{"id":515692,"date":"2026-09-08T10:09:45","date_gmt":"2026-09-08T10:09:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/515692\/"},"modified":"2026-09-08T10:09:45","modified_gmt":"2026-09-08T10:09:45","slug":"rock-in-rio-registra-passagem-de-eras-do-metal-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/515692\/","title":{"rendered":"Rock in Rio registra passagem de eras do metal brasileiro"},"content":{"rendered":"<p>Quatro d\u00e9cadas no mesmo festival<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/rock-in-rio\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Rock in Rio<\/a> reuniu no s\u00e1bado (5\/9) quatro d\u00e9cadas de <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/metal\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">metal<\/a> brasileiro, espalhadas em diferentes palcos da Cidade do Rock. O <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/korzus\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Korzus<\/a>, formado em S\u00e3o Paulo em 1983, e o <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/sepultura\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Sepultura<\/a>, criado em Belo Horizonte no ano seguinte, encontraram uma cena que j\u00e1 n\u00e3o reproduz simplesmente o caminho aberto pelos pioneiros. <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/black-pantera\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Black Pantera<\/a>, <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/nervosa\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Nervosa<\/a>, <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/malvada\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Malvada<\/a>, <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/rhegia\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Rhegia<\/a> e outras bandas mant\u00eam a circula\u00e7\u00e3o internacional do g\u00eanero, mas incorporam novas forma\u00e7\u00f5es, discursos, refer\u00eancias e at\u00e9 uma presen\u00e7a maior do portugu\u00eas nas letras.<\/p>\n<p>O que mudou desde os anos 1980?<\/p>\n<p>Sepultura e Korzus surgiram quando ainda n\u00e3o existia uma estrutura internacional consolidada para bandas brasileiras de metal. O ingl\u00eas acabou se tornando parte importante dessa expans\u00e3o, principalmente depois que o Sepultura atravessou as fronteiras do underground e alcan\u00e7ou turn\u00eas mundiais, grandes gravadoras e festivais estrangeiros.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Korzus registra essa transforma\u00e7\u00e3o. A banda estreou em 1985 com \u201cGuerreiros do Metal\u201d e \u201cPr\u00edncipe da Escurid\u00e3o\u201d, ambas em portugu\u00eas, na colet\u00e2nea \u201cSP Metal II\u201d. \u201cSonho Man\u00edaco\u201d (1987) ainda pertencia a essa primeira fase, antes de \u201cPay for Your Lies\u201d (1989) e \u201cMass Illusion\u201d (1991) consolidarem a mudan\u00e7a para o ingl\u00eas num momento em que tocar fora do Brasil se tornava objetivo cada vez mais concreto.<\/p>\n<p>Pioneiros chegam a momentos diferentes<\/p>\n<p>No Palco Mundo, o Sepultura viveu sua despedida do Rock in Rio. <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/derrick-green\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Derrick Green<\/a>, <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/andreas-kisser\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Andreas Kisser<\/a>, Paulo Xisto e Greyson Nekrutman tocaram apenas m\u00fasicas gravadas desde 1998, evitando inclusive \u201cRoots Bloody Roots\u201d, \u201cArise\u201d e outros cl\u00e1ssicos associados ao per\u00edodo com Max Cavalera. A sele\u00e7\u00e3o transformou o \u00faltimo show da banda no festival numa defesa dos quase 30 anos de trajet\u00f3ria constru\u00edda com Derrick\u2026 um cantor americano.<\/p>\n<p>No Global Village, o Korzus apareceu numa situa\u00e7\u00e3o oposta. A banda atravessa uma renova\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o, revigorando-se com J\u00e9ssica Falchi, ex-Crypta, e Jean Patton, ex-Project46, nas guitarras, ao lado dos veteranos <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/marcello-pompeu\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Marcello Pompeu<\/a> e Dick Siebert e do baterista Rodrigo Oliveira. O grupo lan\u00e7ou \u201cNo Light Within\u201d neste ano e trabalha em material novo.<\/p>\n<p>As duas bandas chegaram ao s\u00e1bado como sobreviventes da mesma gera\u00e7\u00e3o, mas em pontos completamente distintos. Uma prepara o encerramento definitivo da carreira. A outra reorganiza sua forma\u00e7\u00e3o e planeja novos cap\u00edtulos mais de quatro d\u00e9cadas depois de surgir.