{"id":505601,"date":"2026-08-30T15:21:09","date_gmt":"2026-08-30T15:21:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/505601\/"},"modified":"2026-08-30T15:21:09","modified_gmt":"2026-08-30T15:21:09","slug":"feijao-saiba-como-combater-a-podridao-do-colo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/505601\/","title":{"rendered":"Feij\u00e3o: saiba como combater a podrid\u00e3o do colo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify\">A podrid\u00e3o do colo no <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/feijao\/?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">feij\u00e3o<\/a> \u00e9 uma doen\u00e7a de solo causada pelo fungo Sclerotium rolfsii e pode provocar morte r\u00e1pida de plantas e falhas severas no estande, principalmente em condi\u00e7\u00f5es de solo quente e \u00famido. O risco exige aten\u00e7\u00e3o especial entre fevereiro e maio em muitas regi\u00f5es produtoras, com manejo integrado desde a escolha da \u00e1rea at\u00e9 o monitoramento da lavoura.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo dados divulgados pela Embrapa em publica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas sobre o manejo do feijoeiro, a podrid\u00e3o do colo \u00e9 provocada por um fungo capaz de sobreviver por longos per\u00edodos no solo por meio de estruturas de resist\u00eancia chamadas escler\u00f3dios. O pat\u00f3geno ataca principalmente a regi\u00e3o do colo, na transi\u00e7\u00e3o entre a raiz e a parte a\u00e9rea da planta. A infec\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode avan\u00e7ar para ra\u00edzes e para a haste pr\u00f3xima ao solo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Sclerotium rolfsii \u00e9 considerado um pat\u00f3geno pol\u00edfago, pois consegue se desenvolver em diferentes esp\u00e9cies vegetais de import\u00e2ncia agr\u00edcola. Essa caracter\u00edstica dificulta estrat\u00e9gias baseadas exclusivamente na rota\u00e7\u00e3o de culturas. Os escler\u00f3dios permanecem vi\u00e1veis mesmo na aus\u00eancia do feijoeiro e representam uma importante fonte de in\u00f3culo para a safra seguinte.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O ciclo come\u00e7a com a sobreviv\u00eancia dos escler\u00f3dios no solo ou em restos culturais. Em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de umidade e temperaturas em torno de 25 \u00b0C a 30 \u00b0C, essas estruturas germinam e produzem mic\u00e9lio. O mic\u00e9lio pode crescer sobre restos de culturas, plantas daninhas e mat\u00e9ria org\u00e2nica fresca. A partir desses materiais, o fungo alcan\u00e7a o colo das plantas de feij\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo dados divulgados pela Embrapa, a infec\u00e7\u00e3o ocorre principalmente na regi\u00e3o de contato entre a planta e o solo, onde o pat\u00f3geno penetra e degrada os tecidos. Com o avan\u00e7o da doen\u00e7a, as plantas apresentam murcha, secam e podem morrer. Sobre os tecidos necrosados, novos escler\u00f3dios s\u00e3o formados e retornam ao solo, reiniciando o ciclo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A doen\u00e7a costuma aparecer inicialmente em reboleiras, com grupos de plantas apresentando murcha repentina. Outro sinal \u00e9 o escurecimento e a podrid\u00e3o da regi\u00e3o do colo. Dependendo das condi\u00e7\u00f5es de umidade, os tecidos podem apresentar aspecto encharcado ou seco.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em dias \u00famidos, pode ser observado mic\u00e9lio branco e denso, semelhante a algod\u00e3o, na base das plantas e no solo pr\u00f3ximo ao colo. Tamb\u00e9m podem surgir pequenos escler\u00f3dios esf\u00e9ricos. Inicialmente brancos, eles se tornam amarelados ou acastanhados e podem ficar aderidos aos tecidos do colo ou sobre o solo. Com o comprometimento das ra\u00edzes e da regi\u00e3o basal, ocorre queda de folhas e morte completa da planta. Plantas mortas podem ser facilmente arrancadas devido aos danos provocados no sistema radicular.