{"id":98996,"date":"2025-10-05T19:22:18","date_gmt":"2025-10-05T19:22:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/98996\/"},"modified":"2025-10-05T19:22:18","modified_gmt":"2025-10-05T19:22:18","slug":"o-prec-e-o-relogio-das-revolucoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/98996\/","title":{"rendered":"O PREC e o Rel\u00f3gio das Revolu\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Apresenta\u00e7\u00e3o do livro &#8220;O PREC e o Rel\u00f3gio das Revolu\u00e7\u00f5es&#8221; de Aldo Casas e Ant\u00f3nio Lou\u00e7\u00e3. Edi\u00e7\u00e3o da Parsifal, setembro de 2025.<\/p>\n<p>Este \u00e9 um livro militante.<\/p>\n<p>Um livro que tem o m\u00e9rito de convocar quatro grandes processos revolucion\u00e1rios que abalaram a Europa no espa\u00e7o de um s\u00e9culo: de 1871 com os 72 dias da Comuna de Paris, ao PREC em 1974-1975, passando pela Revolu\u00e7\u00e3o Russa de 1917, a \u00fanica triunfante em condi\u00e7\u00f5es muito particulares, e a Revolu\u00e7\u00e3o alem\u00e3 de 1918-1921, perdida, ocultada, ostracizada.<\/p>\n<p>Esta apresenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o pretende percorrer os trajetos destas quatro revolu\u00e7\u00f5es, sobejamente explicitadas no livro, mas antes sublinhar o seu rescaldo e a possibilidade de sobreposi\u00e7\u00f5es, num contexto de acesa dualidade de poderes. Porque nestes quatro casos de estudo assinalam-se tamb\u00e9m \u201ccoincid\u00eancias\u201d que podem servir de ensinamento para evitar futuros equ\u00edvocos e caso o futuro venha a apontar para uma perspetiva de altera\u00e7\u00e3o da ordem capitalista.<\/p>\n<p>Em O PREC e o Rel\u00f3gio das Revolu\u00e7\u00f5es o passado \u00e9 reavaliado atrav\u00e9s da \u201cnossa Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos\u201d, ponto de partida e incentivo \u00e0 explora\u00e7\u00e3o das tr\u00eas revolu\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas dos \u00faltimos 150 anos j\u00e1 apontadas.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 uma hist\u00f3ria do PREC, antes uma inventaria\u00e7\u00e3o de diversas analogias que o coloquem na senda das revolu\u00e7\u00f5es modernas, e mesmo que diversas analogias possam induzir em erro.<\/p>\n<p>Porque, como sublinham os autores, o processo portugu\u00eas ilumina a partir de \u00e2ngulos inesperados outras anteriores revolu\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas e \u201cintegra-se na experi\u00eancia estrat\u00e9gica das classes subalternas\u201d.<\/p>\n<p>Um livro que convoca viagens, mem\u00f3rias que ainda preenchem o nosso imagin\u00e1rio e nos transportavam para as a\u00e7\u00f5es de rua, a milit\u00e2ncia quotidiana, que nos entusiasmavam e nos faziam acreditar, porque a rua era nossa. Mas que tamb\u00e9m remete para mem\u00f3rias dolorosas.<\/p>\n<p>Duas das revolu\u00e7\u00f5es aqui reveladas foram afogadas em sangue. Outra mergulha numa brutal guerra civil, uma das causas do seu processo de degeneresc\u00eancia totalit\u00e1ria.<\/p>\n<p>A nossa, de grande intensidade, parece ter-se esfumado de um dia para o outro, como um sonho breve. O nosso PREC, assim considerado como dos \u00faltimos processos revolucion\u00e1rios cl\u00e1ssicos que antecedeu o p\u00f3s-modernismo, o neoliberalismo, a era digital.<\/p>\n<p>No \u201ccaso portugu\u00eas\u201d, muitos despertaram da adolesc\u00eancia e entraram na idade adulta com vivas \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o\u2026 Momentos raros. Conflituosos, contradit\u00f3rios, mas inesquec\u00edveis para quem os viveu e pelas marcas que deixaram.<\/p>\n<p>Mas s\u00e3o as gera\u00e7\u00f5es que se empenharam e absorveram esses tempos \u2013 e se fragmentaram em grupos partid\u00e1rios de \u201cextrema-esquerda\u201d mais ou menos implantados nas \u201cclasses trabalhadoras\u201d, s\u00e3o estas gera\u00e7\u00f5es que hoje encaram perplexas esta contrarrevolu\u00e7\u00e3o que avan\u00e7a pelo mundo, de Washington a Bruxelas, de Moscovo a Buenos Aires, de Londres a Kiev ou Pequim. Ainda sem saber como lhe responder eficazmente.