{"id":74288,"date":"2025-09-16T20:19:09","date_gmt":"2025-09-16T20:19:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/74288\/"},"modified":"2025-09-16T20:19:09","modified_gmt":"2025-09-16T20:19:09","slug":"adocantes-o-que-ciencia-diz-sobre-substitutos-do-acucar-16-09-2025-equilibrio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/74288\/","title":{"rendered":"Ado\u00e7antes: o que ci\u00eancia diz sobre substitutos do a\u00e7\u00facar &#8211; 16\/09\/2025 &#8211; Equil\u00edbrio"},"content":{"rendered":"<p>Esta \u00e9 a edi\u00e7\u00e3o da newsletter <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/cuide-se\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Cuide-se<\/a>. Quer receb\u00ea-la no seu email? Inscreva-se abaixo:<\/p>\n<p>    Cuide-se<\/p>\n<p class=\"c-newsletter__subtitle\">Ci\u00eancia, h\u00e1bitos e preven\u00e7\u00e3o numa newsletter para a sua sa\u00fade e bem-estar<\/p>\n<p>As g\u00f4ndolas dos supermercados est\u00e3o repletas de vers\u00f5es &#8220;zero <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrio\/2025\/02\/acucar-vicia-saiba-como-reduzir-consumo-sem-fazer-restricoes.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">a\u00e7\u00facar<\/a>&#8221; de produtos. Refrigerante zero, ketchup zero, doce de leite zero&#8230; A sensa\u00e7\u00e3o que fica \u00e9 que basta n\u00e3o ter a\u00e7\u00facar para que o alimento se torne saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>De fato, o consumo exagerado de a\u00e7\u00facar est\u00e1 associado a risco de sobrepeso, obesidade, c\u00e1ries e doen\u00e7as cr\u00f4nicas, como a diabetes. \u00c9 a\u00ed que o <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrio\/2025\/08\/tentando-cortar-o-acucar-veja-o-que-a-ciencia-diz-sobre-substitutos-do-produto.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">ado\u00e7ante aparece como o substituto<\/a> que seria inofensivo \u00e0 <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/saude\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">sa\u00fade<\/a> \u2014mas n\u00e3o \u00e9 bem assim que funciona.<\/p>\n<p>Os edulcorantes (mat\u00e9ria-prima dos ado\u00e7antes) surgiram como uma forma de conferir sabor doce a produtos e receitas, com a promessa de ajudar no controle da glicemia e na manuten\u00e7\u00e3o do peso, explica Daniela Lopes Gomes, nutricionista coordenadora do Departamento de Nutri\u00e7\u00e3o da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) e professora e psquisadora da UFPA (Universidade Federal do Par\u00e1).<\/p>\n<p>Com o passar do tempo e com a ades\u00e3o da ind\u00fastria aliment\u00edcia, eles passaram a fazer parte da lista de ingredientes de alimentos ultraprocessados, junto a outros aditivos, como corantes e aromatizantes.<\/p>\n<p>&#8220;Por causa dessa designa\u00e7\u00e3o de light, diet ou zero, as pessoas acabaram associando [os ultraprocessados] a produtos que seriam mais saud\u00e1veis, inclusive em compara\u00e7\u00e3o a alimentos in natura ou minimamente processados&#8221;, diz a nutricionista.<\/p>\n<p>A busca pelo emagrecimento est\u00e1 no centro desse cen\u00e1rio. &#8220;A ind\u00fastria vendeu a ideia de que, para ser saud\u00e1vel, voc\u00ea precisa ser magro e, para ser magro, voc\u00ea n\u00e3o deve consumir a\u00e7\u00facar&#8221;, relata Thelma Feltrin, nutricionista e membro da C\u00e2mara T\u00e9cnica do CRN-3.