{"id":90407,"date":"2025-09-28T19:02:08","date_gmt":"2025-09-28T19:02:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/90407\/"},"modified":"2025-09-28T19:02:08","modified_gmt":"2025-09-28T19:02:08","slug":"cinco-descobertas-promissoras-no-combate-ao-alzheimer-2025-28-09-2025-equilibrio-e-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/90407\/","title":{"rendered":"Cinco descobertas promissoras no combate ao Alzheimer 2025 &#8211; 28\/09\/2025 &#8211; Equil\u00edbrio e Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea \u00e9 como muitas pessoas, talvez esteja ansioso sobre o risco de desenvolver<a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2024\/12\/entenda-causas-da-demencia-e-como-preveni-la.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\"> dem\u00eancia<\/a> \u00e0 medida que <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/envelhecimento\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">envelhece<\/a>.<\/p>\n<p>O risco ao longo da vida de desenvolver dem\u00eancia ap\u00f3s os 55 anos \u00e9 estimado em 42%, de acordo com um estudo de 2025 com mais de 15 mil participantes. Estima-se que o n\u00famero de americanos desenvolvendo dem\u00eancia a cada ano aumente de 514 mil em 2020 para cerca de 1 milh\u00e3o at\u00e9 2060.<\/p>\n<p>Mas houve avan\u00e7os empolgantes no diagn\u00f3stico e tratamentos para <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/alzheimer\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Alzheimer<\/a>, que representa de 60 a 80% dos casos de dem\u00eancia, bem como na compreens\u00e3o de suas causas biol\u00f3gicas e desenvolvimento. Cerca de <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2024\/07\/metade-dos-casos-de-demencia-no-mundo-sao-associados-a-14-fatores-veja-quais-sao.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">metade dos casos de dem\u00eancia pode ser evitada ao abordar fatores de risco conhecidos, segundo um relat\u00f3rio da Comiss\u00e3o Lancet de 2024<\/a>.<\/p>\n<p>Com esses avan\u00e7os, \u00e9 importante &#8220;pisar no acelerador e realmente acelerar este trabalho&#8221;, diz Ronald Petersen, professor de neurologia e ex-diretor do Centro de Pesquisa da Doen\u00e7a de Alzheimer na Faculdade de <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/medicina\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Medicina<\/a> e Ci\u00eancia da Cl\u00ednica Mayo.<\/p>\n<p>&#8220;Acho que estamos no limiar de causar um impacto significativo na qualidade de vida \u2014na extens\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/saude\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">sa\u00fade<\/a>, n\u00e3o apenas na longevidade&#8221;, diz ele.<\/p>\n<p>Aqui est\u00e3o alguns dos avan\u00e7os empolgantes na pesquisa sobre dem\u00eancia em 2025.<\/p>\n<p>1. Um teste sangu\u00edneo para Alzheimer<\/p>\n<p>Em maio, a FDA (Administra\u00e7\u00e3o de Alimentos e Medicamentos dos EUA) aprovou o primeiro <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2025\/06\/exame-de-sangue-pode-identificar-sinais-precoces-do-alzheimer-aponta-estudo-brasileiro.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">teste sangu\u00edneo para detectar sinais de placas de beta-amiloide e emaranhados de tau<\/a> \u2014os marcadores biol\u00f3gicos da doen\u00e7a de Alzheimer\u2014 com mais de 90% de precis\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Acho que este biomarcador sangu\u00edneo vai realmente revolucionar como diagnosticamos, quem pode ser diagnosticado e quem est\u00e1 fazendo o diagn\u00f3stico&#8221;, diz Kristine Yaffe, professora e vice-presidente do departamento de psiquiatria da Universidade da Calif\u00f3rnia em S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>Por cerca de uma d\u00e9cada, os m\u00e9dicos podiam medir o beta-amiloide com neuroimagem PET ou indica\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o de placas com uma pun\u00e7\u00e3o lombar que coleta l\u00edquido cefalorraquidiano. Mas &#8220;os exames PET s\u00e3o caros, e as pun\u00e7\u00f5es lombares s\u00e3o invasivas&#8221;, diz Petersen. O novo teste sangu\u00edneo pode ser administrado por um m\u00e9dico de aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e representa o que alguns est\u00e3o chamando de &#8220;democratiza\u00e7\u00e3o dos testes diagn\u00f3sticos da doen\u00e7a de Alzheimer&#8221;, diz ele.