{"id":96833,"date":"2025-10-03T11:58:07","date_gmt":"2025-10-03T11:58:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/96833\/"},"modified":"2025-10-03T11:58:07","modified_gmt":"2025-10-03T11:58:07","slug":"a-hora-a-que-se-deita-pode-ser-mais-importante-do-que-o-numero-de-horas-que-dorme","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/96833\/","title":{"rendered":"A hora a que se deita pode ser mais importante do que o n\u00famero de horas que dorme"},"content":{"rendered":"<p class=\"description\">Assine a revista National Geographic agora por apenas <b>1\u20ac por m\u00eas<\/b>.<\/p>\n<p>Quando a maioria de n\u00f3s se esfor\u00e7a por dormir melhor, costumamos focar-nos na dura\u00e7\u00e3o: as<strong>sete a nove horas\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.thensf.org\/how-many-hours-of-sleep-do-you-really-need\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">recomendadas de repouso nocturno<\/a>. No entanto, os cientistas especializados em sono e um corpo crescente de evid\u00eancias sugere que <strong>manter um hor\u00e1rio de sono constante pode ser mais importante do que o n\u00famero de horas que dormimos<\/strong>.<\/p>\n<p>Desde estudos populacionais de grande escala a ensaios cl\u00ednicos cuidadosamente elaborados, os investigadores est\u00e3o a descobrir que ir dormir e acordar todos os dias \u00e0 mesma hora pode <strong><a href=\"http:\/\/www.sleephealthjournal.org\/article\/S2352-7218%2823%2900166-3\/fulltext\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">melhorar a cogni\u00e7\u00e3o e a sa\u00fade mental<\/a>, contribuir para a sa\u00fade metab\u00f3lica e a fun\u00e7\u00e3o imunit\u00e1ria, <a href=\"http:\/\/www.nih.gov\/news-events\/nih-research-matters\/irregular-sleep-patterns-may-raise-risk-heart-disease\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">fortalecer o cora\u00e7\u00e3o<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0165178124000453\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">diminuir o risco de dem\u00eancia<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cSeguir um hor\u00e1rio constante de dormir e acordar pode ser uma das formas mais simples e menosprezadas de proteger a sa\u00fade a longo prazo\u201d, diz <a href=\"https:\/\/www.wendytroxel.com\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Wendy Troxel<\/a>, cientista s\u00e9nior especializada no comportamento do sono na RAND Corporation.<\/p>\n<p><strong>A <a href=\"http:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/37738616\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">const\u00e2ncia pode at\u00e9 prolongar a sua vida<\/a><\/strong>. \u201cA regularidade do sono \u00e9 um indicador mais importante da mortalidade (por todas as causas), do que a dura\u00e7\u00e3o do sono\u201d, diz <a href=\"https:\/\/sleep.hms.harvard.edu\/faculty-staff\/shadab-rahman\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Shadab Rahman<\/a>, neurocientista no Brigham and Women\u2019s Hospital e professor assistente de medicina na Faculdade de Medicina de Harvard. Isso \u00e9 encorajador, acrescenta ele, porque, ao contr\u00e1rio de muitos outros factores da sa\u00fade, a const\u00e2ncia do sono est\u00e1 <strong>\u201cconsideravelmente sob o nosso controlo\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>Descubra os benef\u00edcios de manter um hor\u00e1rio de sono constante \u2013 e dicas sustentadas pela ci\u00eancia para se manter fiel a um.<\/p>\n<p><strong>A import\u00e2ncia da const\u00e2ncia<\/strong><\/p>\n<p>Manter um hor\u00e1rio de sono regular \u00e9 importante porque o nosso organismo segue um rel\u00f3gio interno chamado<strong> ritmo circadiano<\/strong>, que dita quando nos sentimos sonolentos ou despertos. Tamb\u00e9m regula processos fundamentais de <strong>\u201creinicia\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong>, que ocorrem durante o sono, explica <a href=\"https:\/\/sleep.hms.harvard.edu\/faculty-staff\/janis-louise-anderson\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Janis Anderson<\/a>, investigadora de medicina do sono e psic\u00f3loga da Universidade do Novo M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Ir para a cama e acordar todos os dias \u00e0 mesma hora mant\u00e9m este rel\u00f3gio sincronizado, assegurando uma <strong>liberta\u00e7\u00e3o est\u00e1vel de hormonas como a melatonina<\/strong>, que nos ajuda a adormecer \u00e0 noite, e cortisol, que nos ajuda a acordar na manh\u00e3 seguinte.