{"id":54121,"date":"2025-09-01T15:11:14","date_gmt":"2025-09-01T15:11:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/54121\/"},"modified":"2025-09-01T15:11:14","modified_gmt":"2025-09-01T15:11:14","slug":"ouro-esta-a-escassear-e-o-mundo-nunca-quis-tanto-compra-lo-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/54121\/","title":{"rendered":"Ouro est\u00e1 a escassear e o mundo nunca quis tanto compr\u00e1-lo \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>Se o analista da CRU e a S&amp;P Global se mostram pouco otimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade das mineiras de acompanharem minimamente o crescimento da procura, Lu\u00eds Martins lembra que \u201co ouro tem estado, nos \u00faltimos meses, em valores hist\u00f3ricos, e quando \u00e9 assim \u00e9 inevit\u00e1vel que isso aumente o investimento que existe na procura de novos dep\u00f3sitos\u201d. Contudo, \u201co aumento do pre\u00e7o do ouro s\u00f3 acelerou a partir de fevereiro de 2024 e<strong> ainda n\u00e3o houve tempo<\/strong>, pese embora j\u00e1 estejam a ser feitos mais investimentos, para descobrir novos dep\u00f3sitos vi\u00e1veis\u201d.<\/p>\n<p>\u201cDemora muito tempo colocar uma nova mina em produ\u00e7\u00e3o, por vezes at\u00e9 15 anos, pelo que ainda n\u00e3o houve tempo para que os investimentos recentes, desencadeados por esta subida do pre\u00e7o, venham \u00e0 tona, no sentido de trazer nova produ\u00e7\u00e3o para o mercado\u201d, refor\u00e7a Lu\u00eds Martins, lembrando os custos (e a demora) com prospe\u00e7\u00e3o, licenciamentos, constru\u00e7\u00e3o das minas, entre outros fatores.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do trabalho na Cluster Portugal Mineral Resources, o especialista est\u00e1 envolvido, neste momento, com uma empresa canadiana que tem v\u00e1rios projetos em todo o mundo \u2013 sobretudo um de grande dimens\u00e3o no Nevada (EUA). E, a partir desse trabalho e do contacto com esses projetos, ganhou uma vis\u00e3o mais positiva sobre o dinamismo deste setor.<\/p>\n<p>\t\t    \t\t         Em Portugal n\u00e3o se explora ouro desde 1992. &#8220;Estamos a perder uma grande oportunidade&#8221; <\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\u2193 Mostrar<\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\u2191 Esconder<\/p>\n<p>Os romanos \u201cexploraram intensivamente ouro na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica \u2013 eles sabiam que aqui havia condi\u00e7\u00f5es para que se formasse ouro\u201d, diz Lu\u00eds Martins. \u201cMas hoje, infelizmente, n\u00e3o existe explora\u00e7\u00e3o aur\u00edfera relevante em Portugal h\u00e1 mais de 30 anos\u201d, lamenta.<\/p>\n<p>A mina de Jales, em Vila Pouca de Aguiar, foi encerrada em 1992 e, desde ent\u00e3o, houve apenas algumas tentativas de lan\u00e7amento de projetos que n\u00e3o tiveram sucesso. Mas essa falta de sucesso n\u00e3o se deve \u00e0 falta de ouro mas, sim, \u00e0 \u201cfalta de vontade pol\u00edtica\u201d, garante o presidente do Cluster dos Recursos Minerais de Portugal.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 v\u00e1rios locais em Portugal onde existem recursos definidos que poderiam ser transformados rapidamente em minas \u2013 a mina de Jales encerrou n\u00e3o porque as reservas tenham acabado mas por falta de tecnologia\u201d (que, entretanto, deu um enorme salto). \u201cN\u00e3o tenho d\u00favidas de que hoje, a estes pre\u00e7os e com a tecnologia que existe, seriam vi\u00e1veis\u201d essa e outras explora\u00e7\u00f5es, afirma.<\/p>\n<p>\u201cEstamos a perder uma grande oportunidade de darmos alguma riqueza adicional ao pa\u00eds\u201d, diz o especialista que, na segunda metade da d\u00e9cada passada, esteve envolvido num projeto da canadiana Colt Resources no Alentejo (Montemor-o-Novo). Esse foi um projeto ambicioso que, subitamente \u201cmorreu na praia devido \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o das autarquias e \u00e0 decis\u00e3o pol\u00edtica de n\u00e3o avan\u00e7ar, sendo que o governo central tamb\u00e9m nunca deu um apoio claro ao projeto\u201d.