{"id":83512,"date":"2025-09-23T16:46:10","date_gmt":"2025-09-23T16:46:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/83512\/"},"modified":"2025-09-23T16:46:10","modified_gmt":"2025-09-23T16:46:10","slug":"desiludido-com-putin-trump-aproximou-se-de-zelensky-agora-ha-um-dilema-que-so-sera-resolvido-em-2027","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/83512\/","title":{"rendered":"&#8220;Desiludido&#8221; com Putin, Trump &#8220;aproximou-se&#8221; de Zelensky. Agora, h\u00e1 um &#8220;dilema&#8221; que s\u00f3 ser\u00e1 resolvido em 2027"},"content":{"rendered":"<p>\t                Depois da reuni\u00e3o informal no Vaticano, em abril, que o presidente ucraniano confessou que &#8220;pode ter sido [o encontro] mais curto, mas o mais substancial&#8221;, a esperan\u00e7a \u00e9 que o mesmo aconte\u00e7a agora, nesta que ser\u00e1 a quinta vez que ambos os l\u00edderes se encontram pessoalmente. A \u00faltima aconteceu na Casa Branca em agosto, quando Trump recebeu Zelensky, acompanhado de uma delega\u00e7\u00e3o de l\u00edderes europeus, logo ap\u00f3s a cimeira no Alasca com Vladimir Putin<\/p>\n<p>Cinco meses ap\u00f3s aquela que foi para Volodymyr Zelensky \u201ca melhor conversa\u201d que alguma teve com Donald Trump, numa breve reuni\u00e3o de 15 minutos na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, momentos antes do funeral do Papa Francisco, espera-se a mesma sorte na reuni\u00e3o bilateral entre ambos os l\u00edderes nesta ter\u00e7a-feira, \u00e0 margem da 80.\u00aa Assembleia-Geral da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p>\u201cSabemos que estas reuni\u00f5es entre Trump e Zelensky, como a que aconteceu no Vaticano, por exemplo, costumam ser eficazes\u201d, sublinha \u00e0 CNN Portugal Diana Soller, especialista em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, apostando que esta reuni\u00e3o em Nova Iorque, anunciada pelo secret\u00e1rio de Estado norte-americano Marco Rubio, ser\u00e1 igualmente \u201cr\u00e1pida\u201d.<\/p>\n<p>Depois da reuni\u00e3o informal no Vaticano, em abril, que o presidente ucraniano confessou que \u201cpode ter sido [o encontro] mais curto, mas o mais substancial\u201d, a esperan\u00e7a \u00e9 que o mesmo aconte\u00e7a agora, nesta que ser\u00e1 a quinta vez que ambos os l\u00edderes se encontram pessoalmente. A \u00faltima aconteceu na Casa Branca em agosto, quando Trump recebeu Zelensky, acompanhado de uma delega\u00e7\u00e3o de l\u00edderes europeus, logo ap\u00f3s a cimeira no Alasca com Vladimir Putin.<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"644\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1758645969_300_1000.webp\" width=\"1000\"\/> <\/p>\n<p>   Donald Trump e Vladimir Putin falaram a s\u00f3s durante 15 minutos na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, momentos antes do funeral do Papa Francisco. Mais tarde, Zelensky confessou que esta foi &#8220;a melhor conversa&#8221; que teve com o presidente norte-americano (Gabinete de Imprensa da Presid\u00eancia da Ucr\u00e2nia via AP) <\/p>\n<p>Diana Soller antecipa este encontro com \u201cum otimismo moderado\u201d, tendo em conta a aparente \u201caproxima\u00e7\u00e3o entre Trump e Zelensky\u201d e a \u201cdesilus\u00e3o\u201d do presidente norte-americano em rela\u00e7\u00e3o a Vladimir Putin.