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Produzido pela Ri7a – a Inteligência Artificial do R7
A internet, ambiente cheio de conteúdo e possibilidades, também abre espaço para charlatões que prometem curas milagrosas e não cumprem preceitos éticos.
Médicos sérios do meio acadêmico e professores universitários vão a programas de TV e aos seus perfis nas redes sociais, falam com propriedade de assuntos sérios, dão informações isentas e recebem o quê em troca?
São “malhados” na internet por pessoas que, infelizmente, não têm nenhum tipo de experiência clínica, estudo ou qualificação para questionar.
Em uma democracia, é claro, você questiona o que quiser, mas desde que haja respeito também ao profissional. Interessante que essas mesmas pessoas e grupos não se manifestam quando prometem curas milagrosas e métodos terapêuticos — sem nenhuma evidência científica.
Vivemos uma era de muito desrespeito à saúde com os ‘doutores das redes sociais’ Inteligência Artificial/Gemini
No TikTok e no Instagram, profissionais dão “receitas de bolo” e dicas de como tomar medicamentos, que só devem ser administrados após uma boa avaliação médica. É isso que garante que o remédio seja seguro.
Generalizações sobre quadros clínicos e psiquiátricos, como autismo e TDAH, são muito perigosas e colocam em risco a saúde e a vida das pessoas. A saúde é uma área onde não pode haver reducionismos.
É comum ver nas redes sociais vários questionários simplistas com sintomas que as pessoas acabam se identificando e não procuram um bom atendimento psiquiátrico. “Diagnóstico” obtido por um vídeo na internet não é uma consulta psiquiátrica.
Vivemos uma era de muita selvageria nas redes sociais e muito desrespeito e desqualificação de profissionais que têm um trabalho relevante para com a sociedade. Mas ainda existem aqueles que possuem muito amor, respeito e ética ao tratar os seus pacientes.
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