<\/p>\n<p>Perce\u00e7\u00f5es \u00e0 parte, os dados mostram que a <strong>China<\/strong>, um dos maiores produtores, parece estar a acelerar a produ\u00e7\u00e3o de ouro a cada ano. E nos <strong>EUA<\/strong>, quinto maior produtor, tamb\u00e9m existe algum otimismo: a\u00a0elei\u00e7\u00e3o de Trump nos EUA pode reduzir a carga regulat\u00f3ria de uma forma importante para as mineiras e para os investidores, destacou o analista da CRU Oliver Blagden. \u00c9 certo que no primeiro mandato de Trump n\u00e3o houve um grande aumento na produ\u00e7\u00e3o mas o facto de o republicano ter tido, desta vez, uma vit\u00f3ria eleitoral mais robusta e o facto de os pre\u00e7os do ouro estarem, agora, num n\u00edvel mais elevado d\u00e1 alguma confian\u00e7a ao analista de que a produ\u00e7\u00e3o pode aumentar mais.<\/p>\n<p>Na <strong>Austr\u00e1lia<\/strong>, pa\u00eds que neste momento se acredita ter as maiores reservas de ouro do mundo, s\u00e3o extra\u00eddas cerca de 300 toneladas de ouro a cada ano. Na pandemia e nos anos seguintes a produ\u00e7\u00e3o caiu um pouco, com sinais de esgotamento em algumas minas e descobertas com teores mais baixos \u2013 isto \u00e9, obrigando a destruir cada vez mais toneladas de pedra para se conseguir extrair o ouro. Mas, mais recentemente, a Austr\u00e1lia tem conseguido manter n\u00edveis robustos de produ\u00e7\u00e3o em algumas das principais minas.<\/p>\n<p>J\u00e1 na <strong>R\u00fassia<\/strong>, o potencial \u00e9 imenso, sobretudo na Sib\u00e9ria e no extremo-leste (a mina Olimpiada \u00e9 uma das maiores do mundo). O peso das san\u00e7\u00f5es do Ocidente tem complicado a chegada das 300-330 toneladas produzidas (anualmente) ao mercado, mas as liga\u00e7\u00f5es russas com os mercados asi\u00e1ticos (sobretudo a China) tem permitido escoar quase toda a produ\u00e7\u00e3o e manter o setor financeiramente saud\u00e1vel \u2013 ainda mais agora, com os pre\u00e7os em recorde.<\/p>\n<p>Em outros locais, as not\u00edcias n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o animadoras. Em v\u00e1rias partes de \u00c1frica, por exemplo, tem havido uma tend\u00eancia crescente para a <strong>nacionaliza\u00e7\u00e3o de recursos<\/strong>, em pa\u00edses como o Mali e o Burkina Faso. \u201c<strong>Isto \u00e9 um enorme risco para os investidores<\/strong>\u201c, diz Oliver Blagden, recomendando \u00e0s empresas mineiras que n\u00e3o deixem de investir na produ\u00e7\u00e3o de ouro, sob pena de a viabilidade desta ind\u00fastria ficar comprometida, a prazo, se os investidores desistirem devido aos riscos pol\u00edticos e econ\u00f3micos que existem em v\u00e1rias geografias importantes.<\/p>\n<p>Na <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong>, em tempos o maior produtor mundial de ouro, registou-se um aut\u00eantico colapso da produ\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos 30 anos, devido ao esgotamento e envelhecimento de v\u00e1rias minas importantes, custos elevados e eletricidade cara e inacess\u00edvel. Hoje em dia produzem-se na \u00c1frica do Sul apenas 100 toneladas por ano, em m\u00e9dia, uma fra\u00e7\u00e3o do que se costumava produzir no passado.<\/p>\n<p>No <strong>Peru<\/strong>, um dos pa\u00edses com maiores reservas mundiais, a produ\u00e7\u00e3o tem estagnado sobretudo devido a constrangimentos ambientais e no <strong>M\u00e9xico<\/strong> est\u00e1 a extrair-se cada vez menos ouro devido \u00e0 falta de investimento e problemas de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>No ouro, o equil\u00edbrio fundamental \u2013 isto \u00e9, ligado ao jogo entre <strong>oferta<\/strong> e <strong>procura<\/strong> \u2013 n\u00e3o \u00e9 a chave para determinar o pre\u00e7o, da\u00ed que seja dif\u00edcil perspetivar o que \u00e9 que um eventual \u201cpico do ouro\u201d ir\u00e1 fazer aos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>A cota\u00e7\u00e3o do ouro \u00e9 muito influenciada por desenvolvimentos macroecon\u00f3micos e por tend\u00eancias dos investidores, que determinam os n\u00edveis de procura em cada momento. E, nesta fase, embora a procura industrial (sobretudo na joalharia) esteja a ser um pouco penalizada pelos pre\u00e7os mais elevados, o apetite pelo ouro como investimento est\u00e1 a crescer sem dar tr\u00e9guas.