{"id":88984,"date":"2025-09-27T15:22:06","date_gmt":"2025-09-27T15:22:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/88984\/"},"modified":"2025-09-27T15:22:06","modified_gmt":"2025-09-27T15:22:06","slug":"semana-de-quatro-dias-devia-ser-a-agenda-agora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/88984\/","title":{"rendered":"\u201cSemana de quatro dias devia ser a agenda agora\u201d"},"content":{"rendered":"<p>        Ex-ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, criticou reforma do governo e defendeu que o pa\u00eds deveria estar a discutir a semana de trabalho de quatro dias.    <\/p>\n<p>Ana Mendes Godinho, ex-ministra do Trabalho, real\u00e7ou que a reforma laboral comporta uma \u201cagenda errada\u201d e defendeu que, em vez disso, se deveria estar a discutir a semana de quatro dias de trabalho, um projeto piloto lan\u00e7ado pelo governo socialista de que fez parte. \u201cEssa \u00e9 que tem de ser a nossa agenda, essa \u00e9 que tinha de ser a agenda agora\u201d, afirmou a socialista. Por outro lado, Lu\u00eds Gon\u00e7alves da Silva, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, destacou que \u201co contrato de trabalho a termo n\u00e3o \u00e9 sin\u00f3nimo de precariedade, \u00e9 um instrumento de acesso dos trabalhadores ao mercado laboral. \u00c9 de aplaudir tamb\u00e9m que as empresas possam tamb\u00e9m contratar pessoas com experi\u00eancia e know how\u201d.<\/p>\n<p>No debate, que contou com a presen\u00e7a de \u00c1lvaro Fernandez, diretor-geral da Michael Page, Jorge Henriques, presidente da FIPA e Alcides Cruz, co-manager business development da Elo, a quest\u00e3o dos contratos a termo foi abordada com um dos temas que mais preocupa as empresa e urge ser revista na nova legisla\u00e7\u00e3o laboral. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio rev\u00ea-los para ajust\u00e1-los \u00e0s necessidades daquilo que \u00e9 o crescimento da economia e dar uma maior flexibilidade no sentido das empresas fazerem aquilo que \u00e9 necess\u00e1rio, que \u00e9 crescerem\u201d, destacou Jorge Henriques. \u00c1lvaro Fern\u00e1ndez comparou a situa\u00e7\u00e3o em Portugal com Espanha para referir que do outro lado da fronteira existe maior flexibilidade nos contratos a termo: \u201cQuando as empresas espanholas analisam a lei laboral em Portugal ficam surpreendidas\u201d, destacou. Outro dos pontos abordados foi o banco de horas, que no entender de Jorge Henriques \u00e9 \u201cabsolutamente necess\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQual \u00e9 o trabalhador e empresas que n\u00e3o necessita disto?\u201d, questiona. Por sua vez, o diretor geral da Michael Page revela que o banco de horas no caso de Espanha, 10% das horas podem ser alteradas durante o hor\u00e1rio laboral, sem que as empresas tenham de pagar horas extras. Sobre este ponto, Alcides Cruz acredita que o custo para as empresas relativamente ao banco de horas, pode ser ser mais ou menos r\u00e1pido, mas que as estas v\u00e3o estar pr\u00f3ximas das altera\u00e7\u00f5es legislativas. O respons\u00e1vel defende que os sistemas v\u00e3o ajudar na transpar\u00eancia da informa\u00e7\u00e3o como \u00e9 o caso do banco de horas e na parentalidade, para perceber como esse tempo est\u00e1 registado. \u201c\u00c9 importante que as empresas mantenham os sistemas atualizados\u201d, real\u00e7ou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ex-ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, criticou reforma do governo e defendeu que o pa\u00eds deveria estar a&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":88985,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[19869,27,28,15,16,14,25,26,21,22,12,13,19,20,32,23,24,33,22426,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-88984","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-ana-mendes-godinho","9":"tag-breaking-news","10":"tag-breakingnews","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-headlines","14":"tag-latest-news","15":"tag-latestnews","16":"tag-main-news","17":"tag-mainnews","18":"tag-news","19":"tag-noticias","20":"tag-noticias-principais","21":"tag-noticiasprincipais","22":"tag-portugal","23":"tag-principais-noticias","24":"tag-principaisnoticias","25":"tag-pt","26":"tag-reforma-lei-laboral","27":"tag-top-stories","28":"tag-topstories","29":"tag-ultimas","30":"tag-ultimas-noticias","31":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88984"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88984\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88985"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}