<\/p>\n<p>Black Pantera muda o discurso<\/p>\n<p>O Black Pantera mostrou no Sunset como a expans\u00e3o internacional do metal brasileiro j\u00e1 n\u00e3o precisa repetir exatamente o modelo criado pela primeira gera\u00e7\u00e3o. O trio de Uberaba toca no exterior, participa de grandes festivais europeus e construiu uma identidade em que portugu\u00eas, quest\u00f5es raciais e refer\u00eancias brasileiras, como uma camiseta do Racionais MC\u2019s, fazem parte do discurso musical.<\/p>\n<p>O show come\u00e7ou com \u201cH\u00f3rus\u201d, de \u201cContinental\u201d (2026), e passou por \u201cPadr\u00e3o \u00e9 o Caralho\u201d, \u201cObsoleto\u201d e \u201cFogo nos Racistas\u201d. Antes desta \u00faltima, Chaene da Gama usou uma baqueta contra as cordas do baixo para produzir um efeito semelhante ao som de um berimbau.<\/p>\n<p>\u201cTradu\u00e7\u00e3o\u201d levou a dimens\u00e3o pol\u00edtica para outra dire\u00e7\u00e3o. A m\u00fasica, inspirada na rotina de uma m\u00e3e consumida pelo trabalho, foi dedicada \u00e0s m\u00e3es e \u00e0 defesa do fim da escala 6\u00d71. Dona Guiomar, m\u00e3e de Charles e Chaene da Gama, acompanhou a apresenta\u00e7\u00e3o do fosso diante do palco, cantando sob a chuva.<\/p>\n<p>Nervosa representa outra internacionaliza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A entrada da Nervosa colocou lado a lado duas formas diferentes de proje\u00e7\u00e3o internacional. Criada em S\u00e3o Paulo em 2010, a banda construiu uma trajet\u00f3ria extensa fora do pa\u00eds e hoje re\u00fane integrantes de diferentes nacionalidades, com repert\u00f3rio predominantemente em ingl\u00eas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/prika-amaral\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Prika Amaral<\/a> entrou primeiro para dividir os vocais de \u201cSerotonina\u201d com Charles Gama. Depois, Helena Kotina, Emmelie Herwegh e Michaela Naydenova completaram a forma\u00e7\u00e3o da Nervosa para \u201cGhost Notes\u201d, \u201cSlave Machine\u201d e \u201cEndless Ambition\u201d.<\/p>\n<p>No fim, as duas bandas se reuniram para uma vers\u00e3o pesada de \u201cObrigado, N\u00e3o\u201d, de ningu\u00e9m menos que <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/rita-lee\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Rita Lee<\/a>. Charles ainda pediu a forma\u00e7\u00e3o de uma roda punk exclusivamente feminina na plateia, enquanto os sete m\u00fasicos encerravam um encontro que colocou ra\u00e7a, g\u00eanero e identidade brasileira dentro de uma linguagem tradicionalmente associada a outros c\u00f3digos.<\/p>\n<p>Malvada assume caminho bil\u00edngue<\/p>\n<p>A Malvada representa uma gera\u00e7\u00e3o ainda mais recente. Formada em 2020, a banda come\u00e7ou gravando principalmente em portugu\u00eas e depois aumentou a presen\u00e7a do ingl\u00eas ao buscar espa\u00e7o fora do pa\u00eds. O contrato com a gravadora italiana Frontiers Music abriu novas possibilidades internacionais, e o disco \u201cMalvada\u201d (2025) combinou oito m\u00fasicas em ingl\u00eas com tr\u00eas em portugu\u00eas.<\/p>\n<p>No Sunset, os dois caminhos apareceram no mesmo repert\u00f3rio. \u201cDead Like You\u201d, \u201cYesterday (My End, My Beginning)\u201d, \u201cFear\u201d, \u201cAfter\u201d e \u201cRNR GRRRL\u201d dividiram espa\u00e7o com \u201cVeneno\u201d antes da entrada de <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/day-limns\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Day Limns<\/a>.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, o portugu\u00eas ganhou protagonismo com \u201cAventura Favorita\u201d, \u201cK\u00e1lice\u201d, \u201cCastelo de Areia\u201d e \u201cAvers\u00e3o\u201d. E tamb\u00e9m teve homenagem a Rita Lee, a rainha do rock nacional, com \u201cOvelha Negra\u201d, enquanto imagens da cantora apareciam nos tel\u00f5es.<\/p>\n<p>Idioma deixa de ser escolha definitiva<\/p>\n<p>Essa diversidade ajuda a revelar uma diferen\u00e7a importante entre gera\u00e7\u00f5es. Para muitas bandas brasileiras dos anos 1980 e 1990, adotar o ingl\u00eas e tocar covers de veteranos do metal mundial parecia praticamente uma condi\u00e7\u00e3o de afirmar a pr\u00f3pria identidade dentro do g\u00eanero. Ser metal tamb\u00e9m significava demonstrar filia\u00e7\u00e3o a Mot\u00f6rhead, Judas Priest, Iron Maiden ou Slayer. Hoje, essa identidade se mostra menos r\u00edgida, tanto no idioma quanto nas refer\u00eancias.<\/p>\n<p>A Malvada canta nos dois idiomas. O Black Pantera percorre festivais estrangeiros com m\u00fasicas como \u201cFogo nos Racistas\u201d e \u201cPadr\u00e3o \u00e9 o Caralho\u201d sem traduzir sua identidade para o mercado externo. E o pr\u00f3prio Korzus, depois de d\u00e9cadas compondo majoritariamente em ingl\u00eas, j\u00e1 voltou a discutir publicamente a possibilidade de lan\u00e7ar mais material em portugu\u00eas.