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio da valoriza\u00e7\u00e3o registada no in\u00edcio da d\u00e9cada de 2010 \u2013 que, mesmo assim, n\u00e3o foi t\u00e3o fulgurante como a dos \u00faltimos anos \u2013 a valoriza\u00e7\u00e3o recente do metal precioso n\u00e3o \u00e9 justificada por um receio de infla\u00e7\u00e3o descontrolada mas, sim, por evid\u00eancias s\u00f3lidas de que os <strong>bancos centrais mundiais est\u00e3o a comprar cada vez mais ouro<\/strong>. Os bancos centrais s\u00e3o os principais acumuladores de ouro, fazendo-o para sustentar o valor das moedas que emitem e diversificar os ativos de reserva.<\/p>\n<p>De acordo com o World Gold Council, os bancos centrais mundiais aumentaram as suas reservas de ouro num total de 1.045 toneladas em 2024, no que ter\u00e1 sido o terceiro ano consecutivo com um valor de compras superior a 1.000 toneladas.<\/p>\n<p><strong>Em 2025, o ritmo n\u00e3o parece estar a abrandar<\/strong>, com cerca de 244 toneladas em novas compras por parte dos bancos centrais s\u00f3 no primeiro trimestre, liderados pela <strong>Pol\u00f3nia<\/strong> (que tem moeda pr\u00f3pria, o zloty, e vive em algum sobressalto devido \u00e0 proximidade geogr\u00e1fica face \u00e0 R\u00fassia) e pela <strong>China<\/strong>. Outros pa\u00edses como a \u00cdndia e a Turquia tamb\u00e9m est\u00e3o a comprar mais, num esfor\u00e7o de diversifica\u00e7\u00e3o de reservas num contexto de d\u00favidas em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar norte-americano.<\/p>\n<p>\t\t    \t\t         Risco de tarifas de Trump assustou mercado do ouro \u2013 at\u00e9 Presidente vir garantir que &#8220;o ouro n\u00e3o ser\u00e1 tarifado!&#8221; <\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\u2193 Mostrar<\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\u2191 Esconder<\/p>\n<p>No in\u00edcio de agosto, a autoridade alfandeg\u00e1ria dos EUA (a US\u00a0Customs and Border Protection, ou CBP) criou grande alvoro\u00e7o no mercado de ouro quando indicou que as barras de ouro de 1 quilo (cerca de 35 on\u00e7as) e de 2,8 quilos (100 on\u00e7as) \u2014 formatos muito usados no mercado internacional \u2014 poderiam ficar sujeitas a tarifas de 39% nas importa\u00e7\u00f5es provenientes da Su\u00ed\u00e7a. O an\u00fancio apanhou de surpresa os mercados financeiros, gerando uma subida repentina nas cota\u00e7\u00f5es dos contratos futuros de ouro e perturbou, tamb\u00e9m, as entregas no \u201cterreno\u201d.<\/p>\n<p>O esclarecimento da CBP dizia respeito apenas \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de ouro da Su\u00ed\u00e7a, que \u00e9 o maior centro de refina\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o do metal precioso no mundo. Mas apesar de outros pa\u00edses fornecedores (como Canad\u00e1 ou Austr\u00e1lia) n\u00e3o estarem abrangidos, seriam inevit\u00e1veis as repercuss\u00f5es globais dada a centralidade da Su\u00ed\u00e7a neste mercado \u2013 tal tarifa poderia afetar liquidez, pre\u00e7os e fluxos de abastecimento.<\/p>\n<p>Perante a instabilidade gerada, Donald Trump veio esclarecer \u2013 pelo meio oficial habitual, isto \u00e9, a sua rede Truth Social \u2013 que \u201c<strong>o ouro n\u00e3o ser\u00e1 tarifado!<\/strong>\u201d. A mensagem provocou um al\u00edvio imediato nas cota\u00e7\u00f5es e a\u00a0Casa Branca <a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/world\/us\/white-house-clarify-tariffs-gold-bars-industry-stops-flying-bullion-us-2025-08-08\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">acabou por anunciar<\/a> que seria emitida uma ordem executiva para \u201cesclarecer a desinforma\u00e7\u00e3o\u201d e dissipar d\u00favidas sobre a eventual aplica\u00e7\u00e3o de tarifas.<\/p>\n<p>Perante esta procura por parte dos bancos centrais, extens\u00edvel aos investidores em barras f\u00edsicas ou em instrumentos financeiros indexados ao ouro, o organismo oficial norte-americano US Geological Survey (USGS) estima que as <strong>reservas mundiais ascendem neste momento, provavelmente, a 64 mil toneladas<\/strong>. Isso significa que, numa hipot\u00e9tica aus\u00eancia de novas descobertas, s\u00f3 restariam 19 anos de produ\u00e7\u00e3o (ao ritmo atual).<\/p>\n<p>Depois desse momento, que pode ser adiado se o investimento e a explora\u00e7\u00e3o acelerarem, mais do que um \u201cpico do ouro\u201d poderia falar-se num esgotamento da nova produ\u00e7\u00e3o de ouro no mundo.