{"id":496968,"date":"2026-08-22T23:26:23","date_gmt":"2026-08-22T23:26:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/496968\/"},"modified":"2026-08-22T23:26:23","modified_gmt":"2026-08-22T23:26:23","slug":"mercado-de-smartphones-afunda-na-europa-vendas-caem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/496968\/","title":{"rendered":"Mercado de smartphones afunda na Europa! Vendas caem"},"content":{"rendered":"<p>O mercado europeu de smartphones registou o seu pior segundo trimestre dos \u00faltimos tr\u00eas anos. Entre abril e junho, as entregas de equipamentos ca\u00edram 10% em termos hom\u00f3logos, fixando-se em apenas 35 milh\u00f5es de unidades enviadas para as lojas.<\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/samsung_apple_1.jpg\" onclick=\"refreshIframe()\" class=\"foobox\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/samsung_apple_1.jpg\" alt=\"Europa smartphones vendas\" width=\"1200\" height=\"675\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1100908\"  \/><\/a>\n<\/p>\n<p>Este abrandamento acentuado reflete um cen\u00e1rio econ\u00f3mico desafiante no continente. A subida persistente da infla\u00e7\u00e3o, as tens\u00f5es geopol\u00edticas internacionais e o aumento dos custos dos componentes eletr\u00f3nicos for\u00e7aram as fabricantes a subir os pre\u00e7os finais e a reduzir as habituais campanhas promocionais. Perante este aperto financeiro, a procura por novos dispositivos arrefeceu de forma evidente.<\/p>\n<p>Apple e Samsung continuam no topo do mercado<\/p>\n<p>Apesar da <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/counterpointresearch.com\/en\/insights\/europe-smartphone-shipments-drop-10-percent-yoy-in-q2%202026\" rel=\"nofollow noopener\">quebra geral<\/a> nas vendas, duas marcas destacaram-se e conseguiram segurar o topo da tabela na Europa. A Apple e a Samsung dividem agora o primeiro lugar, com cada uma a assegurar uma quota expressiva de 34% de todas as remessas do trimestre. O desempenho da marca da ma\u00e7\u00e3 foi particularmente expressivo neste per\u00edodo, subindo a sua quota de mercado de 25% para os atuais 34%.<\/p>\n<p>A Samsung tamb\u00e9m registou ganhos ligeiros, consolidando o seu dom\u00ednio no segmento premium. Em sentido contr\u00e1rio, a concorr\u00eancia asi\u00e1tica perdeu terreno consider\u00e1vel. A Xiaomi manteve o terceiro posto com 15% das remessas, sofrendo uma quebra face aos 19% registados no ano anterior. O grupo OPPO fechou com 4% e a Honor com 3%, num cen\u00e1rio em que quase todas as marcas viram os seus volumes encolher.<\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/smartphones_vendas_europa.jpg\" onclick=\"refreshIframe()\" class=\"foobox\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/smartphones_vendas_europa.jpg\" alt=\"Europa smartphones vendas\" width=\"1200\" height=\"610\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1136732\"  \/><\/a><\/p>\n<p>Crise aperta vendas dos smartphones mais baratos<\/p>\n<p>O impacto negativo fez-se sentir de forma bastante desigual no territ\u00f3rio europeu. A Europa Ocidental apresentou uma maior resist\u00eancia, sustentada pela forte procura de modelos topo de gama da Apple e da Samsung.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Europa de Leste sofreu o maior impacto do recuo nas vendas. A depend\u00eancia de equipamentos mais acess\u00edveis deixou este mercado vulner\u00e1vel, uma vez que o segmento de gama de entrada foi o mais castigado pelo aumento dos pre\u00e7os e pela perda do poder de compra.<\/p>\n<p>O panorama a curto prazo continua a exigir cautela para todo o setor. A quebra nos invent\u00e1rios e o abrandamento cont\u00ednuo nas gamas baixas sugerem que as vendas de smartphones na Europa devem permanecer sob forte press\u00e3o nos pr\u00f3ximos trimestres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O mercado europeu de smartphones registou o seu pior segundo trimestre dos \u00faltimos tr\u00eas anos. 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