<\/p>\n<p>Os especialistas esperam que o teste sangu\u00edneo torne os diagn\u00f3sticos de Alzheimer mais acess\u00edveis, econ\u00f4micos e dispon\u00edveis em \u00e1reas onde seria dif\u00edcil receber um diagn\u00f3stico cl\u00ednico devido \u00e0 falta de especialistas m\u00e9dicos ou equipamentos.<\/p>\n<p>Aproximadamente na mesma \u00e9poca da aprova\u00e7\u00e3o do teste sangu\u00edneo, a Associa\u00e7\u00e3o de Alzheimer produziu a primeira diretriz de pr\u00e1tica cl\u00ednica diagn\u00f3stica usando avalia\u00e7\u00f5es robustas da literatura cient\u00edfica e incorporando testes de biomarcadores baseados em sangue, diz Heather Snyder, vice-presidente s\u00eanior de rela\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas e cient\u00edficas da associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O teste sangu\u00edneo mede dois biomarcadores-chave da doen\u00e7a de Alzheimer. Um \u00e9 o beta-amiloide, uma prote\u00edna que pode se dobrar incorretamente e criar placas pegajosas no c\u00e9rebro. O outro \u00e9 o p-tau217, uma vers\u00e3o anormalmente modificada da prote\u00edna tau que pode levar \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de emaranhados disruptivos.<\/p>\n<p>Muitos biomarcadores foram estudados, mas &#8220;p-tau217 parece ser o mais informativo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 probabilidade de a pessoa ter a biologia subjacente da doen\u00e7a de Alzheimer&#8221;, diz Petersen.<br \/>&#13;<br \/>\nPesquisas mostram que o biomarcador p-tau217 pode servir como um sinal de alerta para Alzheimer anos antes.<\/p>\n<p>Detec\u00e7\u00e3o mais precoce significa mais oportunidade para tratamento e interven\u00e7\u00e3o antecipados, seja com medicamentos ou mudan\u00e7as no estilo de vida.<\/p>\n<p>Embora o ac\u00famulo de placas de beta-amiloide e emaranhados de tau seja uma caracter\u00edstica do Alzheimer, um teste positivo n\u00e3o significa necessariamente que a pessoa tem ou desenvolver\u00e1 Alzheimer. (Pesquisas descobriram que mais de 20% dos adultos cognitivamente n\u00e3o comprometidos com mais de 65 anos s\u00e3o positivos para amiloide.)<\/p>\n<p>Melhorias nos diagn\u00f3sticos, incluindo o teste sangu\u00edneo, tamb\u00e9m podem ajudar a acelerar a pesquisa sobre tratamentos.<\/p>\n<p>Ensaios cl\u00ednicos direcionados a processos biol\u00f3gicos espec\u00edficos podem inscrever com mais precis\u00e3o pacientes que t\u00eam esses biomarcadores biol\u00f3gicos, diz Petersen.<\/p>\n<p>No futuro, assim como fazemos testes de rotina para colesterol, poder\u00edamos fazer um teste sangu\u00edneo cobrindo diferentes biomarcadores para criar nosso perfil \u00fanico para dem\u00eancia, que poderia ent\u00e3o ser personalizado para tratamento, diz ele.<\/p>\n<p>2. Interven\u00e7\u00f5es no estilo de vida podem levar a uma melhor cogni\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Em julho, o maior ensaio cl\u00ednico de interven\u00e7\u00e3o no estilo de vida nos Estados Unidos descobriu que abordar simultaneamente m\u00faltiplas \u00e1reas \u2014nutri\u00e7\u00e3o, exerc\u00edcio, treinamento cognitivo, monitoramento de sa\u00fade\u2014 melhorou as medidas cognitivas dos participantes que estavam em risco de dem\u00eancia. Os participantes do grupo mais estruturado melhoraram mais do que aqueles que eram autoguiados.