{"id":63772,"date":"2025-09-09T02:02:11","date_gmt":"2025-09-09T02:02:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/63772\/"},"modified":"2025-09-09T02:02:11","modified_gmt":"2025-09-09T02:02:11","slug":"estas-sao-as-cidades-mais-caras-do-mundo-para-se-viver-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/63772\/","title":{"rendered":"Estas s\u00e3o as cidades mais caras do mundo para se viver em 2025"},"content":{"rendered":"<p>O custo de vida nas grandes cidades mundiais \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o crescente, combinando pre\u00e7os elevados de bens, servi\u00e7os e, sobretudo, habita\u00e7\u00e3o. Um novo gr\u00e1fico, baseado numa extensa base de dados, ilustra quais s\u00e3o as metr\u00f3poles mais caras para se viver atualmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidade_dinheiro.webp\" rel=\"nofollow noopener\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidade_dinheiro-1024x576.webp.webp\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"405\" class=\"alignnone size-large wp-image-1077580\"  \/><\/a><\/p>\n<p>O \u00cdndice Numbeo como bar\u00f3metro global<\/p>\n<p>Para decifrar o custo de vida em todo o mundo, muitos analistas recorrem ao \u00cdndice Numbeo.<\/p>\n<p>\u00cdndice Numbeo<\/p>\n<p>Trata-se de uma base de dados colaborativa que agrega pre\u00e7os de in\u00fameros itens, desde o arrendamento e bens essenciais a refei\u00e7\u00f5es em restaurantes e servi\u00e7os. Com base nestas informa\u00e7\u00f5es, a Numbeo cria rankings que permitem analisar quais as cidades onde viver exige um maior esfor\u00e7o financeiro.<\/p>\n<p>A metodologia utiliza Nova Iorque como ponto de refer\u00eancia, atribuindo-lhe o valor base de 100 em todos os indicadores. Assim, se uma cidade apresentar um \u00edndice de 115 num determinado par\u00e2metro, <strong>significa que \u00e9 15% mais cara do que Nova Iorque nesse aspeto<\/strong>.<\/p>\n<p>Por outro lado, um \u00edndice de 85 indica que \u00e9 15% mais econ\u00f3mica. Com base nestes dados, o portal Visual Capitalist desenvolveu um <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.voronoiapp.com\/economy\/NYC-Has-the-Highest-Cost-of-Living-Worldwide--6261\" rel=\"nofollow noopener\">gr\u00e1fico<\/a> que demonstra de forma clara <strong>onde \u00e9 mais caro viver<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidades_mais_caras_01.webp\" rel=\"nofollow noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidades_mais_caras_01-821x1024.webp.webp\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"898\" class=\"alignnone size-large wp-image-1077575\"  \/><\/a><\/p>\n<p>As cidades mais caras para viver<\/p>\n<p>No topo do <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.numbeo.com\/cost-of-living\/rankings.jsp\" rel=\"nofollow noopener\">ranking global<\/a>, considerando o custo de vida geral e o arrendamento, encontramos Nova Iorque. A &#8220;Big Apple&#8221; estabelece-se como a cidade mais cara, com o pre\u00e7o de arrendamento de um apartamento de um quarto <strong>a variar entre os 1100 e os 4108 d\u00f3lares<\/strong>, podendo um T3 alcan\u00e7ar os 8174 d\u00f3lares.<\/p>\n<p>Logo a seguir, surgem as cidades su\u00ed\u00e7as de Zurique e Genebra, com um \u00edndice combinado (custo de vida + arrendamento) de 93,2 e 90,6, respetivamente. Isto significa que viver nestas cidades <strong>\u00e9 aproximadamente 7% e 10% mais barato do que em Nova Iorque<\/strong>.<\/p>\n<p>A quarta posi\u00e7\u00e3o \u00e9 ocupada por S\u00e3o Francisco (85,3), que se interp\u00f5e entre outras duas cidades su\u00ed\u00e7as, Basileia (83,9) e Lausana (83,4), <strong>demonstrando a predomin\u00e2ncia da Su\u00ed\u00e7a neste ranking<\/strong>.