{"id":70710,"date":"2025-09-14T07:03:13","date_gmt":"2025-09-14T07:03:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/70710\/"},"modified":"2025-09-14T07:03:13","modified_gmt":"2025-09-14T07:03:13","slug":"video-mostra-como-mergulhadores-limpam-estatua-de-bronze-de-jesus-cristo-a-18-m-no-fundo-do-mar-por-que-ela-esta-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/70710\/","title":{"rendered":"V\u00eddeo mostra como mergulhadores limpam est\u00e1tua de bronze de Jesus Cristo a 18 m no fundo do mar \u2014 por que ela est\u00e1 l\u00e1?"},"content":{"rendered":"<p>A escultura de bronze a 18 metros de profundidade re\u00fane f\u00e9, hist\u00f3ria e mergulho, tornando-se atra\u00e7\u00e3o \u00fanica e preservada anualmente no Mediterr\u00e2neo<\/p>\n<p>Uma est\u00e1tua submersa de Jesus Cristo repousa a quase 18 metros de profundidade na costa norte da It\u00e1lia. O <a href=\"https:\/\/clickpetroleoegas.com.br\/ja-sabemos-quanto-custa-a-estatua-de-40-m-de-altura-e-36-toneladas-da-havan-e-nao-e-pouco-dinheiro-rpc95\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">monumento<\/a>, conhecido como \u201cCristo do Abismo\u201d, \u00e9 visitado por mergulhadores e passa por limpeza anual para conservar sua estrutura.<\/p>\n<p>O bronze da obra poderia dar a impress\u00e3o de ser apenas um objeto esquecido, mas, na realidade, trata-se de um \u00edcone hist\u00f3rico e religioso. Instalado em 1954, ele homenageia pessoas que perderam a vida no mar.<\/p>\n<p>Origem da escultura<\/p>\n<p>A ideia surgiu de Duilio Marcante, mergulhador e refer\u00eancia na forma\u00e7\u00e3o de novos praticantes do esporte. <\/p>\n<p>        \u2014 ARTIGO CONTINUA ABAIXO \u2014<\/p>\n<p>Marcante quis prestar tributo a Dario Gonzatti, pioneiro do mergulho com equipamentos modernos, que morreu em 1947 durante testes.<\/p>\n<p>O escultor Guido Galletti aceitou o desafio e criou uma pe\u00e7a de aproximadamente 2,5 metros de altura. O Cristo aparece em posi\u00e7\u00e3o de oferenda, com os bra\u00e7os erguidos. <\/p>\n<p>Para produzir a est\u00e1tua, foram usados metais de navios, canh\u00f5es, trof\u00e9us e medalhas.<\/p>\n<p>Instala\u00e7\u00e3o no fundo do mar<\/p>\n<p>Para que o monumento n\u00e3o se movesse com as correntes, a base foi refor\u00e7ada com uma camada de cimento. <\/p>\n<p>Em 1954, Marcante e outros mergulhadores participaram da instala\u00e7\u00e3o, depositando flores ao redor da escultura.<\/p>\n<p>A escolha do local n\u00e3o foi aleat\u00f3ria. A costa da Lig\u00faria possui tradi\u00e7\u00e3o mar\u00edtima e, portanto, abrigar o Cristo ali representava um s\u00edmbolo para todos que dependem do mar.<\/p>\n<p>Desafios de conserva\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Por estar em um ecossistema rico em fauna marinha, a est\u00e1tua exige manuten\u00e7\u00e3o frequente. At\u00e9 2004, a limpeza era feita com escovas de metal, mas o m\u00e9todo causava arranh\u00f5es e danos. <\/p>\n<p>Em certa ocasi\u00e3o, uma das m\u00e3os do Cristo chegou a se soltar e precisou ser recolocada.<\/p>\n<p>Depois disso, a pol\u00edcia italiana passou a utilizar pistolas de \u00e1gua pressurizada. A t\u00e9cnica remove algas, crust\u00e1ceos e bact\u00e9rias sem prejudicar o bronze ou o ambiente marinho.<\/p>\n<p>Um espet\u00e1culo para os mergulhadores<\/p>\n<p>Segundo a historiadora de arte Alessandra Cabella, a atividade n\u00e3o gera impacto ambiental. Ela destaca que os peixes parecem se aproximar para assistir ao processo. <\/p>\n<p>Dessa forma, a limpeza se torna tamb\u00e9m uma experi\u00eancia visual para quem acompanha.<\/p>\n<p>A filmagem mais recente, registrada em 19 de agosto, mostra mergulhadores em a\u00e7\u00e3o retirando ac\u00famulos de organismos que se fixam sobre a pe\u00e7a.<\/p>\n<p>Expans\u00e3o da ideia<\/p>\n<p>O sucesso da escultura italiana inspirou r\u00e9plicas em outras regi\u00f5es. Uma delas foi instalada submersa em Key Largo, na Fl\u00f3rida, atraindo turistas e mergulhadores. Outra vers\u00e3o, fixada em terra firme, pode ser encontrada em Granada.<\/p>\n<p>Apesar das c\u00f3pias, a original segue como a mais prestigiada. \u00c9 considerada um dos destinos de mergulho mais conhecidos do Mediterr\u00e2neo, recebendo visitantes de v\u00e1rios pa\u00edses.<\/p>\n<p>Est\u00e1tua no fundo mar: entre f\u00e9 e turismo<\/p>\n<p>O \u201cCristo do Abismo\u201d une simbolismo religioso, arte e contato com a natureza marinha. Porque se tornou ponto de encontro entre espiritualidade e aventura, ele continua chamando aten\u00e7\u00e3o de quem busca mais do que apenas uma experi\u00eancia de mergulho.<\/p>\n<p>A cada ano, o monumento renova sua relev\u00e2ncia ao ser preservado por meio de t\u00e9cnicas cuidadosas. Portanto, a est\u00e1tua permanece firme no fundo do mar, lembrando tanto as vidas perdidas quanto a for\u00e7a cultural da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Com informa\u00e7\u00f5es de Revista Galileu.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A escultura de bronze a 18 metros de profundidade re\u00fane f\u00e9, hist\u00f3ria e mergulho, tornando-se atra\u00e7\u00e3o \u00fanica e&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":70711,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[144],"tags":[207,205,206,203,201,202,204,114,115,18908,18909,32,33],"class_list":{"0":"post-70710","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-arte-e-design","8":"tag-arte","9":"tag-arte-e-design","10":"tag-artedesign","11":"tag-arts","12":"tag-arts-and-design","13":"tag-artsanddesign","14":"tag-design","15":"tag-entertainment","16":"tag-entretenimento","17":"tag-estatua-de-bronze","18":"tag-mergulhadores","19":"tag-portugal","20":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70710"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70710\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70711"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}