{"id":75007,"date":"2025-09-17T11:53:10","date_gmt":"2025-09-17T11:53:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/75007\/"},"modified":"2025-09-17T11:53:10","modified_gmt":"2025-09-17T11:53:10","slug":"conheca-livros-sobre-diferentes-infancias-do-brasil-16-09-2025-folhinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/75007\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a livros sobre diferentes inf\u00e2ncias do Brasil &#8211; 16\/09\/2025 &#8211; Folhinha"},"content":{"rendered":"<p>Como \u00e9 ser <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/crianca\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">crian\u00e7a<\/a> no Brasil?<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil responder a essa pergunta sem dizer: depende. A meninice na beira dos rios da Amaz\u00f4nia pode ser muito diferente das inf\u00e2ncias no sert\u00e3o, no pampa, no asfalto das grandes cidades \u2014e a <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/literatura-infantojuvenil\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">literatura infantojuvenil<\/a> produzida no pa\u00eds vem buscando cada vez mais retratar essa diversidade.<\/p>\n<p>Veja abaixo seis livros que mostram algumas das muitas inf\u00e2ncias brasileiras. Afinal, contextos e experi\u00eancias at\u00e9 podem ser diferentes, mas crian\u00e7a \u00e9 crian\u00e7a em qualquer lugar.<\/p>\n<p id=\"adinkras\"><strong>Adinkras<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nVoc\u00ea j\u00e1 viu algum adinkra por a\u00ed? Aposto que sim. Esses s\u00edmbolos do povo akan, de <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/gana\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Gana<\/a>, foram trazidos ao Brasil por causa da escravid\u00e3o e at\u00e9 hoje podem ser vistos em port\u00f5es e janelas. S\u00e3o aqueles desenhos retorcidos que formam padr\u00f5es e embelezam as grades de ferro, sabe? Neste livro, dois meninos caminham pelo Rio de Janeiro rodeados de adinkras.<\/p>\n<p id=\"para-crescer-e-ser-feliz\"><strong>Para Crescer e Ser Feliz<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nO que \u00e9 preciso para crescer e ser feliz? Essa pergunta foi feita por Ananda Luz e Isabel Malzoni para crian\u00e7as e adolescentes do Complexo da Mar\u00e9, tamb\u00e9m no <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/cotidiano\/riodejaneiro\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">Rio de Janeiro<\/a>. As respostas foram reunidas, transformadas num manifesto e ilustradas depois por diferentes artistas. Entre eles est\u00e3o Odilon Moraes, Carol Fernandes, Rodrigo Andrade e Marilda Castanha.<\/p>\n<p id=\"tulipa\"><strong>Tulipa<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nNeste lan\u00e7amento, a inf\u00e2ncia pulsa pelas p\u00e1ginas cobertas de brincadeiras, quintais e brinquedos, mas tamb\u00e9m temas profundos, como neurodiverg\u00eancia e as mudan\u00e7as que surgem com o amadurecimento. Destaque para a surpreendente Tulipa, narradora que pega o leitor pelo contrap\u00e9 ao contar a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p id=\"labareda\"><strong>Labareda<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nD\u00e1 vontade de se embrenhar pelos canaviais e se jogar no Carnaval de <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/pernambuco-estado\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">Pernambuco<\/a> ao ler este livro. Aqui, Gabriela Romeu e Bruna Lubambo recriam a tradi\u00e7\u00e3o do maracatu rural, com seus caboclos, reis, rainhas, guerreiros e encantados. A diferen\u00e7a \u00e9 que a dupla faz isso n\u00e3o s\u00f3 a partir dos olhos de uma crian\u00e7a, mas tamb\u00e9m de uma perspectiva feminina.<\/p>\n<p id=\"benzecoes\"><strong>Benze\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\n&#8220;O choro de uma crian\u00e7a feriu o sil\u00eancio da mata&#8221;, diz o come\u00e7o desta narrativa, como se fosse uma reza. A partir da\u00ed, rios, plantas e mist\u00e9rios conduzem n\u00e3o s\u00f3 a inf\u00e2ncia pelas \u00e1guas da Amaz\u00f4nia, mas a rela\u00e7\u00e3o entre a narradora e dona Cora\u00e7\u00e3o, mistura de parteira e xam\u00e3 que domina os segredos e as ervas da floresta que vai receber a <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/cop30\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">COP30<\/a> em breve.<\/p>\n<p id=\"a-onca-e-o-fogo\"><strong>A On\u00e7a e o Fogo<\/strong><br \/>&#13;<br \/>\nNesta nova edi\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de Cristino Wapichana, um grupo de crian\u00e7as se senta ao redor da fogueira numa aldeia <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/indigenas\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">ind\u00edgena <\/a>para ouvir lendas contadas pelos av\u00f3s. Numa delas, ficamos sabendo por que as on\u00e7as s\u00e3o pintadas. N\u00e3o vou dar spoiler, mas esses animais ficaram assim por causa de uma confus\u00e3o envolvendo uma festa, um tamandu\u00e1 e o fogo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Como \u00e9 ser crian\u00e7a no Brasil? \u00c9 dif\u00edcil responder a essa pergunta sem dizer: depende. A meninice na&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":75008,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[143],"tags":[207,169,726,114,115,1907,236,864,3065,18736,19658,237,170,32,33],"class_list":{"0":"post-75007","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-livros","8":"tag-arte","9":"tag-books","10":"tag-brasil","11":"tag-entertainment","12":"tag-entretenimento","13":"tag-escritores","14":"tag-folha","15":"tag-literatura","16":"tag-literatura-brasileira","17":"tag-literatura-infantil","18":"tag-literatura-infantojuvenil","19":"tag-livro","20":"tag-livros","21":"tag-portugal","22":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75007","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=75007"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75007\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/75008"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=75007"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=75007"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=75007"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}