{"id":63103,"date":"2025-09-08T16:59:07","date_gmt":"2025-09-08T16:59:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/63103\/"},"modified":"2025-09-08T16:59:07","modified_gmt":"2025-09-08T16:59:07","slug":"ja-sabemos-quanto-custa-a-estatua-de-40-m-de-altura-e-36-toneladas-da-havan-e-nao-e-pouco-dinheiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/63103\/","title":{"rendered":"J\u00e1 sabemos quanto custa a est\u00e1tua de 40 m de altura e 3,6 toneladas da Havan \u2014 e n\u00e3o \u00e9 pouco dinheiro"},"content":{"rendered":"<p>R\u00e9plicas da Est\u00e1tua da Liberdade acompanham a Havan desde 1995, refor\u00e7am identidade da rede varejista e despertam curiosidade entre clientes e turistas<\/p>\n<p>A Havan, <a href=\"https:\/\/clickpetroleoegas.com.br\/luciano-hang-descarta-saida-da-havan-do-brasil-e-critica-boatos-que-circulam-nas-redes-reforcando-plano-de-atingir-200-megalojas-ate-o-final-de-2025-mhbb01\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">uma das maiores redes de varejo do Brasil<\/a>, adotou um s\u00edmbolo inusitado para marcar presen\u00e7a: r\u00e9plicas da Est\u00e1tua da Liberdade. Cada uma dessas pe\u00e7as custa aproximadamente R$ 1,5 milh\u00e3o e j\u00e1 se tornou parte da identidade visual da empresa desde 1995, quando a primeira foi erguida em Brusque, Santa Catarina.<\/p>\n<p>A ideia nasceu em 1994, quando uma crian\u00e7a sugeriu ao fundador da Havan, Luciano Hang, a instala\u00e7\u00e3o de uma est\u00e1tua semelhante \u00e0 de Nova York. <\/p>\n<p>A proposta foi aceita e, no ano seguinte, a matriz da empresa recebeu o monumento. Para a rede, o s\u00edmbolo representa a \u201cliberdade de compra\u201d, oferecendo aos clientes variedade e pre\u00e7os competitivos.<\/p>\n<p>        \u2014 ARTIGO CONTINUA ABAIXO \u2014<\/p>\n<p>O mais importante \u00e9 que essas r\u00e9plicas impressionam pelo porte. Cada uma \u00e9 feita de fibra de vidro, tem 40 metros de altura e pesa cerca de 3,6 toneladas. <\/p>\n<p>O processo exige a participa\u00e7\u00e3o de seis empresas e cerca de cinquenta profissionais. A execu\u00e7\u00e3o leva em torno de um m\u00eas at\u00e9 a instala\u00e7\u00e3o final.<\/p>\n<p>Portanto, n\u00e3o se trata apenas de um detalhe arquitet\u00f4nico, mas de um projeto elaborado para refor\u00e7ar a marca e atrair aten\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>As est\u00e1tuas s\u00e3o posicionadas em \u00e1reas de grande circula\u00e7\u00e3o, geralmente pr\u00f3ximas a rodovias, o que amplia a visibilidade e tamb\u00e9m desperta o interesse de turistas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, esses monumentos enfrentam desafios com o tempo e com a a\u00e7\u00e3o humana. No Rio Grande do Sul, uma forte ventania de 80 km\/h derrubou uma est\u00e1tua. <\/p>\n<p>J\u00e1 em Porto Velho, o monumento foi alvo de inc\u00eandio criminoso, mostrando os riscos que acompanham estruturas desse porte.<\/p>\n<p>Nem sempre, por\u00e9m, a presen\u00e7a \u00e9 bem-vinda. Em S\u00e3o Lu\u00eds, a instala\u00e7\u00e3o de uma r\u00e9plica gerou questionamentos culturais e patrimoniais, revelando que o s\u00edmbolo pode dividir opini\u00f5es, mesmo carregando o peso de sua marca consolidada.<\/p>\n<p><strong>Com informa\u00e7\u00f5es de Correio do Estado.