<\/p>\n<p>A mir\u00edade de grupos situados no campo da designada extrema-esquerda permaneceu muito tempo irreconcili\u00e1vel. Uns evitavam falar de Kronstadt, sistem\u00e1tica insist\u00eancia dos anarquistas, outros dos processos de Moscovo e da aniquila\u00e7\u00e3o da velha guarda bolchevique, ainda outros sobre o nefasto balan\u00e7o da Revolu\u00e7\u00e3o cultural de Mao ou o pat\u00e9tico \u201cFarol do Socialismo\u201d alban\u00eas\u2026 alimentando equ\u00edvocos e refor\u00e7ando o sectarismo.<\/p>\n<p>Um debate fracional, divisionista, tantas vezes separado da realidade, que tamb\u00e9m atingia as organiza\u00e7\u00f5es que se reivindicavam do mesmo legado ideol\u00f3gico.<\/p>\n<p>No livro Reden\u00e7\u00e3o (1990) o escritor, realizador e ativista Tariq Ali relata os desafios que se colocaram \u00e0s esquerdas, neste caso ao movimento trotskista internacional, ap\u00f3s a queda do Muro de Berlim e a divulga\u00e7\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria de Nicolae Ceausescu e de sua mulher Elena no Natal de 1989. O l\u00edder convoca um congresso mundial para debater o fim do \u201ccomunismo\u201d no leste europeu e como enfrentar esta convuls\u00e3o. Participam as diferentes fa\u00e7\u00f5es trotskistas e as subfa\u00e7\u00f5es trotkistas e as sub-fa\u00e7\u00f5es das subfa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Num dos cap\u00edtulos do livro, relata-se a estupefa\u00e7\u00e3o de um dirigente que foi convocado a Londres para participar num Congresso de emerg\u00eancia. Desabafa: \u201cPara um pa\u00eds cuja burguesia raramente se dividiu e cujo movimento dos trabalhadores permanece o mais unificado da Europa, o facciosismo e as divis\u00f5es dentro do nosso movimento s\u00e3o de ficar perplexo\u2026\u201d.<\/p>\n<p>O mesmo sucedeu com outras organiza\u00e7\u00f5es. Assim, pode questionar-se se estar\u00e1 a \u201cesquerda da esquerda\u201d, fragilizada e ainda fragmentada, em condi\u00e7\u00f5es de dar credibilidade aos seus apelos de que a Revolu\u00e7\u00e3o ainda permanece na ordem do dia, para romper com o neoliberalismo (desregula\u00e7\u00e3o, privatiza\u00e7\u00f5es, globaliza\u00e7\u00e3o do capital, concorr\u00eancia, d\u00edvida, revaloriza\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito), e relan\u00e7ar a redistribui\u00e7\u00e3o, abordar de forma s\u00e9ria a urg\u00eancia clim\u00e1tica, restaurar os servi\u00e7os p\u00fablicos, democratizar a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho, melhorar as condi\u00e7\u00f5es de vida dos mais desfavorecidos, terminar com a viol\u00eancia policial e a repress\u00e3o \u00e0s liberdades individuais.<\/p>\n<p>Uma outra causa da versatilidade do apoio \u00e0s forma\u00e7\u00f5es de esquerda tamb\u00e9m se dever\u00e1 relacionar com o grau de democracia interna proporcionado por essas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>E neste caso, \u00e9 necess\u00e1rio fazer um balan\u00e7o do desempenho das esquerdas radicais que emergiram nos in\u00edcios do s\u00e9culo XXI com a designada \u201ccrise da d\u00edvida\u201d, desde o Bloco de Esquerda ao Podemos espanhol, ao Syriza grego, ao Die Linke alem\u00e3o, entre outros.<\/p>\n<p>A esquerda era entendida como \u201cmovimentos que tentam mudar o mundo com o princ\u00edpio da igualdade no centro do seu programa\u201d. No entanto, o s\u00e9culo em que vivemos nasceu como um tempo assinalado por um eclipse generalizado das utopias. A trajet\u00f3ria do comunismo sovi\u00e9tico moldou a hist\u00f3ria do s\u00e9culo XX, e o s\u00e9culo XXI inicia-se com o derrube desta utopia.<\/p>\n<p>Era a \u201cresigna\u00e7\u00e3o\u201d ao capitalismo. As utopias do s\u00e9culo passado desapareceram a deixaram um presente carregado de mem\u00f3ria, mas incapaz de se projetar no futuro. Sem \u201chorizonte de expetativa\u201d.