{"id":6820,"date":"2025-07-29T11:03:18","date_gmt":"2025-07-29T11:03:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/6820\/"},"modified":"2025-07-29T11:03:18","modified_gmt":"2025-07-29T11:03:18","slug":"desemprego-desce-nos-maiores-concelhos-do-minho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/6820\/","title":{"rendered":"Desemprego desce nos maiores concelhos do Minho"},"content":{"rendered":"<p>Dos grandes munic\u00edpios da regi\u00e3o do Minho, todos tinham menos desemprego registado em junho do que no in\u00edcio do ano, mas em Famalic\u00e3o e Viana do Castelo a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 pior do que no m\u00eas hom\u00f3logo de 2024. Guimar\u00e3es era o concelho com maior n\u00famero absoluto de desempregados (6.176), em junho, de acordo com os dados divulgados pelo  Instituto do Emprego e Forma\u00e7\u00e3o Profissional (IEFP).<\/p>\n<p>Mesmo assim, a situa\u00e7\u00e3o vimaranense, quando comparada com o in\u00edcio deste ano, quando havia 6.749 desempregados no concelho, \u00e9 melhor, passou a haver menos 573 pessoas sem emprego neste territ\u00f3rio. A situa\u00e7\u00e3o de Guimar\u00e3es tamb\u00e9m \u00e9 melhor (-303) que no m\u00eas de junho de 2024 e, embora tenha havido um crescimento desde maio deste ano (18), ele \u00e9 residual.<\/p>\n<p>Em Braga, o n\u00famero de desempregados registados no IEFP, em junho, era de 5.804, menos 586 do que em janeiro, quando eram 6.390. De maio para junho deste ano, houve uma redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de desempregados, em Braga, de 6.045 para 5.804 (-241). Barcelos alinha pelo mesmo padr\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de desempregados. Em janeiro de 2025, eram 2.807, em junho deste ano, j\u00e1 s\u00f3 estavam inscritos 2.409 (-398). De maio para junho deste ano, em Barcelos, passaram a haver menos 113 pessoas \u00e0 procura de emprego.<\/p>\n<p>Em Famalic\u00e3o havia, em junho, menos 306 desempregados do que em janeiro, eram, neste \u00faltimo m\u00eas de registo, 3.815. Quando comparada com o m\u00eas hom\u00f3logo de 2024, a situa\u00e7\u00e3o piorou, em Famalic\u00e3o, agora h\u00e1 mais 178 pessoas \u00e0 procura de emprego. O mesmo acontece em Viana do Castelo, em que houve uma redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de pessoas desempregada de janeiro para junho, de 2.209 para 1.975 (-234), mas em que a compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas de junho de 2024, revela que havia, em junho, mais 206 desempregados registados.<\/p>\n<p>Segundo o IEFP, os grupos profissionais mais afetados pelo desemprego s\u00e3o: os trabalhadores n\u00e3o qualificados (29,8%); trabalhadores dos servi\u00e7os pessoais de prote\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a e vendedores (19,8%); pessoal administrativo (10,8%);\u00a0e os especialistas das atividades intelectuais e cient\u00edficas (10,2%).<\/p>\n<p>As atividade econ\u00f3micas\u00a0de origem dos desempregados s\u00e3o: servi\u00e7os, com destaque para o imobili\u00e1rio (72,1%); 21,5% eram provenientes do setor secund\u00e1rio, com especial relevo para a constru\u00e7\u00e3o; o setor agr\u00edcola s\u00f3 contribuiu com 4,3% para os n\u00fameros do desemprego, em junho.<\/p>\n<p>Norte \u00e9 a regi\u00e3o do pa\u00eds com mais desempregados<\/p>\n<p>Havia 293.488 pessoas desempregadas registadas nos centros de emprego, em Portugal, no m\u00eas de junho, 40% destas (117 920) concentravam-se na Regi\u00e3o Norte. Estes n\u00fameros representam uma descida, no Norte, de 1,9% de pessoas sem emprego, relativamente ao m\u00eas de maio e de \u2013 1,7% quando comparados com junho do ano passado. \u00c9 uma descida menos expressiva na regi\u00e3o do que em Portugal como um todo, em que se registaram -2,5% de desempregados em junho do que em maio e em que, na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas hom\u00f3logo de 2024, h\u00e1 uma quebra de 3,8%. S\u00f3 18,3% das ofertas de emprego \u00e9 que s\u00e3o para a Regi\u00e3o Norte, Lisboa e Vale do Tejo e Centro est\u00e3o \u00e0 frente. Todos os grandes munic\u00edpios da regi\u00e3o do Minho est\u00e3o com menos desempregados inscritos agora que no in\u00edcio deste ano.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o Norte de Portugal concentra, aproximadamente, 35% da popula\u00e7\u00e3o, 3,6 milh\u00f5es de habitantes. Em junho, segundo os n\u00fameros divulgados pelo IEFP, era nesta regi\u00e3o que se concentravam 40% dos desempregados inscritos no seus centros (117.920 pessoas). Este n\u00fameros representam uma descida ligeira (-1,9%) quando comparados com maio deste ano ou com junho do ano passado (-1,7%). No pa\u00eds, em junho, havia 293 488 pessoas inscritas nos centros de emprego, uma descida de 2,5% relativamente ao m\u00eas anterior e -3,8% que em junho de 2024.\u00a0<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 oferta de emprego, na Regi\u00e3o Norte, ela foi 44,5% superior em junho do que no mesmo m\u00eas de 2024. Um aumento, ainda assim, inferior ao do todo nacional, em que a oferta de emprego, em junho, foi quase 50% maior que no mesmo m\u00eas do ano anterior. \u00c9 nas regi\u00f5es de Lisboa e Vale do Tejo (41,3%) e do Centro (21,3%) que se acumulam a maioria das ofertas de emprego. A Regi\u00e3o Centro regista um aumento, face ao m\u00eas hom\u00f3logo de 2024, de 58,9%, s\u00f3 compar\u00e1vel ao Algarve, onde o aumento, relativamente a junho do ano passado, foi de 62,7%, mas num n\u00famero absoluto muito inferior. A Regi\u00e3o Norte, apesar de ter 40% dos desempregados registados, em junho, s\u00f3 teve 18,3% das ofertas de emprego no pa\u00eds.<\/p>\n<p>No total, houve 3.542 ofertas de emprego, num momento em que h\u00e1 117.920 desempregados registados na regi\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Dos grandes munic\u00edpios da regi\u00e3o do Minho, todos tinham menos desemprego registado em junho do que no in\u00edcio&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6821,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,32,33],"class_list":{"0":"post-6820","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-portugal","12":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6820","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6820"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6820\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6821"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6820"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6820"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6820"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}