{"id":495781,"date":"2026-08-21T21:48:12","date_gmt":"2026-08-21T21:48:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/495781\/"},"modified":"2026-08-21T21:48:12","modified_gmt":"2026-08-21T21:48:12","slug":"missao-da-nasa-para-rebocar-telescopio-espacial-falha-equipamento-sera-destruido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/495781\/","title":{"rendered":"Miss\u00e3o da Nasa para \u201crebocar\u201d telesc\u00f3pio espacial falha; equipamento ser\u00e1 destru\u00eddo"},"content":{"rendered":"\n<p>\n                Ler Resumo<\/p>\n<ul class=\"resume-list\" id=\"resume-list\" aria-hidden=\"true\">\n<li class=\"section-item section-intro\">\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Uma corrida contra o tempo da Nasa para salvar o Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift, um telesc\u00f3pio que investiga fen\u00f4menos espaciais desde 2004, chegou ao fim. A nave socorrista LINK, enviada para rebocar o equipamento que ca\u00eda em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra, sofreu falhas graves. O telesc\u00f3pio deve queimar na atmosfera at\u00e9 o fim do ano.<\/p>\n<\/li>\n<li class=\"section-item section-topicos\">\n<ul>\n<li>O Observat\u00f3rio Swift, ativo desde 2004, estava caindo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra.<\/li>\n<li>A Nasa lan\u00e7ou a nave LINK para tentar impulsionar o telesc\u00f3pio de volta \u00e0 \u00f3rbita.<\/li>\n<li>A miss\u00e3o de resgate LINK foi cancelada devido a falhas nos propulsores.<\/li>\n<li>O telesc\u00f3pio Swift \u00e9 esperado para se desintegrar na atmosfera at\u00e9 o final do ano.<\/li>\n<li>O Swift era essencial para a observa\u00e7\u00e3o de explos\u00f5es de raios gama.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li class=\"section-item section-info\">\n<p style=\"margin: 0;\">Este resumo foi \u00fatil?<\/p>\n<p>\n                            \ud83d\udc4d<br \/>\ud83d\udc4e\n                        <\/p>\n<p>                    Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela reda\u00e7\u00e3o da Editora Abril.\n                <\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>No \u00faltimo m\u00eas, uma miss\u00e3o de \u201cresgate espacial\u201d da Nasa estava correndo contra o tempo. O alvo era o Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift, um telesc\u00f3pio lan\u00e7ado em 2004 e que agora ca\u00eda lentamente em dire\u00e7\u00e3o ao nosso planeta. Na tentativa de salv\u00e1-lo, a ag\u00eancia teve a ideia de enviar uma esp\u00e9cie de \u201crebocador espacial\u201d.<\/p>\n<p>A nave LINK foi ent\u00e3o enviada ao espa\u00e7o no in\u00edcio do m\u00eas. Nesta semana, por\u00e9m, o plano ruiu: a nave socorrista sofreu falhas graves e a miss\u00e3o de resgate foi cancelada. A expectativa \u00e9 que o final do telesc\u00f3pio Swift seja tr\u00e1gico \u2013 ele deve queimar assim que entrar em contato com a atmosfera, provavelmente at\u00e9 o final do ano.<\/p>\n<p>O Swift era o principal meio de observa\u00e7\u00e3o da Nasa para explos\u00f5es de raios gama. Esses fen\u00f4menos s\u00e3o grandes libera\u00e7\u00f5es de energia que podem acontecer, por exemplo, quando estrelas gigantes chegam ao fim da vida e explodem em supernovas, ou quando objetos extremamente densos, como estrelas de n\u00eautrons, se chocam.<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>Por mais de duas d\u00e9cadas, o Swift observou esses eventos. O telesc\u00f3pio consegue detectar uma explos\u00e3o e, em poucos minutos, apontar seus instrumentos para a regi\u00e3o onde ela aconteceu. Com isso, ajuda outros observat\u00f3rios na Terra e no espa\u00e7o a estudarem fen\u00f4menos que aparecem e desaparecem rapidamente.<\/p>\n<p>Artemis III: como ser\u00e1 a pr\u00f3xima miss\u00e3o lunar, prevista para 2027?<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>A proposta original era de que o equipamento durasse apenas dois anos, ent\u00e3o seus idealizadores n\u00e3o planejaram como ele seria restaurado em caso de falha. Com o tempo, por\u00e9m, o Swift passou a apresentar quedas em sua altitude: quando foi lan\u00e7ado, ele orbitava a cerca de 600 quil\u00f4metros acima da superf\u00edcie terrestre; hoje, est\u00e1 a aproximadamente 370 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Isso acontece porque, mesmo no espa\u00e7o, sat\u00e9lites pr\u00f3ximos da Terra ainda sofrem uma pequena influ\u00eancia da atmosfera. A tend\u00eancia, ent\u00e3o, \u00e9 de que eles eventualmente percam altitude. Ainda assim, a Nasa imaginava que o Swift pudesse aguentar at\u00e9 o in\u00edcio de 2030, mas o Sol acelerou o processo de queda.