{"id":8899,"date":"2025-07-30T18:16:09","date_gmt":"2025-07-30T18:16:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/8899\/"},"modified":"2025-07-30T18:16:09","modified_gmt":"2025-07-30T18:16:09","slug":"rangel-apoia-solucao-de-2-estados-na-onu-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/8899\/","title":{"rendered":"Rangel apoia solu\u00e7\u00e3o de 2 Estados na ONU \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>O ministro de Estado e dos Neg\u00f3cios Estrangeiros, Paulo Rangel, defendeu esta ter\u00e7a-feira nas Na\u00e7\u00f5es Unidas que a situa\u00e7\u00e3o no M\u00e9dio Oriente vive \u201cum ponto de viragem\u201d, enaltecendo os compromissos assumidos pela Autoridade Palestiniana como \u201cum novo passo\u201d para a solu\u00e7\u00e3o dos dois Estados, Israel e Palestina e afirmando que \u201c<strong>n\u00e3o h\u00e1 justifica\u00e7\u00e3o para a fome<\/strong>\u201d na Faixa de Gaza. No final da Confer\u00eancia de Alto-N\u00edvel para a Implementa\u00e7\u00e3o da Solu\u00e7\u00e3o dos Dois Estados, em Nova Iorque, Portugal assinou uma declara\u00e7\u00e3o com outros 14 pa\u00edses em que admite reconhecer o Estado da Palestina.<\/p>\n<p>Intervindo na confer\u00eancia, o ministro\u00a0transmitiu a \u201c<strong>satisfa\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d das autoridades portuguesas com o \u201ccompromisso efetivo e sem precedentes da Autoridade Palestiniana com algumas condi\u00e7\u00f5es essenciais, fundamentais para viabilizar a solu\u00e7\u00e3o dos dois Estados e o reconhecimento da Palestina\u201d.<\/p>\n<p>Entre estas condi\u00e7\u00f5es, o chefe da diplomacia portuguesa destacou a disponibilidade da Autoridade Palestiniana \u2014 no poder na Cisjord\u00e2nia \u2014 para condenar os \u201catos terroristas\u201d do Hamas, que atacou Israel em 7 de outubro de 2023, e para apelar ao \u201ctotal desarmamento\u201d do movimento islamita palestiniano.<\/p>\n<p>O apelo \u00e0 \u201cliberta\u00e7\u00e3o imediata e incondicional de ref\u00e9ns e prisioneiros\u201d \u2014 cerca de 50, dos quais se acredita que 20 est\u00e3o vivos -; o compromisso com a <strong>reforma institucional<\/strong> e a organiza\u00e7\u00e3o de elei\u00e7\u00f5es num futuro pr\u00f3ximo; a aceita\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio de um Estado palestiniano desmilitarizado; a disponibilidade para retomar a administra\u00e7\u00e3o e o controlo total da Faixa de Gaza, e ainda o reconhecimento do Estado de Israel e das suas necessidades de seguran\u00e7a, foram outros compromissos destacados pelo ministro portugu\u00eas como \u201cverdadeiramente significativos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cNa realidade, representam um novo passo para a concretiza\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o dos dois Estados\u201d, destacou. Para Rangel, a declara\u00e7\u00e3o da Autoridade Palestiniana, aliada a \u201cuma nova posi\u00e7\u00e3o de tantos Estados da regi\u00e3o relativamente a Israel e ao seu direito \u00e0 exist\u00eancia\u201d, marcam \u201cum ponto de viragem\u201d.<\/p>\n<p>O ministro iniciou a sua interven\u00e7\u00e3o na confer\u00eancia, organizada pela Fran\u00e7a e pela Ar\u00e1bia Saudita, com um veemente apelo ao fim da guerra, da crise humanit\u00e1ria e da fome. \u201cEste ciclo de viol\u00eancia e destrui\u00e7\u00e3o tem de parar\u201d, pediu.<\/p>\n<p>Portugal defende que a paz e estabilidade no M\u00e9dio Oriente \u201ccontinuar\u00e3o a ser inalcan\u00e7\u00e1veis enquanto aos palestinianos for negado o seu direito fundamental a um Estado soberano vi\u00e1vel e Israel se sentir amea\u00e7ado\u201d.