{"id":9453,"date":"2025-07-31T01:35:12","date_gmt":"2025-07-31T01:35:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/9453\/"},"modified":"2025-07-31T01:35:12","modified_gmt":"2025-07-31T01:35:12","slug":"herancas-venda-de-bens-especificos-nao-tem-isencao-de-irs-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/9453\/","title":{"rendered":"Heran\u00e7as. Venda de bens espec\u00edficos n\u00e3o tem isen\u00e7\u00e3o de IRS \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>O ac\u00f3rd\u00e3o do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que clarifica a isen\u00e7\u00e3o fiscal na venda de partes (quinh\u00f5es) de heran\u00e7as, antes da partilha de bens entre os herdeiros, j\u00e1 est\u00e1 a ter consequ\u00eancias na resolu\u00e7\u00e3o de lit\u00edgios pendentes a favor do contribuintes. E pode vir a fundamentar pedidos de reembolso e revis\u00e3o dos impostos cobrados e at\u00e9 influenciar a forma como, no futuro, os herdeiros v\u00e3o gerir as heran\u00e7as, admitem os fiscalistas ouvidos pelo Observador.<\/p>\n<p>Ainda que o raio de alcance j\u00e1 tenha sido limitado por uma informa\u00e7\u00e3o vinculativa e instru\u00e7\u00e3o divulgadas pela Autoridade Tribut\u00e1ria (AT) na semana passada, em resposta \u00e0s d\u00favidas suscitadas pelos contribuintes. Nestas clarifica\u00e7\u00f5es, a <a href=\"https:\/\/info.portaldasfinancas.gov.pt\/pt\/informacao_fiscal\/legislacao\/instrucoes_administrativas\/Documents\/Oficio_Circulado_20281_2025.pdf\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">AT diz que quando est\u00e1<\/a> em causa a venda pelos herdeiros de um bem im\u00f3vel espec\u00edfico herdado, os ganhos gerados pela opera\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e3o sujeitos ao pagamento de IRS.<\/p>\n<p>No essencial, o<a href=\"https:\/\/diariodarepublica.pt\/dr\/detalhe\/acordao-supremo-tribunal-administrativo\/7-2025-920456238\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> STA considerou<\/a> que a venda de um quinh\u00e3o heredit\u00e1rio n\u00e3o configura \u201caliena\u00e7\u00e3o onerosa de direitos reais sobre bens im\u00f3veis\u201d, nos termos do artigo 10.\u00ba, n.\u00ba 1, al\u00ednea a) do C\u00f3digo do IRS, pelo que n\u00e3o est\u00e3o sujeitos a este imposto os eventuais ganhos resultantes dessa aliena\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Esta conclus\u00e3o, explicam ao Observador Anabela Silva e Joana Aranda Freitas, partners da EY, \u201cdecorre do entendimento que enquanto a heran\u00e7a se mantiver indivisa, cada herdeiro \u00e9 titular de um direito a uma quota de uma massa de bens, que constitui um patrim\u00f3nio aut\u00f3nomo e n\u00e3o det\u00e9m um direito individual sobre cada um dos bens que a integram. Por isso, conclui o tribunal, a aliena\u00e7\u00e3o de quinh\u00e3o heredit\u00e1rio, mesmo que a heran\u00e7a seja apenas constitu\u00edda por bens im\u00f3veis, n\u00e3o configura uma aliena\u00e7\u00e3o onerosa de direitos reais sobre bens im\u00f3veis sujeita a IRS\u201d.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o de abril \u00e9 o resultado de um pedido de clarifica\u00e7\u00e3o apresentado pelo pr\u00f3prio fisco, na sequ\u00eancia de entendimentos divergentes de tribunais administrativos e tribunais arbitrais, e, como tem car\u00e1cter uniformizador, a AT \u00e9 obrigada a seguir a orienta\u00e7\u00e3o mudando as instru\u00e7\u00f5es aos servi\u00e7os e, ao mesmo tempo, corrigir liquida\u00e7\u00f5es feitas indevidamente (\u00e0 luz do ac\u00f3rd\u00e3o) de IRS sobre mais-valias que estejam em contesta\u00e7\u00e3o ou lit\u00edgio. No entanto, nos casos em que a liquida\u00e7\u00e3o foi feita e n\u00e3o contestada, cabe aos contribuintes tomarem a iniciativa. <strong>O prazo limite para esta via s\u00e3o quatro anos ap\u00f3s a liquida\u00e7\u00e3o<\/strong>, como explicaram ao Observador fiscalistas da\u00a0PwC e da EY.