<\/p>\n<p>Amaz\u00f4nia ganha representa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A diversidade tamb\u00e9m apareceu fora do eixo hist\u00f3rico S\u00e3o Paulo-Minas Gerais. A Rhegia trouxe ao Global Village o metal paraense, com uma obra diretamente ligada \u00e0 Amaz\u00f4nia, poucos dias depois do lan\u00e7amento de \u201cThe Mirror of Light\u201d (2026), 3\u00ba disco e cap\u00edtulo final de uma trilogia constru\u00edda em torno de cultura, mitologia e ancestralidade dos povos origin\u00e1rios.<\/p>\n<p>Bianca Palheta lidera a forma\u00e7\u00e3o ao lado de Saulo Caraveo, Naoto Shibata, Michel Machado e Amanda Alencar, que divide vocais e violoncelo. O \u00e1lbum aborda invas\u00e3o territorial, intelig\u00eancia artificial, comunidades amaz\u00f4nicas e transforma\u00e7\u00e3o ambiental dentro de uma estrutura de <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/heavy-metal\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">heavy metal<\/a>. O Sepultura estava indo por esse caminho de forma pioneir\u00edssima na \u00e9poca de \u201cRoots\u201d (1996), mas a sa\u00edda de Max Cavalera acelerou sua generaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim como o Seputura, Rhegia canta em ingl\u00eas e mostra que a nova fase do metal nacional n\u00e3o caminha numa dire\u00e7\u00e3o \u00fanica.<\/p>\n<p>Gera\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria ocupa espa\u00e7o<\/p>\n<p>O Global Village tamb\u00e9m recebeu o <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/noturnall\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Noturnall<\/a> com <a href=\"https:\/\/pipocamoderna.com.br\/tag\/russell-allen\/\" data-linkedtags=\"1\" class=\"linkedtags-tag-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Russell Allen<\/a>, vocalista americano do Symphony X. Formado em 2013 por m\u00fasicos que j\u00e1 acumulavam trajet\u00f3rias anteriores, o grupo ocupa uma posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria entre os veteranos dos anos 1980 e bandas que surgiram na \u00faltima d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Sua hist\u00f3ria est\u00e1 ligada ao metal progressivo e ao power metal, g\u00eaneros em que a conex\u00e3o com o circuito estrangeiro sempre teve peso importante. A presen\u00e7a de Allen refor\u00e7ou essa tradi\u00e7\u00e3o de colabora\u00e7\u00e3o internacional constru\u00edda por bandas brasileiras depois que Sepultura e Angra abriram mercados no exterior.<\/p>\n<p>Com Rhegia, Noturnall e Korzus no mesmo espa\u00e7o, o Global Village funcionou como um terceiro n\u00facleo de metal brasileiro al\u00e9m dos palcos Mundo e Sunset.<\/p>\n<p>Cena j\u00e1 n\u00e3o segue uma \u00fanica f\u00f3rmula<\/p>\n<p>O encontro de gera\u00e7\u00f5es mostrou que a principal heran\u00e7a de Sepultura e Korzus talvez seja justamente a possibilidade de n\u00e3o existir mais um \u00fanico caminho obrigat\u00f3rio. As bandas pioneiras precisaram abrir espa\u00e7o fora do pa\u00eds num cen\u00e1rio em que o Brasil praticamente n\u00e3o fazia parte do mapa internacional do metal.<\/p>\n<p>As gera\u00e7\u00f5es seguintes herdaram essa porta aberta e passaram a experimentar outras escolhas. Nervosa construiu uma forma\u00e7\u00e3o internacional e uma carreira predominantemente em ingl\u00eas. Black Pantera levou letras em portugu\u00eas e quest\u00f5es raciais para festivais estrangeiros. Malvada adotou uma estrat\u00e9gia bil\u00edngue. Rhegia usa metal para tratar da Amaz\u00f4nia. O pr\u00f3prio Korzus reconsidera uma l\u00edngua que havia deixado para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>No mesmo s\u00e1bado em que o Sepultura realizou sua despedida do Rock in Rio, outras bandas brasileiras ocuparam os palcos sem parecer simplesmente herdeiras de um modelo encerrado. A passagem de eras apareceu justamente nessa diferen\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Quatro d\u00e9cadas no mesmo festival O Rock in Rio reuniu no s\u00e1bado (5\/9) quatro d\u00e9cadas de metal brasileiro,&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":515693,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_share_on_mastodon":"0"},"categories":[141],"tags":[5932,114,115,148,149,150,59723,32,33,1900,941,940,151],"class_list":["post-515692","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-musica","tag-cultura-pop","tag-entertainment","tag-entretenimento","tag-filmes","tag-music","tag-musica","tag-noticias-de-famosos","tag-portugal","tag-pt","tag-realities","tag-series","tag-streaming","tag-tv"],"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/117234877562832454","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/515692","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=515692"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/515692\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/515693"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=515692"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=515692"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=515692"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}