<\/p>\n<p>\u201cPara que isso aconte\u00e7a, a guerra em Gaza deve terminar de imediato e a <strong>entrega maci\u00e7a de ajuda humanit\u00e1ria deve ser retomada<\/strong> sem demora\u201d, afirmou Paulo Rangel. Para o Governo portugu\u00eas, \u201cn\u00e3o h\u00e1 justifica\u00e7\u00e3o para a fome nem para a morte desumana de civis, incluindo crian\u00e7as\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA liberdade de circula\u00e7\u00e3o dos palestinianos em Gaza deve ser totalmente restaurada. O deslocamento for\u00e7ado da popula\u00e7\u00e3o palestiniana \u00e9 simplesmente inaceit\u00e1vel\u201d, sustentou o ministro.<\/p>\n<p>Rangel pediu igualmente o fim da destrui\u00e7\u00e3o de casas e propriedades palestinianas na Cisjord\u00e2nia, bem como da constru\u00e7\u00e3o de colonatos em territ\u00f3rios ocupados, ilegais \u00e0 luz do Direito Internacional. \u201c<strong>A viol\u00eancia dos colonos contra os palestinianos tem de ser travada<\/strong>\u201c, sublinhou, enquanto pediu a liberta\u00e7\u00e3o \u201cimediata e sem condi\u00e7\u00f5es\u201d dos ref\u00e9ns em Gaza.<\/p>\n<p>Sobre o Hamas, referiu que \u201co horror dos ataques de 7 de outubro n\u00e3o pode ser esquecido\u201d e \u201co terrorismo nunca pode ser justificado\u201d. O chefe da diplomacia portuguesa acentuou que Portugal \u201creafirma o compromisso inabal\u00e1vel com a solu\u00e7\u00e3o dos dois Estados\u201d.<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 um Estado palestiniano, vivendo lado a lado com Israel, em paz, seguran\u00e7a e prosperidade, pode trazer justi\u00e7a, verdade e paz \u00e0 humanidade\u201d, salientou Rangel, que n\u00e3o abordou a quest\u00e3o do reconhecimento do Estado da Palestina por parte do Governo liderado por Lu\u00eds Montenegro (PSD\/CDS-PP).<\/p>\n<p>Depois da sua interven\u00e7\u00e3o, \u00e0 sa\u00edda da sede das Na\u00e7\u00f5es Unidas, Paulo Rangel foi questionado pela RTP se Portugal se ir\u00e1 juntar ao governo franc\u00eas no reconhecimento do Estado da Palestina em setembro, na Assembleia Geral da ONU. Fran\u00e7a anunciou a sua decis\u00e3o na passada quinta-feira e organizou a cimeira em Nova Iorque, em conjunto com a Ar\u00e1bia Saudita.<\/p>\n<p>O ministro portugu\u00eas reiterou que as condi\u00e7\u00f5es aceites pela Autoridade Palestiniana v\u00e3o ao encontro das exig\u00eancias que o primeiro-ministro, Lu\u00eds Montenegro, tinha definido perante o Parlamento para o reconhecimento da Palestina, mas defendeu que essa <strong>decis\u00e3o est\u00e1 a ser articulada com os outros Estados<\/strong>, que \u201cainda n\u00e3o fizeram o reconhecimento, mas t\u00eam feito um caminho comum\u201d.<\/p>\n<p>Entre estes Estados, Paulo Rangel enumerou Fran\u00e7a, Luxemburgo, B\u00e9lgica, Canad\u00e1, mas tamb\u00e9m os Pa\u00edses Baixos e a Dinamarca. O ministro defendeu que \u00e9 preciso esperar pelo documento final da confer\u00eancia, mas declarou que \u201cuma posi\u00e7\u00e3o comum\u201d parece \u201cprov\u00e1vel\u201d. Mais: as interven\u00e7\u00f5es e a articula\u00e7\u00e3o nos bastidores com os seus hom\u00f3logos revelaram \u201crelevantes sinais de converg\u00eancia de posi\u00e7\u00f5es que poderiam culminar na Assembleia Geral de setembro\u201d, ocasi\u00e3o em que Fran\u00e7a \u2014 e, condicionalmente, o Reino Unido \u2014 v\u00e3o formalizar a decis\u00e3o. \u201cTemos de aguardar, n\u00e3o posso dar uma resposta definitiva porque n\u00e3o tomamos posi\u00e7\u00f5es isoladas\u201d, rematou, ainda assim.