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre fevereiro e maio, muitas regi\u00f5es produtoras apresentam condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao desenvolvimento da doen\u00e7a, com temperaturas elevadas combinadas a chuvas frequentes ou uso intenso de irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O per\u00edodo tamb\u00e9m pode coincidir com a implanta\u00e7\u00e3o ou o desenvolvimento do feij\u00e3o de safra das \u00e1guas tardia ou de safrinha, al\u00e9m de maior presen\u00e7a de restos culturais deixados pelas culturas anteriores, como soja e milho. O solo quente e \u00famido favorece a germina\u00e7\u00e3o dos escler\u00f3dios e o crescimento do mic\u00e9lio de S. rolfsii. Por isso, lavouras conduzidas nesse per\u00edodo precisam de aten\u00e7\u00e3o desde o planejamento da \u00e1rea at\u00e9 o ajuste da irriga\u00e7\u00e3o e da densidade de plantas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As perdas provocadas pela doen\u00e7a variam de acordo com a press\u00e3o de in\u00f3culo no solo, as condi\u00e7\u00f5es ambientais e a suscetibilidade da cultivar. Em situa\u00e7\u00f5es de alta infesta\u00e7\u00e3o e clima favor\u00e1vel, a morte de plantas reduz o estande e provoca falhas na linha de plantio. A redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de plantas tamb\u00e9m prejudica o fechamento das entrelinhas e a intercepta\u00e7\u00e3o de luz pela cultura. Quando a doen\u00e7a ocorre em est\u00e1dios como florescimento e enchimento de gr\u00e3os, a morte das plantas interfere diretamente na forma\u00e7\u00e3o de vagens e na produtividade final.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Al\u00e9m disso, o produtor pode ter menor efici\u00eancia no uso de adubos, irriga\u00e7\u00e3o e produtos fitossanit\u00e1rios, j\u00e1 que parte das plantas deixa de completar o ciclo. Em \u00e1reas com hist\u00f3rico recorrente, o problema tamb\u00e9m pode elevar o custo de produ\u00e7\u00e3o pela necessidade de mudan\u00e7as no sistema de cultivo, manejo de res\u00edduos, ajustes de irriga\u00e7\u00e3o e eventuais aplica\u00e7\u00f5es de fungicidas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo dados divulgados pela Embrapa em recomenda\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para a cultura do feij\u00e3o, o hist\u00f3rico fitossanit\u00e1rio da \u00e1rea deve ser considerado antes da implanta\u00e7\u00e3o da lavoura. Talh\u00f5es com ocorr\u00eancia frequente de podrid\u00e3o do colo ou de outras doen\u00e7as de solo exigem maior aten\u00e7\u00e3o.A corre\u00e7\u00e3o da acidez e da fertilidade deve ser feita com base em an\u00e1lise qu\u00edmica. O objetivo \u00e9 favorecer o desenvolvimento radicular e o vigor das plantas. Tamb\u00e9m \u00e9 importante evitar \u00e1reas com encharcamento, drenagem deficiente ou compacta\u00e7\u00e3o subsuperficial. Essas condi\u00e7\u00f5es podem aumentar a perman\u00eancia de \u00e1gua junto ao colo e favorecer a doen\u00e7a.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A rota\u00e7\u00e3o de culturas \u00e9 uma das estrat\u00e9gias que podem integrar o manejo da podrid\u00e3o do colo. Quando poss\u00edvel, recomenda-se introduzir culturas menos suscet\u00edveis ao S. rolfsii por mais de uma safra, contribuindo para reduzir o in\u00f3culo no solo ao longo do tempo. A pr\u00e1tica, entretanto, precisa considerar a capacidade do fungo de infectar diferentes esp\u00e9cies vegetais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Sucess\u00f5es cont\u00ednuas de culturas altamente suscet\u00edveis, especialmente leguminosas, devem ser evitadas em \u00e1reas com hist\u00f3rico da doen\u00e7a. O controle de plantas daninhas tamb\u00e9m \u00e9 importante, j\u00e1 que esp\u00e9cies hospedeiras podem servir como fonte de substrato para o fungo e contribuir para a manuten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de escler\u00f3dios.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O manejo dos res\u00edduos da cultura anterior tamb\u00e9m interfere no ambiente pr\u00f3ximo \u00e0s plantas. Em \u00e1reas com elevada incid\u00eancia da doen\u00e7a, \u00e9 recomend\u00e1vel evitar o ac\u00famulo de restos culturais muito volumosos e mal distribu\u00eddos sobre a linha de plantio. A distribui\u00e7\u00e3o uniforme da palhada pode ser favorecida pelo ajuste das colhedoras utilizadas nas culturas antecessoras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Outro ponto de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a presen\u00e7a excessiva de mat\u00e9ria org\u00e2nica fresca em contato direto com a linha de semeadura, condi\u00e7\u00e3o que pode favorecer o desenvolvimento do fungo. Segundo dados divulgados pela Embrapa, o hist\u00f3rico da palhada e das doen\u00e7as da \u00e1rea deve ser considerado principalmente em sistemas de plantio direto.