{"id":53822,"date":"2025-09-01T11:24:16","date_gmt":"2025-09-01T11:24:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/53822\/"},"modified":"2025-09-01T11:24:16","modified_gmt":"2025-09-01T11:24:16","slug":"o-nosso-corpo-tem-78-orgaos-podemos-sobreviver-sem-10-deles-um-e-completamente-inutil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/53822\/","title":{"rendered":"O nosso corpo tem 78 \u00f3rg\u00e3os. Podemos sobreviver sem 10 deles; um \u00e9 completamente in\u00fatil"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\"><a href=\"https:\/\/depositphotos.com\/photo\/old-vintage-anatomy-charts-of-the-human-body-43900419.html\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"exclude\" target=\"_blank\">Photology 1971  \/ Depositphotos <\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-kopa-image-size-3 wp-image-697840\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5-13-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p><strong>Andamos por a\u00ed a circular com quase oito dezenas de \u00f3rg\u00e3os. No entanto, a verdade \u00e9 que uma parte razo\u00e1vel deles \u00e9 dispens\u00e1vel \u2013 incluindo o nosso\u00a0 \u201cliquidificador de alimentos\u201d e um que \u00e9 essencialmente in\u00fatil. N\u00e3o \u00e9 ideal perd\u00ea-los, mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 automaticamente uma senten\u00e7a de morte.<\/strong><\/p>\n<p>O corpo humano tem nada menos do que 78 \u00f3rg\u00e3os diferentes, mas aparentemente n\u00e3o precisamos deles todos para viver \u2014 o que d\u00e1 bastante jeito, quando os cirurgi\u00f5es t\u00eam de come\u00e7ar a fazer cortes. Literalmente.<\/p>\n<p>\u201cEis a <strong>verdade surpreendente<\/strong>: para muitos destes componentes internos, uma exist\u00eancia plenamente funcional <strong>n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel<\/strong>, como muitas vezes \u00e9 surpreendentemente robusta\u201d, diz <strong>Indraneil Mukherjee<\/strong>, cirurgi\u00e3o no Northwell\u2019s Staten Island University Hospital, numa entrevista ao <a href=\"https:\/\/nypost.com\/2025\/08\/28\/health\/10-organs-you-can-live-without-one-is-largely-useless\/\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">The New York Post<\/a>.<\/p>\n<p>Ou seja, perder um ou dois destes \u00f3rg\u00e3os n\u00e3o \u00e9 necessariamente uma senten\u00e7a de morte. H\u00e1 mesmo quem tenha <strong>perdido 7 \u00f3rg\u00e3os<\/strong> e esteja c\u00e1 para contar.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o caso de <strong>Louise Altese-Isidori,<\/strong> que depois de os m\u00e9dicos terem descoberto que o seu <strong>cancro do ov\u00e1rio se tinha espalhado<\/strong> pelo corpo, foi submetida a uma cirurgia para remover o ba\u00e7o, o ap\u00eandice, a ves\u00edcula biliar, o \u00fatero, os ov\u00e1rios, as trompas de Fal\u00f3pio e todo o revestimento do est\u00f4mago.<\/p>\n<p>\u201cTive um cirurgi\u00e3o milagroso\u201d, conta Louise ao <a href=\"https:\/\/www.aol.com\/lifestyle\/louise-altese-isidori-speak-speak-161011481.html\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">AOL<\/a>. \u201c<strong>E lutei como uma louca<\/strong>. A mi\u00fada de Brooklyn dentro de mim saiu a lutar\u201d. Hoje est\u00e1 em remiss\u00e3o e leva uma vida quase normal.<\/p>\n<p>O caso de Louise \u201c\u00e9 um testemunho da extraordin\u00e1ria<strong> capacidade de adapta\u00e7\u00e3o<\/strong> do corpo humano e das engenhosas interven\u00e7\u00f5es da medicina moderna\u201d, diz Mukherjee.<\/p>\n<p>Pois bem, na sua entrevista ao NYP, Mukherjee elencou 10 \u00f3rg\u00e3os sem os quais passamos bem, muito obrigado. Do \u201cs\u00f3t\u00e3o empoeirado\u201d do intestino ao desvio da canaliza\u00e7\u00e3o da bexiga, aqui est\u00e3o eles.<\/p>\n<p><strong>1. Ap\u00eandice:<\/strong> este pequeno saco em forma de verme, preso ao intestino grosso, \u00e9 \u201cpraticamente in\u00fatil na vida moderna\u201d, explicou Mukherjee. A sua remo\u00e7\u00e3o n\u00e3o exige medica\u00e7\u00e3o a longo prazo e a maioria das pessoas recupera em poucos dias.