\u00a0<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>O astro, que estava em um de seus ciclos de atividade de maior intensidade, fez com que a ocorr\u00eancia de tempestades solares aumentasse \u2013 o que acabou afetando o telesc\u00f3pio.\u00a0<\/p>\n<p>No pouco tempo que lhe resta, o Swift deve retomar suas observa\u00e7\u00f5es de raios gama. Anteriormente, o trabalho tinha sido interrompido para desacelerar sua queda na \u00f3rbita.<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p><b>A miss\u00e3o LINK<\/b><\/p>\n<p>A Nasa sabia que tinha chances de que a miss\u00e3o de resgate do Swift n\u00e3o desse certo. Primeiro, porque tratava-se de uma corrida contra o tempo. Em setembro de 2025, a Nasa apontou a empresa Katalyst como a respons\u00e1vel pelo preparo da miss\u00e3o e seus especialistas tiveram menos de um ano para elaborar a LINK \u2013 um per\u00edodo extremamente curto para os padr\u00f5es da explora\u00e7\u00e3o espacial.<\/p>\n<p>Segundo, seria a primeira vez que uma espa\u00e7onave seria enviada a uma miss\u00e3o como essa sem ningu\u00e9m a bordo (todo o trabalho do LINK foi feito por uma nave rob\u00f3tica).\u00a0<\/p>\n<p>    Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n<p>E depois, o Swift tamb\u00e9m n\u00e3o tem estruturas especiais pensadas para acoplamento, ou seja, pontos espec\u00edficos onde outra nave consegue se conectar. Mesmo que a miss\u00e3o de resgate chegasse at\u00e9 o telesc\u00f3pio, teria a tarefa \u00e1rdua de segur\u00e1-lo sem danificar seus instrumentos cient\u00edficos.<\/p>\n<p>Mas o LINK sequer chegou a esse ponto. Uma falha em seus propulsores de manobra o tornou incapaz de concluir sua tarefa de impulsionar o Swift mais alto no espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Quanto ao Swift, assim que ele adentrar novamente a atmosfera, grande parte deve se desintegrar. Segundo um porta-voz da ag\u00eancia, por\u00e9m, \u00e9 improv\u00e1vel que eles causem qualquer dano \u00e0 Terra.\u00a0<\/p>\n<p>AS MAIS LIDAS DA SEMANA<\/p>\n<p>\n                            Toda sexta, uma sele\u00e7\u00e3o das reportagens que mais bombaram no site da Super ao longo da semana.<br \/>\n                                <strong><br \/>\n                                    Inscreva-se aqui<br \/>\n                                <\/strong><\/p>\n<p>                            Cadastro efetuado com sucesso!<\/p>\n<p>Voc\u00ea receber\u00e1 nossas newsletters pela manh\u00e3 de segunda a sexta-feira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ler Resumo Introdu\u00e7\u00e3o Uma corrida contra o tempo da Nasa para salvar o Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift, um&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":495782,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[84],"tags":[109,107,108,1008,1976,10155,1149,32,33,105,103,104,106,110,10541],"class_list":["post-495781","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-ciencia-e-tecnologia","tag-ciencia","tag-ciencia-e-tecnologia","tag-cienciaetecnologia","tag-espaco","tag-espaco-sideral","tag-missao","tag-nasa","tag-portugal","tag-pt","tag-science","tag-science-and-technology","tag-scienceandtechnology","tag-technology","tag-tecnologia","tag-telescopio"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/117135704503702228","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/495781","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=495781"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/495781\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/495782"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=495781"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=495781"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=495781"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}