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O uso de sementes certificadas e com elevada qualidade fisiol\u00f3gica e sanit\u00e1ria contribui para uma emerg\u00eancia r\u00e1pida e uniforme. O tratamento de sementes com fungicidas registrados para a cultura do feij\u00e3o tamb\u00e9m pode integrar o manejo preventivo. A aplica\u00e7\u00e3o deve seguir rigorosamente as recomenda\u00e7\u00f5es de r\u00f3tulo e bula e o receitu\u00e1rio agron\u00f4mico. O objetivo \u00e9 proteger as pl\u00e2ntulas contra pat\u00f3genos iniciais de solo e favorecer o estabelecimento da lavoura.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O manejo da \u00e1gua \u00e9 outro ponto importante no controle da podrid\u00e3o do colo. L\u00e2minas e intervalos de irriga\u00e7\u00e3o devem ser ajustados para evitar excesso de \u00e1gua no solo, principalmente durante per\u00edodos mais quentes. A aplica\u00e7\u00e3o de volumes muito elevados de uma \u00fanica vez pode provocar satura\u00e7\u00e3o do solo pr\u00f3ximo ao colo das plantas. Em determinadas situa\u00e7\u00f5es, dividir a l\u00e2mina em aplica\u00e7\u00f5es menores pode ser mais adequado. A umidade pode ser acompanhada por tensi\u00f4metros, sensores ou avalia\u00e7\u00e3o manual criteriosa.O objetivo \u00e9 evitar tanto o encharcamento quanto per\u00edodos prolongados de seca que levem \u00e0 necessidade de uma irriga\u00e7\u00e3o pesada de corre\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O ajuste da popula\u00e7\u00e3o de plantas ajuda a evitar excesso de fechamento da entrelinha. Popula\u00e7\u00f5es muito elevadas podem reduzir a circula\u00e7\u00e3o de ar e aumentar a umidade relativa pr\u00f3xima ao solo. Por isso, a densidade deve ser adequada \u00e0 cultivar, \u00e0 \u00e9poca de semeadura e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es locais. A escolha de materiais adaptados \u00e0 regi\u00e3o e \u00e0 \u00e9poca de plantio, com bom vigor inicial e sistema radicular bem desenvolvido, tamb\u00e9m faz parte do planejamento preventivo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O uso de fungicidas deve ser avaliado a partir do hist\u00f3rico da \u00e1rea, do risco de ocorr\u00eancia e do monitoramento dos sintomas. Segundo dados divulgados pela Embrapa em publica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas sobre manejo integrado de doen\u00e7as do feijoeiro, medidas qu\u00edmicas devem ser integradas a outras estrat\u00e9gias, e n\u00e3o utilizadas de forma isolada. Quando indicado tecnicamente, o controle pode envolver tratamentos de solo localizados na linha de plantio ou aplica\u00e7\u00f5es direcionadas \u00e0 base das plantas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A escolha do produto deve considerar apenas fungicidas registrados para a cultura do feij\u00e3o e para o alvo, seguindo dose, \u00e9poca, intervalo de aplica\u00e7\u00e3o, n\u00famero m\u00e1ximo de aplica\u00e7\u00f5es e demais recomenda\u00e7\u00f5es previstas em bula. O receitu\u00e1rio agron\u00f4mico emitido por profissional habilitado deve ser respeitado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Durante o per\u00edodo de fevereiro a maio, a inspe\u00e7\u00e3o da lavoura deve ser intensificada, especialmente em \u00e1reas com hist\u00f3rico da doen\u00e7a. As vistorias s\u00e3o importantes ap\u00f3s per\u00edodos de chuvas intensas ou irriga\u00e7\u00f5es pesadas. Ao encontrar plantas suspeitas, o produtor pode verificar cuidadosamente a regi\u00e3o do colo e o solo adjacente em busca de mic\u00e9lio branco e escler\u00f3dios. A localiza\u00e7\u00e3o das reboleiras tamb\u00e9m deve ser registrada. Essas informa\u00e7\u00f5es ajudam a acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do problema e a planejar medidas de manejo para as pr\u00f3ximas safras.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A podrid\u00e3o do colo no feij\u00e3o exige uma estrat\u00e9gia combinada. Entre as principais medidas est\u00e3o a escolha adequada da \u00e1rea, rota\u00e7\u00e3o de culturas, manejo de plantas daninhas, distribui\u00e7\u00e3o uniforme dos restos culturais e uso de sementes de qualidade. O ajuste da densidade de plantas e da irriga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contribui para reduzir condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao desenvolvimento do fungo. Em \u00e1reas com risco elevado, o monitoramento deve orientar eventuais interven\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas localizadas, sempre com acompanhamento t\u00e9cnico.