{"id":67891,"date":"2025-09-12T01:38:47","date_gmt":"2025-09-12T01:38:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/67891\/"},"modified":"2025-09-12T01:38:47","modified_gmt":"2025-09-12T01:38:47","slug":"estes-sao-os-pseudonimos-usados-por-stephen-king","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/67891\/","title":{"rendered":"Estes s\u00e3o os pseud\u00f3nimos usados por Stephen King"},"content":{"rendered":"<p>&#13;<br \/>\n\t\t\t\t Users: 105&#13;\n\t\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Stephen King \u00e9 considerado um dos escritores mais prol\u00edficos e influentes da literatura contempor\u00e2nea, especialmente nos g\u00e9neros de terror, suspense e fic\u00e7\u00e3o sobrenatural. A<a href=\"https:\/\/www.magazine-hd.com\/apps\/wp\/melhores-adaptacoes-stephen-king-para-cinema-streaming\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> carreira<\/a> de King destaca-se n\u00e3o apenas pela quantidade de obras, mas pela sua capacidade de explorar tamanha variedade de temas dentro do terror e fantasia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o terror psicol\u00f3gico mais realista \u00e0s narrativas com elementos sobrenaturais, o autor consegue criar mundos e personagens inesquec\u00edveis que cativam milh\u00f5es pelo mundo. Algumas das suas obras mais famosas s\u00e3o \u201cThe Shining\u201d, \u201cSalem\u2019s Lot\u201d, \u201cCarrie\u201d e \u201cIt\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, ao longo da sua longa carreira com 5 d\u00e9cadas de dura\u00e7\u00e3o at\u00e9 agora, o escritor publicou v\u00e1rias obras sob pseud\u00f3nimos. Este \u00e9 o teu guia essencial para conheceres os outros nomes que Stephen King tem usado e as obras que publicou sob tais nomes.<\/p>\n<p>Richard Bachman<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A escolha de pseud\u00f3nimos por Stephen King \u00e9 uma fascinante mistura de estrat\u00e9gia editorial, criatividade e esp\u00edrito experimental. O caso mais c\u00e9lebre \u00e9 o de Richard Bachman, pseud\u00f3nimo criado no final dos anos 70 e in\u00edcio dos anos 80, numa altura em que o pr\u00f3prio King j\u00e1 era uma figura de destaque no panorama liter\u00e1rio mundial. As editoras s\u00f3 permitiam ent\u00e3o lan\u00e7ar um livro por ano de cada autor, receando a satura\u00e7\u00e3o do mercado e uma eventual perda de interesse por parte dos leitores. Para contornar esta limita\u00e7\u00e3o, King adotou um nome falso e continuou a publicar, sem trav\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A estreia de Bachman deu-se com \u201cRage \u201c(1977), um livro controverso sobre um estudante que faz ref\u00e9ns numa escola. Seguiram-se \u201cThe Long Walk \u201c(1979), um inquietante romance dist\u00f3pico sobre uma competi\u00e7\u00e3o s\u00e1dica de caminhada (<a href=\"https:\/\/www.magazine-hd.com\/apps\/wp\/stephen-king-firestarter-adaptacao-odiada-autor\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">com uma adapta\u00e7\u00e3o para o cinema<\/a> que sai esta semana!), Roadwork (1981), hist\u00f3ria de um homem em conflito com a sociedade, e<a href=\"https:\/\/www.magazine-hd.com\/apps\/wp\/arnold-schwarzenegger-filme-elogiado-37-anos-depois-stephen-king\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> The Running Man<\/a> (1982), que imagina um futuro em que pobres competem num jogo televisivo mortal (com uma adapta\u00e7\u00e3o para cinema not\u00e1vel, com Arnold Schwarzenegger).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cThinner\u201d (1984), j\u00e1 com tra\u00e7os sobrenaturais, foi talvez o livro que mais chamou a aten\u00e7\u00e3o antes da identidade de King ser exposta. Posteriormente, publicou ainda \u201cThe Regulators\u201d (1996), e \u201cBlaze\u201d (2007), obra resgatada dos anos universit\u00e1rios de King.