O verão é, para muitos, sinônimo de férias, viagens, praia e confraternizações. Sem muitos cuidados, é também a estação que concentra um dos maiores índices de internaçõesManter os cuidados essenciais em épocas quentes como alimentação e exercícios é importante para evitar emergências.Foto: Divulgação/Freepik/ND

O verão é, para muitos, sinônimo de férias, viagens, praia e confraternizações. Sem muitos cuidados, é também a estação que concentra um dos maiores índices de internações por causas cardíacas no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

A combinação de calor intenso, alimentação rica em gordura e sódio, maior consumo de álcool e uma rotina fora do habitual pode ser perigosa para o coração — especialmente para pessoas com hipertensão, colesterol elevado, diabetes ou histórico de doenças cardiovasculares.

As altas temperaturas provocam vasodilatação, levando o organismo a trabalhar mais para manter a temperatura corporal estável. Isso sobrecarrega o coração, que precisa bombear mais sangue e com mais frequência.

Em situações de desidratação, muito comum em dias muito quentes, o sangue fica mais viscoso, o que dificulta ainda mais o trabalho do sistema circulatório e aumenta o risco de eventos como infarto e AVC.

De acordo com dados de 2024 do DATASUS, as internações por doenças cardiovasculares crescem cerca de 20% nos meses de verão, especialmente em janeiro e fevereiro. Os quadros mais frequentes incluem insuficiência cardíaca, arritmias, infartos e episódios de mal súbito.

Estresse, exageros e rotina desregulada também pesam

Além dos fatores físicos, o impacto emocional do fim de ano também é um gatilho importante. Viagens cansativas, noites mal dormidas, pressão por metas não cumpridas e conflitos familiares elevam o nível de estresse, que por si só já é um fator de risco para o coração.

Soma-se a isso o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, alimentos gordurosos e doces, e o cenário se torna mais propício a emergências. Mesmo pessoas jovens ou aparentemente saudáveis podem apresentar sintomas, principalmente se já houver predisposição genética ou fatores de risco silenciosos, como hipertensão não diagnosticada.

Sinais que não podem ser ignorados

Diante de um mal-estar, é importante reconhecer os sinais de alerta que indicam uma possível emergência cardíaca. Os principais incluem:

  • Dor ou pressão no peito, que pode irradiar para o braço esquerdo, mandíbula ou costas;
  • Falta de ar repentina;
  • Palpitações ou batimentos cardíacos irregulares;
  • Tontura, desmaio ou sensação de desmaio iminente;
  • Náusea, suor frio e pele pálida;
  • Cansaço extremo sem motivo aparente.

Vale lembrar que, no caso das mulheres, os sintomas podem ser mais sutis e muitas vezes confundidos com indisposição ou ansiedade. Por isso, é fundamental dar atenção a qualquer alteração fora do comum, especialmente durante os meses mais quentes.

Como agir diante de uma suspeita de infarto ou mal súbito

A recomendação é clara: acione imediatamente o serviço de emergência ao perceber qualquer um dos sintomas. Não tente transportar a pessoa por conta própria, não ofereça medicamentos sem prescrição e evite “esperar passar”. A eficiência do atendimento é determinante para evitar sequelas ou óbito.

Enquanto aguarda a chegada da equipe médica, mantenha a vítima em local arejado, afrouxe roupas apertadas e, se ela estiver consciente, incentive-a a permanecer calma e imóvel.

Se houver parada cardiorrespiratória e você, ou alguém próximo, souber realizar manobras de RCP (reanimação cardiopulmonar), inicie o procedimento imediatamente.

Atendimento eficiente salva vidas

É nesse tipo de situação que o atendimento pré-hospitalar faz a diferença. Ter acesso a uma equipe capacitada e eficiente, com estrutura adequada, pode ser decisivo nos minutos que antecedem a internação hospitalar.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o tempo de resposta entre os primeiros sintomas e o início do tratamento impacta diretamente na taxa de sobrevivência em casos de infarto agudo do miocárdio.

Para garantir essa resposta assertiva, é importante contar com um plano de urgência e emergência — como os oferecidos pela Help Emergências Médicas.

A empresa é referência em atendimento pré-hospitalar e possui uma estrutura completa, incluindo UTI móvel, equipe médica especializada, plantão 24 horas e serviços como remoções assistidas, transferências hospitalares e atendimento domiciliar.

Diferentemente dos planos de saúde tradicionais, o plano de urgência e emergência da Help oferece atendimento direcionado para situações críticas, com foco na resolutividade e no suporte qualificado, ainda no local da ocorrência.

Ao invés de depender exclusivamente de serviços públicos, como o SAMU — que atendem uma grande demanda e podem ter limitações operacionais —, o cliente aciona a central da Help, que organiza todo o atendimento com estrutura própria.

Ou seja, contratar um plano de urgência e emergência é uma forma de proteger a si e à família em momentos imprevisíveis, com acesso garantido a uma rede preparada para atuar com eficiência, responsabilidade e cuidado, seja no verão ou em qualquer outra estação do ano.

Para saber mais sobre os planos da Help para empresas e famílias, acesse o site.