{"id":91826,"date":"2025-09-29T16:42:07","date_gmt":"2025-09-29T16:42:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/91826\/"},"modified":"2025-09-29T16:42:07","modified_gmt":"2025-09-29T16:42:07","slug":"russia-desmantela-avioes-de-carga-para-usar-pecas-na-aeroflot","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/91826\/","title":{"rendered":"R\u00fassia desmantela avi\u00f5es de carga para usar pe\u00e7as na Aeroflot"},"content":{"rendered":"<p>O grupo Volga-Dnepr vai transferir oito avi\u00f5es de carga &#8212; seis Boeing 737 e dois Boeing 747 &#8212; ao abrigo de um acordo avaliado em cerca de 130 milh\u00f5es de d\u00f3lares (cerca de 120 milh\u00f5es de euros), segundo o di\u00e1rio Kommersant.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"inread\">Uma vez que a Aeroflot centrou a atividade no transporte de passageiros desde 2010, pelo que o valor do neg\u00f3cio \u00e9 relativamente baixo e estes modelos do grupo Volga-Dnepr est\u00e3o fora de uso desde 2022, especialistas citados pelo jornal conclu\u00edram que os aparelhos ser\u00e3o &#8220;canibalizados&#8221; para alimentar a frota de passageiros.<\/p>\n<p>Devido ao elevado custo, a reconvers\u00e3o destes avi\u00f5es para transporte de passageiros \u00e9 considerada invi\u00e1vel.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro1\">Outra hip\u00f3tese seria troc\u00e1-los por avi\u00f5es de passageiros com um pa\u00eds aliado de Moscovo, mas os especialistas afastam essa possibilidade devido ao risco de san\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias relacionadas com a guerra na Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o, Serguei Chemezov, diretor da corpora\u00e7\u00e3o estatal de desenvolvimento tecnol\u00f3gico Rostec, declarou que a R\u00fassia ter\u00e1 de fabricar pelo menos 200 avi\u00f5es at\u00e9 2030 para compensar a retirada das aeronaves de companhias estrangeiras que abandonaram o pa\u00eds devido \u00e0 guerra.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro2\">Na sequ\u00eancia das san\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas impostas \u00e0 R\u00fassia desde a invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, em fevereiro de 2022, Moscovo enfrenta grandes dificuldades na importa\u00e7\u00e3o de tecnologia, o que afeta a manuten\u00e7\u00e3o da frota a\u00e9rea civil.<\/p>\n<p>De acordo com a BBC, a R\u00fassia fabricou apenas sete avi\u00f5es entre o in\u00edcio da guerra e o final de 2024, contra 13 aparelhos produzidos em 2021.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro3\">A ind\u00fastria aeron\u00e1utica civil enfrenta ainda a concorr\u00eancia da ind\u00fastria militar, que tem prioridade na limitada capacidade de produ\u00e7\u00e3o resultante sobretudo das san\u00e7\u00f5es, que restringem o acesso a tecnologia e equipamentos modernos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de nacionalizar os avi\u00f5es de companhias estrangeiras que deixaram de operar no pa\u00eds, as empresas russas foram for\u00e7adas a &#8220;canibalizar&#8221; parte da frota para reutilizar pe\u00e7as e reparar aeronaves em mau estado.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro4\">Em 2023, no esfor\u00e7o para contornar as san\u00e7\u00f5es europeias, Moscovo chegou a importar componentes aeron\u00e1uticos de uma empresa registada no Gab\u00e3o, num valor de 2.000 milh\u00f5es de d\u00f3lares (cerca de 1.700 milh\u00f5es de euros).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O grupo Volga-Dnepr vai transferir oito avi\u00f5es de carga &#8212; seis Boeing 737 e dois Boeing 747 &#8212;&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":91827,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[1310,27,28,15,16,14,25,26,21,22,62,12,13,19,20,23,24,839,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-91826","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-aviacao","9":"tag-breaking-news","10":"tag-breakingnews","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-headlines","14":"tag-latest-news","15":"tag-latestnews","16":"tag-main-news","17":"tag-mainnews","18":"tag-mundo","19":"tag-news","20":"tag-noticias","21":"tag-noticias-principais","22":"tag-noticiasprincipais","23":"tag-principais-noticias","24":"tag-principaisnoticias","25":"tag-russia","26":"tag-top-stories","27":"tag-topstories","28":"tag-ultimas","29":"tag-ultimas-noticias","30":"tag-ultimasnoticias","31":"tag-world","32":"tag-world-news","33":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91826","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=91826"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91826\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/91827"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=91826"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=91826"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=91826"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}