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"RDjBXzCrw9\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/08\/22\/eua-pressionado-por-trump-lider-da-reserva-federal-sinaliza-que-podera-finalmente-baixar-as-taxas-de-juro-em-breve\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">EUA. Pressionado por Trump, l\u00edder da Reserva Federal sinaliza que poder\u00e1 (finalmente) baixar as taxas de juro em breve<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Enquanto os mercados pesam todas estas vari\u00e1veis, os pre\u00e7os continuam em m\u00e1ximos hist\u00f3ricos. Nesta quarta-feira, o pre\u00e7o do ouro ascendeu aos 3.390 d\u00f3lares (perto de 2.918 euros) por on\u00e7a, mantendo-se muito perto dos <strong>m\u00e1ximos hist\u00f3ricos acima dos 3.400 d\u00f3lares<\/strong> fixados nas \u00faltimas semanas.<\/p>\n<p>\u201cO metal precioso tem vindo a ganhar terreno desde que Jerome Powell deu a entender, <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/08\/22\/eua-pressionado-por-trump-lider-da-reserva-federal-sinaliza-que-podera-finalmente-baixar-as-taxas-de-juro-em-breve\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">na semana passada<\/a>, que cortes nas taxas de juro poder\u00e3o estar no horizonte\u201d, afirmou Ricardo Evangelista, CEO da ActivTrades Europe, numa nota de an\u00e1lise em que debru\u00e7a sobre a pol\u00edtica da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA.<\/p>\n<p>A press\u00e3o feita por Donald Trump sobre o banco central norte-americano, de v\u00e1rias formas, est\u00e1 a colocar em causa \u201ca credibilidade da maior economia do mundo, pressionando o d\u00f3lar e resultando em perdas face a outras moedas de refer\u00eancia, o que, por sua vez, sustentou o ouro, devido \u00e0 correla\u00e7\u00e3o inversa entre os dois ativos\u201d, acrescenta Ricardo Evangelista. E \u201ccom a possibilidade crescente de um corte nas taxas j\u00e1 em setembro, <strong>d\u00favidas quanto \u00e0 independ\u00eancia da Fed<\/strong> a longo prazo e um enquadramento econ\u00f3mico incerto, marcado por tens\u00f5es comerciais e receios de um regresso da infla\u00e7\u00e3o, permanece a <strong>expectativa de que os pre\u00e7os do ouro possam registar ganhos adicionais<\/strong>\u201c, aposta o especialista da ActivTrades.<\/p>\n<p>O banco su\u00ed\u00e7o UBS aumentou, <a href=\"https:\/\/www.miningweekly.com\/article\/ubs-raises-gold-target-price-for-end-march-2026-by-100-to-3-600oz-2025-08-19\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">h\u00e1 poucos dias<\/a>, o pre\u00e7o-alvo do ouro para 3.600 por on\u00e7a, mais 100 d\u00f3lares do que a anterior previs\u00e3o, num horizonte at\u00e9 mar\u00e7o de 2026 \u2013 uma subida que deve continuar, depois, para os 3.700 d\u00f3lares (at\u00e9 junho do pr\u00f3ximo ano). Outro banco influente, o Goldman Sachs tamb\u00e9m <a href=\"https:\/\/www.kaohooninternational.com\/markets\/555216\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">melhorou a sua previs\u00e3o<\/a> para a subida dos pre\u00e7os do ouro e admitiu que, num cen\u00e1rio extremo (de baixa probabilidade), o metal precioso pode escalar at\u00e9 aos <strong>4.500 d\u00f3lares por on\u00e7a<\/strong>, nos pr\u00f3ximos 12 meses.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Se o analista da CRU e a S&amp;P Global se mostram pouco otimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade das&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":54122,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,476,89,90,7269,15645,7274,15644,32,33],"class_list":{"0":"post-54121","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economia","10":"tag-economy","11":"tag-empresas","12":"tag-indu00fastria","13":"tag-matu00e9rias-primas","14":"tag-mercados-financeiros","15":"tag-ouro","16":"tag-portugal","17":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54121","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54121"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54121\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54122"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54121"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54121"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}