<\/p>\n<p><strong>Um ritmo est\u00e1vel tamb\u00e9m \u00e9 ben\u00e9fico para o armazenamento das mem\u00f3rias, a repara\u00e7\u00e3o celular e os processos de limpeza do c\u00e9rebro. <\/strong>\u201cQuanto mais constante for o hor\u00e1rio de dormir e acordar de uma pessoa, mais coordenados e optimizados estar\u00e3o os diversos processos do organismo\u201d, diz Anderson.<\/p>\n<p><strong>Benef\u00edcios para a sa\u00fade cardiovascular e metab\u00f3lica e para a longevidade<\/strong><\/p>\n<p>Essa const\u00e2ncia tamb\u00e9m revelou ter consequ\u00eancias no metabolismo e na sa\u00fade card\u00edaca. \u201cManter um hor\u00e1rio de sono constante \u00e9 a base sobre a qual tudo o resto assenta\u201d, diz <a href=\"https:\/\/sleep.hms.harvard.edu\/faculty-staff\/stephen-amira\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Steve Amira<\/a>, m\u00e9dico e investigador do sono no Brigham and Women\u2019s Hospital, em Massachusetts.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ahajournals.org\/doi\/10.1161\/CIRCRESAHA.125.325613\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Existem provas<\/a> de que <strong>um sono irregular afecta a regula\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o arterial, aumenta a inflama\u00e7\u00e3o sist\u00e9mica e interfere no metabolismo da glucose<\/strong> \u2013 em parte porque os ritmos circadianos ajudam a orquestrar estes processos.<\/p>\n<p>Por exemplo,<strong> quando os hor\u00e1rios do sono n\u00e3o s\u00e3o constantes, o corpo pode libertar hormonas de stress, como o cortisol, em alturas erradas<\/strong>, esfor\u00e7ando, consequentemente, os vasos sangu\u00edneos e prejudicando a regula\u00e7\u00e3o da glucose. Ao longo do tempo, isto pode contribuir para desenvolver <strong>hipertens\u00e3o, resist\u00eancia \u00e0 insulina e at\u00e9 inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f3nica<\/strong>.<\/p>\n<p>Estes efeitos adversos podem ser observados em an\u00e1lises de grande escala. Uma an\u00e1lise a mais de 40.000 estudos <a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S2352721823001663\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">realizada por Harvard ao longo de cinco anos<\/a>, por exemplo, concluiu que ir para a cama a uma hora est\u00e1vel estava associado a um aumento do estado de alerta, melhor sa\u00fade card\u00edaca, menor inflama\u00e7\u00e3o e melhores resultados em quase todas as \u00e1reas da sa\u00fade\u201d, diz <a href=\"https:\/\/sleep.hms.harvard.edu\/faculty-staff\/charles-czeisler\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Charles Czeisler<\/a>, um dos autores do estudo e director do departamento do sono da Faculdade de Medicina de Harvard.<\/p>\n<p>Estas conclus\u00f5es ajudam a explicar um estudo com mais de 88.000 participantes realizado pelo <a href=\"http:\/\/academic.oup.com\/sleep\/article\/47\/1\/zsad253\/7280269?login=false\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">U.K. Biobank em 2024<\/a>, que descobriu que <strong>a regularidade do sono era um melhor previsor do risco de mortalidade <\/strong>do que o tempo total de sono.<\/p>\n<p>Troxel acrescenta que um sono inconstante tamb\u00e9m \u201cgera um desalinhamento circadiano\u201d, perturbando as hormonas, a imunidade e at\u00e9 comportamentos di\u00e1rios, como a alimenta\u00e7\u00e3o e a pr\u00e1tica de exerc\u00edcio. Estes factores encontram-se entre as raz\u00f5es pelas quais a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade <a href=\"http:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC2954516\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">considera<\/a> a disrup\u00e7\u00e3o circadiana anacr\u00f3nica \u2013 como a que sofrem os trabalhadores com hor\u00e1rios nocturnos \u2013 um prov\u00e1vel <strong>carcin\u00f3geno<\/strong>.