<\/p>\n<p>O documento final surgiu depois, no final da confer\u00eancia sobre a solu\u00e7\u00e3o dos dois Estados e confirmou a possibilidade que Rangel tinha levantado: Portugal e outros 14 pa\u00edses assinaram uma declara\u00e7\u00e3o em que admitem reconhecer o Estado da Palestina e declararam-se empenhados em trabalhar no \u201cdia seguinte\u201d em Gaza.<\/p>\n<p>\u201cAntes da reuni\u00e3o dos chefes de Estado e de Governo que ter\u00e1 lugar durante a semana de alto n\u00edvel da 80.\u00aa sess\u00e3o da Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas (AGNU 80) em setembro de 2025, (\u2026) [os chefes da diplomacia de 12 pa\u00edses europeus, Canad\u00e1, Austr\u00e1lia e Nova Zel\u00e2ndia] j\u00e1 reconhecemos, express\u00e1mos ou expressamos a vontade ou a considera\u00e7\u00e3o positiva dos nossos pa\u00edses em reconhecer o Estado da Palestina, como um passo essencial para a solu\u00e7\u00e3o de dois Estados\u201d, l\u00ea-se na declara\u00e7\u00e3o conjunta.<\/p>\n<p>Pela Europa, assinam a declara\u00e7\u00e3o Andorra, Finl\u00e2ndia, Fran\u00e7a, Isl\u00e2ndia, Irlanda, Luxemburgo, Malta, Noruega, Portugal, San Marino, Eslov\u00e9nia e Espanha. Entre estes pa\u00edses, Espanha, Irlanda, Noruega e Eslov\u00e9nia reconheceram o Estado palestiniano no ano passado. Fran\u00e7a anunciou na semana passada que dar\u00e1 esse passo na Assembleia Geral da ONU, em setembro, e o Reino Unido poder\u00e1 fazer o mesmo, anunciou o primeiro-ministro brit\u00e2nico, Keir Starmer, na ter\u00e7a-feira.<\/p>\n<p>\u201cConvidamos todos os pa\u00edses que ainda n\u00e3o o fizeram a aderir a este apelo\u201d sobre o reconhecimento do Estado da Palestina, exortam os ministros na declara\u00e7\u00e3o conjunta, que apelam ainda aos pa\u00edses que ainda n\u00e3o o fizeram \u201ca estabelecer rela\u00e7\u00f5es normais com Israel e a expressar a sua vontade de iniciar discuss\u00f5es sobre a integra\u00e7\u00e3o regional do Estado de Israel\u201d.<\/p>\n<p>Os 15 pa\u00edses afirmam-se ainda determinados em \u201ctrabalhar numa arquitetura para o \u2018dia seguinte\u2019 em Gaza que garanta a reconstru\u00e7\u00e3o de Gaza, o desarmamento do Hamas e a sua exclus\u00e3o da governa\u00e7\u00e3o palestiniana\u201d. Os ministros condenam o \u201chediondo ataque terrorista antissemita de 07 de outubro de 2023\u201d, perpetrado pelo movimento islamita palestiniano em territ\u00f3rio israelita, que causou cerca de 1.200 mortos e perto de 250 ref\u00e9ns \u2014 dos quais cerca de 50, incluindo 20 vivos, permanecem detidos no enclave palestiniano.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Exigimos um cessar-fogo imediato, a liberta\u00e7\u00e3o imediata e incondicional de todos os ref\u00e9ns do Hamas, incluindo os restos mortais, bem como a garantia de acesso humanit\u00e1rio sem obst\u00e1culos\u201d, reclamam, na declara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o expressa \u201cprofunda preocupa\u00e7\u00e3o com o elevado n\u00famero de v\u00edtimas civis e a situa\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria em Gaza\u201d e sublinham o \u201cpapel essencial\u201d das Na\u00e7\u00f5es Unidas e das suas ag\u00eancias na \u201cfacilita\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia humanit\u00e1ria\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>[Horas depois do crime, a pol\u00edcia vai encontrar o assassino de Issam Sartawi, o dirigente palestiniano morto no \u00e1trio de um hotel de Albufeira. Mas, tamb\u00e9m vai descobrir que ele n\u00e3o \u00e9 quem