A saída de Leonardo Jardim do Cruzeiro, no Brasil, com a justificação de que precisava de cuidar de si próprio, voltou a expor uma realidade tantas vezes ignorada no futebol, o impacto da saúde mental na carreira dos treinadores. Um trabalho altamente exposto, medido ao segundo e com margem de erro mínima. O técnico madeirense, que levou o Mónaco a um título histórico e o Al Hilal à glória asiática, deixou o clube brasileiro, após uma época positiva, com palavras duras. “Preciso de cuidar da minha saúde e da minha mente. Alguns sinais alertaram-me para parar e já não consigo dar 100%”, admitiu.