{"id":66831,"date":"2025-09-11T09:12:21","date_gmt":"2025-09-11T09:12:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/66831\/"},"modified":"2025-09-11T09:12:21","modified_gmt":"2025-09-11T09:12:21","slug":"rendas-vao-subir-224-em-2026-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/66831\/","title":{"rendered":"Rendas v\u00e3o subir 2,24% em 2026 \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>O valor definitivo da infla\u00e7\u00e3o anual sem habita\u00e7\u00e3o ficou, em agosto, em 2,24%, que \u00e9 o valor que conta para a atualiza\u00e7\u00e3o das rendas em 2026.<\/p>\n<p>Assim, o coeficiente de atualiza\u00e7\u00e3o anual de renda \u2014 que tem de ser publicado em aviso em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica \u2014 ser\u00e1 de 1,0224. Em termos pr\u00e1ticos significa que numa renda de 1000 euros, a subida ser\u00e1 de 1022,4 euros, uma subida mensal de 22,4 euros. Ou seja, por cada 100 euros, a subida ser\u00e1 de 2,24 euros. O coeficiente \u00e9<\/p>\n<p>Este \u00e9 o valor m\u00e1ximo para os contratos que estejam feitos h\u00e1 mais de um ano com base no chamado Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) e no Novo Regime do Arrendamento Rural, cabendo ao senhorio decidir se o far\u00e1 e informar o inquilino com pelo menos 30 dias de anteced\u00eancia. Se houver outro mecanismo previsto no contrato para a atualiza\u00e7\u00e3o das rendas, \u00e9 o acordado entre as partes que vigorar\u00e1.<\/p>\n<p>Em 2025 as rendas puderam aumentar 2,16%, o que significa que em 2026 v\u00e3o voltar a subir.<\/p>\n<p>Segundo os dados do INE, o valor definitivo desse indicador ficou, assim, ligeiramente abaixo da estimativa inicial, que <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/08\/29\/rendas-aumentam-225-em-2026\/#:~:text=As%20rendas%20v%C3%A3o%20poder%20aumentar,conhecidos%20a%2010%20de%20setembro.\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">apontava para 2,25%.<\/a> A atualiza\u00e7\u00e3o das rendas, anual, \u00e9 apurada com base na varia\u00e7\u00e3o m\u00e9dia dos \u00faltimos 12 meses do \u00edndice de pre\u00e7os no consumidor sem a vertente de habita\u00e7\u00e3o que se apure a 31 de agosto do ano anterior.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"Ib9dEIgoXG\">\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2025\/08\/29\/rendas-aumentam-225-em-2026\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Rendas aumentam 2,25% em 2026<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Este \u00e9 o valor da infla\u00e7\u00e3o sem habita\u00e7\u00e3o. Considera-se este dado para a atualiza\u00e7\u00e3o das rendas, para que a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o se alimente a si pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>As rendas aumentaram, por si, 5,1% em agosto, mantendo a evolu\u00e7\u00e3o do m\u00eas anterior. Segundo o INE, todas as regi\u00f5es apresentaram \u201cvaria\u00e7\u00f5es hom\u00f3logas positivas das rendas de habita\u00e7\u00e3o, tendo a Madeira registado o aumento mais intenso (7,0%)\u201d. Esta \u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de todas as rendas, contratos novos e em vigor.<\/p>\n<p>O valor m\u00e9dio das rendas de habita\u00e7\u00e3o por metro quadrado acelerou em termos mensais. Subiu 0,4%, mais que os 0,3% no m\u00eas anterior. Na varia\u00e7\u00e3o mensal, \u201ca regi\u00e3o com a varia\u00e7\u00e3o mensal positiva mais elevada foi o Madeira (0,6%), n\u00e3o se tendo observado qualquer regi\u00e3o com varia\u00e7\u00e3o negativa do respetivo valor m\u00e9dio das rendas de habita\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O valor definitivo da infla\u00e7\u00e3o anual sem habita\u00e7\u00e3o ficou, em agosto, em 2,24%, que \u00e9 o valor que&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":66832,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,4212,476,89,90,8020,18288,57,32,18289,33,4831,58],"class_list":{"0":"post-66831","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-consumo","10":"tag-economia","11":"tag-economy","12":"tag-empresas","13":"tag-habitau00e7u00e3o-e-urbanismo","14":"tag-inflau00e7u00e3o","15":"tag-pau00eds","16":"tag-portugal","17":"tag-preu00e7os","18":"tag-pt","19":"tag-rendas","20":"tag-sociedade"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66831","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66831"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66831\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/66832"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66831"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66831"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66831"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}