<\/p>\n<p>Numa confer\u00eancia de imprensa conjunta com o primeiro-ministro brit\u00e2nico, no final da visita de Estado ao Reino Unido, Donald Trump admitiu que \u201cpensava que a guerra entre a R\u00fassia e a Ucr\u00e2nia seria a mais f\u00e1cil de resolver\u201d tendo em conta a sua rela\u00e7\u00e3o com o presidente russo. \u201cMas Putin desiludiu-me\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Nuno Gouveia, especialista em pol\u00edtica norte-americana, acredita que o presidente Donald Trump \u201cj\u00e1 ter\u00e1 percebido que as suas boas inten\u00e7\u00f5es em favor do regime russo n\u00e3o t\u00eam sido bem-sucedidas\u201d. Afinal, j\u00e1 se passaram oito meses desde o prazo de 24 horas que o pr\u00f3prio estabeleceu para p\u00f4r fim \u00e0 guerra no in\u00edcio do seu novo mandato na Casa Branca. Entretanto, outros prazos foram-se acumulando: em maio, Trump deu duas semanas a Putin para aceitar negociar um acordo de paz. \u00c0 medida que os prazos foram expirando, Trump acrescentava mais duas semanas. O prazo mais recente foi estabelecido em 22 de agosto, quando Trump amea\u00e7ou impor san\u00e7\u00f5es \u00e0 R\u00fassia dentro de duas semanas. Entretanto, passou-se um m\u00eas.<\/p>\n<p>O &#8220;dilema&#8221; que a Europa s\u00f3 quer resolver em 2027 <\/p>\n<p>Ainda assim, o presidente norte-americano resistiu aos apelos diretos do primeiro-ministro brit\u00e2nico, Keir Starmer, que fez quest\u00e3o de assinalar na mesma confer\u00eancia de imprensa que \u201cs\u00f3 quando o presidente [Trump] pressionou Putin \u00e9 que ele [o presidente russo] mostrou alguma inclina\u00e7\u00e3o para agir\u201d. Por isso, completou, \u201ctemos de intensificar essa press\u00e3o\u201d. Trump assentiu, mas n\u00e3o se comprometeu a ir al\u00e9m do que tem feito se a Europa n\u00e3o fizer a sua parte.<\/p>\n<p>\u201cEstou disposto a fazer outras coisas, mas n\u00e3o quando as pessoas pelas quais estou a lutar est\u00e3o a comprar petr\u00f3leo \u00e0 R\u00fassia\u201d, declarou, repetindo as cr\u00edticas \u00e0 Europa por continuar a comprar energia russa. \u201cSe o pre\u00e7o do petr\u00f3leo baixar, a R\u00fassia vai ceder\u201d, assegurou.<\/p>\n<p>\u00c9 neste ponto que surge o \u201cdilema\u201d entre Donald Trump e os l\u00edderes europeus, explica Diana Soller. \u00c9 que, no entender do presidente norte-americano, a chave para um acordo de paz com a R\u00fassia est\u00e1 na press\u00e3o econ\u00f3mica, nomeadamente impondo tarifas e san\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias aos pa\u00edses que compram petr\u00f3leo a Moscovo &#8211; uma das principais fontes de receita do Kremlin, fundamental para alimentar os seus esfor\u00e7os de guerra.<\/p>\n<p>\u201cIsto faria algum sentido e at\u00e9 ajudaria, de alguma maneira, os Estados Unidos na sua guerra comercial com a China, podendo impor tarifas \u00e0 China justificadamente\u201d, uma das maiores compradoras de petr\u00f3leo russo, a par com a \u00cdndia, observa a investigadora. \u201cMas acontece que a Europa ainda \u00e9 o quarto comprador de petr\u00f3leo russo. Portanto, san\u00e7\u00f5es consequentes teriam de sancionar a Europa tamb\u00e9m.&#8221;<\/p>\n<p>A R\u00fassia era o maior fornecedor de petr\u00f3leo da Uni\u00e3o Europeia (UE) antes da invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, mas a proibi\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas de petr\u00f3leo russo para o bloco comunit\u00e1rio resultou numa queda para 1,13 mil milh\u00f5es de euros no primeiro trimestre de 2025, face aos 14,06 mil milh\u00f5es de euros no mesmo trimestre de 2021, de acordo com dados do <a href=\"https:\/\/ec.europa.eu\/eurostat\/statistics-explained\/index.php?title=EU_trade_with_Russia_-_latest_developments#Key_product_groups_imported_by_the_EU_from_Russia\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Eurostat<\/a>.<\/p>\n<p>Sendo certo que a compra de energia russa por parte da Uni\u00e3o Europeia (UE) \u201ctem descido drasticamente\u201d desde o in\u00edcio da invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, \u201ca verdade \u00e9 que os pa\u00edses europeus continuam a adquirir energia russa\u201d, nota Nuno Gouveia. A Eslov\u00e1quia e a Hungria s\u00e3o as respons\u00e1veis pela grande maioria das importa\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo russo, segundo o <a href=\"https:\/\/energyandcleanair.org\/july-2025-monthly-analysis-of-russian-fossil-fuel-exports-and-sanctions\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Centro de Investiga\u00e7\u00e3o sobre Energia e Ar Limpo<\/a> (CREA, na sigla original).