Peixes grandes têm mais tempo de vida para acumular mercúrio em seus organismos, o que eleva o teor do contaminante na conserva.

Já o atum rotulado apenas como “atum” é extraído de peixes de menor porte, que geralmente pesam cerca de 35 quilos. Esta variedade corresponde comumente ao atum listado ou à espécie Pelamis, que são as opções que naturalmente apresentam níveis de mercúrio consideravelmente menores. 

Para quem busca moderação e segurança, a nutricionista também estabeleceu um limite de consumo semanal. “O ideal é não consumir mais de uma ou duas latas de atum por semana e, sempre que possível, optar por conservas em embalagem de vidro, o que evita adicionar contaminantes metálicos do processo de enlatado”, sugeriu Blanca.