<\/p>\n<p>Apesar de a AT j\u00e1 estar a anular liquida\u00e7\u00f5es indevidas, uma das informa\u00e7\u00f5es vinculativas sobre o impacto deste ac\u00f3rd\u00e3o \u2014 emitidas a pedidos de contribuintes \u2014 limita a abrang\u00eancia das transa\u00e7\u00f5es relacionadas com a venda de im\u00f3veis herdados que podem vir a beneficiar da isen\u00e7\u00e3o fiscal. Estas d<a href=\"https:\/\/info.portaldasfinancas.gov.pt\/pt\/informacao_fiscal\/informacoes_vinculativas\/rendimento\/cirs\/Pages\/cirs-visualizacao-por-artigo-3637.aspx\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">uas tomadas de posi\u00e7\u00e3o<\/a> ajudam ainda a perceber as diferen\u00e7as no tratamento fiscal de opera\u00e7\u00f5es que podem parecer compar\u00e1veis.<\/p>\n<p>Um dos casos envolve a venda de um im\u00f3vel realizada em conjunto por dois irm\u00e3os, enquanto \u00fanicos dois herdeiros dos bens dos pais. Tendo esta aliena\u00e7\u00e3o sido realizada sem que tivesse sido efetuada previamente uma partilha de bens, o contribuinte considerou que n\u00e3o houve uma transmiss\u00e3o de direitos reais sobre bens im\u00f3veis identific\u00e1veis.<\/p>\n<p>A AT confirma que os <strong>ganhos pela aliena\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 heran\u00e7a ou de quinh\u00e3o<\/strong> heredit\u00e1rio <strong>n\u00e3o est\u00e3o sujeitos a tributa\u00e7\u00e3o<\/strong> em IRS, mesmo em casos em que a heran\u00e7a indivisa seja composta por um ou v\u00e1rios bens im\u00f3veis. No entanto, limita o alcance da isen\u00e7\u00e3o. \u201cDe ressalvar que esse entendimento aplica-se apenas quando decorrer inequivocamente, da escritura p\u00fablica, ou documento similar, que se <strong>transmite o direito de um ou v\u00e1rios herdeiros \u00e0 heran\u00e7a, ou quinh\u00e3o heredit\u00e1rio<\/strong>, <strong>como um todo\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Ou seja, s\u00f3 ficam abrangidos os atos de aliena\u00e7\u00e3o de heran\u00e7a ou de quinh\u00e3o heredit\u00e1rio que incidam sobre \u201ca universalidade de bens e direitos \u2014 um todo que comp\u00f5e a heran\u00e7a indivisa \u2014 ainda que n\u00e3o partilhada\u201d. Logo, \u201cn\u00e3o se confunde com a aliena\u00e7\u00e3o de bens espec\u00edficos que comp\u00f5em a heran\u00e7a indivisa, efetuada conjuntamente por todos os herdeiros\u201d.<\/p>\n<p>Estando em causa a venda de uma coisa certa e determinada \u2014 o im\u00f3vel \u2014 e n\u00e3o a totalidade da heran\u00e7a ou os respetivos quinh\u00f5es heredit\u00e1rios passa a ser uma transa\u00e7\u00e3o sujeita a impostos\u00a0 \u2014 IRS sobre mais-valias \u2014 porque \u201cconfigura uma transmiss\u00e3o onerosa de direitos reais sobre bens im\u00f3veis\u201d. Foi o que aconteceu no caso referido.<\/p>\n<p>Outra d\u00favida chegada ao Fisco refere-se a uma venda por um herdeiro da parte a que tinha direito numa heran\u00e7a indivisa a outro herdeiro. O contribuinte verificou que o valor correspondente \u00e0 sua quota parte no im\u00f3vel tinha sido inscrita no quadro 4 do anexo G (onde s\u00e3o declaradas as mais-valias) durante preenchimento autom\u00e1tico feito pelos servi\u00e7os fiscais, o que pressup\u00f5e que se trata de uma transa\u00e7\u00e3o sujeita \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o de mais-valias. O contribuinte alega que o valor recebido n\u00e3o corresponde \u00e0 venda de um im\u00f3vel, mas sim \u00e0 venda de um quinh\u00e3o heredit\u00e1rio e pede que n\u00e3o haja tributa\u00e7\u00e3o em IRS.