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mist\u00e9rio \u00e0 volta da identidade de Richard Bachman terminou em 1985, quando um livreiro de Washington, Steve Brown, notou semelhan\u00e7as entre os estilos e conduziu uma investiga\u00e7\u00e3o, encontrando documentos que provaram a liga\u00e7\u00e3o a Stephen King. A revela\u00e7\u00e3o motivou o autor a divulgar publicamente a \u201cmorte por cancro do pseud\u00f3nimo\u201d, ironizando assim a descoberta.<\/p>\n<p>Beryl Evans<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-735100\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" alt=\"charlie the choo choo stephen king\" width=\"728\" height=\"385\" data-lazy- data-lazy- data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/charlie-the-choo-choo.webp.webp\"\/>Cr\u00e9dito: https:\/\/stephenking.com\/<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">King, no entanto, n\u00e3o se ficou por Richard Bachman. Criou tamb\u00e9m Beryl Evans, um pseud\u00f3nimo creditado ent\u00e3o como autor de um sinistro livro infantil \u201cCharlie the Choo-Choo\u201d. Em 2016, King publicou o livro sob este nome, baralhando as fronteiras entre realidade e fic\u00e7\u00e3o, numa jogada que agradou especialmente aos f\u00e3s mais atentos porque o autor j\u00e1 tinha utilizado tal nome no seu livro \u201cThe Dark Tower\u201d.<\/p>\n<p>John Swithen<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">John Swithen \u00e9 um dos pseud\u00f3nimos menos conhecidos de Stephen King. Ao contr\u00e1rio do seu uso de Richard Bachman para publicar v\u00e1rios romances, King usou John Swithen apenas uma vez para a publica\u00e7\u00e3o de um conto. O conto intitula-se \u201cThe Fifth Quarter\u201d e originalmente saiu em abril de 1972.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conhecias estes pseud\u00f3nimos de Stephen King?<\/strong><\/p>\n<p>\n        About The Author<\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/www.magazine-hd.com\/apps\/wp\/author\/pserafim\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=\" http:=\"\" data-lazy- class=\"avatar avatar-150 photo\" height=\"150\" width=\"150\" itemprop=\"image\" data-lazy-src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/baed7ebb4e82dd161fb7577ed7d9aaa7595eb75e18c7a052e003899c61ffb3ac\"\/><\/a><\/p>\n<p>                    <a href=\"https:\/\/www.magazine-hd.com\/apps\/wp\/author\/pserafim\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Pedro Serafim<\/a><\/p>\n<p>Licenciado em Cultura e Comunica\u00e7\u00e3o, com especializa\u00e7\u00e3o em Jornalismo. Formado em Ensino de Ingl\u00eas. Sempre curioso sobre filmes e m\u00fasica de qualquer g\u00e9nero e forma e ansioso por descobrir mais. Amante de m\u00fasica ao vivo e defensor de salas de cinema.<\/p>\n<p>\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; Users: 105&#13; Stephen King \u00e9 considerado um dos escritores mais prol\u00edficos e influentes da literatura contempor\u00e2nea, especialmente&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":67892,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[143],"tags":[18472,169,114,115,18473,864,170,32,18474,33,16103,16105],"class_list":{"0":"post-67891","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-livros","8":"tag-beryl-evans","9":"tag-books","10":"tag-entertainment","11":"tag-entretenimento","12":"tag-john-swithen","13":"tag-literatura","14":"tag-livros","15":"tag-portugal","16":"tag-pseudonimo","17":"tag-pt","18":"tag-richard-bachman","19":"tag-stephen-king"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67891","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=67891"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/67891\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67892"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=67891"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=67891"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=67891"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}