<\/p>\n<p>Resumindo, \u201cas pessoas que mant\u00eam hor\u00e1rios de sono regulares, vivem mais tempo do que as que n\u00e3o o fazem\u201d, diz <a href=\"https:\/\/medicine.yale.edu\/profile\/meir-kryger\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Meir Kryger<\/a>, professor em\u00e9rito de medicina em Yale e autor de The Mystery of Sleep.<\/p>\n<p><strong>Sa\u00fade cerebral e risco de dem\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>O c\u00e9rebro tamb\u00e9m depende da const\u00e2ncia e a irregularidade do sono <a href=\"http:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/38165323\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">j\u00e1 foi associada<\/a> a decl\u00ednio cognitivo e a maiores riscos de dem\u00eancia. Yue Cao e colegas seus da Universidade de Tsukuba, no Jap\u00e3o, chegaram a esta conclus\u00e3o num estudo realizado em <a href=\"http:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1389945725003636\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">2025<\/a> que monitorizou 458 idosos munidos de equipamentos de an\u00e1lise.<\/p>\n<p>A equipa descobriu que <strong>aqueles que tinham hor\u00e1rios de sono mais constantes demonstraram capacidades de racioc\u00ednio mais fortes<\/strong> e n\u00edveis mais elevados de factor neurotr\u00f3fico derivado do c\u00e9rebro (BDNF) \u2013 uma prote\u00edna essencial para a reten\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e a plasticidade cerebral. Por outro lado, os ritmos de sono perturbados <a href=\"http:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC12416565\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">t\u00eam sido associados<\/a> \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o de amil\u00f3ide-beta \u2013 uma prote\u00edna t\u00f3xica envolvida na<strong> doen\u00e7a de Alzheimer<\/strong>.<\/p>\n<p>Curiosamente, a investiga\u00e7\u00e3o de Tsukuba tamb\u00e9m mostrou que, <strong>embora as capacidades de racioc\u00ednio mais agu\u00e7adas aumentassem constantemente e acompanhassem um sono constante, os n\u00edveis de BDNF n\u00e3o subiam em linha recta<\/strong>. Cao diz que isto sugere que n\u00e3o precisamos de ser demasiado r\u00edgidos com os nossos hor\u00e1rios de sono e que n\u00e3o \u00e9 grave perdermos uma noite ou duas.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o \u201cacrescenta evid\u00eancias importantes de que a regularidade do sono influencia a sa\u00fade cerebral\u201d, diz Rahman, que n\u00e3o participou no estudo.<\/p>\n<p><strong>Estrat\u00e9gias pr\u00e1ticas para dormir melhor<\/strong><\/p>\n<p>Embora todos pretendam colher os benef\u00edcios associados a um hor\u00e1rio de sono constante, alcan\u00e7ar<strong> uma regularidade perfeita n\u00e3o \u00e9 uma meta realista<\/strong>. Afinal, existem muitos factores que podem sabotar os nossos h\u00e1bitos de sono, incluindo trabalhos exigentes, cafe\u00edna e consumo de \u00e1lcool, noites passadas a jogar, stress, problemas m\u00e9dicos, distrac\u00e7\u00f5es causadas pelas redes sociais e at\u00e9 dormir sestas durante o dia.<\/p>\n<p>Amira explica que h\u00e1<strong> tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es que devem estar alinhadas para um bom sono<\/strong>: precisamos de estar em sincronia com o ciclo natural de 24 horas do dia e da noite, precisamos de acumular cerca de 16 horas despertos para gerar \u201cpress\u00e3o de sono\u201d suficiente e precisamos de ter a <strong>capacidade de descontrair quando chega a hora de ir para a cama<\/strong>. \u201cQualquer problema num destes factores pode minar at\u00e9 as melhores inten\u00e7\u00f5es\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1bitos pequenos e graduais <\/strong>podem ajudar, diz <a href=\"https:\/\/med.stanford.edu\/profiles\/andrea-goldstein-piekarski\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Andrea Goldstein-Piekarski<\/a>, cientista especializada em comportamento do sono da Faculdade de Medicina de Stanford. Alguns destes h\u00e1bitos incluem:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Gerir a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz.<\/strong> Czeisler diz que o factor mais cr\u00edtico para melhorar a const\u00e2ncia do solo \u201c\u00e9 a regularidade na exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz\u201d. Isto significa aumentar a e do Sol, sobretudo a luz azul emitida pelos ecr\u00e3s. Isto tamb\u00e9m significa \u201cnada de dispositivos na cama\u201d, aconselha Kryger.<\/li>\n<li><strong>Usar um despertador.<\/strong> Acordar \u00e0 mesma hora \u2013 mesmo ap\u00f3s uma noitada \u2013 ajuda a fixar o rel\u00f3gio circadiano, diz <a href=\"https:\/\/www.kcl.ac.uk\/people\/paul-gringras\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Paul Gringras<\/a>, professor e chefe cl\u00ednico de medicina do sono em King\u2019s College London.<\/li>\n<li><strong>Criar um santu\u00e1rio para dormir.<\/strong> Um quarto escuro e silencioso incentiva um descanso profundo. \u201cA temperatura ideal para dormir \u00e9 entre 17\u00ba e 28\u00ba Celsius\u201d, diz Gringras. O conforto dos len\u00e7\u00f3is e leveza da roupa utilizada para dormir tamb\u00e9m s\u00e3o importantes.<\/li>\n<li><strong>Limite os est\u00edmulos e o consumo de \u00e1lcool.<\/strong> \u201cEmbora as pessoas recorram frequentemente \u00e0 cafe\u00edna durante o dia para estarem mais despertas, consumir cafe\u00edna \u00e0 tarde pode fazer com que seja mais dif\u00edcil adormecer \u00e0 noite e ter um impacto negativo na qualidade do sono\u201d, diz Goldstein-Piekarski. \u201cAt\u00e9 consumir cafe\u00edna seis horas antes de ir para a cama pode prejudicar o sono.\u201d<\/li>\n<li>E os est\u00edmulos n\u00e3o s\u00e3o meramente qu\u00edmicos. A excita\u00e7\u00e3o mental provocada por discuss\u00f5es tardias, problemas profissionais ou not\u00edcias aflitivas tamb\u00e9m podem manter o c\u00e9rebro alerta e dificultar o acto de adormecer. \u201cEvite qualquer actividade que possa excitar demasiado o seu c\u00e9rebro antes de ir para a cama\u201d, sugere Kryger.<\/li>\n<li><strong>Crie uma rotina para dormir.<\/strong> Um ritual calmante \u2014 como ler, tomar um banho quente ou vestir um pijama ou uma camisa de dormir \u2013 avisa o corpo que \u00e9 altura de abrandar e refor\u00e7a a associa\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro com o repouso iminente, diz Rahman.<\/li>\n<li><strong>Evite a hiper-correc\u00e7\u00e3o.<\/strong> Embora seja tentador compensar uma noitada levantando-se mais tarde, Troxel aconselha acordar o mais perto poss\u00edvel da hora habitual para n\u00e3o confundir o sistema circadiano.<\/li>\n<li>Embora estas abordagens funcionem para muitas pessoas, \u201cn\u00e3o existe uma solu\u00e7\u00e3o universal\u201d, comenta Goldstein-Piekarski. Em vez disso, ela diz que os h\u00e1bitos devem ser criados \u00e0 medida das necessidades de cada um.<\/li>\n<li>Sejam quais forem as estrat\u00e9gias que escolha, quaisquer esfor\u00e7os no sentido da const\u00e2ncia ser\u00e3o, certamente, recompensados. \u201cNa nossa sociedade, que funciona 24 horas por dia, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil dedicar tempo suficiente a dormir ou manter um hor\u00e1rio regular\u201d, diz Czeisler. \u201cMas quando transformamos o sono numa prioridade, os benef\u00edcios a curto e a longo prazo para a sa\u00fade, o desempenho e a seguran\u00e7a s\u00e3o impressionantes.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Assine a revista National Geographic agora por apenas 1\u20ac por m\u00eas. 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