<\/p>\n<p>Sabendo disto, \u201cTrump n\u00e3o quer que a economia russa continue a ser alimentada pelos aliados europeus\u201d, teoriza Nuno Gouveia, que concorda que h\u00e1 aqui uma \u201ccontradi\u00e7\u00e3o\u201d da Uni\u00e3o Europeia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 R\u00fassia. Al\u00e9m disso, acrescenta o especialista, Trump tamb\u00e9m tem aqui um interesse interno em jogo: \u201c\u00c9 evidente que estes pa\u00edses &#8211; a \u00cdndia e a China &#8211; quando est\u00e3o a comprar petr\u00f3leo e energia russa muito barata, est\u00e3o tamb\u00e9m a ter uma vantagem competitiva em rela\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos, e isso certamente n\u00e3o agradar\u00e1 a Trump.\u201d<\/p>\n<p>Apesar da press\u00e3o de Donald Trump, a Eslov\u00e1quia e a Hungria mant\u00eam que n\u00e3o v\u00e3o deixar de importar petr\u00f3leo e g\u00e1s russo sem que lhes seja garantida uma \u201crota alternativa\u201d para o efeito. A ministra eslovaca da Economia explicou que um corte total das importa\u00e7\u00f5es russas representaria um risco para o pa\u00eds, que est\u00e1 localizado no extremo ocidental das rotas de abastecimento da UE.<\/p>\n<p>A avaliar pela resposta da Uni\u00e3o Europeia, este dilema s\u00f3 ficar\u00e1 resolvido em 2027. Na sexta-feira, a\u00a0UE anunciou que os oito Estados-membros que ainda importam g\u00e1s russo &#8211; o que inclui Portugal &#8211; t\u00eam at\u00e9 1 de janeiro de 2027 para acabar com todas as importa\u00e7\u00f5es de g\u00e1s \u00e0 R\u00fassia. Ao abrigo desta medida, que est\u00e1 inclu\u00edda no 19.\u00ba pacote de san\u00e7\u00f5es contra Moscovo proposto pela Comiss\u00e3o Europeia, al\u00e9m de Portugal, outros pa\u00edses ter\u00e3o de encontrar alternativas \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de g\u00e1s russo, nomeadamente a B\u00e9lgica, Pa\u00edses Baixos, Fran\u00e7a, Espanha, Gr\u00e9cia, Eslov\u00e1quia e Hungria.<\/p>\n<p>Importa sublinhar que Portugal importou g\u00e1s natural de quatro pa\u00edses este ano, designadamente Espanha, Nig\u00e9ria, EUA e R\u00fassia, de acordo com os dados da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Energia e Geologia. A \u00faltima vez que Portugal importou g\u00e1s natural russo foi em maio deste ano, segundo os mesmos dados.<\/p>\n<p>Tendo em conta a evolu\u00e7\u00e3o dos acontecimentos, Diana Soller mant\u00e9m o otimismo moderado: \u201cDeste impasse, alguma coisa vai ter de acontecer e \u00e9 isso que provavelmente se espera que aconte\u00e7a nos pr\u00f3ximos dias.\u201d<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"667\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/1758645970_660_1000.webp\" width=\"1000\"\/> <\/p>\n<p>   Donald Trump recebe l\u00edderes europeus na Casa Branca, dias ap\u00f3s a cimeira do Alasca com Vladimir Putin (AP) <\/p>\n<p>Afinal, segundo a especialista, nota-se \u201cefetivamente uma mudan\u00e7a na administra\u00e7\u00e3o Trump\u201d nas \u00faltimas semanas, sobretudo desde a reuni\u00e3o com os l\u00edderes europeus na Casa Branca, em que os aliados come\u00e7aram a ponderar garantias de seguran\u00e7a \u00e0 Ucr\u00e2nia. Na quinta-feira, em entrevista \u00e0 Fox News, Trump anunciou que os EUA v\u00e3o \u201cajudar a garantir a paz\u201d na Ucr\u00e2nia assim que a guerra terminar.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda outro sinal de que Donald Trump est\u00e1 do lado da Ucr\u00e2nia &#8211; nem que seja por interesse pr\u00f3prio. Na semana passada, a administra\u00e7\u00e3o Trump aprovou o seu primeiro pacote militar para a Ucr\u00e2nia, com armas norte-americanas financiadas pelos aliados da NATO atrav\u00e9s da iniciativa Prioritized Ukrainian Requirements List (PURL).