{"id":68899,"date":"2025-09-12T19:39:08","date_gmt":"2025-09-12T19:39:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/68899\/"},"modified":"2025-09-12T19:39:08","modified_gmt":"2025-09-12T19:39:08","slug":"prefeitura-de-rio-das-ostras-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/68899\/","title":{"rendered":"Prefeitura de Rio das Ostras"},"content":{"rendered":"<p>                                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-89702\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/saude-utiliza-armadilhas-para-monitorar-presenca-de-aedes-aegypti-algumas-ovitrampas-serao-instalada.jpeg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"514\"  \/>Ovitrampas (armadilhas) tamb\u00e9m ser\u00e3o instaladas em resid\u00eancias. Colabora\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para efic\u00e1cia do sistema Foto: Alexandre Leite<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-89703\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/saude-utiliza-armadilhas-para-monitorar-presenca-de-aedes-aegypti-agentes-da-vigilancia-orientam-pop.jpeg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"506\"  \/>Agentes da Vigil\u00e2ncia orientam moradores sobre novo sistema de monitoramento do Aedes Foto: Alexandre Leite<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-89704\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/saude-utiliza-armadilhas-para-monitorar-presenca-de-aedes-aegypti-paletas-com-ovos-de-aedes-sao-reco.jpeg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"675\"  \/>Palhetas com ovos de Aedes Aegypti s\u00e3o recolhidas das armadilhas e analisadas no laborat\u00f3rio Foto: Alexandre Leite<\/p>\n<p>\u201cOvitrampas\u201d s\u00e3o importantes para que Munic\u00edpio identifique \u00e1reas de maior risco e planeje com mais efici\u00eancia as a\u00e7\u00f5es de controle<\/p>\n<p>Rio das Ostras est\u00e1 entre os primeiros munic\u00edpios do Estado a utilizar um sistema de monitoramento da presen\u00e7a do mosquito Aedes Aegypti com base em armadilhas, as chamadas \u201covitrampas\u201d. O m\u00e9todo possibilita o monitoramento antecipado da presen\u00e7a do vetor, permitindo que a Secretaria de Sa\u00fade identifique as \u00e1reas de maior risco e planeje com mais efici\u00eancia as a\u00e7\u00f5es de controle.<\/p>\n<p>O Munic\u00edpio vem se planejando para o uso das ovitrampas desde abril, e nesta semana come\u00e7ou a instala\u00e7\u00e3o das armadilhas, que servem para detectar a presen\u00e7a do Aedes Aegypti, mosquito transmissor de arboviroses como dengue, zika e chikungunya. Esse monitoramento \u00e9 uma das principais ferramentas atuais de combate ao vetor.<\/p>\n<p><strong>OVITRAMPA<\/strong> \u2013 A armadilha \u00e9 composta por um recipiente escuro com \u00e1gua, uma palheta de madeira para a postura dos ovos do mosquito e um atrativo espec\u00edfico, desenvolvido para atrair a f\u00eamea do mosquito. \u00c9 importante destacar que esse atrativo \u00e9 totalmente inofensivo para pessoas e animais, sendo utilizado exclusivamente para fins de monitoramento.<\/p>\n<p><strong>ETAPAS<\/strong> \u2013 O m\u00e9todo \u00e9 realizado respeitando-se o ciclo bimestral e com dura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas semanas, em etapas distintas. Na primeira semana, as ovitrampas s\u00e3o instaladas, elegendo-se os pontos estrat\u00e9gicos. As armadilhas tamb\u00e9m ser\u00e3o colocadas em resid\u00eancias e, para isso, o morador ser\u00e1 informado e dever\u00e1 assinar um termo de responsabilidade, autorizando a instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na semana seguinte, o agente da Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade vai retornar ao local para substituir a palheta, onde os ovos s\u00e3o depositados, e manter a armadilha funcionando.<\/p>\n<p>Na terceira semana, a palheta final \u00e9 recolhida e a ovitrampa retirada do im\u00f3vel.<\/p>\n<p>O material recolhido \u00e9 enviado ao laborat\u00f3rio para an\u00e1lise, a partir da verifica\u00e7\u00e3o das palhetas, com a contagem dos ovos depositados e interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados.<\/p>\n<p>Os dados de campo e de laborat\u00f3rio s\u00e3o inclu\u00eddos em mapas estrat\u00e9gicos, utilizando tecnologia de geoprocessamento, que v\u00e3o servir de base para pol\u00edticas p\u00fablicas e tomada de decis\u00f5es dos gestores municipais relativas ao combate ao mosquito e controle das arboviroses.<\/p>\n<p><strong>MAIS EFIC\u00c1CIA<\/strong> \u2013 O m\u00e9todo possibilita identificar a quantifica\u00e7\u00e3o de ovos coletados semanalmente, a determina\u00e7\u00e3o da densidade populacional do vetor, a elabora\u00e7\u00e3o de mapas de risco \u2013 identificando \u00e1reas cr\u00edticas (\u201czonas quentes\u201d) e o direcionamento das a\u00e7\u00f5es de campo para \u00e1reas priorit\u00e1rias, aumentando a efic\u00e1cia no combate ao mosquito.<\/p>\n<p>\u201cEsse processo requer organiza\u00e7\u00e3o log\u00edstica e a colabora\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para o sucesso dessa iniciativa. Para isso, as pessoas precisam entender como funciona o monitoramento e sua import\u00e2ncia para combatermos o mosquito no nosso Munic\u00edpio\u201d, explica a coordenadora da Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade, Nirvana Braga.<\/p>\n<p>Rio das Ostras foi selecionado para implementa\u00e7\u00e3o do monitoramento com armadilhas junto a outros 12 munic\u00edpios do Rio de Janeiro, devido \u00e0 sua s\u00e9rie hist\u00f3rica de alta incid\u00eancia de arboviroses. A partir de 2026, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade oficializar\u00e1 o ciclo das ovitrampas no calend\u00e1rio epidemiol\u00f3gico, consolidando essa metodologia como rotina nacional de Vigil\u00e2ncia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ovitrampas (armadilhas) tamb\u00e9m ser\u00e3o instaladas em resid\u00eancias. Colabora\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para efic\u00e1cia do sistema Foto: Alexandre&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":68900,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,32,33,117],"class_list":{"0":"post-68899","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-portugal","10":"tag-pt","11":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68899","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=68899"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68899\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/68900"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=68899"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=68899"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=68899"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}