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Medidas culturais complementares incluem evitar danos mec\u00e2nicos ao colo provocados por opera\u00e7\u00f5es de cultivo, capinas mal conduzidas ou tr\u00e2nsito de m\u00e1quinas em solo muito \u00famido. Em reboleiras intensas, tamb\u00e9m pode ser avaliada a retirada de plantas altamente afetadas para reduzir a produ\u00e7\u00e3o local de escler\u00f3dios. A ado\u00e7\u00e3o dessa medida deve considerar o custo-benef\u00edcio em cada situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A podrid\u00e3o do colo apresenta car\u00e1ter cumulativo porque o pat\u00f3geno consegue sobreviver no solo por meio dos escler\u00f3dios. Por isso, as decis\u00f5es tomadas em uma safra podem influenciar diretamente o risco de ocorr\u00eancia nas seguintes.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo dados divulgados pela Embrapa em materiais t\u00e9cnicos sobre manejo integrado de doen\u00e7as do feijoeiro, o planejamento de longo prazo deve incluir escolha de \u00e1reas, rota\u00e7\u00e3o de culturas, manejo da umidade, res\u00edduos e plantas daninhas. A estrat\u00e9gia \u00e9 reduzir a quantidade de in\u00f3culo e evitar condi\u00e7\u00f5es ambientais que favore\u00e7am a infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Antes e durante o cultivo, o produtor deve verificar o hist\u00f3rico da \u00e1rea e planejar a rota\u00e7\u00e3o com esp\u00e9cies menos suscet\u00edveis. Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio corrigir limita\u00e7\u00f5es de solo e drenagem, utilizar sementes de boa qualidade e realizar tratamento fungicida registrado quando indicado. A densidade de plantas deve ser ajustada para evitar excesso de fechamento do dossel, enquanto o manejo da irriga\u00e7\u00e3o precisa impedir o excesso de umidade junto ao colo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Outro cuidado \u00e9 distribuir adequadamente os restos culturais e manter o controle de plantas daninhas. Por fim, a lavoura deve ser monitorada regularmente para identificar reboleiras e decidir, com orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, se s\u00e3o necess\u00e1rias interven\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas localizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Toda decis\u00e3o envolvendo fungicidas deve seguir receitu\u00e1rio agron\u00f4mico emitido por engenheiro agr\u00f4nomo habilitado. O produtor deve respeitar rigorosamente as orienta\u00e7\u00f5es de r\u00f3tulo e bula, incluindo dose, \u00e9poca de aplica\u00e7\u00e3o, intervalo de seguran\u00e7a e tecnologias de aplica\u00e7\u00e3o. O uso de equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual \u00e9 obrigat\u00f3rio durante o manuseio e a aplica\u00e7\u00e3o de produtos fitossanit\u00e1rios, conforme a legisla\u00e7\u00e3o vigente.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo dados divulgados pela Embrapa em publica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas sobre o manejo da cultura, as medidas qu\u00edmicas devem fazer parte de uma estrat\u00e9gia integrada de controle, associadas \u00e0s pr\u00e1ticas culturais e ao monitoramento. A podrid\u00e3o do colo no feij\u00e3o tem manejo complexo, mas a combina\u00e7\u00e3o de planejamento da \u00e1rea, rota\u00e7\u00e3o, controle de plantas daninhas, manejo de res\u00edduos, qualidade das sementes, irriga\u00e7\u00e3o adequada e acompanhamento da lavoura pode reduzir os riscos e limitar os danos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A podrid\u00e3o do colo no feij\u00e3o \u00e9 uma doen\u00e7a de solo causada pelo fungo Sclerotium rolfsii e pode&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":505602,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[86],"tags":[15976,15979,15982,15980,223,5546,15977,15978,870,116,13,32,15981,1429,33,117,3203],"class_list":["post-505601","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-saude","tag-agrolink","tag-agrotoxicos","tag-artigos-tecnicos","tag-classificados","tag-colunistas","tag-compra","tag-cotacoes","tag-defensivos","tag-eventos","tag-health","tag-noticias","tag-portugal","tag-precos-agricolas","tag-previsao-do-tempo","tag-pt","tag-saude","tag-venda"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/117185143381027270","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/505601","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=505601"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/505601\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/505602"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=505601"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=505601"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=505601"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}