{"id":83392,"date":"2025-09-23T14:59:07","date_gmt":"2025-09-23T14:59:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/83392\/"},"modified":"2025-09-23T14:59:07","modified_gmt":"2025-09-23T14:59:07","slug":"astronomos-descobrem-nova-quase-lua-que-acompanha-a-terra-ha-60-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/83392\/","title":{"rendered":"Astr\u00f4nomos descobrem nova \u201cquase-lua\u201d que acompanha a Terra h\u00e1 60 anos"},"content":{"rendered":"<p>Uma pequena rocha espacial chamada <strong data-end=\"429\">2025 PN7<\/strong> foi identificada por astr\u00f4nomos e classificada como uma &#8220;quase-lua&#8221; da Terra. Segundo um estudo publicado no in\u00edcio de setembro, esse objeto acompanha nosso planeta em sua volta ao Sol <strong data-end=\"643\">h\u00e1 cerca de seis d\u00e9cadas<\/strong>, mas permaneceu invis\u00edvel at\u00e9 agora devido ao seu tamanho muito pequeno e um n\u00edvel de brilho muito fraco.<\/p>\n<p>O que \u00e9 uma quase-lua?<\/p>\n<p>Diferente das mini-luas tempor\u00e1rias, como a 2024 PT5, que orbitou a Terra por apenas dois meses no ano passado, a 2025 PN7 segue uma \u00f3rbita pr\u00f3xima \u00e0 da Terra em torno do Sol. Isso faz com que ele se pare\u00e7a com um companheiro discreto e constante, que se mant\u00e9m perto sem ser um sat\u00e9lite natural como a nossa Lua principal.<\/p>\n<p>Entre os poucos objetos conhecidos desse tipo est\u00e1 <strong data-end=\"1154\">Kamo\u2018oalewa<\/strong>, que tamb\u00e9m pode ser um fragmento lunar e ser\u00e1 estudado pela miss\u00e3o chinesa <strong data-end=\"1244\">Tianwen-2<\/strong>, lan\u00e7ada em maio e com previs\u00e3o de coleta de amostras para 2027.<\/p>\n<p>Dif\u00edcil de observar<\/p>\n<p>O 2025 PN7 foi detectado em 29 de agosto pelo observat\u00f3rio <strong data-end=\"1422\">Pan-STARRS<\/strong>, no Hava\u00ed. Estima-se que tenha entre <strong data-end=\"1490\">19 e 30 metros de di\u00e2metro<\/strong>. Na aproxima\u00e7\u00e3o m\u00e1xima, o objeto chega a <strong data-end=\"1625\">299 mil quil\u00f4metros do planeta<\/strong>, mais perto do que a dist\u00e2ncia m\u00e9dia da Lua (384 mil km).<\/p>\n<p>Segundo o astr\u00f4nomo <strong data-end=\"1737\">Carlos de la Fuente Marcos<\/strong>, respons\u00e1vel pelo estudo, essa proximidade s\u00f3 ocorre em janelas raras de visibilidade, o que explica por que ele passou despercebido por tanto tempo.<\/p>\n<p>            &#13;<br \/>\n                    &#13;<br \/>\n                        &#13;<br \/>\n                        &#13;<br \/>\n                        &#13;<br \/>\n                        &#13;<br \/>\n                        <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"330\" height=\"186\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/2025-pn7-orbita.jpg\"  alt=\"\u00d3rbita da rocha 2025 PN7, classificada como uma quase-lua da Terra. Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\" title=\"\u00d3rbita da rocha 2025 PN7, classificada como uma quase-lua da Terra. Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\"\/>&#13;<br \/>\n                    \u00d3rbita da rocha 2025 PN7, classificada como uma quase-lua da Terra. Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o&#13;<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o se sabe ao certo a composi\u00e7\u00e3o do 2025 PN7, mas os cientistas acreditam que ele seja um <strong data-end=\"2060\">asteroide natural do grupo Arjuna<\/strong>, pequenas rochas que orbitam o Sol em trajet\u00f3rias semelhantes \u00e0 da Terra. H\u00e1 tamb\u00e9m a possibilidade de ser um fragmento ejetado da pr\u00f3pria Lua em impactos antigos.<\/p>\n<p>O objeto deve permanecer em sua \u00f3rbita atual por mais <strong data-end=\"2294\">60 anos<\/strong>, antes de ser desviado de volta para uma trajet\u00f3ria em formato de ferradura pela influ\u00eancia gravitacional do Sol.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Uma pequena rocha espacial chamada 2025 PN7 foi identificada por astr\u00f4nomos e classificada como uma &#8220;quase-lua&#8221; da Terra.&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":83393,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[21312,443,109,107,1152,108,2179,13,32,33,21313,105,103,104,106,110,1151],"class_list":{"0":"post-83392","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-2025-pn7","9":"tag-astronomia","10":"tag-ciencia","11":"tag-ciencia-e-tecnologia","12":"tag-ciencia-espaco","13":"tag-cienciaetecnologia","14":"tag-lua","15":"tag-noticias","16":"tag-portugal","17":"tag-pt","18":"tag-quase-lua","19":"tag-science","20":"tag-science-and-technology","21":"tag-scienceandtechnology","22":"tag-technology","23":"tag-tecnologia","24":"tag-terra"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83392","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83392"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83392\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83393"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83392"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83392"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83392"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}