<\/p>\n<p>Afinal, a \u201cesquerda da esquerda\u201d n\u00e3o conseguia nem destronar os velhos aparelhos da social-democracia ou as estagnadas burocracias, nem alargar o c\u00edrculo dos seus aderentes e o n\u00famero de eleitores. E quando o conseguiu, de forma ef\u00e9mera, falhou. S\u00e3o revezes que contribu\u00edram para acentuar as divis\u00f5es, que permanecem e continuam a enfraquec\u00ea-la.<\/p>\n<p>Em 1967, em termos premonit\u00f3rios, Guy Debord j\u00e1 desmontava a \u201csociedade do espet\u00e1culo\u201d ao assinalar que \u201ctudo o que era diretamente vivido se afastou numa representa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A deriva acentuou-se. A muta\u00e7\u00e3o do capitalismo triunfante da Guerra Fria para um capitalismo financeiro e digital global amea\u00e7a seriamente a ideia de emancipa\u00e7\u00e3o, a capacidade de cada um pensar e decidir por si pr\u00f3prio. A passagem da democracia liberal ao autoritarismo p\u00f3s-democr\u00e1tico, com uma \u201cinforma\u00e7\u00e3o\u201d manipulada e crescentemente controlada, imp\u00f5e uma sociedade onde a desigualdade se acentua e os poderes pol\u00edticos capitulam perante os poderes econ\u00f3micos.<\/p>\n<p>Perante colossais desafios, ser\u00e1 poss\u00edvel recuperar a linguagem do futuro?<\/p>\n<p>A possibilidade de reinventar, em coopera\u00e7\u00e3o, uma esquerda de emancipa\u00e7\u00e3o e um imagin\u00e1rio emancipador? Seria uma primeira resposta face aos atuais perigos de uma extrema \u2018direitiza\u00e7\u00e3o\u2019 dos espa\u00e7os p\u00fablicos. E uma forma de responder de forma determinada \u00e0 alian\u00e7a das direitas com as extremas-direitas.<\/p>\n<p>Um processo que tamb\u00e9m implicar\u00e1 uma reflex\u00e3o s\u00e9ria sobre a fun\u00e7\u00e3o e legitimidade da democracia parlamentar, do peso dos resultados eleitorais, de momento muito desfavor\u00e1vel, de reverter a pobreza de argumentos e sufocos internos, mas que tamb\u00e9m poder\u00e1 significar uma longa travessia.<\/p>\n<p>Talvez recorrer \u00e0 velha f\u00f3rmula da \u201can\u00e1lise concreta da situa\u00e7\u00e3o concreta\u201d ou como abordar, hoje, a quest\u00e3o da dualidade de poderes, da legitimidade dos parlamentos eleitos por sufr\u00e1gio universal face \u00e0 eventual emerg\u00eancia de novos sovietes, ou conselhos, ou comiss\u00f5es, adaptados aos desafios do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p>Estes desafios, estes dilemas, tamb\u00e9m est\u00e3o no cerna das reflex\u00f5es de Aldo Casas e Ant\u00f3nio Lou\u00e7\u00e3 quando abordam o \u201cmecanismo\u201d das revolu\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s dos quatro \u201ccasos de estudo\u201d selecionados. E aqui surgem novas interroga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Obedecem as revolu\u00e7\u00f5es, que revisitam as anteriores, a uma \u201clei pr\u00f3pria\u201d? Que balan\u00e7os, que ensinamentos se podem recolher?<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio dos anteriores processos, focalizados em terminar com as ra\u00edzes da guerra e da mis\u00e9ria, os autores consideram que \u201ca pr\u00f3xima Revolu\u00e7\u00e3o\u201d ter\u00e1 de abordar as ra\u00edzes da destrui\u00e7\u00e3o ambiental, um desafio in\u00e9dito.<\/p>\n<p>A\u00ed, o \u201cproletariado\u201d de hoje, no\u00e7\u00e3o sujeita a interpreta\u00e7\u00f5es diversas, dever\u00e1 ser mais uma classe \u201cpara as largas massas expropriadas, precarizadas e marginalizadas\u201d, e quando o capitalismo \u201camea\u00e7a a sobreviv\u00eancia da humanidade e do planeta\u201d.<\/p>\n<p>A velha senten\u00e7a de Rosa Luxemburgo e de Trotsky, \u201csocialismo ou barb\u00e1rie\u201d, permanece assim atual. Uma \u201cRevolu\u00e7\u00e3o futura\u201d em alternativa \u00e0 \u201cbarb\u00e1rie\u201d e centrada no combate definitivo \u00e0 mercantiliza\u00e7\u00e3o total da Natureza, dos bens comuns, dos servi\u00e7os p\u00fablicos, que questione a l\u00f3gica profunda da economia f\u00f3ssil e extrativista.