{"id":68640,"date":"2025-09-12T16:09:19","date_gmt":"2025-09-12T16:09:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/68640\/"},"modified":"2025-09-12T16:09:19","modified_gmt":"2025-09-12T16:09:19","slug":"nacionalidade-irn-quer-lei-em-vigor-o-mais-rapido-possivel-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/68640\/","title":{"rendered":"Nacionalidade. IRN quer lei em vigor o mais r\u00e1pido poss\u00edvel \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>O presidente do IRN pediu esta quinta-feira ao Governo que a nova lei da Nacionalidade entre em vigor no mais curto prazo poss\u00edvel ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o, para evitar uma \u201cavalanche de pedidos\u201d ao abrigo da legisla\u00e7\u00e3o ainda em vigor.<\/p>\n<p>Falando numa audi\u00e7\u00e3o na Comiss\u00e3o de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias sobre a nova lei da nacionalidade, Jorge Rodrigues da Ponte admitiu que <strong>as mudan\u00e7as legais criam sempre uma maior procura dos servi\u00e7os<\/strong>.<\/p>\n<p>Por isso, para evitar uma \u201cavalanche de pedidos de nacionalidade ao abrigo da legisla\u00e7\u00e3o atualmente vigente\u201d, o presidente do IRN pediu que o diploma entre <strong>em vigor \u201cno dia imediatamente seguinte ao da sua publica\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong> ou no prazo mais curto poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Esta tem sido uma das preocupa\u00e7\u00f5es do executivo, que j\u00e1 quis prever no diploma que a lei da nacionalidade tenha efeitos retroativos a 19 de junho (data da aprova\u00e7\u00e3o do programa de Governo), o que tem sido criticado pela oposi\u00e7\u00e3o e por constitucionalistas.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o quero com isto estar a limitar as expectativas leg\u00edtimas dos cidad\u00e3os, mas pretendo sim acautelar a capacidade dos servi\u00e7os, que t\u00eam vindo a depender de trabalho suplementar para recuperar as pend\u00eancias atualmente existentes\u201d, explicou Jorge da Ponte.<\/p>\n<p>O dirigente do IRN recordou que anteriores altera\u00e7\u00f5es legais motivaram um acr\u00e9scimo das buscas dos servi\u00e7os e que as not\u00edcias sobre o tema t\u00eam provocado uma maior procura nas \u00faltimas semanas.<\/p>\n<p>\u201cEntre 2018 e 2024, o IRN recebeu em m\u00e9dia 277 mil pedidos de nacionalidade por ano\u201d, tendo 2022 sido o ano com mais volume (367 mil) de requerimentos deste tipo.<\/p>\n<p>A maioria dos processos (62%) diz respeito a filhos de pai ou m\u00e3e portugueses nascidos fora do territ\u00f3rio nacional, seguindo-se as naturaliza\u00e7\u00f5es por tempo de resid\u00eancia (16%), por casamento (6%), netos de portugueses (4%) e cidad\u00e3os nascidos em territ\u00f3rio nacional mas filhos de estrangeiros (4%).<\/p>\n<p>Verifica-se \u201cum crescimento sustentado, e por vezes intenso\u201d que \u00e9 \u201csuperior \u00e0 capacidade de resposta dos servi\u00e7os de atendimento, que provoca constrangimentos a quem se dirige aos servi\u00e7os, tempos de espera alargados e frustra\u00e7\u00e3o, tanto a utentes como funcion\u00e1rios\u201d, admitiu.<\/p>\n<p>Apesar disso, \u201ca taxa de conclus\u00e3o de processos medida pela divis\u00e3o entre o n\u00famero de processos conclu\u00eddos e o n\u00famero de processos entrados tem estado, em m\u00e9dia, nos 82%\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA cada altera\u00e7\u00e3o \u00e0 lei da nacionalidade, os servi\u00e7os foram ficando mais sobrecarregados, quer pela aflu\u00eancia de requerentes, quer pelos desafios de valida\u00e7\u00e3o objetiva\u00a0dos\u00a0pedidos\u201d, salientou<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O presidente do IRN pediu esta quinta-feira ao Governo que a nova lei da Nacionalidade entre em vigor&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":68641,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[27,28,15,16,14,1865,297,25,26,21,22,62,12,13,19,20,32,23,24,33,58,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-68640","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-featured-news","11":"tag-featurednews","12":"tag-headlines","13":"tag-imigrantes","14":"tag-imigrau00e7u00e3o","15":"tag-latest-news","16":"tag-latestnews","17":"tag-main-news","18":"tag-mainnews","19":"tag-mundo","20":"tag-news","21":"tag-noticias","22":"tag-noticias-principais","23":"tag-noticiasprincipais","24":"tag-portugal","25":"tag-principais-noticias","26":"tag-principaisnoticias","27":"tag-pt","28":"tag-sociedade","29":"tag-top-stories","30":"tag-topstories","31":"tag-ultimas","32":"tag-ultimas-noticias","33":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68640","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=68640"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68640\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/68641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=68640"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=68640"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=68640"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}