{"id":57031,"date":"2025-09-03T12:17:08","date_gmt":"2025-09-03T12:17:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/57031\/"},"modified":"2025-09-03T12:17:08","modified_gmt":"2025-09-03T12:17:08","slug":"setembro-verde-conheca-dez-habitos-que-podem-reduzir-o-risco-de-cancer-colorretal-doenca-associada-ao-estilo-de-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/57031\/","title":{"rendered":"SETEMBRO VERDE: CONHE\u00c7A DEZ H\u00c1BITOS QUE PODEM REDUZIR O RISCO DE C\u00c2NCER COLORRETAL, DOEN\u00c7A ASSOCIADA AO ESTILO DE VIDA"},"content":{"rendered":"<p>Setembro Verde \u00e9 o m\u00eas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da preven\u00e7\u00e3o e do diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer colorretal ou c\u00e2ncer de intestino, tumor considerado uma doen\u00e7a do \u201cestilo de vida\u201d. O Instituto Nacional do C\u00e2ncer (INCA) estima que 45.630 novos casos da doen\u00e7a devem ser registrados no Brasil em 2025. Na Bahia, a estimativa \u00e9 de 1.940 novos diagn\u00f3sticos este ano.\u00a0 O c\u00e2ncer colorretal, ou c\u00e2ncer de intestino, abrange os tumores que acometem a parte do intestino grosso, chamada c\u00f3lon, e sua por\u00e7\u00e3o final, o reto. 90% dos casos da doen\u00e7a se originam a partir de p\u00f3lipos (les\u00f5es benignas que se desenvolvem na parede interna do \u00f3rg\u00e3o). \u201cAl\u00e9m do estilo de vida pouco saud\u00e1vel, fatores como hist\u00f3rico familiar, inflama\u00e7\u00f5es intestinais cr\u00f4nicas e presen\u00e7a de p\u00f3lipos no intestino tamb\u00e9m aumentam o risco para desenvolvimento do c\u00e2ncer colorretal \u201c, explica o oncologista Eduardo Moraes, da Oncocl\u00ednicas.<\/p>\n<p>Segundo tumor mais frequente em homens e mulheres brasileiros, ficando atras apenas dos c\u00e2nceres de mama e pr\u00f3stata (sem considerar o c\u00e2ncer de pele n\u00e3o melanoma), o c\u00e2ncer colorretal \u00e9 associado a fatores como alimenta\u00e7\u00e3o inadequada, sedentarismo, obesidade e sobrepeso, tabagismo e consumo excessivo de \u00e1lcool. De acordo com relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), o consumo excessivo de carnes vermelhas, gorduras, embutidos, ultraprocessados e refinados aumenta o risco do c\u00e2ncer da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cPor ser considerado um dos tumores mais evit\u00e1veis, a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma grande aliada da preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer colorretal. Al\u00e9m de preven\u00edvel, ele tem mais de 90% de chance de cura quando diagnosticado precocemente \u201d, destaca o oncologista Bruno Prot\u00e1sio, da Oncocl\u00ednicas.<\/p>\n<p>\u201cO objetivo do Setembro Verde \u00e9 justamente alertar e conscientizar a popula\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia dos h\u00e1bitos saud\u00e1veis e da realiza\u00e7\u00e3o da colonoscopia, o exame de rastreamento que permite a preven\u00e7\u00e3o e o diagn\u00f3stico precoce desse tipo de tumor\u201d, afirma a oncologista Maria Cec\u00edlia Mathias, da Oncocl\u00ednicas.<\/p>\n<p>\u201cUma alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada, rica em fibras e produtos frescos (in natura), favorece a sa\u00fade intestinal, reduz a inflama\u00e7\u00e3o e o risco de um c\u00e2ncer colorretal\u201d, acrescenta a oncologista M\u00f4nica Kalile, da Oncocl\u00ednicas.<\/p>\n<p>\u201cO controle do estresse tamb\u00e9m \u00e9 uma medida importante, uma vez que o estresse cr\u00f4nico afeta a imunidade e a microbiota intestinal, podendo contribuir para o crescimento do tumor\u201d, lembra o oncologista Marco Lessa, da Oncocl\u00ednicas.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a dez h\u00e1bitos e medidas protetivos, que ajudam a reduzir o risco de desenvolvimento do c\u00e2ncer colorretal<\/p>\n<p>Manter-se no peso adequado<\/p>\n<p>Incluir tr\u00eas por\u00e7\u00f5es de frutas e tr\u00eas de legumes e verduras na alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria<\/p>\n<p>Limitar o consumo de carne vermelha<\/p>\n<p>Praticar atividade f\u00edsica de maneira regular<\/p>\n<p>N\u00e3o fumar<\/p>\n<p>Hidratar-se (beber em torno de dois litros de \u00e1gua por dia)<\/p>\n<p>Evitar alimentos embutidos e ultraprocessados<\/p>\n<p>Reduzir consumo de sal, a\u00e7\u00facar e gordura<\/p>\n<p>Evitar consumo de bebidas alco\u00f3licas em excesso<\/p>\n<p>Controlar o estresse<\/p>\n<p>Rastreamento: exame pode salvar vidas<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o do exame de colonoscopia \u00e9 a forma mais eficaz de diagnosticar os tumores colorretais. Trata-se de um exame endosc\u00f3pico do intestino grosso \u2013 c\u00f3lon e reto \u2013 onde \u00e9 introduzido um tubo com uma c\u00e2mera na extremidade, permitindo detectar e remover p\u00f3lipos ou tumores malignos em diversos est\u00e1gios. A orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 que o exame seja realizado, a primeira vez, entre os 45 a 50 anos, e repetido a cada cinco ou dez anos, de acordo com indica\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, para pessoas assintom\u00e1ticas e sem fatores de risco, ou seja, sem hist\u00f3rico de c\u00e2ncer de intestino ou p\u00f3lipos na fam\u00edlia, e doen\u00e7a inflamat\u00f3ria intestinal.<\/p>\n<p>A colonoscopia permite detectar e remover les\u00f5es pr\u00e9-cancer\u00edgenas. \u201cOs p\u00f3lipos s\u00e3o n\u00f3dulos benignos que podem se transformar em c\u00e2ncer ao longo dos anos, o rastreamento atrav\u00e9s do exame \u00e9 fundamental para preven\u00e7\u00e3o ou diagn\u00f3stico precoce do c\u00e2ncer colorretal\u201d, esclarece Marco Lessa. Nos casos de pacientes com hist\u00f3rico familiar e? fatores de risco para a doen\u00e7a, \u00e9 importante que o rastreamento comece mais cedo, justamente para que o paciente tenha todo? acompanhamento m\u00e9dico necess\u00e1rio. \u201cNesses casos, a data de in\u00edcio e a frequ\u00eancia do exame de colonoscopia deve ser discutido com o seu m\u00e9dico\u201d, finaliza Eduardo Moraes.<\/p>\n<p>Cr\u00e9dito: Freepik<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Setembro Verde \u00e9 o m\u00eas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da preven\u00e7\u00e3o e do diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer colorretal&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":57032,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[726,116,32,33,117,10856],"class_list":{"0":"post-57031","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-brasil","9":"tag-health","10":"tag-portugal","11":"tag-pt","12":"tag-saude","13":"tag-verde"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57031","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57031"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57031\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57032"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57031"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57031"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57031"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}