<\/p>\n<p>E tamb\u00e9m um combate consistente ao que os autores designam de \u201cprodutivismo tecnol\u00f3gico\u201d, atrav\u00e9s da defesa do clima, das florestas e oceanos, do ozono e glaciares, das popula\u00e7\u00f5es humanas que estar\u00e3o condenadas caso n\u00e3o surja \u201calgum moderno suced\u00e2neo dos sovietes\u201d. E, acrescentaria, promover um mundo sem fronteiras onde se afirmar\u00e1 a revolu\u00e7\u00e3o em curso em nome dos direitos das mulheres e contra o patriarcado opressor, sem esquecer que nesse percurso a luta \u00e9 de classes, n\u00e3o de sexos.<\/p>\n<p>No seu livro de refer\u00eancia Melancolia de Esquerda. Depois das Utopias (2016), Enzo Traverso assinala que o fim do comunismo associado ao bloco de leste rompeu a dial\u00e9tica entre passado e futuro, e que o eclipse das utopias, fomentado pelo nosso tempo do \u201cpresente\u201d, provocou a quase extin\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria marxista. E procura analisar esta muta\u00e7\u00e3o, pela transi\u00e7\u00e3o da utopia \u00e0 mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Traverso acentua a convic\u00e7\u00e3o de que um outro mundo \u00e9 poss\u00edvel, mas sendo necess\u00e1rio reinventar as teorias e pr\u00e1ticas num mundo com futuro comprometido. Rejeitar o sofrimento e a relembran\u00e7a, procurar novas ideias e projetos que podem coexistir com as experi\u00eancias do passado, e o seu enorme peso, \u00e9 uma das suas perspetivas.<\/p>\n<p>Impor uma esquerda com sentido autocr\u00edtico, que n\u00e3o se resigna \u00e0 ordem mundial neoliberal mas que deve identificar-se e manter empatia com os vencidos da hist\u00f3ria, tamb\u00e9m para renovar o seu arsenal intelectual. A emerg\u00eancia de uma nova combatividade, que se ir\u00e1 unir a uma gera\u00e7\u00e3o de esquerdistas derrotados.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a queda do Muro de Berlim, os rebeldes que restavam dos anos 60 e 70 \u2013 e quando o marxismo era ent\u00e3o a express\u00e3o dominante da maioria dos movimentos revolucion\u00e1rios do s\u00e9culo XX \u2013 depararam-se com uma vis\u00e3o da hist\u00f3ria gerada pelas derrotas dos anos 30 do s\u00e9culo passado, um encontro que teve lugar sob o signo da melancolia pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do humanitarismo hoje dominante, a melancolia de esquerda, que tamb\u00e9m se poder\u00e1 confundir com nostalgia, sempre se concentrou nos vencidos. Percebe as trag\u00e9dias e as batalhas do passado como um peso e uma d\u00edvida, que tamb\u00e9m s\u00e3o promessa de reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Agora, trate-se de \u201cConquistar para a revolu\u00e7\u00e3o as energias da embriaguez\u201d, arrisca ainda Enzo Traverso.<\/p>\n<p>Necess\u00e1rio o regresso a Marx, a Rosa Luxemburgo, a Gramsci, a Walter Benjamin, para voltar a encarar o futuro, evitando a repeti\u00e7\u00e3o do sentido tr\u00e1gico da vida, reformulando a ideia de poder, porque a esquerda e o comunismo continuam a ser associados a uma radicaliza\u00e7\u00e3o das suas tend\u00eancias autorit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Questionar o poder, as rela\u00e7\u00f5es entre pessoas, o indiv\u00edduo, os grupos de pessoas. Sair do atoleiro. Tentar ser feliz, abra\u00e7ar e proteger a M\u00e3e-Natureza, para que a esperan\u00e7a no \u00eaxito persista.<\/p>\n<p>Exalta\u00e7\u00e3o, abandono, sobretudo confian\u00e7a. Tamb\u00e9m o que se necessita para uma aproxima\u00e7\u00e3o ao infinito. O livro que t\u00eam presente tamb\u00e9m aponta na dire\u00e7\u00e3o do futuro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o do livro &#8220;O PREC e o Rel\u00f3gio das Revolu\u00e7\u00f5es&#8221; de Aldo Casas e Ant\u00f3nio Lou\u00e7\u00e3. 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