<\/p>\n<p>Especialistas esclarecem, por\u00e9m, que n\u00e3o ter a\u00e7\u00facar n\u00e3o necessariamente faz o produto ser saud\u00e1vel. &#8220;Sou contra esse terrorismo nutricional que fazem diante de alguns alimentos. O a\u00e7\u00facar \u00e9 consumido em excesso, ent\u00e3o a ideia \u00e9 diminuir, ter equil\u00edbrio, n\u00e3o substituir tudo pelo ado\u00e7ante&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>A mensagem dominante entre nutricionistas, nutr\u00f3logos e pesquisadores \u00e9: cautela, modera\u00e7\u00e3o e prioriza\u00e7\u00e3o de uma <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/dieta\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">dieta<\/a> natural e menos doce, em vez de depender dos substitutos do a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p><strong>O que diz a ci\u00eancia? <\/strong>Pesquisas recentes desafiam a cren\u00e7a de que os ado\u00e7antes seriam totalmente saud\u00e1veis e poderiam ser consumidos sem restri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Um <a href=\"https:\/\/www.neurology.org\/doi\/10.1212\/WNL.0000000000214023?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=saude\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">estudo<\/a> in\u00e9dito da USP revelou que altas doses di\u00e1rias podem estar <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2025\/09\/consumo-de-adocante-pode-estar-relacionado-a-demencia-mostra-estudo-brasileiro-inedito.shtml?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=saude\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">relacionadas \u00e0 perda de mem\u00f3ria e ao decl\u00ednio cognitivo<\/a>.<\/p>\n<p>Ele se soma a uma <a href=\"https:\/\/www.who.int\/publications\/i\/item\/9789240073616?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=saude\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">recomenda\u00e7\u00e3o da OMS<\/a> que desaconselha o uso para controle de peso e redu\u00e7\u00e3o de risco de doen\u00e7as cr\u00f4nicas. O que aponta a diretriz:<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li><strong>A curto prazo: <\/strong>ensaios cl\u00ednicos randomizados, na sua maioria com dura\u00e7\u00e3o inferior a tr\u00eas meses, mostraram que o uso pode levar a redu\u00e7\u00e3o do peso corporal, da ingest\u00e3o de a\u00e7\u00facares e calorias totais da dieta.<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li><strong>A longo prazo: <\/strong>estudos observacionais, com uma m\u00e9dia de 13 anos, associaram o consumo ao aumento do risco de diabetes tipo 2, doen\u00e7as cardiovasculares e obesidade.<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p><strong>Qual \u00e9 a diferen\u00e7a? <\/strong>Ensaios cl\u00ednicos randomizados s\u00e3o considerados o padr\u00e3o-ouro porque, neles, as condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o controladas para avaliar com seguran\u00e7a se um efeito observado \u00e9 realmente causado pela interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 os estudos observacionais n\u00e3o interferem na vida dos participantes: eles acompanham grupos ao longo do tempo para identificar associa\u00e7\u00f5es entre h\u00e1bitos, comportamentos e risco de doen\u00e7as. Por estarem sujeitos a vari\u00e1veis, n\u00e3o conseguem comprovar rela\u00e7\u00f5es de causa e efeito.<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>Exemplo: uma pessoa que usou ado\u00e7ante por anos tamb\u00e9m pode ter sido sedent\u00e1ria ou consumido muito \u00e1lcool no per\u00edodo.<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>Na \u00e1rea da <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/alimentacao\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">alimenta\u00e7\u00e3o<\/a>, por\u00e9m, estudos observacionais s\u00e3o super importantes, porque grandes ensaios cl\u00ednicos randomizados t\u00eam restri\u00e7\u00f5es \u00e9ticas e log\u00edsticas. Imagine: como selecionar um grande grupo de pessoas que receber\u00e3o, por anos e de forma controlada, uma subst\u00e2ncia que pode vir a causar doen\u00e7as?