<\/p>\n<p>O ensaio, conhecido como U.S. POINTER, foi &#8220;um grande momento&#8221; e &#8220;culmina d\u00e9cadas de pesquisa que realmente informaram a interven\u00e7\u00e3o&#8221;, incluindo um ensaio anterior de interven\u00e7\u00e3o no estilo de vida realizado na Finl\u00e2ndia, diz Snyder, uma das autoras do estudo POINTER.<\/p>\n<p>O importante \u00e9 que &#8220;existem maneiras de reduzir seus fatores de risco para ter a doen\u00e7a de Alzheimer e outras dem\u00eancias&#8221; e &#8220;realmente pode melhorar seu perfil de <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/envelhecimento\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">envelhecimento<\/a> cognitivo&#8221;, diz Yaffe, que conduziu um ensaio menor sobre redu\u00e7\u00e3o de risco personalizada em 2024.<\/p>\n<p>Por exemplo, um estudo publicado em agosto sugeriu que pessoas que t\u00eam um risco gen\u00e9tico mais alto de desenvolver Alzheimer porque carregam o gene APOE4 se beneficiam mais ao aderir a uma dieta mediterr\u00e2nea.<\/p>\n<p>Espera-se que o ensaio POINTER produza mais insights em breve.<\/p>\n<p>Cerca de metade dos participantes se voluntariou para fazer neuroimagem, e dados sobre como essas mudan\u00e7as no estilo de vida afetam o c\u00e9rebro devem ser divulgados ainda este ano, diz Snyder.<\/p>\n<p>3. Foco crescente na inflama\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Embora o beta-amiloide continue sendo um alvo da pesquisa sobre dem\u00eancia, os cientistas est\u00e3o cada vez mais investigando o papel desempenhado pela inflama\u00e7\u00e3o no aumento do risco de dem\u00eancia.<br \/>&#13;<br \/>\n&#8220;Alzheimer \u00e9 uma doen\u00e7a complexa, e provavelmente n\u00e3o ser\u00e1 uma abordagem \u00fanica&#8221;, diz Snyder.<br \/>&#13;<br \/>\nDe fato, um estudo publicado em julho descobriu que pessoas com o gene APOE4 compartilham muitas mudan\u00e7as em seu sistema imunol\u00f3gico, o que pode explicar sua suscetibilidade n\u00e3o apenas ao Alzheimer, mas tamb\u00e9m a outras doen\u00e7as neurodegenerativas.<\/p>\n<p>A inflama\u00e7\u00e3o e a disfun\u00e7\u00e3o imunol\u00f3gica perpassam muitos dist\u00farbios neurodegenerativos diferentes, incluindo dem\u00eancia e Parkinson.<\/p>\n<p>&#8220;Acho que um grande impulso agora \u00e9 na imunomodula\u00e7\u00e3o para Alzheimer e outras doen\u00e7as degenerativas&#8221;, diz Yaffe, falando sobre maneiras de modificar a atividade do sistema imunol\u00f3gico.<\/p>\n<p>4. Vacinas podem reduzir o risco de dem\u00eancia<\/p>\n<p>Uma maneira de modificarmos a atividade do sistema imunol\u00f3gico ligada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de dem\u00eancia? Vacinas.<\/p>\n<p>Recentemente, v\u00e1rios estudos em grande escala compararam os resultados de pessoas que receberam vacinas com aquelas que n\u00e3o receberam.<\/p>\n<p>Juntos, eles fornecem evid\u00eancias robustas de que as <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2025\/09\/as-quatro-vacinas-que-estao-ligadas-a-um-menor-risco-de-demencia.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">vacinas poderiam combater o risco de dem\u00eancia<\/a>.<\/p>\n<p>Em abril, um estudo publicado na Nature acompanhou mais de 280.000 adultos no Pa\u00eds de Gales e descobriu que a<a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2025\/04\/vacina-contra-herpes-zoster-pode-reduzir-risco-de-alzheimer-apontam-estudos.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\"> vacina contra herpes-z\u00f3ster reduziu o risco de desenvolver dem\u00eancia<\/a> em 20% ao longo de um per\u00edodo de sete anos. Em junho, outro estudo acompanhando mais de 430.000 adultos descobriu que vacinas contra herpes-z\u00f3ster e <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2024\/07\/virus-sincicial-e-principal-causa-de-internacoes-e-obitos-de-criancas-por-sindrome-respiratoria.