Para o candidato, Portugal “precisa de dar um salto em frente e manter a velocidade” para voltar a ser o país que “já liderou o mundo na conquista dos mercados internacionais e liderou a pirataria e o mar”.
“Portugal não utiliza várias coisas que tem ao seu alcance. Portugal é um dos países com uma das maiores reservas de ouro do mundo (…) que pode pôr também ao seu serviço naquilo que é engenharia espacial, a engenharia agrícola, a inteligência artificial. Nós estamos a sofrer de um sebastianismo inerte desde há tempo demais. E neste momento temos de dar o pulo em frente e continuar aquilo que estávamos a fazer”, acrescentou.
Após as declarações à imprensa, seguiu-se a leitura de um discurso em que Manuel João Vieira sublinhou várias habilidades suas, frisando que a sua mãe lhe ensinou que o “Presidente deve ter pelo menos 27 personalidades para compreender o país inteiro” e que o pai lhe transmitiu que “Portugal não é um identidade, mas um fluxo, às vezes turbulento, às vezes calmo”.
“Portugal não precisa de administração. Portugal precisa de criação. Somos um povo que atravessou séculos porque sempre acreditou naquilo que não existe. Hoje, peço que acreditem num presidente que também não devia existir, mas existe. (…) Pelo futuro a 100 mil anos, só eu posso, na segunda volta, acabar com esta imbecil aventura. Viva Portugal absurdo, luminoso e absolutamente necessário”, concluiu.