<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o&#8230; <\/strong>A OMS concluiu que a aus\u00eancia de evid\u00eancias de benef\u00edcios a longo prazo, combinada com os potenciais efeitos indesej\u00e1veis, supera qualquer benef\u00edcio de sa\u00fade do uso de ado\u00e7antes a curto prazo.<\/p>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada em evid\u00eancias de baixa certeza e, por isso, a ci\u00eancia segue estudando os edulcorantes para tirar conclus\u00f5es. Modera\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o do consumo norteiam as recomenda\u00e7\u00f5es de m\u00e9dicos e nutricionistas. Veja o que voc\u00ea precisa saber por enquanto:<\/p>\n<p>Eles podem ser ferramentas \u00fateis para a redu\u00e7\u00e3o do consumo de a\u00e7\u00facar, principalmente em pessoas com pr\u00e9-diabetes, diabetes ou s\u00edndrome metab\u00f3lica, argumenta Durval Ribas Filho, m\u00e9dico nutr\u00f3logo e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Nutrologia (Abran).<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>&#8220;Os ado\u00e7antes at\u00e9 podem fazer parte de uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, mas sua inclus\u00e3o \u00e9 sempre com modera\u00e7\u00e3o e preferencialmente com orienta\u00e7\u00e3o profissional&#8221;, diz.<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p><strong>Qual o limite de uso? <\/strong>Esse talvez seja um dos grandes desafios, pois h\u00e1 uma ingest\u00e3o di\u00e1ria aceit\u00e1vel (IDA) diferente para cada tipo de ado\u00e7ante:<\/p>\n<ul>&#13;<\/p>\n<li>Aspartame: 40 mg por quilo de peso corporal.<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Sucralose: 15 mg por quilo de peso corporal.<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Est\u00e9via: 4 mg por quilo de peso corporal.<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Sacarina: 5 mg por quilo de peso corporal.<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Ciclamato: 11 mg por quilo de peso corporal.<\/li>\n<p>&#13;<\/p>\n<li>Acessulfame de pot\u00e1ssio: 15 mg de quilo por peso corporal.<\/li>\n<p>&#13;\n<\/ul>\n<p>Pessoas que t\u00eam hipertens\u00e3o n\u00e3o devem consumir sacarina e ciclamato, pois os dois cont\u00eam s\u00f3dio e podem impactar a press\u00e3o arterial, alerta Daniela Lopes Gomes. J\u00e1 indiv\u00edduos com doen\u00e7a renal cr\u00f4nica devem evitar o acessulfame de pot\u00e1ssio, segundo a SBD.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o tem hoje um ado\u00e7ante que a gente possa dizer que \u00e9 perfeito ou que tenha total seguran\u00e7a independente da quantidade, sem efeito colateral algum&#8221;, relata a nutricionista.<\/p>\n<p>Reduzir o consumo deve fazer parte de um processo de reeduca\u00e7\u00e3o do paladar. Veja dicas dos especialistas para evitar exageros:<\/p>\n<p><strong>Evite alimentos ultraprocessados <\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nA pegadinha \u00e9 que os produtos no mercado geralmente contam com um &#8220;blend&#8221; de ado\u00e7antes artificiais, unindo sacarina e sucralose ou sacarina e ciclamato, exemplifica Gomes. Isso faz com que voc\u00ea fa\u00e7a um uso em ainda maior quantidade.<\/p>\n<p>Sua alimenta\u00e7\u00e3o do dia a dia deve ser baseada em alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, legumes, verduras, carnes, gr\u00e3os, tub\u00e9rculos e leguminosas.<\/p>\n<p><strong>Cuidado com o ado\u00e7ante l\u00edquido de mesa<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nNo Brasil, esse formato est\u00e1 presente em mesas de lanchonetes e restaurantes. &#8220;As pessoas perdem um pouco a dimens\u00e3o da quantidade que est\u00e1 sendo utilizada. Voc\u00ea pergunta: quantas gotas costuma usar no suco ou caf\u00e9? O paciente n\u00e3o sabe responder, porque usa em jatos&#8221;, relata Gomes.