<\/p>\n<p><strong>2. Ves\u00edcula biliar: <\/strong>este saco que armazena a b\u00edlis pode ser retirado sem grande perturba\u00e7\u00e3o. \u201cO f\u00edgado simplesmente deixa a b\u00edlis pingar diretamente no intestino delgado\u201d. Algumas pessoas precisam de pequenos ajustes alimentares, mas a vida segue em frente.<\/p>\n<p><strong>3. Rim:<\/strong> temos dois, mas s\u00f3 precisamos de um. \u201cUm rim \u00e9 geralmente mais do que suficiente para filtrar o sangue e mant\u00ea-lo saud\u00e1vel\u201d, nota Mukherjee. S\u00e3o necess\u00e1rios controlos ocasionais, mas n\u00e3o medica\u00e7\u00e3o vital\u00edcia.<\/p>\n<p><strong>4. Est\u00f4mago:<\/strong> mistura e armazena os alimentos antes da digest\u00e3o. Se for removido devido a \u00falceras, cancro ou cirurgia bari\u00e1trica, os alimentos passam diretamente para o intestino delgado. Isso muda tudo. \u201cConseguimos gerir a nossa vida, mas requer vigil\u00e2ncia alimentar constante e apoio m\u00e9dico\u201d, explica Mukherjee.<\/p>\n<p><strong>5. Intestino delgado:<\/strong> podemos perder parte do intestino delgado sem grandes problemas. Mas sem uma por\u00e7\u00e3o demasiado grande, pode surgir a chamada s\u00edndrome do intestino curto, que dificulta a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes e l\u00edquidos. Diarreia, fadiga e at\u00e9 nutri\u00e7\u00e3o intravenosa podem tornar-se parte do dia-a-dia. \u201cA vida pode ser sustentada, com muitas mudan\u00e7as comportamentais\u201d.<\/p>\n<p><strong>6. C\u00f3lon<\/strong><strong>:<\/strong> sem este \u00f3rg\u00e3o, evacuamos mais vezes e mais depressa, mas \u00e9 suport\u00e1vel. Em alguns casos, as duas extremidades do intestino grosso podem ser ligadas cirurgicamente, noutros casos o paciente usa um saco de colostomia. \u201cPode levar-se uma vida quase normal, at\u00e9 ir nadar ou dan\u00e7ar em bailes\u201d, diz Mukherjee.<\/p>\n<p><strong>7. \u00c2nus:<\/strong> se a sa\u00edda natural do corpo tiver de ser removida, os m\u00e9dicos criam uma nova atrav\u00e9s do abd\u00f3men. Passa a usar-se um saco de estoma, que requer manuten\u00e7\u00e3o, mas funciona. \u00c9 poss\u00edvel viver de forma ativa, apenas com um sistema diferente.<\/p>\n<p><strong>8. Es\u00f3fago:<\/strong> Este tubo alimentar pode ser reconstru\u00eddo com partes do est\u00f4mago ou do intestino. Engolir torna-se mais complicado. \u201cTemporariamente, pode at\u00e9 ser necess\u00e1rio usar uma sonda de alimenta\u00e7\u00e3o\u201d, explica Mukherjee.<\/p>\n<p><strong>9. Bexiga:<\/strong> se for removida, a urina \u00e9 desviada para um saco externo ou para uma bolsa interna criada cirurgicamente. \u201cExige adapta\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 poss\u00edvel levar vidas plenas e ativas.\u201d<\/p>\n<p><strong>10. Pulm\u00e3o:<\/strong> um pulm\u00e3o consegue dar conta do recado, mas a respira\u00e7\u00e3o nunca ser\u00e1 a mesma. \u201cPessoas atl\u00e9ticas conseguem compensar melhor\u201d, explica Mukherjee, \u201cmas at\u00e9 pequenas constipa\u00e7\u00f5es ou a polui\u00e7\u00e3o podem desequilibrar o sistema.\u201d<\/p>\n<p>Provavelmente nunca escolheria separar-se de nenhum destes \u00f3rg\u00e3os. Mas, se acontecer, o corpo humano encontra muitas vezes forma de continuar a sua vidinha \u2014 e, por vezes, <strong>surpreendentemente bem<\/strong>.<\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1756675766_714_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" height=\"140\"\/>&#13;<br \/>\n    <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaIC4EE2f3EJZPPSbR34\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1756675767_503_c68c559d956d4ca20f435ed74a6e71e6.png\" alt=\"Siga-nos no WhatsApp\" width=\"175\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAiEHRwZondIV71PDjWNoqMduEqFAgKIhB0cGaJ3SFe9Tw41jaKjHbh?hl=en-US&amp;gl=US&amp;ceid=US%3Aen\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/1756675775_20_5123dd8b087b644fdb8f8603acd1bad4.png\" alt=\"Siga-nos no Google News\" width=\"176\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Photology 1971 \/ Depositphotos Andamos por a\u00ed a circular com quase oito dezenas de \u00f3rg\u00e3os. 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