{"id":501354,"date":"2026-08-26T15:26:10","date_gmt":"2026-08-26T15:26:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/501354\/"},"modified":"2026-08-26T15:26:10","modified_gmt":"2026-08-26T15:26:10","slug":"avaliacao-bancaria-da-habitacao-bate-recorde-de-2-240-euros-m2-em-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/501354\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria da habita\u00e7\u00e3o bate recorde de 2.240 euros\/m2 em julho"},"content":{"rendered":"\n<p>&#13;<br \/>\nSegundo o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE), o aumento hom\u00f3logo de 15,2% do valor mediano da avalia\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria &#8211; realizada no \u00e2mbito de pedidos de cr\u00e9dito para a aquisi\u00e7\u00e3o de habita\u00e7\u00e3o &#8212; ficou abaixo do registado em junho (16,6%), enquanto a varia\u00e7\u00e3o em cadeia se fixou em 0,5%.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO Alentejo foi a regi\u00e3o onde se verificou o aumento mais expressivo face ao m\u00eas anterior (1,3%), tendo-se registado a descida mais acentuada na Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores (-1,9%).&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nJ\u00e1 em compara\u00e7\u00e3o com julho de 2025, a varia\u00e7\u00e3o mais acentuada ocorreu na Pen\u00ednsula de Set\u00fabal (20,4%), n\u00e3o se tendo observado qualquer redu\u00e7\u00e3o.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nPara o apuramento do valor mediano de avalia\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria de julho de 2026 foram consideradas 34.053 avalia\u00e7\u00f5es (21.036 apartamentos e 13.017 moradias), mais 0,6% do que no per\u00edodo hom\u00f3logo. Face a junho, foram realizadas mais 458 avalia\u00e7\u00f5es, um acr\u00e9scimo de 1,4%.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNos apartamentos, o valor mediano de avalia\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria foi de 2.627 euros por metro quadrado (euros\/m2), mais 16,5% do que em julho de 2025.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nOs valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3.469 euros\/m2) e no Algarve (3.010 euros\/m2), tendo o Centro e o Alentejo apresentado os valores mais baixos (1.739 euros\/m2 e 1.778 euros\/m2, respetivamente).&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNeste tipo de habita\u00e7\u00e3o, o Alentejo apresentou o crescimento hom\u00f3logo mais expressivo (25,3%), n\u00e3o se tendo verificado qualquer descida.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nFace ao m\u00eas anterior, o valor de avalia\u00e7\u00e3o dos apartamentos subiu 0,5%, tendo o Alentejo registado o maior aumento (3,9%) e n\u00e3o ocorrendo qualquer descida.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nEm julho, o valor mediano dos apartamentos T1 subiu 41 euros, para 3.343 euros\/m2, tendo os T2 e T3 aumentado 17 e dois euros, para 2.711 euros\/m2 e 2.255 euros\/m2, respetivamente.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNo seu conjunto, estas tipologias representaram 92,9% das avalia\u00e7\u00f5es de apartamentos realizadas no per\u00edodo analisado.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nQuanto \u00e0s moradias, a avalia\u00e7\u00e3o mediana alcan\u00e7ou os 1.606 euros\/m2, um acr\u00e9scimo hom\u00f3logo de 13,6%, destacando-se a Grande Lisboa (2.922 euros\/m2) e o Algarve (2.846 euros\/m2) com os valores mais elevados, enquanto o Centro e o Alentejo apresentaram os valores mais baixos (1.163 euros\/m2 e 1.300 euros\/m2, respetivamente).&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nA Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira apresentou o crescimento hom\u00f3logo mais elevado (17,8%), n\u00e3o se tendo registado qualquer descida.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nJ\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o a junho, o valor de avalia\u00e7\u00e3o das moradias subiu 0,4%, sendo o Alentejo a regi\u00e3o com o crescimento mais elevado (1,9%) e verificando-se a descida mais acentuada na Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores (-2,9%).&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO valor mediano das moradias T2 subiu 11 euros, para 1.612 euros\/m2, o das T3 aumentou 14 euros (1.565 euros\/m2) e o das T4 recuou 30 euros, para 1.655 euros\/m2.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNo seu conjunto, estas tipologias representaram 88,0% das avalia\u00e7\u00f5es de moradias realizadas no per\u00edodo em an\u00e1lise.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNuma an\u00e1lise por regi\u00f5es NUTS III, a Grande Lisboa, o Algarve e a Pen\u00ednsula de Set\u00fabal voltaram a apresentar em julho os valores de avalia\u00e7\u00e3o mais elevados face \u00e0 mediana do pa\u00eds em 51,7%, 32,6% e 24,2%, respetivamente.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nPelo contr\u00e1rio, a Beira Baixa, o Alto Alentejo e o Alto T\u00e2mega e Barroso foram as regi\u00f5es que apresentaram valores mais baixos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mediana do pa\u00eds (-52,9%, -52,5% e -50,0%, respetivamente).&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO valor mediano de avalia\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria de habita\u00e7\u00e3o calculado pelo INE considera as habita\u00e7\u00f5es com \u00e1rea bruta privativa entre 35 e 600 metros quadrados e alojamentos que tenham sido alvo de uma avalia\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito de um pedido de cr\u00e9dito. &#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n\u00a0&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; 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