<\/p>\n<p>O pre\u00e7o da habita\u00e7\u00e3o \u00e9, sem d\u00favida, um dos fatores mais determinantes no custo de vida de uma cidade. Quando se remove este fator da an\u00e1lise, a classifica\u00e7\u00e3o sofre altera\u00e7\u00f5es dr\u00e1sticas. Neste cen\u00e1rio, <strong>Nova Iorque deixa de liderar a lista, descendo para a s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>A consist\u00eancia \u00e9 mantida pelas cidades su\u00ed\u00e7as, que passam a dominar por completo o topo da tabela <strong>como as mais caras do mundo para viver<\/strong>. Zurique (112,54) assume a lideran\u00e7a, seguida de perto por Genebra (111,41), Basileia (110,71), Lausana (110,55) e Lugano (108,38).<\/p>\n<p>Esta mudan\u00e7a evidencia que, embora a habita\u00e7\u00e3o seja cara na Su\u00ed\u00e7a, <strong>s\u00e3o os bens e servi\u00e7os do dia a dia que mais pesam na carteira dos seus habitantes<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidades_mais_caras_02.webp\" rel=\"nofollow noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidades_mais_caras_02-1024x576.webp.webp\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"405\" class=\"alignnone size-large wp-image-1077576\"  \/><\/a><\/p>\n<p>E em Portugal? Onde se posicionam Lisboa e Porto?<\/p>\n<p>Analisando a realidade portuguesa:<\/p>\n<ul>\n<li>Lisboa surge na 157.\u00aa posi\u00e7\u00e3o do ranking mundial que inclui o arrendamento, com um \u00edndice de 46,3;<\/li>\n<li>J\u00e1 o Porto encontra-se na 207.\u00aa posi\u00e7\u00e3o, com um \u00edndice de 38,8.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Estes valores indicam que viver em Lisboa \u00e9 53,7% mais barato do que em Nova Iorque, enquanto o Porto \u00e9 61,2% mais acess\u00edvel. Contudo, quando se exclui o arrendamento, a posi\u00e7\u00e3o das cidades portuguesas no ranking global desce (205 e 225), o que demonstra o impacto significativo <strong>que o mercado imobili\u00e1rio tem no custo de vida nacional<\/strong>.<\/p>\n<p>Lisboa (\u00edndice de 51,5) e Porto (46,4) <strong>mostram ter um custo mais elevado em bens, transportes e servi\u00e7os<\/strong> quando comparado com outras cidades com pre\u00e7os de arrendamento semelhantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidades_mais_caras_03.webp\" rel=\"nofollow noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/cidades_mais_caras_03-1024x576.webp.webp\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"405\" class=\"alignnone size-large wp-image-1077577\"  \/><\/a><\/p>\n<p>Poder de compra local: o verdadeiro esfor\u00e7o para viver<\/p>\n<p>Talvez o dado mais revelador da base de dados da Numbeo seja o \u00cdndice de Poder de Compra Local. Este indicador compara o sal\u00e1rio m\u00e9dio de uma cidade com o seu custo de vida, usando novamente Nova Iorque como refer\u00eancia. O resultado mostra em que cidades os habitantes <strong>t\u00eam de fazer um menor esfor\u00e7o financeiro para adquirir bens e servi\u00e7os<\/strong>.<\/p>\n<p>Neste campo, os habitantes de Mannheim, na Alemanha, s\u00e3o os que desfrutam de uma maior folga financeira, com um \u00edndice de 198,64, o que significa que podem comprar quase o dobro dos bens e servi\u00e7os que um nova-iorquino com o seu sal\u00e1rio. As cidades su\u00ed\u00e7as de Basileia (194,85), Berna (186,76) e Lausana (180,45) <strong>voltam a dominar o topo da tabela<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O custo de vida nas grandes cidades mundiais \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o crescente, combinando pre\u00e7os elevados de bens, servi\u00e7os&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":63773,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,1665,5877,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-63772","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-cidades","10":"tag-custo","11":"tag-economy","12":"tag-empresas","13":"tag-portugal","14":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63772","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=63772"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63772\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/63773"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=63772"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=63772"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=63772"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}