<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea tamb\u00e9m pode gostar: bares no Jap\u00e3o resolveram vender tapas na cara por 500 ienes<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1290\" height=\"727\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"Restaurante, Jap\u00e3o, Tapas, Tapas na cara\" class=\"wp-image-262378\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/linh-nguyen-JZT2Bw7mQS4-unsplash-e1756981960569-1290x727.jpg\"\/>Imagem representativa: Unsplash<\/p>\n<p>Nos bares, as pessoas procuram momentos diferentes. Alguns querem apenas beber, outros preferem encontrar amigos e tamb\u00e9m h\u00e1 quem busque sorte no amor. Em alguns locais, existia uma op\u00e7\u00e3o inesperada: pagar por uma bofetada para \u201crecuperar a sobriedade\u201d.<\/p>\n<p>Essa foi a proposta de uma rede tradicional japonesa at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s. Por um valor baixo, cerca de tr\u00eas euros, atendentes ofereciam tapas sonoros e marcantes. A ideia parecia exc\u00eantrica, mas tinha espa\u00e7o em um card\u00e1pio de izakayas, bares t\u00edpicos do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Tapas \u00e0 la carte<\/p>\n<p>Num card\u00e1pio comum de bar, aparecem refrigerantes, <a href=\"https:\/\/clickpetroleoegas.com.br\/classica-cerveja-alema-de-1602-deixa-as-fronteiras-do-pais-e-sera-produzida-em-sao-paulo-com-tradicao-bavara-sabor-unico-e-preco-acessivel-rpc95\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">cervejas<\/a> e alguns petiscos. Portanto, \u00e9 curioso imaginar uma lista com tapas \u00e0 la carte. A Yotteba, famosa por suas asas de frango e pela cerveja, ofereceu exatamente isso.<\/p>\n<p>Segundo reportagens do Independent e do South China Morning Post (SCMP), at\u00e9 dois meses atr\u00e1s, a rede permitia que clientes pagassem para receber um \u201cbinta\u201d, nome dado ao tapa no rosto.<\/p>\n<p>A not\u00edcia gerou surpresa, mas n\u00e3o era inven\u00e7\u00e3o. Havia at\u00e9 v\u00eddeos nas redes sociais mostrando pessoas sentadas, im\u00f3veis, aguardando que gar\u00e7onetes aplicassem a bofetada, enquanto colegas aplaudiam e riam.<\/p>\n<p>Uma bofetada, 19 reais<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os estavam bem definidos. Para receber o tapa de qualquer atendente, bastava pagar 500 ienes, equivalente a R$ 19. <\/p>\n<p>Havia tamb\u00e9m a op\u00e7\u00e3o de escolher quem daria a bofetada. Nesse caso, o custo subia 100 ienes, cerca de R$ 4 adicionais.<\/p>\n<p>Assim, por menos de R$ 25, o cliente podia sair do bar com a marca da m\u00e3o de seu gar\u00e7om favorito estampada na bochecha.<\/p>\n<p>O motivo, de acordo com a pr\u00f3pria empresa citada pelo SCMP, era simples: oferecer um m\u00e9todo de recuperar a sobriedade depois de exagerar no saqu\u00ea ou na cerveja.<\/p>\n<p>Remontando ao s\u00e9culo 19<\/p>\n<p>O termo \u201cbinta\u201d tem hist\u00f3ria. O Independent explica que sua origem remonta \u00e0 regi\u00e3o de Kagoshima, no sul do Jap\u00e3o. <\/p>\n<p>Inicialmente significava \u201ccabe\u00e7a\u201d. Com o tempo, entre o s\u00e9culo 19 e o in\u00edcio do 20, durante a era Meiji, passou a ser associado a golpes dados pela pol\u00edcia em criminosos.<\/p>\n<p>Apesar dessas ra\u00edzes, o termo ganhou novo espa\u00e7o em contextos mais leves, como a hospitalidade. Nos v\u00eddeos, as bofetadas s\u00e3o aplicadas em meio a gargalhadas, em ambiente descontra\u00eddo, como parte de uma cena curiosa da cultura de bares.<\/p>\n<p>A ideia inusitada, no entanto, n\u00e3o vingou. A Yotteba decidiu encerrar o servi\u00e7o de bofetadas em outubro. A rede justificou a mudan\u00e7a por quest\u00f5es de demanda e imagem.