<\/p>\n<p>Perante a situa\u00e7\u00e3o exposta, o Fisco considera que a venda \u00e9 uma transmiss\u00e3o onerosa de quinh\u00e3o heredit\u00e1rio, do qual o requerente era titular por ter herdado da av\u00f3. E n\u00e3o \u00e9 uma transmiss\u00e3o onerosa de direitos reais sobre bens im\u00f3veis. Como tal, n\u00e3o fica sujeita a tributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p1\"><b>[Horas depois do crime, a pol\u00edcia vai encontrar o assassino de Issam Sartawi, o dirigente palestiniano morto no \u00e1trio de um hotel de Albufeira. Mas, tamb\u00e9m vai descobrir que ele n\u00e3o \u00e9 quem diz ser. <\/b><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/episodio-2-o-terrorista-do-quarto-507\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>\u201c1983: Portugal \u00e0 Queima-Roupa\u201d<\/b><\/a><b>\u00a0\u00e9 a hist\u00f3ria do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execu\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria no Algarve abalou o M\u00e9dio Oriente. \u00c9 narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ou\u00e7a\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/episodio-2-o-terrorista-do-quarto-507\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"><b>o segundo\u00a0epis\u00f3dio no site do Observador<\/b><\/a><b>, na\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/podcasts.apple.com\/pt\/podcast\/epis%C3%B3dio-2-o-terrorista-do-quarto-507-1983-portugal\/id1826483822?i=1000719550087\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>Apple Podcasts<\/b><\/a><b>, no\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/6EXvMJfbfCkTXd4iGuJ5rC?si=0198393f78c54717\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>Spotify<\/b><\/a><b>\u00a0e no\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/music.youtube.com\/watch?v=MY_EQS3lQVA&amp;si=PLztu9afRzUz4s_c\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><b>Youtube Music<\/b><\/a><b>. E ou\u00e7a o primeiro\u00a0<a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/estreia-1983-portugal-a-queima-roupa-episodio-1-um-corpo-no-lobby-do-hotel\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>]<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/programas\/1983-portugal-queima-roupa\/episodio-2-o-terrorista-do-quarto-507\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><\/p>\n<p>        <img src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/1983-capa-com-playjpg.jpeg\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" onload=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" onerror=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" width=\"770\" height=\"433\"\/><br \/>\n<\/a><\/p>\n<p>Segundo Anabela Silva e Joana Aranda Freitas, da EY, os\u00a0dois entendimentos cabem na jurisprud\u00eancia fixada pelo Supremo Tribunal Administrativo. \u00a0A \u201cfundamenta\u00e7\u00e3o do ac\u00f3rd\u00e3o \u00e9 a de que a <strong>heran\u00e7a indivisa constitui uma universalidade de bens<\/strong>, um patrim\u00f3nio aut\u00f3nomo partilhado em regime de comunh\u00e3o (e n\u00e3o de compropriedade) pelos co-herdeiros, que n\u00e3o det\u00eam qualquer direito pr\u00f3prio sobre cada bem individualizado que faz parte da heran\u00e7a indivisa, n\u00e3o estando portanto em causa a aliena\u00e7\u00e3o de bens individualizados\u201d.<\/p>\n<p>Diferente, dizem, \u201cser\u00e1 o caso em que sejam alienados bens espec\u00edficos e determinados que comp\u00f5em a heran\u00e7a indivisa (i.e. mesmo antes da partilha), em que, atento tamb\u00e9m ao respetivo documento de suporte, se dever\u00e1 considerar estar perante uma aliena\u00e7\u00e3o onerosa sujeita a IRS em sede de Categoria G\u201d.<\/p>\n<p>Logo, a posi\u00e7\u00e3o da AT \u201c\u00e9 a de que a aliena\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a ou a aliena\u00e7\u00e3o do quinh\u00e3o heredit\u00e1rio tem por objeto a universalidade de bens e direitos (um todo) que comp\u00f5em a heran\u00e7a indivisa ou o quinh\u00e3o heredit\u00e1rio e n\u00e3o qualquer direito individual sobre os bens ou direitos que integram a heran\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>O facto de todos os herdeiros venderem os respetivos quinh\u00f5es na mesma opera\u00e7\u00e3o parece refor\u00e7ar o entendimento da AT de que o imposto se aplica.