<\/p>\n<p>Esta iniciativa resulta de um acordo entre o secret\u00e1rio-geral da NATO, Mark Rutte, e o presidente Donald Trump e assenta numa lista de equipamentos e muni\u00e7\u00f5es solicitadas pela Ucr\u00e2nia e financiadas pelos aliados, que compram equipamento militar das reservas dos EUA.<\/p>\n<p>Apesar de ser \u201cum sinal positivo\u201d, at\u00e9 porque permite \u00e0 Ucr\u00e2nia receber \u201carmamento que se adequa o mais poss\u00edvel \u00e0s suas necessidades no terreno\u201d, este instrumento n\u00e3o vai ser um gamechanger\u00a0para a Ucr\u00e2nia, determina Diana Soller, sublinhando que a administra\u00e7\u00e3o Trump limitou-se a aprovar um acordo que estabeleceu com aliados e que agora tem de cumprir, \u201cat\u00e9 porque os EUA t\u00eam o retorno desse contrato\u201d.<\/p>\n<p>Ressalvando que \u201c\u00e9 muito dif\u00edcil fazer previs\u00f5es\u201d em rela\u00e7\u00e3o a Trump, \u201cum presidente muito err\u00e1tico\u201d, Diana Soller entende que h\u00e1 uma \u201ccerta consist\u00eancia\u201d do presidente norte-americano em rela\u00e7\u00e3o a estas duas mat\u00e9rias &#8211; a press\u00e3o sobre a R\u00fassia atrav\u00e9s da amea\u00e7a de san\u00e7\u00f5es e a promessa de garantias de seguran\u00e7a -, que a levam a crer que as conversa\u00e7\u00f5es entre Trump e Zelensky v\u00e3o continuar a evoluir \u201cde uma forma bastante positiva\u201d.<\/p>\n<p>Na mesma linha de otimismo moderado, Nuno Gouveia acredita que Trump est\u00e1 agora \u201cmais pr\u00f3ximo da Ucr\u00e2nia do que da R\u00fassia\u201d e que, por isso, \u201cpodemos esperar desenvolvimentos, no m\u00ednimo, positivos para a Ucr\u00e2nia\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Depois da reuni\u00e3o informal no Vaticano, em abril, que o presidente ucraniano confessou que &#8220;pode ter sido [o&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":83513,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[609,836,611,27,28,607,608,333,832,604,135,610,92,476,15,16,301,830,889,14,603,25,26,570,21,22,831,833,62,834,12,13,19,20,910,835,602,52,32,23,24,839,17,18,840,29,30,31,2416,63,64,65],"class_list":{"0":"post-83512","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-alerta","9":"tag-analise","10":"tag-ao-minuto","11":"tag-breaking-news","12":"tag-breakingnews","13":"tag-cnn","14":"tag-cnn-portugal","15":"tag-comentadores","16":"tag-costa","17":"tag-crime","18":"tag-desporto","19":"tag-direto","20":"tag-donald-trump","21":"tag-economia","22":"tag-featured-news","23":"tag-featurednews","24":"tag-governo","25":"tag-guerra","26":"tag-guerra-na-ucrania","27":"tag-headlines","28":"tag-justica","29":"tag-latest-news","30":"tag-latestnews","31":"tag-live","32":"tag-main-news","33":"tag-mainnews","34":"tag-mais-vistas","35":"tag-marcelo","36":"tag-mundo","37":"tag-negocios","38":"tag-news","39":"tag-noticias","40":"tag-noticias-principais","41":"tag-noticiasprincipais","42":"tag-onu","43":"tag-opiniao","44":"tag-pais","45":"tag-politica","46":"tag-portugal","47":"tag-principais-noticias","48":"tag-principaisnoticias","49":"tag-russia","50":"tag-top-stories","51":"tag-topstories","52":"tag-ucrania","53":"tag-ultimas","54":"tag-ultimas-noticias","55":"tag-ultimasnoticias","56":"tag-volodymyr-zelensky","57":"tag-world","58":"tag-world-news","59":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83512","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83512"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83512\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83513"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83512"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83512"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83512"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}