<\/p>\n<p><b>N\u00e3o exagere nas bebidas &#8220;zero&#8221;<\/b><br \/>&#13;<br \/>\nPor n\u00e3o ter calorias, bebidas ultraprocessadas sem a\u00e7\u00facar parecem um caminho seguro, mas podem fazer voc\u00ea extrapolar o consumo de ado\u00e7antes. E lembre-se: elas continuam sendo ultraprocessadas.<\/p>\n<p>Pior ainda se fizerem voc\u00ea consumir menos \u00e1gua do que o recomendado. N\u00e3o substitua a ingest\u00e3o de \u00e1gua por refrigerantes ou ch\u00e1s industrializados. Se quiser diversificar, aposte em ch\u00e1s naturais, \u00e1guas aromatizadas (com frutas, hortel\u00e3) ou sucos de fruta (sem a\u00e7\u00facar, nem ado\u00e7ante).<\/p>\n<p><strong>Encontre estrat\u00e9gias para reeducar o paladar<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nTrabalhar o paladar para se acostumar com sabores menos doces \u00e9 importante. Nesse sentido, vale fazer um esfor\u00e7o pelo sabor natural dos alimentos. Evitar ado\u00e7ar o que j\u00e1 \u00e9 doce, como um suco de abacaxi ou laranja, \u00e9 um primeiro passo importante.<\/p>\n<p>Essa redu\u00e7\u00e3o pode acontecer gradativamente e n\u00e3o precisa ser radical, explica Thelma Feltrin. Se voc\u00ea usa, por exemplo, duas colheres cheias de a\u00e7\u00facar ou ado\u00e7ante no caf\u00e9, pode tentar reduzir para uma.<\/p>\n<p>&#8220;A gente n\u00e3o \u00e9 mais saud\u00e1vel se sair do a\u00e7\u00facar e for para o ado\u00e7ante&#8221;, diz a nutricionista. &#8220;Saud\u00e1vel seria uma alimenta\u00e7\u00e3o variada, diversificada, colorida, com todos os grupos alimentares, inclusive a\u00e7\u00facar, se quiser, mas em quantidades pequenas.&#8221;<\/p>\n<p>O que voc\u00ea precisa saber<\/p>\n<p>Not\u00edcias sobre sa\u00fade e bem-estar<\/p>\n<p><strong>Vacina contra o VSR. <\/strong>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade anunciou que <a href=\"https:\/\/click.folhadespaulo.com.br\/?qs=67486ac9952edb0edb44e8f399c2bd9a2e1f4ba58c88dfc06e433a597751f7287da48580562a19180bf8dfcb32dcf1fcec89c50b131d012ac240ce6c77c1f223\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">ir\u00e1 fornecer no SUS, a partir de dezembro, o imunizante<\/a> que protege gestantes e beb\u00eas do v\u00edrus sincicial respirat\u00f3rio. Devem se vacinar gestantes a partir da 28\u00aa semana de gravidez. A vacina, aplicada em dose \u00fanica, oferece prote\u00e7\u00e3o aos rec\u00e9m-nascidos.<\/p>\n<p><strong>Vulnerabilidade dos idosos no Brasil. <\/strong>Um novo levantamento, conduzido com 400 idosos no bairro do Belenzinho, na zona leste de S\u00e3o Paulo, <a href=\"https:\/\/click.folhadespaulo.com.br\/?qs=67486ac9952edb0e4a5d79eb7bc5a8ea723c8e7ae02c574452a470ffe1171ca08c3af09a433ee62a1f18abd7e78eb2e98ed7d5553e78ca6063735c6f828b7a72\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">encontrou uma preval\u00eancia de quedas de 63%<\/a>, muito acima da m\u00e9dia global, estimada de 25% a 33%. O estudo foi publicado na Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia.<\/p>\n<p><b>Riscos do sedentarismo. <\/b>Um levantamento da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de S\u00e3o Paulo) mostra <a href=\"https:\/\/click.folhadespaulo.com.br\/?qs=67486ac9952edb0ef165c243537765a4297ce973028ead57e8103a9964a45056a63e0c060a956c6bdcf62e6eaad2bb6f120eca020e693ccc96bacff13f9bf7b6\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">que 33,5% dos paulistas n\u00e3o sabem<\/a> que a falta de atividade f\u00edsica \u00e9 um risco para o cora\u00e7\u00e3o; 28,7% n\u00e3o praticam nenhum exerc\u00edcio ao longo da semana e 32,8% se exercitam apenas duas vezes no per\u00edodo. A pesquisa ouviu 1.765 pessoas no estado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Esta \u00e9 a edi\u00e7\u00e3o da newsletter Cuide-se. Quer receb\u00ea-la no seu email? 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