<\/p>\n<p>\u201c<strong>Fazemos isso h\u00e1 mais de dois anos em nossos restaurantes, mas n\u00e3o parecia muito popular<\/strong>\u201d, afirmou um porta-voz ao This Week in Asia. Al\u00e9m disso, explicou que a empresa est\u00e1 crescendo e deseja mudar sua imagem.<\/p>\n<p>Ainda segundo ve\u00edculos como o SCMP, houve at\u00e9 uma den\u00fancia de les\u00f5es. Isso pode ter acelerado o fim da pr\u00e1tica, mesmo que o tom fosse descrito como \u201cbrincadeira\u201d.<\/p>\n<p>Outras experi\u00eancias semelhantes<\/p>\n<p>A Yotteba n\u00e3o foi a \u00fanica a explorar essa curiosidade. Antes da pandemia, a rede Shachihoko-ya tamb\u00e9m ofereceu tapas a seus clientes. <\/p>\n<p>A iniciativa ganhou repercuss\u00e3o nas redes, com v\u00eddeos virais de pessoas recebendo bofetadas entre risos.<\/p>\n<p>A empresa abandonou o servi\u00e7o, mas em 2023 os v\u00eddeos ressurgiram e voltaram a circular at\u00e9 em ve\u00edculos da Europa e dos EUA. <\/p>\n<p>A dire\u00e7\u00e3o precisou refor\u00e7ar que o card\u00e1pio atual inclui apenas comidas e bebidas, nada de bofet\u00f5es.<\/p>\n<p>Outro exemplo foi a Nagoya Lady\u2019s Slap. Nesse caso, o valor era de 300 ienes, cerca de R$ 11. O cliente recebia o tapa de uma camareira vestida com quimono. <\/p>\n<p>Se tivesse prefer\u00eancia por quem aplicaria a bofetada, pagava um valor extra, seguindo a mesma l\u00f3gica da Yotteba.<\/p>\n<p>Curioso sim, estranho n\u00e3o<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica gerou espanto fora do Jap\u00e3o, mas n\u00e3o foi exatamente uma novidade dentro do pa\u00eds. Entre aplausos e risadas, muitos clientes registraram os momentos em v\u00eddeos compartilhados nas redes.<\/p>\n<p>No entanto, as empresas do setor acabaram abandonando o servi\u00e7o. Os bares decidiram preservar sua imagem, apostando em menus mais tradicionais.<\/p>\n<p>O caso dos \u201cbinta\u201d mostra como at\u00e9 o simples ato de beber pode ganhar vers\u00f5es exc\u00eantricas. Tapas sob demanda sa\u00edram de cena, mas deixaram lembran\u00e7as de uma moda curiosa nos bares japoneses.<\/p>\n<p><strong>Com informa\u00e7\u00f5es de Xataka.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"R\u00e9plicas da Est\u00e1tua da Liberdade acompanham a Havan desde 1995, refor\u00e7am identidade da rede varejista e despertam curiosidade&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":63104,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[144],"tags":[207,205,206,203,201,202,204,114,115,2768,17506,17507,32,17508,33],"class_list":{"0":"post-63103","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-arte-e-design","8":"tag-arte","9":"tag-arte-e-design","10":"tag-artedesign","11":"tag-arts","12":"tag-arts-and-design","13":"tag-artsanddesign","14":"tag-design","15":"tag-entertainment","16":"tag-entretenimento","17":"tag-estatua","18":"tag-estatua-da-havan","19":"tag-havan","20":"tag-portugal","21":"tag-preco-da-estatua-da-havan","22":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63103","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=63103"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63103\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/63104"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=63103"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=63103"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=63103"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}