{"id":70697,"date":"2025-09-14T06:41:11","date_gmt":"2025-09-14T06:41:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/70697\/"},"modified":"2025-09-14T06:41:11","modified_gmt":"2025-09-14T06:41:11","slug":"o-que-ele-pode-fazer-por-voce-e-de-quanto-voce-precisa-segundo-um-professor-de-harvard","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/70697\/","title":{"rendered":"o que ele pode fazer por voc\u00ea e de quanto voc\u00ea precisa, segundo um professor de Harvard"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O magn\u00e9sio pode n\u00e3o ser dos nutrientes mais conhecidos, mas tem uma papel essencial para o funcionamento adequado do organismo. Ele \u00e9 especialmente importante para a sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o, dos nervos, do m\u00fasculo e dos ossos. Entre outras fun\u00e7\u00f5es, auxilia a equilibrar os n\u00edveis de c\u00e1lcio e a\u00e7\u00facar no sangue e a produzir uma s\u00e9rie de prote\u00ednas que usamos no dia a dia. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Quem explica isso \u00e9 o professor da Escola de Medicina da Universidade de Harvard Robert Shmerling, que escreveu recentemente um texto no blog da institui\u00e7\u00e3o sobre o magn\u00e9sio. Abaixo, veja o que o especialista diz sobre quais as principais fontes do nutriente, quais os seus n\u00edveis ideais e o que ele pode fazer por voc\u00ea. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Shmerling come\u00e7a explicando que a maioria da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o precisa se preocupar com a quantidade de magn\u00e9sio ingerida, j\u00e1 que o recomendado \u2013 320 mg por dia para mulheres, e 420 mg por dia para homens \u2013 \u00e9 relativamente f\u00e1cil de se atingir com uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O especialista explica que suplementar magn\u00e9sio apenas \u00e9 importante \u201cpara pessoas com defici\u00eancia (comprovada) do mineral e para gestantes com complica\u00e7\u00f5es conhecidas como pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia e ecl\u00e2mpsia\u201d. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Ainda assim, ele cita que evid\u00eancias limitadas sugerem que o magn\u00e9sio extra pode ser ben\u00e9fico para indiv\u00edduos com: <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li>Doen\u00e7as cardiovasculares, incluindo press\u00e3o alta e doen\u00e7a arterial coronariana;<\/li>\n<li>Ins\u00f4nia;<\/li>\n<li>Enxaqueca;<\/li>\n<li>Ansiedade;<\/li>\n<li>Diabetes e neuropatia diab\u00e9tica;<\/li>\n<li>Dores musculares ap\u00f3s exerc\u00edcios e<\/li>\n<li>Constipa\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cH\u00e1 at\u00e9 estudos sugerindo que suplementos de magn\u00e9sio podem contribuir para a sa\u00fade cerebral e para parar de fumar. Embora muitos sejam pequenos e tenham resultados inconsistentes, essa lista crescente de potenciais vantagens ajuda a explicar por que os suplementos de magn\u00e9sio t\u00eam se tornado cada vez mais populares nos \u00faltimos anos\u201d, escreve Shmerling. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Ele conta que h\u00e1 um exame de sangue que consegue medir a ingest\u00e3o de magn\u00e9sio, cujo resultado normal envolve um intervalo entre 1,7 e 2,2 miligramas por decilitro (mg\/dL). Geralmente, o corpo consegue eliminar facilmente o excesso na urina. E, se h\u00e1 apenas uma leve falta, os rins ret\u00eam o nutriente, e os ossos liberam magn\u00e9sio na circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea para reabsor\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Mesmo assim, h\u00e1 casos mais raros de defici\u00eancia de magn\u00e9sio (hipomagnesemia), que podem se manifestar com sintomas como n\u00e1usea, fadiga e perda de apetite. Em formas mais graves, pode gerar dorm\u00eancia nos bra\u00e7os e pernas, c\u00e3ibras musculares e arritmias card\u00edacas. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Geralmente, essas defici\u00eancias s\u00e3o secund\u00e1rias a causas como desnutri\u00e7\u00e3o; doen\u00e7as gastrointestinais; doen\u00e7as renais; uso de medicamentos como diur\u00e9ticos ou certos quimioter\u00e1picos e alcoolismo. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cEstudos tamb\u00e9m mostram que a defici\u00eancia \u00e9 comum em adultos acima de 70 anos, especialmente devido \u00e0 baixa ingest\u00e3o, m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o intestinal, uso de certos medicamentos e doen\u00e7as renais\u201d, diz o professor. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> J\u00e1 o excesso de magn\u00e9sio (hipermagnesemia) tamb\u00e9m pode provocar n\u00e1usea. Outros sintomas s\u00e3o dor de cabe\u00e7a, fraqueza muscular e dificuldade para respirar. Esse quadro, tamb\u00e9m raro, ocorre geralmente entre indiv\u00edduos com insufici\u00eancia renal que usam suplementos de magn\u00e9sio em excesso ou medicamentos como laxantes, que cont\u00eam o nutriente. <\/p>\n<p>Quais alimentos s\u00e3o boas fontes de magn\u00e9sio?<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O especialista destaca que <strong>alimentos ricos em magn\u00e9sio incluem vegetais verdes (como espinafre), feij\u00f5es, nozes e gr\u00e3os integrais.<\/strong> Sementes de ab\u00f3bora, leite de soja, bananas e chocolate amargo tamb\u00e9m s\u00e3o boas fontes. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cPor exemplo: uma por\u00e7\u00e3o de espinafre, 28 g de am\u00eandoas e uma banana somam 190 mg de magn\u00e9sio, quase 60% da necessidade di\u00e1ria de uma mulher e 45% da de um homem. Felizmente, o magn\u00e9sio est\u00e1 presente em muitos alimentos saud\u00e1veis, ent\u00e3o uma boa dieta (como a mediterr\u00e2nea) geralmente garante a ingest\u00e3o necess\u00e1ria\u201d, afirma o m\u00e9dico. <\/p>\n<p>Quando suplementar o magn\u00e9sio?<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Shmerling destaca que a suplementa\u00e7\u00e3o de magn\u00e9sio \u00e9 indicada apenas em casos de defici\u00eancia diagnosticada ou de uma condi\u00e7\u00e3o m\u00e9dica em que h\u00e1 benef\u00edcio comprovado em elevar o nutriente, como pr\u00e9-ecl\u00e2mpsia ou doen\u00e7a de Crohn. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cN\u00e3o h\u00e1 motivo convincente para tomar suplementos de magn\u00e9sio rotineiramente. Para alguns problemas, como ins\u00f4nia ou enxaqueca, pode valer a pena tentar, mas sempre com orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. S\u00f3 que, como qualquer suplemento, ele pode causar efeitos colaterais, como n\u00e1usea e diarreia, al\u00e9m de intera\u00e7\u00f5es com outros medicamentos\u201d, alerta. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O magn\u00e9sio pode n\u00e3o ser dos nutrientes mais conhecidos, mas tem uma papel essencial para o funcionamento adequado&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":70698,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[116,32,33,318,117],"class_list":{"0":"post-70697","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-health","9":"tag-portugal","10":"tag-pt","11":"tag-radar","12":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70697","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70697"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70697\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70698"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70697"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70697"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70697"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}