<\/p>\n<p>N\u00e3o sendo poss\u00edvel estimar o n\u00famero de casos abrangidos, as duas fiscalistas da EY acreditam que a <strong>decis\u00e3o ter\u00e1 \u201cimpacto<\/strong> j\u00e1 que \u00e9 um tema que vinha gerando muita controv\u00e9rsia e que parece n\u00e3o estar ainda totalmente clara a posi\u00e7\u00e3o da AT atento os recentes esclarecimentos publicados no Of\u00edcio-Circulado\u201d. E quando questionadas sobre se a mesma pode vir a influenciar a gest\u00e3o da heran\u00e7a por futuros herdeiros, admitem que \u00e9 uma possibilidade, \u201ctendo nomeadamente em conta poss\u00edveis conflitos entre herdeiros e a eventual falta de liquidez.\u201d<\/p>\n<p>Face \u00e0 clarifica\u00e7\u00e3o da jurisprud\u00eancia\u00a0, a AT \u00e9 obrigada a rever as orienta\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias definidas anteriormente e aplicar a jurisprud\u00eancia nos casos que est\u00e3o em lit\u00edgio, refere F\u00e1bio Olmo da EY. E j\u00e1 o ter\u00e1 feito, segundo informa\u00e7\u00e3o consultada pelo Observador, com a indica\u00e7\u00e3o de anula\u00e7\u00e3o das liquida\u00e7\u00f5es de IRS que contrariam a leitura do STA.<\/p>\n<p>Fonte oficial do Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as remete para o of\u00edcio circulado de 25 de julho de 2025 no qual \u00e9 transmitido que \u201co\u00a0entendimento que decorre daquele ac\u00f3rd\u00e3o ter\u00e1 efeitos imediatos em todos os processos de contencioso administrativo ou judicial pendentes ou que venham a ser instaurados dentro dos prazos legalmente previstos para o efeito.\u201d<\/p>\n<p>Para quem declarou e pagou (indevidamente) a mais-valia, a via \u00e9 a apresenta\u00e7\u00e3o de uma reclama\u00e7\u00e3o graciosa, mas o prazo \u00e9 de 120 dias ap\u00f3s a liquida\u00e7\u00e3o, o que limita este recurso aos que reportaram a mais-valia no IRS de 2024, avisa F\u00e1bio Olmo.<\/p>\n<p>Para estas situa\u00e7\u00f5es, h\u00e1 a possibilidade de invocar erro na declara\u00e7\u00e3o de rendimentos e avan\u00e7ar com uma reclama\u00e7\u00e3o graciosa no prazo de dois anos a contar do termo do prazo legal para a entrega da declara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra via \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos contribuintes, referem os fiscalistas da EY e da PwC, \u00e9 o recurso \u00e0 revis\u00e3o oficiosa do ato tribut\u00e1rio que foi a liquida\u00e7\u00e3o, agora considerada indevida, do imposto. O prazo para esta via \u00e9 de quatro anos ap\u00f3s a liquida\u00e7\u00e3o, sendo o fundamento um erro imput\u00e1vel aos servi\u00e7os. H\u00e1 ainda a op\u00e7\u00e3o de recorrer \u00e0 via judicial, seja via tribunais administrativos, seja tribunais arbitrais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O ac\u00f3rd\u00e3o do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que clarifica a isen\u00e7\u00e3o fiscal na venda de partes (quinh\u00f5es) de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9454,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[4304,88,476,89,90,4305,2501,4306,300,4307,32,33,299],"class_list":{"0":"post-9453","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-autoridade-tributu00e1ria","9":"tag-business","10":"tag-economia","11":"tag-economy","12":"tag-empresas","13":"tag-finanu00e7as","14":"tag-impostos","15":"tag-irs","16":"tag-justiu00e7a","17":"tag-mercado-imobiliu00e1rio","18":"tag-portugal","19":"tag-pt","20":"tag-tribunal"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9453","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9453"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9453\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9454"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9453"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9453"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9453"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}