diz ser. <\/b><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/episodio-2-o-terrorista-do-quarto-507\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>\u201c1983: Portugal \u00e0 Queima-Roupa\u201d<\/b><\/a><b>\u00a0\u00e9 a hist\u00f3ria do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execu\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria no Algarve abalou o M\u00e9dio Oriente. \u00c9 narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ou\u00e7a\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/episodio-2-o-terrorista-do-quarto-507\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><b>o segundo\u00a0epis\u00f3dio no site do Observador<\/b><\/a><b>, na\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/podcasts.apple.com\/pt\/podcast\/epis%C3%B3dio-2-o-terrorista-do-quarto-507-1983-portugal\/id1826483822?i=1000719550087\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>Apple Podcasts<\/b><\/a><b>, no\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/6EXvMJfbfCkTXd4iGuJ5rC?si=0198393f78c54717\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>Spotify<\/b><\/a><b>\u00a0e no\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/music.youtube.com\/watch?v=MY_EQS3lQVA&amp;si=PLztu9afRzUz4s_c\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>Youtube Music<\/b><\/a><b>. E ou\u00e7a o primeiro\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/estreia-1983-portugal-a-queima-roupa-episodio-1-um-corpo-no-lobby-do-hotel\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>]<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/episodio-2-o-terrorista-do-quarto-507\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><\/p>\n<p>        <img src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/1983-capa-com-playjpg.jpeg\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" onload=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" onerror=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" width=\"770\" height=\"433\"\/><br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O ministro de Estado e dos Neg\u00f3cios Estrangeiros, Paulo Rangel, defendeu esta ter\u00e7a-feira nas Na\u00e7\u00f5es Unidas que a&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8900,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[27,28,311,15,16,14,25,26,21,22,4147,62,12,13,19,20,431,302,23,24,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-8899","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-conflito-israelo-palestiniano","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-headlines","14":"tag-latest-news","15":"tag-latestnews","16":"tag-main-news","17":"tag-mainnews","18":"tag-ministu00e9rio-dos-negu00f3cios-estrangeiros","19":"tag-mundo","20":"tag-news","21":"tag-noticias","22":"tag-noticias-principais","23":"tag-noticiasprincipais","24":"tag-palestina","25":"tag-polu00edtica","26":"tag-principais-noticias","27":"tag-principaisnoticias","28":"tag-top-stories","29":"tag-topstories","30":"tag-ultimas","31":"tag-ultimas-noticias","32":"tag-ultimasnoticias","33":"tag-world","34":"tag-world-news","35":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8899","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8899"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8899\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8900"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8899"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8899"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8899"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}