarampo, \u00e9 preciso que a maior parte das pessoas esteja protegida, <strong>em todas as regi\u00f5es<\/strong> e <strong>no momento certo<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cAfinal, enquanto houver bols\u00f5es de baixa cobertura, o v\u00edrus encontra brechas para voltar a circular\u201d, diz a especialista.<\/p>\n<p data-pm-slice=\"1 1 []\">Prefeituras de munic\u00edpios citados foram procuradas pela VEJA SA\u00daDE e n\u00e3o haviam respondido at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o desta reportagem. O espa\u00e7o segue aberto para esclarecimentos.<\/p>\n<p>Os verdadeiros \u201cefeitos colaterais\u201d das vacinas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ler Resumo Introdu\u00e7\u00e3o Um levantamento da plataforma ImpulsoGov, obtido com exclusividade, identificou os 20 munic\u00edpios brasileiros com as&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":495470,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[116,32,33,1670,117,2820,44852],"class_list":["post-495469","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-health","tag-portugal","tag-pt","tag-sarampo","tag-saude","tag-vacinacao","tag-vacinacao-infantil"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/117134575893359726","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/495469","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=495469"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/495469\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/495470"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=495469"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=495469"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=495469"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}