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">v\u00edrus sincicial respirat\u00f3rio <\/a>(VSR) estavam associadas a um risco reduzido de dem\u00eancia.<\/p>\n<p>Existem duas amplas hip\u00f3teses biol\u00f3gicas para explicar por que as vacinas est\u00e3o ligadas \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de dem\u00eancia. Primeiro, as vacinas poderiam reduzir o risco de infec\u00e7\u00f5es, que foram associadas ao aumento do risco de dem\u00eancia. Segundo, a pr\u00f3pria vacina pode ativar o sistema imunol\u00f3gico de maneira ben\u00e9fica.<\/p>\n<p>Esses dois mecanismos n\u00e3o s\u00e3o mutuamente exclusivos e ambos podem desempenhar um papel, dizem os pesquisadores.<\/p>\n<p>Em agosto, um estudo publicado na Nature relatou que o metal <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrioesaude\/2025\/08\/descoberta-sobre-litio-pode-revolucionar-diagnostico-e-tratamento-do-alzheimer.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">l\u00edtio pode desempenhar um papel protetor no Alzheimer<\/a>.<\/p>\n<p>&#8220;A ideia de que o l\u00edtio \u00e9 neuroprotetor existe h\u00e1 algum tempo&#8221;, diz Yaffe, que n\u00e3o esteve envolvida no estudo.<\/p>\n<p>Em um c\u00e9rebro saud\u00e1vel, o l\u00edtio ajuda a manter o funcionamento adequado dos neur\u00f4nios. O carbonato de l\u00edtio tamb\u00e9m \u00e9 usado para tratar o <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/equilibrio\/2023\/03\/diagnostico-de-transtorno-bipolar-pode-levar-anos-conheca-os-sintomas.shtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"\">transtorno bipolar<\/a>.<\/p>\n<p>O estudo, que foi conduzido em camundongos, descobriu que as placas de beta-amiloide prendiam o l\u00edtio, tornando-o menos eficaz. E o baixo n\u00edvel de l\u00edtio produziu um ambiente inflamat\u00f3rio no c\u00e9rebro e foi marcado pelo ac\u00famulo acelerado de placas de beta-amiloide e emaranhados de tau.<\/p>\n<p>Os pesquisadores relataram que pequenas quantidades de orotato de l\u00edtio poderiam reverter a doen\u00e7a e restaurar a fun\u00e7\u00e3o cerebral, o que aponta para uma potencial terapia empolgante a ser testada em humanos.<\/p>\n<p>&#8220;Acho que a justificativa cient\u00edfica \u00e9 convincente e interessante, mas precisamos realmente avali\u00e1-la no ensaio cl\u00ednico para ver se pode ser terapeuticamente \u00fatil&#8221;, diz Petersen.<\/p>\n<p>    Cuide-se<\/p>\n<p class=\"c-newsletter__subtitle\">Ci\u00eancia, h\u00e1bitos e preven\u00e7\u00e3o numa newsletter para a sua sa\u00fade e bem-estar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Se voc\u00ea \u00e9 como muitas pessoas, talvez esteja ansioso sobre o risco de desenvolver dem\u00eancia \u00e0 medida que&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":90408,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[314,1031,1029,1490,236,116,1491,11291,1208,1492,32,33,117,1030,1333,2820],"class_list":{"0":"post-90407","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-alzheimer","9":"tag-autocuidado","10":"tag-cuide-se","11":"tag-envelhecimento","12":"tag-folha","13":"tag-health","14":"tag-idoso","15":"tag-imunobiologicos","16":"tag-medicina","17":"tag-parkinson","18":"tag-portugal","19":"tag-pt","20":"tag-saude","21":"tag-saude-mental","22":"tag-vacina","23":"tag-vacinacao"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90407","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=90407"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90407\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/90408"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=90407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=90407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=90407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}